O Brasil volta a ligar o sinal de atenção para a mpox, doença viral causada pelo vírus monkeypox. De acordo com atualização oficial do Ministério da Saúde, divulgada no fim de fevereiro de 2026, o país já contabiliza 88 casos confirmados da doença neste ano. O estado do Rio de Janeiro aparece entre os mais afetados, com 15 casos confirmados, sendo 12 apenas na Rio de Janeiro.
Além dos registros já confirmados, há casos suspeitos em investigação, monitorados pelas autoridades de saúde. O cenário reacende o alerta para a importância da informação correta e da prevenção, especialmente em grandes centros urbanos, onde o contato próximo entre pessoas é mais frequente.
Segundo o boletim mais recente, a mpox é transmitida principalmente por contato próximo com pessoas infectadas. Isso inclui contato físico direto, como toque em lesões de pele, fluidos corporais, além do compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis. A transmissão também pode ocorrer por gotículas respiratórias, especialmente em situações de proximidade prolongada.
As autoridades reforçam que relações sexuais desprotegidas não são a única forma de transmissão. Embora surtos recentes tenham apresentado maior incidência associada a contato íntimo, a infecção pode ocorrer em qualquer situação que envolva contato físico próximo e contínuo. Por isso, o estigma e a desinformação são considerados inimigos no combate à doença.
Apesar do aumento no número de casos, o Ministério da Saúde destaca que não há registro de óbitos por mpox no Brasil em 2026. A maioria dos pacientes apresenta sintomas leves, como febre, dor no corpo, ínguas e lesões cutâneas, com boa evolução clínica quando há acompanhamento médico adequado.
As recomendações seguem claras: ao identificar sintomas suspeitos, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde, evitar contato físico com outras pessoas e não compartilhar objetos pessoais. A vigilância epidemiológica permanece ativa, acompanhando a evolução dos casos e reforçando ações de prevenção.
📌 Em resumo: o Brasil registra 88 casos de mpox em 2026, com 15 confirmações no estado do Rio de Janeiro. Embora a situação exija atenção, as autoridades ressaltam que o controle depende de informação, prevenção e busca rápida por atendimento médico.