SABIA QUE EXISTE UM MUSEU DE RÉPLICAS AQUI NA ZONA OESTE?! 🕌🏯
No bairro de Guaratiba, na Zona Oeste, fica localizado o Museu de Réplicas Ronaldo J. Ribeiro, com exposição de cerca de 500 miniaturas produzidas pelo médico, artista e músico Roberto de Regina.
Aposentado da profissão de médico Roberto se dedica à arte.
O acervo do museu é lindíssimo e inclui réplicas das principais catedrais e castelos europeus, do Vaticano, inclusive a Basílica de São Pedro, automóveis e trens antigos, o 14 Bis, de Santos Dumont e a Kitty Hawk, dos Irmãos Wright, aviões, embarcações como a Barca do Sol (usada no funeral do faraó Quéops, em 4500 A.C.) e a esquadra de Pedro Álvares Cabral, entre outros.
A coleção tem ainda uma maquete de uma cidade europeia fictícia, com teatros, cinemas, igrejas e bondes. Entre as catedrais, Notre Dame, Sacré Coeur, Chartres, Rennes (França), Colônia (Alemanha), São Basílio, Moscou (Rússia).
Como chegar de carro: Vindo da Barra depois do túnel da Grota Funda, na quarta estação do BRT (Mato Alto), virar à direita, pega a estrada do Mato Alto, depois do segundo posto de gasolina, loja de material de construção, primeira a direita.
A ideia de criar uma bandeira surgiu na Idade Média. Durante as batalhas, os exércitos usavam um pedaço de pano no alto de um estandarte com as cores e sinais de identificação do batalhão, dessa forma ficava mais claro identificar quem lutava contra quem e aliados não eram confundidos com inimigos.
Hoje em cada país as bandeiras representam histórias, lutas, convicções e esperanças. Além de países, as bandeiras podem representar estados, cidades e até clubes. Você com certeza reconhece a bandeira do time de futebol que torce. E a do Rio, você conhece?A bandeira da cidade do Rio de Janeiro passou por diversas transformações.
A primeira foi criada para recepção da Família Real em 1808, ela era de seda branca com franjas e galões de ouro, tendo um escudo em estilo barroco bordado a ouro a imagem de São Sebastião. Em 1822 foi utilizada na coroação de D Pedro I uma outra bandeira, uma versão imperial com a coroa real ao topo.
A bandeira atual foi adotada somente em 8 de julho de 1908. Ela possui um campo branco com duas listras azuis em diagonal na forma da cruz de Santo André, tendo sobre o seu cruzamento o brasão de armas da cidade todo em vermelho. A cor simboliza o sangue derramado por São Sebastião e também por Estácio de Sá, que no dia 1º de março de 1565 fundou a cidade maravilhosa.
O BRASÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
Os brasões também começaram a ser criados na Idade Média. Eram feitos para homenagear a bravura dos cavaleiros, também se tornaram um símbolo de status. As pessoas consideradas ilustres eram presenteadas com brasões e podiam repassar a honra aos familiares.
Aos poucos eles ganharam novas finalidades, como identificar famílias, corporações, regiões, nações e cidades.
O brasão do Rio é um dos símbolos do município, ele traz elementos representativos do patrimônio da memória da cidade. Cada figura tem um valor, um significado cultural e traz um elo com o passado.
1) A coroa com cinco torres douradas simboliza que o Rio já foi a capital do país;
2) Num lado um ramo de louro representa a vitória ;
3) Do outro o ramo de carvalho significa a força;
4) Os golfinhos de prata destacam uma cidade cidade marítima;
5) A esfera dourada representa o universo;
6) As três setas remetem a São Sebastião, o padroeiro da cidade ;
7) Ao centro o desenho de uma boina vermelha, conhecida como barrete frígio. Ela é considerada uma representação do regime republicano desde que foi usada pelos proclamadores da república francesa.
8) O escudo atrás da esfera é azul, cor simbólica da lealdade.
Desde a sua fundação, o brasão do Rio foi modificado diversas vezes até chegar ao formato de hoje.
O BRASÃO HERÁLDICO DE CAMPO GRANDE
A polêmica envolvendo o escudo de Campo Grande que, embora tenha sido aprovado pelo então administrador regional do bairro, Carlos Renato dos Guaranys, parece não ter sido muito bem aceito por outras lideranças, em razão do destaque dado à figura do galináceo.
Segundo pesquisas realizadas pelo professor Sinvaldo Souza na época em que preparava o artigo aqui transcrito , lendo a edição de julho de 1973, número 184, do jornal “O Ponto de Vista”, teria havido preocupação com a urgência para a confecção do brasão, uma vez que a entidade destinada à promoção da cidade, conhecida como COCAME, delimitou um prazo bastante exíguo, que não permitiu maiores pesquisas que pudessem apresentar como resultado final um brasão cujos atributos estivessem mais de acordo com as especificações históricas de Campo Grande.
O próprio heraldista Alberto Lima, do Serviço Cartográfico do Exército e autor do brasão, teria declarado ao diretor do jornal “O Ponto de Vista” – jornalista Diniz da Fonseca, que havia confirmado que o administrador regional de Campo Grande lhe dissera que, na falta de outra qualquer temática adotasse o que melhor lhe parecesse: “um galo, por exemplo e algumas frutas em homenagem aos avicultores e fruticultores da zona rural”.
Descrição do Brasão de Armas de Campo Grande
“Escudo português em campo de sinople (verde) marco da esperança, abundância e liberdade; um galo de prata, símbolo do guerreiro valente, destemido e sempre pronto às armas. Representa, neste brasão, a prosperidade avícola da famosa região rural, do antigo Distrito Federal. Um chefe de blau (azul) ostenta em ouro, as seguintes peças: a cana-de-açúcar, símbolo da economia colonial, que teve em Campo Grande alguns dos seus engenhos, produtores; um ramo de café, evidenciando que se cultivou a rubiácea em larga escala na região, e a laranja, representando a riqueza citrícola que tantos dividendos trouxe para o Rio de Janeiro e para o Brasil. As estrelas, símbolo da vitória, destacam, respectivamente, à destra a à sinestra, Manoel de Barcelos Domingos, um dos primeiros povoadores das terras, fundador da paróquia em 1673 e Francisco Freire Alemão de Cisneiros, o conselheiro Freire Alemão, destacado como cientista, médico e botânico, nascido em Campo Grande em 24 de julho de 1797, tendo falecido na Casa de Porangaba – lugar bonito, ou de Boa Vista – em 11 de novembro de 1874.
Como suportes, à destra (direita) e à sinestra (esquerda), os dois golfinhos simbólicos de cidade marítima que ornam a brasão de armas do antigo Estado da Guanabara, apoiados sobre um listel de ouro com a seguinte legenda em goles (vermelho): 1673 – CAMPO GRANDE – 1961”, respectivamente, fundação da Freguesia da Matriz de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande e instalação da XVIII Região Administrativa. Encimando o conjunto, em toda a sua plenitude, a coroa-mural, característica da Cidade-Estado, tal como aparece no Brasão de Armas do antigo Estado da Federação, com suas cinco torres de ouro e a estrela de prata, símbolo da unidade federativa. Autor. Alberto Lima – Ano 1963.
Deca Serejo é maranhense, moradora de Campo Grande na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, guia de turismo, apaixonada por história ,pela cidade maravilhosa e bairrista.
Em Campo Grande, o bonde começou a operar em julho de 1894. Eram bondes puxados a burro, que só carregavam uma carga: capim para alimentar os burros que puxavam os bondes no Centro, Tijuca e Zona Sul. Em 1908 foi inaugurado o serviço de passageiros, e em 17 de maio de 1917 a linha até a Pedra de Guaratiba foi eletrificada.
Construção de 1917 da antiga Oficina de Manutenção dos Bondes, mais conhecida como Usina do Bonde, O prédio, tombado pelo Município em 1996, hoje é ocupado pela Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) e ainda mantém trilhos da época em que era usado para o reparo desse meio de transporte.
Em Santa Cruz, uma linha até Itaguaí operou entre 1880 e 1907. Foi substituída pelo trem em 1910. A linha para Sepetiba foi operada entre 1884 e 1911, e tinha integração multimodal com embarcações que serviam portos nas Baías de Sepetiba e da Ilha Grande.
Confira o trajeto das três linhas em Campo Grande, rumo ao Rio da Prata, Ilha de Guaratiba e Pedra de Guaratiba, neste mapa, clicando no link https://bit.ly/2JhSj54.
Texto de Guilherme Braga Alves. Doutorando em Geografia na UERJ, e pesquisa a história do transporte em Campo Grande.
Deca Serejo é maranhense, moradora de Campo Grande na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, guia de turismo, apaixonada por história ,pela cidade maravilhosa e bairrista.
Sempre me perguntam por que divulgo tanto Campo Grande, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Apesar de não ter nascido aqui, conheço Campo Grande desde que nasci.
Vínhamos sempre para o sítio de minha avó, na Estrada do Carapiá, e tínhamos contato com a terra, com as histórias locais e também com os talentos Campo Grandendes.
Acabei fixando residência aqui e também desenvolvi trabalho no magistério e nas Artes do Canto, Teatro e Cinema.
Durante dois anos, divulguei Campo Grande pela Rádio Horizonte, com sede em Jacarepaguá, no Programa Ponto de Magia, em que falava sobre Cultura da etnia Cigana, história, culinária, artes, entrevistas etc, e encontrava sempre algum motivo para citar Campo Grande, que no passado também recebeu tantos acampamentos ciganos, um dos quais tive a honra de fazer amizade com uma família inesquecível.
Há uma magia no lugar, incalculável…
É verdade que o bairro não é o mesmo, com o avanço da tecnologia e com a exploração imobiliária irrestrita…
Muita coisa mudou, mas a essência do povo da terra é a mesma. E quando pensamos em talentos nas Artes, temos uma gama infinita de pessoas produzindo todas…
Tive a honra de me apresentar nos teatros locais, dentre eles Teatro Arthur Azevedo, Teatro Elza Osborne e Teatro Moacyr Sreder Bastos, em trabalhos de canto e dramaturgia.
Apresentei-me também em alguns clubes locais como Aliados, extinto Luso Brasileiro e 10 de Maio.
Tive a oportunidade lecionar em estabelecimentos de ensino conceituadíssimos, e ainda leciono em escolas públicas que se distinguem pelo serviço que produzem à população local.
O cheiro do verão é o mesmo das épocas antigas, com cigarras, bem-te-vis, beija-flores e tantas outras criaturinhas que embelezam e alegram o belo cenário florido.
Há tantos motivos para divulgar Campo Grande, que levaria um perfil faceano inteiro para fazer isso e não daria…
Sou grato porque o Universo me colocou aqui, já que encontro felicidade onde vivo.
Will tom, um multi artista da região e um apaixonado pelo bairro
A volta do Ítalo Del cima O ano de 2019 trouxe uma grata surpresa para o cidadão campograndense: o Estádio Italo Del Cima voltou a receber uma partida oficial de futebol, resultado de um projeto de resgate do clube.
Com a conquista do vice campeonato da Série C o clube garantiu presença na Série B2 em 2020, o que projeta um Italo Del Cima bem frequentado por milhares de campograndenses que torceram durante todos esses anos pela recuperação do clube.
Muitos declararam que foi o presente de Papai Noel ao receberem a informação de que o Estádio estava desinterditado. A expectativa pela chegada do mês de maio que marca o início do campeonato é grande.
Renato Russo- Barra de Guaratiba- RJ
Por Guaraci Rosa
Poderia ser mais um dia comum no sítio Burle Marx em Guaratiba, mas não foi, após rodarem procurando um jardim florido nos parques da cidade a família de Renato Russo finalmente encontra um lugar para deixar as cinzas de seu amado membro.
Renato faleceu em 11 de outubro de 1996 por complicações derivadas do vírus HIV, foi cremado no dia 12 e suas cinzas despejadas sobre bromélias por seu pai Renato Manfredini(foto) no dia 19 de outubro.
A cerimônia foi realizada 8h25min ao som de uma das obras prediletas de Renato, a Sonata Para Piano de Robert Schumann. Saía de cena um poeta que deixou sua marca para sempre na Música Popular Brasileira.
Conheça a história da VK (Vila Kennedy) uma das mais tradicionais comunidades do Rio
A década de 60 foi um marco importante na história das favelas, ainda mais quando se trata de remoções que aconteceram por todo o estado sob o regime político da época. Para entender melhor a história da Vila Kennedy, precisamos voltar um pouco no tempo. Lá no auge da ditadura militar, com a “Guerra Fria” fervilhando entre os blocos capitalistas e socialistas, o presidente americano na época, John Kennedy, lança o projeto “Aliança Para o Progresso”. A finalidade principal era financiar ações sociais em países da América Latina, para evitar o avanço comunista (o que já ocorria em Cuba, governada por Fidel Castro com o apoio total da antiga União Soviética, hoje Rússia).
O Brasil, então, fecha acordo com os Estados Unidos e passa a integrar a lista de países participantes do projeto. O governador do então Estado da Guanabara (hoje Rio de Janeiro), Carlos Lacerda, aplica o dinheiro repassado pelo Governo Federal na construção de bairros proletários que receberiam pessoas vindas de comunidades removidas. Nasce assim a Vila Kennedy, em 20 de março de 1964. Inicialmente seria chamada de Vila Progresso, porém, em homenagem ao presidente americano assassinado um ano antes, passou a se chamar Vila Kennedy.
O governador Carlos Lacerda resolve usar uma área localizada na Zona Oeste da cidade, região próxima ao distrito industrial de Bangu e à Zona Rural de Campo Grande. A ideia era remover as famílias da favela do Morro do Pasmado, em Botafogo, e do Esqueleto, no Maracanã. As justificativas das remoções eram de que o Morro do Pasmado fazia parte de um conjunto paisagístico da cidade (proximidade com o Pão de Açúcar) e que o Esqueleto, na verdade, seria uma ocupação da construção inacabada do Campus da então Universidade do Estado da Guanabara (UEG), hoje UERJ.
A comunidade é subdividida em diferentes áreas; Vila Progresso, Manilha, Light, Beira-Rio, Malvinas, Leão, Congo, Chatuba, Morrinho, Alto Kennedy, Cirp, Metral, Barrão, Pedra, Sociólogo Betinho e Quafá. Mas não foi sempre assim, como lembra dona Irene, 79 anos. “Não tinha Metral nem Malvinas, era só esse miolo aqui. Assisti a todas as obras, escolas Café Filho, Orestes Barbosa, até ficar como está hoje”.
A aposentada veio das remoções do Morro do Esqueleto, e é uma das moradoras mais antigas da localidade conhecida como Pedra. Mas se queixa das perspectivas que a região oferece. “Sinto falta de cursos para os jovens, para eles terem uma ocupação e uma profissão no futuro”, lamenta.
Estátua da Liberdade (Sim, nós também temos a nossa!) A Vila Kennedy possui uma famosa réplica da Estátua da Liberdade, esculpida por Frédéric Auguste Bartholdi, o mesmo autor do monumento original de Nova York. Atualmente está catalogada como única desse tamanho na América do Sul. E ainda há grande possibilidade de ter sido feita a partir da peça original.
Ao longo da restauração, foi revelado o verdadeiro material de confecção do monumento. Nos cadastros da prefeitura, constava como uma mistura de níquel e estanho; na verdade, foi feita em zinco, tornando-se a única do Rio com esse material. A outra descoberta foi na coroa do monumento, que apresenta uma parte em bronze, o que não era possível de perceber por ter sido pintada de cinza. A estátua está situada na Praça Miami e é um orgulho para comunidade.
Texto e fotos- http://www.vozdascomunidades.com.br/destaques/do-esqueleto-vila-kennedy-cinco-decadas-de-lutas-e-conquistas/
(Data- 22 de Fevereiro de 2017)
O momento do ABRIGO A MINHA CASA é desesperador. sempre fazem almoços aos domingos para poder ganhar um pouco para saldar dívidas, decidiram investir também um sábado à noite e contam com sua presença.
ATRAÇÕES
Bateria da Escola de Samba Unidos de Cosmos e Weber Werneck.
É neste sábado, a partir das 20h. Venha!!!
Entrada: R$3,00
Estrada do Moinho, 135-Campo Grande
⭐️Petiscos: Frango à passarinho, salgadinhos, hambúrguer artesanal, churrasco, feijão amigo, salsichão, batata frita e linguiça calabresa frita.
Lembramos que o ABRIGO tem área coberta, se chover, não deixe de vir, precisamos de vocês aqui para nos ajudar a cuidar desta instituição.
#tbt de hoje
Campo Grande, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, 1930.
A Igreja Nossa senhora do Desterro, um dos grandes marcos históricos e do crescimento do bairro.
Ali bem em sua frente, onde hoje é o banco do Brasil, havia um cemitério.
Essa igreja servia de parada aos que iam à fazenda real de Santa Cruz.
Certa vez foi consumida por chamas e foi restaurada pelo padre Belisário, que morava bem ali ao lado, onde era o colégio Belisário dos Santos, na rua Augusto Vasconcelos.
Os anos passaram, o colégio manteve a ex casa do padre em pé e se tornou um colégio muito tradicional no bairro.
Hoje em dia quem passa pelo local lamenta, a ex casa do padre que se tornou uma escola famosa, foi duramente derrubada e serve hoje de estacionamento
Tudo começou na década de 1950. Um grupo de estudantes, a maioria do extinto Colégio Belisário dos Santos, teve a ideia de formar um movimento cultural na antiga Zona Rural do Rio de Janeiro. O local específico foi o bairro de Campo Grande. Assim, em 1952, é criado o Teatro Rural do Estudante. O teatro teve como idealizador e fundador, Herculano Leal Carneiro; além do nome citado, destacam-se como co-fundadores do teatro, a atriz e artista plástica Regina Pierini, os atores Carlos Branco e Francisco Nagem, o ator e diretor teatral, Rogério Fróes, entre outros.
Porém, um nome que aparece em destaque, quando o assunto é a criação do Teatro Rural do Estudante, é o de Elza Osborne, a que dá nome à atual Lona Cultural do bairro.
Elza Osborne foi uma das principais engenheiras a integrar o quadro de funcionários da prefeitura do então Distrito Federal. Responsável por obras, Elza Pinho Osborne foi pessoa de confiança do então prefeito Negrão de Lima, designada a cuidar da Zona Rural de Deodoro a Santa Cruz. No tempo em que ficou à frente da função, várias obras foram realizadas, como as paredes de contenção dos canais da Manoel Caldeira de Alvarenga e Artur Rios; o Teatro Artur Azevedo e adjacências; a praça do Preto Velho; o Teatro de Arena; o Viaduto Prefeito Alim Pedro, a Praça dos Estudantes (homenagem ao movimento cultural dos estudantes que deu origem ao Teatro Rural), entre outras.
Primeira mulher administradora regional de Campo Grande (1966 a 1971), Elza foi responsável também por pôr fim a um problema na Rua Coronel Agostinho (atual Calçadão de Campo Grande): é que o local em questão era um pântano, alagando toda vez que chovia, com água, lama e outros detritos invadindo o comércio ali localizado. Durante sua gestão, a área foi canalizada, estendendo-se por toda Rua Campo Grande, até o atual canal da Manoel Caldeira de Alvarenga.
Também dramaturga, com várias peças escritas, Elza Osborne teve uma de suas peças, Zé do Pato, apresentada, sendo vencedora do Festival Nacional do Teatro do Estudante.
Em 1954, é iniciada as obras da estrutura de um teatro laboratório, ainda não concluída.
Em 1958, no mesmo local, é criado o Teatro de Arena, devido à necessidade do aumento do movimento cultural na região.
Com o passar do tempo, devido aos problemas com as chuvas, houve o interesse de pôr uma lona no local. Assim, teve-se a ideia, por iniciativa de Ives Macena, administrador do Teatro de Arena Elza Osborne, de aproveitar as tendas utilizadas na ECO 92, importante encontro de cunho ambiental realizado na cidade do Rio, já que estas foram desarmadas e guardadas após o evento.
Assim, em 1993, nascia a primeira Lona Cultural da cidade do Rio de Janeiro, a Lona Cultural Elza Osborne.
Elza Osborne morreU em 1995, aos 93 anos, deixando um grande legado para a Zona Oeste, especialmente, para Campo Grande.
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Breve colocarei texto e fotos falando da Lona Elza Osborne, hoje estou falando da Engenheira Elza Pinho Osborne.
Copiei texto do blog “Memórias de Campo Grande” de Carlos Eduardo de Souza
Foto de Elza Osborne. Fonte: Arquivo da Lona Cultural – Lona Elza Osborne
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Morar em um bairro bucólico como o Rio da Prata é graça de DEUS, me preocupa o estado da Praça Elza Pinho Osborne aqui do lado esquerdo, temos no entorno tantas empresas que se dedicam à jardinagem, seria tao bom se uma delas apadrinhasse esta praça,fica a sugestão..
Renato Reis escreveu: Dra. Elza de Pinho Osborne foi a melhor administradora regional que Campo Grande já teve, envergava a autoridade de um prefeito e nem de longe se assemelhava a esses meros despachantes de documentos que os prefeitos mais recentes têm nomeado para a verdadeira sinecura em que foi transformada essa instância de poder.
( Elza Pinho Osborne – Engenheira e Administradora Regional de Campo Grande ->. Ser mulher nos anos 60 com este poder deve ter sido incrível, imagino a personalidade desta grande mulher pois ela fez)