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FERRUGEM: DE CAMPO GRANDE PARA O BRASIL!!!

Nascido em 20 de outubro de 1988 no bairro de Campo Grande – RJ, Jheison Failde de Souza o Ferrugem, parecia brilhar para a música desde cedo, com a influência e orientação da sua mãe (que foi backing vocal de artistas como: Tim Maia e Elba Ramalho), Ferrugem já aos 12 anos de idade mostrava para o RJ seu incrível talento vocal em rodas de samba.

Com 15 anos entrou para a escola técnica, e mesmo estudando fazia seus pagodes pela noite, era exaustivo, mas este carioca nunca deixou seu grande sonho morrer e parecia se alimentar do seu microfone e palco para continuar sua caminhada de dormir pouco, estudar e cantar.

Influenciado por músicas da MPB, gospels e sambas, sem perceber Ferrugem iniciou sua vida também na composição, ele não sabe explicar, mas suas músicas pareciam vir dos céus e em pouco tempo suas belas canções o tornaram ainda mais conhecido.

Aos 17 começou a viajar com alguns grupos onde trabalhava como backing vocal e logo recebeu propostas para compor com Tiê, Claudemir, Billy SP, Rodrigo Oliveira e Peu Cavalcante.

Batalhador e dedicado, com 22 anos teve seu primeiro show solo em Porto Alegre(RS) onde não imaginava quantas fronteiras sua voz já ultrapassara. Seu primeiro show foi simplesmente um sucesso, além de ter a casa lotada, ainda teve a felicidade de uma vasta plateia que cantava todas suas músicas.

O resultado de todo esse sucesso é ter sua voz tocando em todas as Capitais do Brasil.

Confesso que já fiquei impressionado com o talento do Ferrugem quando ouvi ele cantar a primeira frase.

Apenas uma frase que ouvi foi o bastante para me tornar fã desse garoto.
Dono de uma voz marcante , ele manda muito bem também com a caneta e com a escolha de seu repertório.

Rapidamente seu nome se espalha por todo país e tenho certeza que isso é apenas o começo de uma carreira muito promissora.

Tive o prazer de conhecê-lo e posso afirmar que sobrenome deveria ser humildade.

Com certeza ele é umas das melhores revelações dos últimos tempos no nosso pagode.

Povo lindo, bora curtir a voz do Ferrugem

ATLETA DE CAMPO GRANDE PRECISA DE AJUDA

JOVEM DE CAMPO GRANDE ESTÁ CLASSIFICADA PARA MUNDIAL DE KARATÊ NA IRLANDA

Recebemos as Olimpíadas em nosso país e, com isso, as expectativas já começam a aparecer no público comum. Mas, para os atletas, o sonho de participar do maior evento esportivo do mundo não para. Com esportes adicionados recentemente às modalidades olímpicas, o sentimento é ainda mais intenso. É o que acontece com o Karatê. Em Campo Grande, uma jovem lutadora promete ser a esperança de o bairro figurar como celeiro de grandes atletas.

Com apenas 20 anos, Thaís Nunes se consagrou, ano passado, como campeã brasileira da modalidade, se estabelecendo como primeira colocada no ranking de sua categoria e atleta destaque de 2016 pela Liga independente de Karatê Esportivo do Rio de Janeiro (LIKERJ). Conversamos com Thaís, que revela seus sonhos e objetivos para esse ciclo olímpico. Confira:

– Como começou sua carreira na modalidade? Foi sempre essa modalidade que você praticou? Qual o motivo da escolha?

Antes de eu começar a praticar o karatê, eu era jogadora de futebol do Campo Grande Atlético Clube, mas eu acabei me lesionando em dia de treino e tive que passar por uma cirurgia no joelho, onde fiquei afastada durante dois anos de qualquer exercício físico e acabei saindo do futebol. Depois eu tive uma amiga que praticava karatê, e daí fui assistir um treino e acabei me apaixonando pelo esporte, como se fosse um amor à primeira vista. Comecei a praticar e desde então faço parte da equipe ABK, onde o meu sensei Alexandre Bagestão, sempre tenta tirar o máximo de si para seus alunos. Posso dizer que eu escolhi o karatê não só pela filosofia de vida que o esporte oferece, mas também pelo apoio que eu tenho dos meus familiares e dos meus amigos.

– Você mora há quanto tempo na região? Você acha que o bairro tem infraestrutura para treinamento? Quais as melhorias que a modalidade precisa?

Eu moro na região há 20 anos, nasci aqui. O bairro tem infraestrutura para treinamento, mas o karatê ainda não é tão visível. Por conta disso, muitos atletas tiram dinheiro do próprio bolso para poder participar das competições e viajar atrás de novas conquistas. Acredito, porém, que haverá uma mudança agora que o karatê se tornou um esporte olímpico. Espero que as portas se abram para todos nós atletas e que consigamos patrocinadores para aí sim o esporte começar a ser mais visível não só nesse bairro, mas em todo país.

– Quais são seus objetivos futuros?

Alguns objetivos meus foram alcançados no fim do ano passado, quando conquistei o campeonato brasileiro de karatê e fiquei em primeiro lugar no ranking da minha categoria, me consagrando atleta destaque de 2016 pela LIKERJ ( Liga independente de karate esportivo do Rio de Janeiro). A cada dia que passa eu tenho me empenhado mais e mais para poder alcançar meus próximos objetivos que é ser campeã mundial e ser atleta olímpica. Além disso, eu tenho em mente alguns projetos sociais para realizar futuramente, usando um pouco da disciplina dos treinos para ajudar crianças, ajudando a sair do quadro de drogas e até mesmo formar novos grandes atletas.

– Você acredita que no futuro possa servir de inspiração para outras crianças do bairro? Se sim, como se sente em relação a isso?

Sim, eu acredito que eu possa servir de inspiração para as crianças não só do bairro, mas também de todo o Brasil. Se isso um dia vier de acontecer, eu estarei realizando mais um sonho meu e com certeza ficarei muito feliz, pois você ser exemplo e servir de inspiração para alguém é muito gratificante.

Thaís está classificada para o Mundial, na Irlanda, mas precisa da ajuda de todos para atingir seu objetivo e conseguir dinheiro para competir. O mundial acontece em outubro, entre os dias 19 e 22 e, até lá, a jovem precisa de R$ 5.500 para arcar com passagem aérea, hospedagem e alimentação. Caso haja interesse em ajuda-la, basta entrar em contato através dos números: 2411-9382 ou 98479-8858.

Fonte: acicg.org.br

CONHECE CAMPO GRANDE??? NÃO?

Vc sabia que João Ellis foi uma estação de trem do Rio de Janeiro localizando entre as estações de Augusto Vasconcellos e Campo Grande do ramal de Santa Cruz, próximo ao Estádio Ítalo del Cima.
A estação de João Ellis, também chamada de Ítalo Del Cima, foi aberta em função da sede do time de futebol do Campo Grande, cujo estádio ali ficava e tinha o nome de Ítalo Del Cima. Teria sido desativada quando o time foi rebaixado da Primeira para a Segunda Divisão do futebol fluminense.
Atualmente a estação se encontra-se abandonada, restando-lhe apenas as plataforma da estação.
Terá tido alguma construção ou terá sido sempre uma plataforma isolada?!
Alguém sabe?

LUSO BRASILEIRO!!! LINDA HISTORIA!!! TRISTE FIM

Luso Brasileiro Tênis Clube
O Luso foi fundado em 28 de Outubro de 1959,por um grupo de amigos portugueses e brasileiros que compraram uma área de 54000m2 na Estrada do Campinho, 519 hoje n° 881 que tinham o objetivo principal se reunirem com seus familiares e amigos para se divertirem e trocar idéias. O Clube foi fundado por 40 pessoas, que dividiram em cotas a compra do terreno. Muitos fundadores já
são falecidos, mas felizmente ainda temos alguns vivos, não sabemos onde se encontram, mas graças à Deus ainda temos o Dr. Manoel Camargo, junto a nós todos os domingos com os antigos sócios que chamamos carinhosamente de “Velha Guarda Lusitana”. Os senhores Dr. Agostinho, Sr. José Gregório, Sr. Célio e muitos outros que estão sempre presentes em nosso clube nos fins de semana. Não esperavam seus fundadores que o Luso fosse se tornar posteriormente uma das maiores agremiações da Zona Oeste e do Rio de Janeiro.
Uma das festas mais tradicionais do Rio de Janeiro, Luso City tornou-se o ponto de encontro entre os jovens e adultos que buscam o seu lazer todos os meses de junho de cada ano. O Luso City foi criado em 1985 na gestão de Dr. Sebastião Gonzaga junto com um grupo de leoninos (LIONS) clube de Serviço de Campo Grande – RJ, tendo como um dos seus idealizadores o Sr. Cláudio Chianca, então Vice-Presidente Social na época.

GOSTA DE BLOCOS DE CARNAVAL??? ANOTA AI

O feriado de Carnaval é somente no dia 28 de fevereiro, mas, assim como as escolas de samba, os blocos de rua já estão em pleno aquecimento. Em toda a cidade já acontecem ensaios e desfiles a partir deste fim de semana. Um dos primeiros blocos a começar a festa é o “É Pequeno Mas Não Amolece”, que faz dois ensaios no Recreio dos Bandeirantes, e desfila no dia 4 de março. O primeiro ensaio já acontece amanhã, 4 de fevereiro. O presidente, Victor Mendes, conta como surgiu um dos primeiros blocos do Recreio.

“A ideia surgiu no carnaval de 2009. Sempre fomos grandes fãs e curtidores do carnaval, porém, morando no Recreio, não tínhamos muitas opções de blocos por aqui. Juntamos os primos e decidimos brincar com os instrumentos na nossa garagem. Como o bairro ainda era bem pequeno, os amigos e vizinhos foram ouvindo e acabaram chegando e curtindo o carnaval conosco. No ano seguinte, as pessoas já foram perguntando se faríamos de novo o bloco e aí surgiu a ideia de o mantermos”, conta Mendes.

Todo ano o bloco desenvolve enredo e samba próprios, além de tocarem samba enredos atuais e consagrados, além de marchinhas. A bateria, batizada de “Pura Potência”, é composta de 15 ritmistas, mas está aberta a receber novos integrantes. O tema de 2017 é “Malho o Ano Inteiro para Curtir o Carnaval no Recreio”, que visa promover um estilo de vida saudável. A expectativa de público para este ano é de cerca de 300 pessoas.

“Estamos reformulando a parte operacional do bloco. Esse ano já estamos dando um ar mais profissional a nossa estrutura, criando cargos e dando atribuições para as pessoas. Já temos a área jurídica, comunicação social e também a área comercial. Com isso, conseguimos atrair parceiros para estarem conosco no nosso carnaval, além de sermos participantes da Liga de Blocos da Barra, Recreio e JPA. Também contamos com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, que está abraçando o carnaval da região e dando apoio para o nosso bloco”, destaca o presidente do “É Pequeno Mas não Amolece”.

Confira abaixo a lista de blocos do pré-carnaval da Zona Oeste que desfilam até 19 de fevereiro:

04/02 (Sábado)

É Pequeno mas não amolece – Recreio dos Bandeirantes
Onde: Praça Professor Henrique Niremberg, Recreio
Horário: 15h

11/02 (Sábado)

Vira-Lata – Barra da Tijuca
Onde: Av. do Pepê c/ Érico Veríssimo
Horas: 10h

Panela Preta de Curicica – Curicica
Onde: Rua João Bruno Lobo, nº 38, Curicica
Horas: 17h

18/02 (Sábado)

Parei de Beber, Não de Mentir – Curicica
Onde: Praça do Bandolim, Curicica
Horas: 12h

Bloco D´Samba – – Barra da Tijuca
Onde: Av. do Pepê c/ Érico Veríssimo, Barra
Horas: 12h

Banda do Pechincha – Pechincha
Onde: Largo do Pechincha
Horas: 12h

Eu Sou Normal, mas o Côco é Loko– Barra da Tijuca
Onde: Av. Lúcio Costa, em frente ao nº 2.940 – Quiosque Côco Loko Barra
Horas: 14h

Fla Master – Barra da Tijuca
Onde: Avenida Lucio Costa, em frente ao nº 3604 – Calçadão da praia, Barra
Horas: 15h

Cê Tá Lindo – Taquara
Onde: Rua Meringuava, nº 401, Taquara
Horas: 16h

Embalo da Barão – Praça Seca
Onde: Country Club, Praça Seca
Horas: 16h

Lavou Tá Limpo- Praça Seca
Onde: Bosque da Praça, Praça Seca
Horas: 16h

Guri da Merk
Onde: Praça Albert Sabin (Praça da Merck), Taquara
Horas: 16h

É Pequeno Mas Não Amolece – Recreio dos Bandeirantes
Onde: Praça Professor Henrique Niremberg, Recreio
Horas: 15h

Morde e Pìca Toda Hora – Jacarepaguá
Onde: Rua Jorge Faraj, Jacarepaguá
Horas: 18h

19/02 (Domingo)

Mini Bloco – Barra da Tijuca
Onde: Praça do Pomar, Barra
Horas: 9h

Vai Tomar no Zóio – Vargem Grande
Onde: Est. Do Sacarrão s/n (Bar do Zóio), Vargem Grande
Horas: 12h

Acorda e Vem Brincar – Vila Valqueire
Onde: Rua das Dálias, Vila Valqueire
Horas: 13h

Banda da Barra – Barra da Tijuca
Onde: Avenida Lúcio Costa, em frente ao nº 3.600 – Bondinho da Banda da Barra, Barra
Horas: 15h

Incha Rola – Anil
Onde: Rua Araticum , 603, Anil
Horas: 17h

Bloco Tamo Junto in Folia – Padre Miguel
Onde: Rua Marechal Marciano, esquina com Santana de Ipanema (Praça das Juras), Padre Miguel
Horas: 16h

Batucada do Nosso Bloco – Campo Grande
Onde: Largo do Rio da Prata, Campo Grande
Horas: 16h

Fonte: http://diariodorio.com/agenda-dos-blocos-de-rua-do-rio-de-janeiro-em-2017/

Foto: Luiz Maia (Flickr)

E O DOMINGO COMEÇA ASSM CAMPO GRANDE.

Nossa seguidora Gisele de Oliveira‎ fez um pedido para todos da pagina

Meu dia inicia com essa alegria na alma! Acabo de deixar meu pai a Igreja e no caminho para minha corridinha encontro Sr Rubens com sua Filha Ana Clara e sua cadelinha Catita. São aqui de Campo Grande! Sr Rubens subindo a ladeira com sua filhinha e sua cadelinha, me disse que está procurando quintal para limpar e aproveitando para levar sua filha para um “role'” com a cadelinha. Não tenho palavras para descrever a emoção de ver uma cena dessas…

Se alguém aqui de Campo Grande nas proximidades da Est do Cachamorra tiver um quintal ou um serviço honesto para Sr Rubens, liguem para a Esposa dele 996242809. Ganhei meu ano ombro isso hoje!

NELSON MANDELA EM CAMPO GRANDE….VOCÊ SABIA?

Nelson Mandela já veio a Campo Grande inaugurar um cipe que leva o seu nome
A primeira visita trouxe Mandela ao Brasil em agosto de 1991, um ano após o líder anti-apartheid ser libertado da prisão. A viagem, realizada no início do processo de negociação que o levaria às eleições sul-africanas de 1994, tinha dois objetivos. Além de angariar apoio internacional para algo revolucionário – a candidatura de um negro à Presidência do país -, o presidente do partido Congresso Nacional Africano tinha outro propósito: pressionar o governo de Fernando Collor de Mello a manter as sanções ao país – “até que o apartheid não exista mais e todos tenham direito a voto”, disse na ocasião.

Para os brasileiros, no entanto, a viagem tinha um outro sentido e criara muita expectativa: Mandela era um ícone, e o anúncio de sua chegada mobilizou intensamente o movimento negro. Mas a visita parecia pouco organizada, com atrasos e compromissos excessivos para um homem de 73 anos. Quando a intensa agenda foi mudada, grupos negros do Rio de Janeiro acabaram excluídos. A polêmica aumentou quando Mandela declarou que o Brasil era um modelo avançado de democracia racial. A repercussão negativa junto a entidades negras o levou a fazer, antes de partir, um outro comentário: Mandela disse que sentia um forte “sentimento de amargura” entre os negros brasileiros e que a discriminação racial ainda existia aqui.

No Rio, além de autoridades, Mandela foi recebido por uma multidão de 40 mil pessoas. Na Praça da Apoteose, eles cantaram “Sob o sol de Johannesburgo”, composta por Martinho da Vila para ele. Mandela participou ainda de uma reinauguração simbólica do Ciep que leva seu nome, em Campo Grande, ao lado da segunda mulher, Winnie.

“Quando vejo seus rostos tenho a sensação de estar em casa, porque a mistura da população é como a nossa. E nós damos as boas vindas a esse fato, porque a miscigenação enriquece o país”, disse Mandela no Rio.

A segunda visita, em julho de 1998, trouxe um Mandela já presidente em fim de mandato, mais idoso e em lua de mel, apenas dois dias depois do casamento, com Graça Machel, viúva do presidente de Moçambique Samora Machel. Foi uma visita de apenas três dias. O governo brasileiro desejava mais eventos mas, na época, Mandela, já com 80 anos, pediu uma agenda mais tranquila. Ele se encontrou com o então presidente Fernando Henrique Cardoso e recebeu no hotel uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, liderada por Luiz Inácio Lula da Silva. Ele viria a se reencontrar anos mais tarde com Lula, este já presidente do Brasil.

“Nossos papéis ativos em nossas respectivas regiões, bem como nossa visão comum sobre o comércio mundial, a reestruturação das Nações Unidas e a cooperação Sul-Sul, nos torna parceiros naturais nos esforços para transformar nossos continentes em centros de crescimento e prosperidade no próximo milênio”, disse Mandela no Palácio da Alvorada.

CONHECE A LONA CULTURAL DE CAMPO GRANDE?

Nos anos 50, um grupo de jovens, entre eles Rogério Fróes, Regina Pierini, Wilson Dray, Zelia Moraes, J. Thomé, Dinear V. Plaza, Carlos Branco e outros, liderados por Herculano Leal Carneiro, jovem dinâmico e idealista, criaram o TEATRO RURAL DO ESTUDANTE. Este grupo, cujo talento despertou a admiração da engenheira Drª. Elza Pinho Osborne, que os presenteou com a construção de um TEATRO DE ARENA, o qual mais tarde merecidamente ganhou seu nome. O lançamento da “pedra fundamental” foi feito em 1956 pelo Dr. Juscelino Kubtschek, então Presidente da Rebublica. O teatro foi fundado em 1958. Entre as personalidades presentes, estavam a Primeira Ministra da Guatemala e o então Prefeito, Negrão de Lima. Esse grupo participou do I FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO AMADOR EM RECIFE; de onze prêmios disputados, trouxe para Campo Grande nove , com a peça ZÉ DO PATO, escrita pela Drª. ELZA OSBORNE. Devemos a Drª. Elza Osborne e ao Herculano Carneiro a construção do TEATRO DE ARENA ELZA OSBORNE, inaugurado em 11 de janeiro de 1958.
Por muitos anos o TEATRO DE ARENA ficou praticamente desativado. Numa tentativa aqui outra acolá, para reerguê – lo, porém a necessidade de uma cobertura para o espaço, fez com que Regina Pierini e Ives Macena assumindo a administração do Arena em 1986, lançassem a campanha: “Cubra o Arena e descubra nossa Arte”. E por longos anos, Ives Macena apresentou para inúmeras empresas seu projeto, para conseguir a doação de uma lona de circo para o Arena. Foi então que com o notável empenho de Ricardo Macieira, hoje Secretário de Cultura do Rio de Janeiro, foi criado o projeto para ocupação das lonas das ONGs, utilizadas na ECO 92. Em 1993, recebemos do digníssimo Prefeito na época, Dr. Cesar Maia, a doação da 1ª lona para Campo Grande, que contou também com a valiosíssima colaboração de Fabio Ferreira, hoje Presidente do RioArte. O Teatro de Arena, portanto, foi o pioneiro nesse empreendimento que deu certo: o projeto cresceu surgindo daí O PROJETO LONAS CULTURAIS hoje reconhecido pelo Mercosul e ainda premiado no exterior com projeto sócio-cultural. A comunidade de Campo Grande ganhou um espaço não apenas de lazer mas, principalmente, um espaço para que ela possa expressar suas manifestações em todas as áreas da cultura: música, dança, teatro, artes plásticas, etc.

NOTA DE FALECIMENTO

Campo Grande perdeu um grande amigo  e médico

Texto do Marcelo tinoco

Marcelo “Borg” Silveira
Há exatamente uma semana estive com ele pela última vez. E cheguei em casa muito afetado e com alguns questionamentos sobre o porquê de alguns fins não serem nos mesmos compassos que toda uma história de uma pessoa. E hoje, finalmente, Marcelo perdeu seu último match point. Mas lutou até o último momento com a elegância, força e beleza com que vivia a sua vida. Estava fazendo umas contas e constatei que o conhecia há já quase 40 anos. E até hoje, nunca ouvi uma pessoa sequer falar mal dele.
Marcelo formou-se nas quadras do Luso Brasileiro Tênis Clube, nas quadras do Centro Esportivo Miécimo da Silva ou Clube da Michellin, nas pistas do Campestre, na Universidade Federal Fluminense ( regularmente almoçávamos em Niterói ) e nas correntes de vento de Paciência. Sempre inventava moda.
Bandeirante de ortodontia em Campo Grande, deixou uma avenida para seus colegas trabalharem sempre o tendo como referência e padrão de qualidade. Marcelo se reinventava sempre. Ele certa vez pediu que lhe trouxesse uma ferramenta muito usada por carpinteiros nos EUA, e ele adaptou para que aqueles malditos braquetes de aparelhos, pontudos e impiedosos causadores de aftas. Todas as vezes que lhe visitava em consulta, ele tinha algo novo e algo em mente. Muitos anos antes de se falar em glutamina, para ganho de massa muscular, ele já tinha lido livros sobre o assunto e me deu um de presente. Anos atrás, falar sobre oxidologia ou ortomolecular era algo assustador e futuroso e lá estava Borg adaptando coisas da medicina na odontologia. E eu aplaudia, porque mesmo que não compartilhasse de suas idéias ortomoleculares (sinceramente acho que alguns médicos usam teorias sem provas bem documentadas para ganhar dinheiro com a venda de terrenos na Lua, infelizmente ), eu pelo menos tinha a simplicidade de ouvir as suas teorias, as quais sempre tinham em mente fazer mais e mais eficientemente o seu labor. Marcelo era uma figuraça. Uma de suas modas foram os aparelhos para controle do ronco. Eu como roncador profissional garanto: funcionava. Deixei de usar porque a noite ficou muito pacata e silenciosa em casa e Mônica parou de me dar cotoveladas. Como poderia viver sem agitar?
Depois, ele inventou um aparelho para emagrecer, que ele próprio usou e perdeu muito peso. Mas acho que Marcelinho, seu filho, resolveu não usar. E assim Deus me fez ter várias conversas com ambos, em separado, e era muito engraçado. Explico: Marcelo pai ( que me pedia para conversar com Marcelinho, e eu amo este guri ) dizia que o filho era doido (no bom sentido, pois no fundo o que ele queria era que seu filho fosse mais ativo em exercícios e no zelo pelas escolhas alimentares, coisas típicas de pai zeloso… ) e aí Marcelinho vai e sai com a melhor frase de todos os tempos: ‘Tio, eu sou maluco por fora e normal por dentro. E ele, que é normal por fora e maluco por dentro?”. Faz sentido. Adorei esta frase. Agora é minha…
Marcelo era um doido varrido ( estou desconfiado de que todos os Marcelos têm algum parafuso a menos ). Virava e mexia ele cismava em empinar pipas com as quais ele controlava com grossos barbantes com ambas as mãos. Eram pipas gigantes. E acho que foi na mesma época na qual usou aquele aparelho para emagrecer. Secou… era bom de ver isso. Era saudável. Não apenas pela perda saudável de peso mas pela criatividade com que lidava com a oportunidade de entrar em sinergia com a natureza.
No tênis, era um ás e apesar de eu ter tido muitas chances, nunca pude derrotá-lo com facilidade. Ele era muito melhor, detalhista e tinha um back hand, a la Bjorn Borg, de onde partiu seu apelido, e com as duas mãos na raquete acertava mais que errava. Era o único que jogava assim, para variar. Fez escola.
Nunca o vi embriagado. Testemunhei dois pileques. Um quando trouxe um vinho num aniversário da Grasiele Rosa, quando chegamos a ensaiar uma viagem pela França e esta terá de ser adiada, no que será uma das coisas mais valiosas que deixei de fazer na vida e no outro pileque, ele apareceu de mansinho em minha casa para experimentar minhas pimentas e ali ele assinou a confissão de louco. E temos um vídeo em meu facebook… E o doido provou que era doido profissional comendo algumas de minhas conservas. Suou muito e lambeu a lata de cerveja gelada que carregava. Mas suou muito mesmo… assistam se puderem. Ele estalava a beiça! 😂
Eu sei que há muitas coisas bonitas para falar sobre uma pessoa tão linda, tão amiga, nobre e cavalheira. Mas não há ciberespaço suficiente. Marcelo era um amigo exemplar. Uma pessoa feliz, guerreira e que mesmo no leito de guerra ainda encontrava um sorriso. Desinventou a internet quando foi morar em sua casa no Rio da Prata! Sabia que era necessário ter espaço para simbiose e retroalimentar sua energia!
Eu fico pensando e acho que algumas pessoas tinham de ser proibidas de morrer e vou citar alguns vivos e outros não: Manelzinho pai do veterinário e primo Cláudio Manoel, Ricardo Maradona, Vic Perrota, Có, Professor Gils, a Mulher de Verde, Dr. Elton Veloso de Castro, Zé Cascão, os Pieroni, Ilídio Rodrigues da Silveira, Luis José Tinoco, qualquer Gameleira, Marcelo Silveira, Melhoral e outros bons nomes. Parece clichê ao avesso porque hoje há menos uma estrela e a noite se despede com nuvens negras, pesadas, numa demonstração de natureza triste. Pudera, porque não é toda hora que percebemos que mais que um amigo, pai ou tio, um anjo viveu bem entre nós. E mais uma vez em Campo Grande, berço de nossas histórias.
Carpe diem, se der.

OPORTUNIDADE – CARNAVAL

Se souber de alguém.

Vagas para (Trabalhar na Sapucaí) *dias 24 à 27 de Fevereiro*.
Desfile- Grupo de acesso dias *24 e 25*
e grupo especial *26 e 27*.
Terá uma nova seleção para o desfile das campeãs *dia 04 de Março*.
Vagas:
* *Controlador de acesso*
* *Auxiliar de serviços gerais*
* *Segurança*
* *Técnico em enfermagem*
* *Recepcionista bilíngue*
* *Técnico em segurança do trabalho*
* *Copeiros*
* *Garçons e garçonetes*
* *Barman*
Valor de pagamento diário variados *entre 120 à 250 cachê*. ´
Requisitos mínimos: possuir de *18 à 45 anos*, não precisa ter experiência nas áreas.
Interessados favor entrar em contato através do número de WhatsApp *2197362-3489* falar com 👉🏻 *Sabrina Ferreira* produtora, informar qual vaga de interesse. Falar *somente por mensagem*, não irá atender pois serão diversas ligações ao mesmo tempo. Informações necessárias serão passadas através de mensagem..

Boa Sorte!!!