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EX-PM É EXECUTADO A TIROS DENTRO DE BAR NO RIO; CRIMINOSO FOGE DE MOTO

 

O ex-policial militar Daniel da Silva Manzouque, de 45 anos, foi morto a tiros na noite desta terça-feira (11), dentro de um bar localizado no bairro Engenho do Porto, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O crime mobilizou policiais militares e deverá ser investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

De acordo com as informações preliminares, equipes do 15º BPM (Duque de Caxias) foram acionadas após relatos de disparos de arma de fogo em um estabelecimento comercial. Quando chegaram ao endereço, os agentes encontraram Daniel já sem vida.

Testemunhas contaram que o homem estaria dentro do bar quando foi surpreendido pelo criminoso. Segundo os relatos, o autor dos disparos teria chegado ao local utilizando uma motocicleta. Após atirar contra a vítima, o suspeito ainda teria entrado no estabelecimento e recolhido pertences de Daniel antes de deixar a região.

A dinâmica do assassinato ainda está sendo analisada pelos investigadores. Até o momento, não há informações oficiais que esclareçam se o objetivo principal do criminoso era matar Daniel ou se o homicídio ocorreu durante uma ação inicialmente motivada por roubo.

Segundo pessoas que conheciam a vítima, Daniel costumava frequentar a região do Engenho do Porto por causa de negócios que mantinha no bairro. A informação deverá ser considerada durante as investigações, que buscam identificar possíveis conflitos, ameaças anteriores ou outras circunstâncias que possam ajudar a esclarecer o crime.

Em nota, a Polícia Militar informou que Daniel foi excluído das fileiras da corporação em dezembro de 2023. Ainda segundo a instituição, o ex-PM possuía três anotações em sua ficha criminal.

A área do crime foi preservada para os trabalhos de perícia. Informações sobre imagens de câmeras de segurança e possíveis testemunhas também poderão ajudar os investigadores a reconstruir os momentos que antecederam e sucederam os disparos.

O corpo de Daniel foi encaminhado para os procedimentos legais. A investigação ficará sob responsabilidade da DHBF, que deverá realizar diligências para identificar o autor do crime, esclarecer a motivação e verificar se outras pessoas participaram da ação.

Até a publicação desta matéria, ninguém havia sido preso. A autoria e a motivação do homicídio permanecem sob investigação da Polícia Civil.

( IMAGENS FORTES) TRÊS MILICIANOS EXECUTADOS POR TRAFICANTES NA ZONA OESTE DO RIO

 

Três homens apontados preliminarmente como integrantes de um grupo de milicianos teriam sido mortos em um episódio de extrema violência na Estrada do Cafundá, na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. As informações ainda são preliminares e circulam em relatos relacionados ao caso, sem confirmação oficial de todos os detalhes pelas autoridades.

De acordo com essas informações, os três homens estariam dentro de um veículo quando teriam sido surpreendidos por criminosos. Os ocupantes do carro teriam sido executados durante a ação. A dinâmica exata do ataque, entretanto, ainda não foi esclarecida, assim como a identidade das vítimas e as circunstâncias que levaram ao episódio.

Relatos que circulam sobre o caso apontam que a ação teria sido praticada por traficantes ligados ao Comando Vermelho. A possível motivação estaria relacionada à disputa pelo controle de áreas e atividades criminosas na região. Até o momento, porém, não há confirmação oficial que permita afirmar com segurança a autoria ou a motivação do ataque.

Outro detalhe que chama atenção nas informações divulgadas é a suposta apreensão ou retirada de três fuzis que estariam em poder das vítimas ou próximos ao local da ocorrência. As armas, semelhantes às que aparecem em imagens relacionadas ao caso, teriam sido recolhidas pelos criminosos após o confronto ou ataque.

A procedência dos armamentos também permanece desconhecida. Não foi confirmado oficialmente se os fuzis pertenciam aos homens mortos, se estavam sendo transportados ou se foram encontrados em outra circunstância durante a ação.

O episódio volta a colocar a Taquara e outras áreas da Zona Oeste no centro das atenções diante das disputas envolvendo grupos criminosos. A região enfrenta, em diferentes momentos, conflitos relacionados ao avanço ou à reação de organizações que buscam ampliar sua influência territorial.

Caso os relatos sejam confirmados pelas autoridades, o ataque poderá representar mais um episódio da guerra pelo domínio territorial entre grupos armados que atuam na cidade. A morte de três homens em uma mesma ação também evidencia o grau de violência associado a essas disputas.

As circunstâncias do crime deverão ser investigadas pelas autoridades competentes. Informações sobre a identificação das vítimas, a dinâmica dos disparos, a origem dos fuzis e a possível participação de outros criminosos ainda dependem de confirmação oficial.

Até que as investigações avancem, as informações sobre autoria, motivação e vínculo das vítimas com grupos criminosos devem ser tratadas como preliminares, evitando conclusões definitivas antes da divulgação dos dados oficiais.

 

Salto impressionante: Patrimônio declarado por candidata do PSOL dispara mais de 700 mil% em comparação com 2014

 

 

A declaração de patrimônio apresentada por Lúcia Viana, candidata a vice-governadora do Tocantins pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), chama atenção pelos valores registrados. Segundo os dados mencionados na declaração eleitoral, a candidata informou possuir aproximadamente R$ 2,07 bilhões em patrimônio.

O montante representa uma diferença expressiva em relação ao valor declarado por Lúcia Viana em 2014. Naquele ano, conforme os dados apresentados, o patrimônio informado era de aproximadamente R$ 295 mil. A comparação entre os dois valores resulta em um crescimento de cerca de 701.595%, uma variação que naturalmente desperta a atenção do eleitorado e gera questionamentos sobre a evolução patrimonial ao longo dos anos.

A declaração de bens é uma exigência do processo eleitoral e tem como objetivo oferecer transparência sobre a situação patrimonial dos candidatos. Os valores informados incluem bens, investimentos, participações societárias e outros ativos que devem ser registrados conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

No caso de Lúcia Viana, a diferença entre os valores declarados em 2014 e atualmente coloca a evolução patrimonial no centro das atenções. Entretanto, a existência de um patrimônio elevado ou de uma grande variação percentual, por si só, não significa irregularidade. Para compreender a origem dos recursos e avaliar a correção das informações, é necessário analisar detalhadamente os bens declarados, suas respectivas avaliações e a documentação apresentada à Justiça Eleitoral.

Também é importante considerar que comparações patrimoniais realizadas ao longo de muitos anos podem envolver diferentes tipos de ativos, alterações de valores de mercado, aquisição ou venda de propriedades, investimentos e outros fatores financeiros. Por isso, o percentual de crescimento deve ser interpretado dentro do contexto completo da declaração.

O caso ganhou repercussão justamente pela dimensão da cifra apresentada. Um patrimônio superior a R$ 2 bilhões coloca a candidata entre os nomes de maior patrimônio declarado em disputas eleitorais, tornando a informação especialmente relevante para os eleitores que acompanham a corrida eleitoral no Tocantins.

A declaração patrimonial, contudo, deve ser diferenciada de uma comprovação definitiva sobre a origem dos recursos. Eventuais dúvidas sobre os valores ou sobre a composição do patrimônio precisam ser esclarecidas pelos órgãos competentes, caso haja questionamentos formais.

Diante da repercussão, a evolução de aproximadamente R$ 295 mil para R$ 2,07 bilhões deverá continuar sendo um dos pontos de maior interesse envolvendo a candidatura de Lúcia Viana. Para o eleitor, conhecer os dados oficiais e acompanhar eventuais esclarecimentos é fundamental para formar uma opinião baseada em informações verificáveis.

Rogério Lisboa abandona aliança com Douglas Ruas para vice governador e declara apoio a Eduardo Paes

 

O cenário político da Baixada Fluminense ganhou um novo capítulo após Rogério Lisboa declarar apoio ao ex  prefeito do Rio de Janeiro, e candidato a governador do Estado Eduardo Paes. O movimento é apontado como uma mudança importante nas articulações políticas da região e pode provocar impactos diretos no projeto liderado por Douglas Ruas para a disputa pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Até então, Rogério Lisboa era considerado um dos nomes mais próximos do grupo político de Douglas Ruas. Segundo o cenário apresentado, Lisboa chegou a ser cotado para ocupar a posição de vice em uma eventual composição. A manifestação pública de apoio a Paes, portanto, representa uma mudança de direção e rompe com a possibilidade de continuidade dessa articulação.

A Baixada Fluminense é considerada uma área estratégica para qualquer projeto eleitoral no estado, devido ao peso político e eleitoral de seus municípios. Por isso, a decisão de Lisboa pode ser interpretada como um movimento capaz de alterar alianças, fortalecer determinados grupos e enfraquecer outros.

Ao justificar sua escolha, Rogério Lisboa destacou a experiência e os resultados de Eduardo Paes à frente do Executivo. Em declaração reproduzida no texto, o político afirmou que o momento exige nomes experientes e com resultados comprovados.

“ Nós precisamos de nomes experientes com resultados comprovados à frente do executivo. É experiência, competência e vontade de virar esse jogo. Eu sei que Eduardo tem de sobra”, afirmou Lisboa.

A declaração reforça a aproximação entre Lisboa e Paes e coloca em evidência uma possível reorganização das forças políticas que atuam na Baixada. O apoio também pode ampliar o espaço de Eduardo Paes na região, especialmente em um momento de intensificação das conversas e alianças para a próxima disputa estadual.

Para o grupo de Douglas Ruas, a mudança representa um desafio. Caso outros nomes políticos acompanhem o movimento de Lisboa, a perda de apoio poderá dificultar a construção de uma base sólida na Baixada Fluminense. Por outro lado, a situação ainda pode evoluir, já que alianças políticas costumam sofrer alterações ao longo do processo eleitoral.

O episódio também demonstra a importância das negociações políticas nos bastidores. Nomes que anteriormente eram considerados aliados podem mudar de posição conforme novas alianças são construídas e diferentes projetos ganham força.

Com a declaração de Rogério Lisboa, Eduardo Paes passa a contar com um apoio considerado relevante na Baixada Fluminense, enquanto Douglas Ruas enfrenta a necessidade de reorganizar sua estratégia política na região.

A movimentação deve aumentar a expectativa sobre os próximos passos dos principais grupos envolvidos na disputa. Novas declarações, alianças e adesões poderão definir o equilíbrio de forças nos próximos meses e indicar quais projetos terão maior capacidade de mobilização eleitoral no estado.

 

( VÍDEO) TERROR EM CAMPO GRANDE!! FAMILIA TEM CASA INVADIDA POR CRIMINOSOS E FAMÍLIA FEITA DE REFÉM

 

Uma família de pequenos comerciantes viveu momentos de verdadeiro terror no Morro dos Caboclos, na região do Rio da Prata, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Segundo relatos divulgados pelos próprios familiares nas redes sociais, criminosos invadiram o local, fizeram a família refém e levaram diversos pertences.

O episódio aconteceu na semana passada, mas o vídeo que mostra parte da situação só foi divulgado agora. De acordo com os familiares, todos ficaram profundamente traumatizados após a ação e precisaram de alguns dias para conseguir falar publicamente sobre o que aconteceu.

A família trabalha como pequenos comerciantes e vende queijo Minas para complementar a renda. Durante a ação criminosa, os suspeitos teriam levado celulares, dinheiro e outros pertences. A esposa de uma das vítimas também teria sido ferida durante o episódio.

O caso provocou revolta e preocupação entre moradores da região, principalmente pela violência e pelo sentimento de insegurança que uma situação como essa provoca. Para quem vive e trabalha no local, o medo aumenta quando criminosos conseguem entrar em residências ou estabelecimentos e submeter famílias inteiras a momentos de tensão.

Segundo o relato divulgado, a família teria sido mantida sob ameaça enquanto os criminosos recolhiam os objetos de valor. O medo de que algo ainda pior pudesse acontecer tornou a situação ainda mais desesperadora para as vítimas.

A divulgação tardia do vídeo chamou a atenção justamente porque, segundo os familiares, o silêncio inicial não significava que o caso havia sido esquecido. Pelo contrário. O trauma teria sido tão grande que as vítimas precisaram de tempo antes de conseguir expor o que passaram.

O episódio também reacende o alerta para a segurança de pequenos comerciantes que trabalham diariamente pelas ruas e dependem da atividade para sustentar suas famílias. Muitas vezes, essas pessoas circulam com dinheiro, mercadorias e celulares, tornando-se alvos de criminosos.

Ainda de acordo com os relatos, a família busca justiça e espera que as autoridades possam identificar os responsáveis pela ação. As circunstâncias exatas do crime, assim como a identificação dos envolvidos e a eventual existência de investigação policial, precisam ser confirmadas oficialmente.

O vídeo divulgado nas redes sociais rapidamente chamou a atenção e provocou indignação entre moradores. Nas imagens e relatos, fica evidente o impacto emocional causado pela violência.

O caso serve como mais um alerta para a necessidade de segurança na região. Para a família, porém, o que ficou foi o trauma de ter vivido momentos em que a própria casa ou local de trabalho deixou de representar um lugar seguro.

A família agora tenta seguir em frente depois de viver uma noite que, segundo seus relatos, jamais será esquecida.

( IMAGENS FORTES) TRAFICANTE DO COMANDO VERMELHO É EXECUTADO POR TRAFICANTES RIVAIS NUMA TENTATIVA DE INVASÃO EM COMUNIDADE DO RIO

 

Uma manhã marcada pela violência terminou com a morte de um traficante apontado como integrante do Comando Vermelho (CV), durante uma invasão ao Morro do Cruz, no Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O confronto aconteceu na manhã desta terça-feira (11) e teria envolvido criminosos ligados a grupos rivais que disputam o controle de áreas da região.

Segundo informações que circulam sobre o caso, o homem era conhecido pelo apelido de “Mascote” e seria uma figura ligada ao tráfico de drogas no Morro do Andaraí. Ele teria sido morto durante a ação de criminosos que invadiram a comunidade, em meio à disputa territorial entre facções.

A ocorrência provocou tensão entre moradores logo nas primeiras horas do dia. Em situações como essa, a movimentação de criminosos armados costuma aumentar o risco para quem vive e trabalha nas proximidades, principalmente quando há confrontos e circulação de armas de grosso calibre.

Além da morte do traficante, um detalhe chamou atenção: durante a invasão, um fuzil teria sido deixado para trás e acabou sendo apreendido pelos criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP), segundo relatos relacionados ao episódio.

A arma, que teria pertencido ao grupo ligado ao Comando Vermelho, acabou se tornando uma espécie de “troféu” para os rivais após a invasão. O episódio evidencia o nível de disputa pelo domínio territorial e pelo controle das atividades criminosas em comunidades da Zona Norte.

O Morro do Cruz, localizado na região do Andaraí, está inserido em uma área marcada historicamente por conflitos entre grupos criminosos. Disputas desse tipo podem provocar confrontos repentinos, mudanças na rotina dos moradores e interrupções no funcionamento de serviços e estabelecimentos próximos.

Até o momento, as informações sobre a dinâmica exata da invasão e as circunstâncias da morte ainda precisam ser esclarecidas pelas autoridades. Também não há, nas informações disponíveis, confirmação oficial sobre a identidade do homem morto ou sobre sua eventual posição dentro da estrutura criminosa.

A Polícia Civil deverá investigar o caso e apurar quem participou da invasão, além de tentar identificar a origem e a procedência do armamento envolvido.

O episódio desta terça-feira reforça a preocupação com a disputa entre facções criminosas no Rio de Janeiro. Enquanto grupos rivais tentam ampliar seus territórios, moradores acabam expostos ao risco de confrontos armados e à violência que acompanha essas disputas.

Novas informações poderão esclarecer a identidade de “Mascote”, a dinâmica do confronto e se outras pessoas ficaram feridas durante a invasão.

 

FALSO VETERINÁRIO É PRESO EM FLAGRANTE ENQUANTO OPERAVA GATO EM CLÍNICA NO RIO

 

Um homem apontado pela Polícia Civil como falso veterinário foi preso em flagrante enquanto realizava uma cirurgia em um gato dentro de uma clínica localizada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A prisão aconteceu durante uma ação da 59ª DP (Duque de Caxias), que investigava o exercício ilegal da profissão no estabelecimento.

Segundo os agentes, Daniel do Nascimento Soares Bittencourt estava no meio de um procedimento cirúrgico quando os policiais chegaram à clínica. Durante a abordagem, os investigadores questionaram o homem sobre sua habilitação profissional e perguntaram qual seria o número de seu registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária.

A resposta, segundo a Polícia Civil, surpreendeu os agentes.

“Não tem”, teria respondido Daniel ao ser questionado sobre o registro profissional.

Na sequência, os policiais perguntaram se ele ainda estava estudando Medicina Veterinária. O suspeito teria confirmado que era estudante e afirmou estar cursando o “sexto período”.

A situação chamou ainda mais atenção porque, mesmo sem possuir registro profissional para exercer a atividade, ele estaria realizando procedimentos veterinários em animais.

De acordo com as investigações, Daniel já teria sido citado anteriormente em ocorrência relacionada ao exercício ilegal da profissão. Mesmo assim, segundo a polícia, ele teria continuado realizando atendimentos e procedimentos veterinários sem possuir a habilitação necessária para atuar profissionalmente.

Durante a fiscalização, os agentes também encontraram outras situações consideradas irregulares no estabelecimento.

A Polícia Civil informou que a clínica não possuía as licenças necessárias para funcionar. Diante das irregularidades encontradas, o local acabou sendo interditado pelas autoridades.

Outro fato que passou a fazer parte da investigação envolve um segundo animal atendido na clínica. Conforme informado pela Polícia Civil, um dos animais que teria passado por atendimento no estabelecimento acabou sofrendo a amputação de uma das pernas. As circunstâncias desse procedimento também deverão ser analisadas durante o andamento das investigações.

O caso levantou preocupação sobre os riscos aos quais animais podem ser submetidos quando procedimentos médicos são realizados por pessoas sem registro e habilitação profissional. Cirurgias veterinárias exigem conhecimento técnico, equipamentos adequados e acompanhamento especializado, justamente para reduzir os riscos de complicações durante e depois dos procedimentos.

Além da acusação relacionada ao exercício ilegal da profissão, Daniel também responde, em outros processos, por acusações envolvendo falsidade ideológica, falsa identidade, estelionato, ameaça e crimes ambientais. Essas acusações, entretanto, são objetos de processos distintos e deverão seguir os respectivos trâmites judiciais.

A prisão ocorreu em flagrante, e o caso permanece sob investigação da Polícia Civil. Os investigadores deverão apurar há quanto tempo o suspeito realizava atendimentos, quantos animais passaram pelo estabelecimento, quais procedimentos foram realizados e se outros proprietários de animais podem ter sido prejudicados.

As autoridades também deverão analisar a documentação da clínica, identificar quem era responsável pelo funcionamento do local e verificar se havia outros profissionais habilitados envolvidos nos atendimentos.

A Polícia Civil reforça que o exercício de atividades profissionais sem a devida habilitação pode representar riscos à população e, neste caso, também à saúde e à vida dos animais atendidos.

O caso segue sendo investigado pela 59ª DP, em Duque de Caxias.

 

URGENTE: Justiça determina cumprimento de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho

 

A Justiça do Rio de Janeiro determinou o cumprimento de uma condenação que prevê a suspensão dos direitos políticos do ex-governador Anthony Garotinho por oito anos. A decisão coloca novamente o político no centro da disputa eleitoral de 2026 e pode trazer novos obstáculos para seus planos de disputar o Governo do Estado.

A medida está relacionada a uma ação de improbidade administrativa envolvendo fatos ocorridos entre 2005 e 2006, período em que Rosinha Garotinho, então esposa de Anthony Garotinho, governava o estado. O processo apurou irregularidades relacionadas à contratação de uma fundação para a execução do projeto Saúde em Movimento, com recursos da Secretaria Estadual de Saúde.

A condenação à suspensão dos direitos políticos por oito anos já havia sido determinada anteriormente pela Justiça. Agora, segundo as informações divulgadas sobre a decisão mais recente, a determinação é para que a sentença seja efetivamente cumprida, com comunicação aos órgãos da Justiça Eleitoral.

Um dos pontos de maior repercussão é o impacto que a decisão pode provocar na situação eleitoral de Garotinho. O ex-governador foi escolhido pelo Republicanos para disputar o Governo do Rio em 2026, o que torna a decisão judicial especialmente relevante no cenário político fluminense. (Exame)

Apesar disso, é importante fazer uma distinção: a determinação não significa que Garotinho tenha sido mandado para a prisão ou que esteja sendo obrigado a cumprir uma pena de reclusão. Trata-se de uma sanção relacionada aos direitos políticos. A suspensão pode impedir o exercício desses direitos durante o período estabelecido pela Justiça e produzir consequências sobre a possibilidade de disputar eleições.

A definição sobre eventual inelegibilidade, entretanto, depende da análise da Justiça Eleitoral, considerando a legislação aplicável, as decisões judiciais existentes e o estágio processual de cada condenação. Por isso, afirmar simplesmente que Garotinho está definitivamente impedido de disputar a eleição pode ser precipitado sem uma manifestação específica da Justiça Eleitoral sobre seu registro de candidatura.

A situação ganha ainda mais importância porque Garotinho voltou ao cenário eleitoral em 2026. O Republicanos anunciou seu nome para a disputa pelo Governo do Estado, recolocando o ex-governador na corrida pelo Palácio Guanabara.

A defesa do político, em casos anteriores relacionados à condenação por improbidade, contestou as decisões e sustentou que havia questões processuais, além de defender que os efeitos da condenação deveriam observar o encerramento das possibilidades de recurso. (Folha de S.Paulo)

O caso, portanto, deve continuar gerando disputa jurídica e política nas próximas semanas. Enquanto a Justiça Eleitoral não definir os efeitos concretos da decisão sobre a candidatura, o mais correto é informar que Garotinho enfrenta uma nova decisão judicial envolvendo a suspensão de seus direitos políticos por oito anos, medida que pode afetar diretamente sua pretensão eleitoral.

A decisão também reacende o debate sobre a situação jurídica do ex-governador e promete aumentar a tensão na corrida pelo Governo do Rio de Janeiro.

 

CHEFE DO COMANDO VERMELHO É PRESO NO RIO APÓS 7 ANOS FORAGIDO

 

Após sete anos sendo procurado pela Justiça, Eduardo Rabelo Constantino, conhecido pelos apelidos de “2D” ou “Coroa”, foi preso neste domingo (9), no Rio de Janeiro. Apontado pela Polícia Civil como uma das principais lideranças do tráfico de drogas em Três Rios, no interior do estado, o suspeito estava escondido no Complexo da Maré, na Zona Norte da capital.

A prisão foi resultado de um trabalho de inteligência desenvolvido pelas forças de segurança para localizar o homem, que permanecia foragido havia anos. De acordo com as investigações, os agentes conseguiram avançar na localização de “2D” depois de identificarem que ele estaria planejando deixar o esconderijo e retornar para a região de Três Rios durante o fim de semana do Dia dos Pais.

A movimentação chamou a atenção dos investigadores e permitiu que a polícia acompanhasse os passos do suspeito. Com as informações reunidas durante o trabalho de inteligência, os agentes conseguiram localizar e prender Eduardo.

Segundo a Polícia Civil, “2D” seria responsável pelo controle do tráfico de drogas no bairro Purys, em Três Rios, e teria ligação com uma organização criminosa que atua em diferentes regiões do estado. A investigação também aponta o suspeito como uma das principais lideranças do tráfico no município.

Contra Eduardo Rabelo Constantino havia dois mandados de prisão em aberto. Ele também possui registros relacionados a crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.

A permanência do suspeito fora do alcance da Justiça durante tantos anos teria exigido um trabalho contínuo de investigação e monitoramento por parte das equipes policiais. A descoberta de que ele pretendia retornar ao interior do estado acabou sendo determinante para que os agentes conseguissem interromper a fuga.

A prisão representa o fim de uma longa busca que se estendeu por sete anos. Considerado um homem de interesse para as investigações relacionadas ao tráfico de drogas em Três Rios, “2D” agora ficará à disposição da Justiça.

O caso chama atenção pela estratégia utilizada para localizar o suspeito. Depois de anos escondido, ele teria decidido se aproximar novamente da região onde, segundo as investigações, mantinha influência no tráfico. O movimento, porém, acabou sendo identificado pela polícia e transformou o que poderia ser um retorno discreto em uma operação de captura.

A fuga que durou sete anos chegou ao fim. Agora, Eduardo Rabelo Constantino permanece preso e deverá responder pelos crimes apontados nos processos que tramitam contra ele.

NÃO PAGUE! GOLPISTAS COBRAM POR AGENDAMENTO DA NOVA IDENTIDADE E DETRAN-RJ FAZ ALERTA

 

🚨 GOLPE NO AGENDAMENTO DA NOVA IDENTIDADE: DETRAN-RJ ALERTA SOBRE COBRANÇAS INDEVIDAS

O Detran-RJ fez um alerta à população após receber denúncias de pessoas que estariam sendo abordadas por golpistas oferecendo suposta facilidade para conseguir o agendamento da Carteira de Identidade Nacional (CIN). Os criminosos estariam cobrando valores para realizar ou antecipar o atendimento, aproveitando-se da dificuldade que algumas pessoas encontram para conseguir horários disponíveis.

O órgão reforça que o agendamento da nova identidade não exige o pagamento de intermediários. A população deve ficar atenta a qualquer pessoa ou serviço que prometa “furar fila”, liberar horários ou garantir atendimento mediante pagamento.

Outro ponto importante destacado pelo Detran-RJ é que a primeira via da Carteira de Identidade Nacional é gratuita. Portanto, não é necessário pagar Duda, taxa ou qualquer outro valor para obter o primeiro documento.

De acordo com o órgão, os horários para atendimento são disponibilizados automaticamente ao longo do dia pelos canais oficiais. Por isso, quem precisa emitir a CIN deve utilizar exclusivamente os meios oficiais do Detran-RJ e evitar sites, perfis, aplicativos ou pessoas que ofereçam o serviço por fora.

A orientação é redobrar a atenção principalmente com mensagens recebidas por WhatsApp, redes sociais ou outros canais que prometam agendamento imediato mediante pagamento. O cidadão pode acabar entregando dinheiro e também fornecendo dados pessoais a desconhecidos, aumentando o risco de cair em outros tipos de fraude.

O Detran-RJ também esclareceu uma dúvida que pode evitar correria desnecessária. Quem já possui uma carteira de identidade válida não precisa correr para fazer a substituição imediatamente. A migração para o novo modelo poderá ser realizada até 2032.

A Carteira de Identidade Nacional utiliza o CPF como número único de identificação e foi criada para padronizar o documento de identidade em todo o país. A mudança, no entanto, será gradual, permitindo que os cidadãos façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

Diante das denúncias, o principal alerta é simples: não pague ninguém para conseguir um agendamento da nova identidade. A primeira via é gratuita e os horários são liberados pelos canais oficiais.

Se alguém oferecer uma suposta “vaga garantida”, “agendamento especial” ou “encaixe” mediante pagamento, desconfie. A promessa de facilidade pode ser justamente a estratégia utilizada pelos golpistas para tirar dinheiro das vítimas.

A recomendação é compartilhar este alerta com familiares, amigos e, principalmente, pessoas que tenham dificuldade para utilizar serviços digitais. Informação também é uma forma de prevenção.

Antes de fornecer documentos, dados pessoais ou realizar qualquer pagamento, confirme se o procedimento está sendo feito por um canal oficial.

Fique atento e não caia no golpe! A nova identidade não precisa de intermediário.

O Detran-RJ alerta para denúncias de golpistas que estariam cobrando dinheiro de cidadãos para conseguir agendamento da Carteira de Identidade Nacional. O órgão reforça que a primeira via da CIN é gratuita e que não há necessidade de pagar intermediários.

Os horários são disponibilizados automaticamente pelos canais oficiais ao longo do dia. Quem já tem identidade válida também não precisa correr: a migração para o novo documento poderá ser feita até 2032.

A orientação é clara: não pague por agendamento, não entregue dados a desconhecidos e utilize somente os canais oficiais.

Golpistas estariam aproveitando a procura pela Carteira de Identidade Nacional para cobrar dinheiro de pessoas que precisam realizar o agendamento. O Detran-RJ esclarece que a primeira via da CIN é gratuita e que não é necessário pagar Duda, taxa ou intermediários.

Os horários são liberados automaticamente ao longo do dia nos canais oficiais. O órgão também informa que quem possui identidade válida pode ficar tranquilo, pois a substituição poderá ser feita até 2032.

A recomendação é não acreditar em promessas de atendimento facilitado mediante pagamento. Se alguém cobrar para conseguir o agendamento da nova identidade, desconfie.

Compartilhe para que o alerta chegue ao maior número possível de pessoas.