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Cachorros são sequestrados em Campo Grande!! Familia pede ajuda

Recebemos uma informação de um internauta e seguidor do antigo Campo Grande,  nz verdade,  uma denúncia grave , veja o relato abaixo:

****** !!! ATENÇÃO!!! ******
Hoje pela manhã por volta das 9 horas chegando para trabalhar aqui na nossa loja Doctor Pet que fica no bairro Campo Grande na Rua Major Solon Ribeiro, o nosso funcionário Paulo foi assaltado junto com o nosso carro da loja e dentro do nosso carro estavam os nossos clientes Max e Nina. São um casal de cachorros da raça yorkshire.
Nós estamos a procura deles e a princípio os policiais disseram que os assaltantes levaram o carro para a Vila Kennedy.. Quem puder nos ajudar compartilhando e divulgando para que possamos encontrar os nossos clientes Max e a Nina o mais rápido possível, ficaremos muito gratos!!!

Qualquer informação e notícias podem estar entrando em contato com a gente por aqui ou pelos números:
3292-1708
3402-5853

Engenhos e escravidão em Campo Grande

 

Em sua história, o Brasil passou por alguns chamados “ciclos” econômicos, baseados em produções e/ou extrações de um determinado produto, praticamente centralizando a base econômica do país. Boa parte dos historiadores costumam considerar  três grandes “ciclos” econômicos nacionais: cana-de-açúcar, mineração e café.
    A cana-de-açúcar foi o primeiro grande ciclo (por mais que alguns considerem a exploração do Pau-Brasil como pioneiro), centrada numa produção denominada plantation, possuindo as seguintes características: monocultura (cultivo baseado em um só produto), produção feita em latifúndios, voltada para o mercado externo e utilização de mão de obra escrava.
    Na região do Campo Grande, que se estendia além dos atuais limites do bairro, a produção de cana-de-açúcar também teve seu destaque. Com o desenvolvimento da lavoura canavieira na localidade, aproximadamente entre a segunda metade do século XVII e princípio do século XVIII, houve o crescimento e surgimento de fazendas e engenhos, com a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande chegando a apresentar, nesse período, 14 engenhos de açúcar, sendo o maior nos limites atuais do bairro.
    No ano de 1797, a composição espacial e populacional do bairro era a seguinte:
    Bairro de Campo Grande, ano 1797 – 14 engenhos; 357 fogos; população: 3.566; população livre: 1.562; população escrava: 2.004. Do total de escravos, 873 pertenciam a grandes proprietários. Com relação ao assunto, em Campo Grande viveu um poderoso Senhor de escravos e grande produtor de açúcar e aguardente, o Sargento-Mor Luiz Vieira Mendanha, sendo o primeiro proprietário da Fazenda do Mendanha.
    É bom observar que fogos, como está citado acima, era o mesmo que família, domicílio, núcleo conjugal, casas de residência, vizinhança ou algo parecido.
    Já no ano de 1824, a estatística das pessoas residentes na Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande era de 530 fogos e 5.200 pessoas. (Fonte: Livro da desobriga, livro n° 15 – Visitador Presbítero Secular Luiz Pereira Duarte; Padre Antônio Roiz do Valle).
   A seguir, uma lista de engenhos/fazendas na localidade de Campo Grande e adjacências.
 Engenho do Viegas
        ||          do Mendanha
        ||          da Mata da Paciência
        ||          do Cabuçu
        ||          do Lamarão
        ||          da Piraquara
        ||          de Bangu
        ||          do Retiro
        ||          de Juary
        ||          de Inhoaíba
        ||          das Capoeiras
        ||          dos Coqueiros
        ||          do Rio da Prata
        ||          do Guandu
        ||          de Palmares
        ||          do Campinho
        ||          do Tingui
    Nessa época, existia uma relação entre o Senhor de Engenho e o lavrador, conhecido como partidista. O partidista possuía uma obrigação de levar as canas para o engenho do Senhor, a “fábrica de açúcar”.  As famílias partidistas em Campo Grande representavam um número expressivo na população da região, ajudando em muito nas produções e exportações de açúcar, aguardente, feijão, arroz, café, entre outros. Segundo dados, habitavam na região do Campo Grande, à época, cerca de 210 famílias partidistas, com algumas  possuindo escravos, com cerca de 71,43% destas produzindo cana com até 3 escravos.
    É essencial lembrar que o termo “exportação” mencionado refere-se às vendas para outras freguesias, e não necessariamente para outros países.
    O partidista tinha uma relação talvez não tão distante dos meeiros e arrendatários no meio rural brasileiro atual, no qual o primeiro firma um acordo com o dono da terra, em que metade da produção fica com o proprietário, e outra metade com o tal meeiro, parceiro; já o arrendatário é aquele que paga uma espécie de aluguel para produzir em terras de outros proprietários.
    O número de escravos em cada engenho na região do Campo Grande variava, com alguns proprietários de terras possuindo 1 escravo, como Francisco de Almeida e sua mulher Francisca Tereza, no Engenho de Piraquara, enquanto Mariano Carneiro, proprietário do Engenho/Fazenda de Inhoaíba, possuindo 154 escravos. Alguns engenhos também se destacavam com número alto de escravos, como o do Rio da Prata, com 91; o do Cabuçu, com 112, e das Capoeiras, com 88. Além de escravos, esses engenhos/fazendas também eram compostos de pequenos proprietários, agregados, entre outros.
    Alguns ex-escravos tornaram-se proprietários de terra na região, com seus descendentes vindo a ser, consequentemente, proprietários de sítios e fazendas. Abaixo um registro sobre o assunto:
    Livro n°1 do Juiz de Paz de Campo Grande – Arquivo da cidade do Rio de Janeiro, Códice 45.3.4, página 208 v:
    “Doação que faz Pedro de Azevedo, preto forro de Nação e sua mulher Izabel Roza, preta forra de Nação, a Filizardo Alves Pinto – preto, de terras arrendadas na Fazenda do Guandu, no lugar chamado Quitungo, etc…”
    Observa-se ser destacada a questão da cor da pele das pessoas, somente quando eram negras, não ocorrendo quando eram brancas. Também fazia-se referência à condição de ex-escravo.
    No bairro de Inhoaíba, vizinho aos limites atuais do bairro de Campo Grande, existe um monumento a Preto Velho, inaugurado no aniversário dos 70 anos da libertação dos escravos, em 1958. Criado por Miguel Pastor, é considerado o primeiro monumento/homenagem em reconhecimento à simbologia da religião afro-brasileira, feito em espaço público.
     Foto. Fonte: Carlos Eduardo de Souza
Foto. Fonte: site As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro.
    A imagem homenageia Paizinho Quincas, Joaquim Manuel da Silva, escravo muito popular na região, devido a sua moral e conduta. Segundo fontes, viveu 109 anos, falecendo em 1963. O bairro de Campo Grande também possui um posto de gasolina, localizado na Estrada do Campinho, conhecido como Posto Preto Velho.
Fontes consultadas:
FRÓES, José Nazareth, GELABERT, Odaléa Ranauro. Rumo ao Campo Grande por trolhas e caminhos. Rio de Janeiro. 2004.
Revista do arquivo geral da cidade do RJ – A Zona Oeste colonial e os mapas de população de 1797.

 

Idosa desaparecida em Campo Grande ê encontrada morta

Desde da quinta feira( 13) , a família da D. Regina estava em desespero a procura do seu paradeiro

Segundo familiares D. Regina desapareceu na estrada do campinho,  quando foi encontrar uma amiga

A sua foto foi postado nas redes sociais para ajudar a encontra-la

Porém,  na tarde dessa sexta feira, recebemos a informação de parentes e amigos que D. Regina foi encontrada morta

A familia abalada não quis entrar em detalhes,  mas agradeceu por ajudarem a compartilhar o sumiço da vítima

Mais detalhes em instantes em nosso site

Deus conforte a família e amigos de D. Regina

Um Campo Grande ainda ao longe e distante..

 

Campo Grande, bairro mais populoso do Rio de Janeiro, já foi conhecido como área agrícola, Zona Rural, parte do então Sertão Carioca. O bairro já abrigou engenhos de açúcar, grandes produções de laranjas, alguns outros produtos e, segundo alguns historiadores, a região também foi gênese do famoso ciclo do café no Brasil, iniciado, segundo os mesmos, no Mendanha.
    Porém, principalmente a partir de meados do século XX, a região começou a mudar, de forma relevante, suas paisagem e dinâmica. De área tipicamente rural, o bairro da Zona Oeste transformou-se em área urbana (ou suburbana) em expansão, após o crescimento do comércio e dos serviços, e a chegada das indústrias. Atualmente, o que predominam no bairro são os prédios, construções, lojas, trânsito, ou seja, características que não remetem mais ao rural.
    Entretanto, em alguns pontos do bairro ainda é possível presenciar importantes bolsões agrícolas, como as regiões do Rio da Prata, do Mendanha e da Serrinha. Nesta última localidade, próxima ao Mendanha, e ao mesmo tempo perto da Avenida Brasil, parece que o tempo parou. A paisagem, em sua maior parte, lembra o passado agrícola do bairro, com vastas plantações e vegetação presentes. Algumas residências ainda têm como características terrenos extensos, abrigando mais de uma casa, praticamente sem (ou com fina) cerca, separando a vizinhança, com plantações e árvores variadas presentes e espalhadas pelo grande quintal.
    Pouco se vê condução, e ao mesmo tempo percebe-se alguns hábitos de certos moradores, remetendo a tempos passados, como a forma de falar e tratar as pessoas. E é claro que, como característica de “interior”, não pode faltar uma igreja católica. Nesse caso, encontra-se a Igreja Nossa Senhora da Paz. Nota-se também no costume das pessoas em referir-se ao centro do bairro como “Vou ali em Campo Grande”, como se só o centro representa-se o bairro. Na verdade, isso se estende para o centro do município do Rio, quando as pessoas mais afastadas, incluindo quem mora em Campo Grande, ainda dizem: “Vou lá na cidade resolver um problema”, como se Campo Grande não pertencesse ao Rio de Janeiro. São como resquícios da época de Zona Rural.
    Assim, conclui-se que algumas partes de Campo Grande ainda são “ilhas”, “a milhas e milhas de qualquer lugar”, e estando ainda “longe demais das capitais”.
    Abaixo, imagens da Serrinha, tiradas de dentro de uma residência do local

 

 

Fotos. Créditos: Carlos Eduardo de Souza

 

Justiça decreta a prisão de homem que atirou em amigos em bar de Campo Grande

Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) decretou a prisão preventiva do suspeito de ter atirado contra três amigos durante uma discussão em um bar de Campo Grande, no último domingo. Genison da Conceição, de 42 anos, já é considerado foragido, pois não foi encontrado após buscas feitas pela 35ª DP (Campo Grande), que investiga o caso.
O pedido de prisão contra Genison foi feito pelo delegado Luís Maurício Armond, titular da 35ª DP, no plantão judiciário desta quarta-feira. Assim que a Justiça emitiu o mandado de prisão, os policiais da distrital saíram à procura do suspeito.
“Nós fomos em vários endereços até agora. Estivemos em BanguMangaratiba e outras regiões”, conta o delegado.
TRIPLA TENTATIVA DE HOMICÍDIO
Genison é procurado pela tentativa de homicídio de Filipe dos Santos, de 20 anos, Daniel Victorino, 27, e Anderson Reis, 29. Os amigos foram baleados por ele em um bar que fica na Estrada do Guandú do Sena, próximo da localidade conhecida como Carobinha, no bairro da Zona Oeste do Rio.
Os três e Genison discutiram após os amigos convidarem um morador de rua para se sentar no bar com eles. O filho do homem que os baleou estava presente e, de acordo com Anderson, acirrou os ânimos na hora do desentendimento.
Após serem baleados, os amigos foram socorridos no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, e no Rocha Maia, ainda em Campo Grande. Dos três, apenas Anderson, que foi baleado nas costas, recebeu alta. Os outros dois estão internado em estado grave no CTI das unidades. Filipe, que é ajudante de caminhão, assim como Anderson, no Albert Schweitzer e Daniel, que está desempregado, no Rocha Faria.
“Daniel teve uma melhora nesta quinta. Acordou e conversou com os familiares. Mas como está entubando, não conseguiu falar, só fez sinais com a cabeça”, Anderson comemora, sobre o amigo que foi baleado nas costas.
O ajudante de caminhão conta que Filipe, que levou dois tiros à queima-roupa na barriga, também teve uma melhora.
“Já tiraram os equipamentos que estavam nele e ele conseguiu conversar aos poucos. Ele perguntou pela gente, se a gente tava bem e o pessoal falou que não era para ele se esforçar muito”, acrescentou.

Genison da Conceição já é considerado foragido da JustiçaArquivo Pessoal

 

 

Esposa pediu para que homem não atirasse no marido em briga de bar em Campo Grande

Anderson Reis teve alta na manhã desta terçaArquivo Pessoal
Um dos três homens que foi baleado durante uma briga de bar em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, no último domingo, foi atingido na frente da esposa. “Ela gritou ‘não faz isso”, conta Anderson Reis, de 29 anos, antes de ser atingido por um tiro nas costas, que entrou pelo seu ombro direito e saiu no lado esquerdo.
Além da esposa, a filha de dois anos de Anderson também estava presente e viu a hora em que o pai foi atingido. Além do rapaz, Filipe dos Santos, de 21 anos, e Daniel Victorino, 28, também foram baleados pelo mesmo homem.
Filipe e Daniel estão internados em estado grave, o primeiro no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, e o segundo no Hospital Rocha Faria, ainda em Campo Grande. De acordo com o amigo, os dois correm risco de vida.
“A bala atingiu o intestino e o fígado deles, fazendo com que eles perdessem o baço”, conta Anderson.

Secretaria Municipal de Saúde, que cuida do Albert Schweitzer, e a RioSaúde, que gera o Rocha Faria, disseram que Filipe e Daniel estão em estado grave no CTI das respectivas unidades.

Daniel Victorino está internado em estado grave no Rocha FariaArquivo Pessoal
CONFUSÃO GENERALIZADA
A confusão com os três amigos envolveu o homem que atirou neles e seu filho. Tudo começou quando os rapazes, que tinham acabado de voltar de uma partida de futebol, convidaram um morador de rua conhecido na região para se juntar a eles. O bar fica na Estrada do Guandú do Sena, próximo da localidade chamada de Carobinha.
De acordo com Anderson, a dona do bar reclamou que o morador de rua teria xingado-a. Os amigos acalmaram a situação até que o homem que atirou contra eles se envolveu na briga.
“A princípio tinha amenizado a situação. Quando voltei do banheiro, vi a churrasqueira no chão e falaram que ele tinha jogador o morador de rua em cima dela. Eu disse que não precisava daquilo, que a gente se conhece há bastante tempo”, relembra Anderson.

Ainda segundo o jovem, os ânimos se acirraram, mas o filho do homem deu um soco no rosto de Daniel.

Filipe postou uma foto com o morador de rua momentos antes de ser baleadoArquivo Pessoal
TIRO À QUEIMA-ROUPA
Foi quando o homem correu para o caminhão dele que estava estacionado no local, pegou um revólver calibre 38 e começou a atirar nos amigos. Anderson, que chegou a ter a arma apontada para sua cabeça, foi o primeiro atingido.
“O Filipe se aproximou dele com a mão levantada, pedindo calma até que ele deu dois tiros à queima-roupa na barriga dele”, diz Anderson, acrescentando que o Daniel foi atingido em seguida, pelas costas.

Anderson recebeu alta do Rocha Faria na manhã desta terça-feira. Nesta quarta, ele foi até a 35ª DP (Campo Grande), que investiga o caso, para dar mais informações.

Da esquerda para a direita: Filipe, Daniel e AndersonArquivo Pessoal
HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA
Os amigos dizem que o homem que atirou neles é morador da mesma região e tem um histórico de agressões. Ele trabalha entregando verduras e legumes a estabelecimentos comerciais da comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré.
O delegado Luís Maurício Armond Campos, titular da 35ª DP, disse que a procura por pai e filho estão sendo feitas desde o registro da ocorrência.
“A gente vai buscar ouvi-los. Precisamos intimá-los, já que não foram presos em flagrante. Vamos adotar as meditas necessárias”, conta o delegado. “Vamos analisar todos os contextos e todos os depoimentos. Os fatos inicialmente estão bastante esclarecidos”.
Fonte: o dia

 

Balinho de carnaval do campusca está de volta!!

 

O Bailinho de Carnaval do CAMPUSCA está de volta! 🥰

Bailinho de Carnaval do Campo Grande Atlético Clube ⚪️⚫️

Domingo e Segunda, 23 e 24 de Fevereiro

Abertura dos Portões: 17h.

Local: Campo Grande Atlético Clube – Arthur Rios, Nº 1.270 – Campo Grande.

Bandinhas de Carnaval, Blocos Carnavalescos, Djs, Bateria de Escola de Samba Mirim, Parque Temático, Praça de Alimentação, Brincadeiras, Animação, Presença de Vários Personagens Vivos e SEGURANÇA TOTAL. 🎭🤹🏽

Entrada FRANCA! Isso mesmo! Você não paga nada para curtir o nosso Bailinho.

📱Informações e WhatsApp: 99626-3637

Espalha pra todo MUNDO! O Campo Grande Atlético Clube VOLTOU! 😄

 

IDENTIFICADO HOMEM ASSASSINADO EM CAMPO GRANDE

O seguidor e internauta do Antigo Campo Grande deve se lembrar de uma reportagem que fizemos sobre um assassinato próximo a feuc na semana passada .

Até então ninguém sabia a identidade da vítima e nem o bairro aonde morava.

A vitima se chamava Leonardo Miranda de 34 anos , casado e deixou um filho pequeno

Leonardo era morador da praça seca , na zona oeste do Rio de Janeiro .

Porém,  as circunstâncias do assassinato até  agora ninguém sabe.

Relembre o fato na reportagem abaixo:

 

#URGENTE

TEM UM HOMEM MORTO EM CAMPO GRANDE PRÓXIMO A FEUC

Um homem está morto nesse momento na rua Lucília em Campo Grande próximo a lateral da FEUC.
Segundo Informações ele teria sido assassinado nas primeiras horas da manhã desta sexta feira. A Polícia se encontra no local e a rua esta interditada.

Aquela região  tem muitos assaltos e já denunciamos aqui várias vezes , inclusive estupros

Mais informações em instantes em nosso site

 

Três jovens são baleados em bar de Campo Grande e dois ficam em estado grave

 

Da esquerda para a direita: Filipe dos Santos, Daniel Victorino e Anderson Reis 
Rio – Três jovens foram baleados, na noite de domingo, quando estavam em um bar de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. De acordo com amigos, Filipe dos Santos, de 21 anos, Daniel Victorino, 28, e Anderson Reis, 29, estavam em um churrasco no local quando se desentenderam com um homem que atirou neles.
Dos três, Filipe, que está internado no Hospital Schweitzer, em Realengo, é o que está em estado mais greve. Ele foi atingido na barriga e no peito.
“Ele está muito mal. Teve duas paradas cardíacas ontem. E nesta manhã, o médico disse que ele está melhor, mas continua respirando com ajuda de aparelhos”, conta uma amiga, que prefere não se identificar. A Secretaria Municipal de Saúde disse que Filipe está em estado grave no CTI da unidade.
Já Anderson e Daniel estão no Hospital Rocha Faria, ainda em Campo Grande. Daniel foi atingido na barriga e, de acordo com uma amiga, também está em estado grave. Já Anderson, apesar de ter sido baleado nas costas, com a bala entrando no ombro e saindo próximo à coluna, recebeu alta, do Rocha Faria, nesta terça.
Quando ainda estava internado no Rocha Faria, Anderson mandou uma mensagem para tranquilizar os familiares e amigos; assista!

Jornal O Dia

@jornalodia

Jovem que foi baleado em bar de Campo Grande manda recado do hospital para tranquilizar amigos e familiares.

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SEIS TIROS
A amiga conta que os três rapazes estavam no bar, que fica na Estrada do Guandú do Sena, depois de jogarem futebol. Os jovens convidaram um morador de rua conhecido na região para beber com eles, quando o homem que atirou neles se incomodou.
“Eles estavam brincando e esse cara se irritou. Ele foi para cima do morador de rua, o agarrou, tentando tirá-lo do bar. Os meninos não deixaram e ele deu um soco no Daniel”, a amiga diz.
Ainda segundo ela, após agredir um dos rapazes, o homem deixou o bar em direção ao seu caminhão, que estava estacionado próximo. Foi quando ele pegou uma arma de dentro do veículo e atirou contra os jovens.
“Ele saiu atirando. Foram seis tiros. Aí entrou no caminhão e fugiu em direção à Vila Kennedy com o filho, como se nada tivesse acontecido”, a amiga avisa.
‘SÃO HUMILDES’
Inicialmente, os amigos foram levados para a UPA de Campo Grande. De lá, eles foram transferidos para o Rocha Faria e o Albert Schweitzer.
“As famílias estão arrasadas. Tá todo mundo triste porque a gente sabe que eles não são de briga. São humildes”, a amiga define.
Momentos antes de ser baleado, Filipe postou uma foto com o morador de rua que estava com eles em seu perfil no Facebook com os dizeres “só porque o cara é mendigo e tenta fazer dinheiro na rua, eu não vou tirar foto com ele e beber? Todos nós somos ser humano”.
O paradeiro do homem que atirou contra eles ainda é desconhecido
Fonte: o dia