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Aumenta procura por divórcio durante a pandemia

 

A procura por divórcio tem aumentado durante o período de isolamento social provocado pela pandemia da covid-19. Segundo a advogada da área de Família e Sucessões, Débora Guelman, o convívio intenso em virtude da quarentena tem sobrecarregado física e emocionalmente as famílias brasileiras.

“Esse isolamento social forçado pela pandemia aumenta o convívio entre os casais e justamente esse aumento do convívio gera conflitos. Por conta disso, a probabilidade de haver mais divórcios é muito maior”, disse Débora Guelman, em entrevista à Rádio Nacional.

A advogada afirma que cerca de 70% dos pedidos de divórcio são iniciados pelas mulheres, e a reclamação mais frequente é a tripla jornada. “Essas mulheres trabalham, cuidam dos filhos e cuidam da casa. Então, elas não aguentam relacionamentos machistas”, afirmou.

No Brasil há dois tipos de divórcios. No mais simples, chamado de “extrajudicial”, casais podem se separar de forma mais rápida, pelo cartório, amigavelmente. Já o divórcio judicial ou litigioso é realizado diante de um juiz e envolve questões mais complexas como falta de consenso entre o casal, partilha de bens, pensão e guarda de filhos.

“Se divorciar não é um processo rápido, pelo contrário. É um processo demorado e muito doloroso. Principalmente no aspecto emocional e no aspecto financeiro. Então, essa decisão de se divorciar envolve diversos fatores, que são impedimentos até para pessoa efetivar esse divórcio. Normalmente, a pessoa pensa por um ano e meio, até dois anos, antes de se efetivar o pedido”, explicou Débora Guelman.

Apoio

Em Belo Horizonte, um grupo terapêutico formado por três psicólogas e a advogada Gabriela Sallit foi criado para auxiliar mulheres que estão passando por esse momento. O grupo se reúne por meio de uma plataforma online, com participação de três a seis pessoas.

“O isolamento causado pela pandemia acirrou os conflitos nas relações, mas, por outro lado, dificultou o acesso aos advogados e ao Judiciário; e a recursos essenciais em uma separação, como mudar de casa, por exemplo”, explicou a psicóloga Lívia Guimarães, uma das responsáveis pela condução do grupo.

O grupo reúne mulheres que passam pelo momento pós-divórcio e aquelas que ainda estão se preparando para tomar essa decisão.

“Muitas vezes elas não têm com quem compartilhar suas angústias, suas dores, não tem o conhecimento de outras para aprenderem, não tem o acolhimento de quem passou pelo que elas estão vivendo”, disse a psicóloga.

Segundo Lívia Guimarães, depois do atendimento em grupo, as mulheres passam por uma escuta individual para orientações específicas.

“A posteriori do grupo, ofereceremos um plantão de acolhimento individual para essas mulheres entrarem em contato e para que possamos escutá-las na sua singularidade. Não é um dispositivo terapêutico. Mas um espaço para acolher alguma demanda ou sofrimento que por ventura o grupo possa ter desencadeado”, acrescentou a psicóloga.

 

PARAQUEDISTA MORRE AO FICAR PRESO EM AERONAVE NO RIO( VIDEO)

 

 

BRIGADA PARAQUEDISTA DE LUTO 😭

Há mais ou menos uma hora um paraquedista ficou preso em uma aeronave do exército ao saltar e quando conseguiu se desprender já estava próximo do solo no Campo dos Afonsos. Vídeos do ocorrido circulam nas redes sociais mas não será publicado na página em respeito aos familiares. Segundo informações de amigos o mesmo infelizmente veio a óbito. A página antigo Campo Grande  pediu nota ao Comando Militar do Leste, mas ainda não obteve retorno.

 

Carnaval de 2021 poderá ser realizado em Maio…

 

 

devido à pandemia do Coronavírus, ainda sem uma vacina ou remédio comprovadamente eficiente para combater a doença.

No entanto, a situação atual, quase 2 meses depois, é de reviravolta no panorama. Segundo informações do portal ”Veja”, da ”Editora Abril”, empresários já consideram certeza que a folia acontecerá e, inclusive, já preparam para agosto o início das vendas de camarotes na Marquês de Sapucaí, local dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro. Para eles, o Carnaval, caso não ocorra em fevereiro, sua época tradicional, será realizado em maio.

Já as agremiações carnavalescas, por sua vez, continuam mantendo o tom pessimista. A pandemia, somada à consequente necessidade de isolamento social, atrasaram completamente o planejamento e os trabalhos nos barracões. Para as escolas, por ora, nada mudou e o clima de incerteza segue prevalecendo.

Covid-19 aumenta busca por imóveis com quintal ou varanda

 

A necessidade de isolamento social definiu a residência como o lugar mais seguro para quem quer passar incólume pela pandemia. Ter, em casa, um quintal; ou, no apartamento, uma varanda passou a ser desejo, necessidade ou vontade de muitas famílias, o que, inclusive, acabou por impactar sensivelmente no mercado de imóveis, tanto para compra como para aluguel.

O covid-19 deu nova conotação à palavra “morar”. “Quero uma casa com quintal, onde, nesses tempos de covid-10, eu possa ter uma horta e que haja espaço suficiente para a minha família praticar seus hobbies. Onde tenhamos espaço para ampliar nossa liberdade de criação”, disse à Agência Brasil a intérprete de libras Magda Petter Oliva, 46, mãe de duas estudantes com 12 e 20 anos.

Por causa da pandemia, as três têm ficado direto em casa. “Agora, até o cachorro parece ocupar um espaço enorme. Descobrimos que moramos em um apartamento muito pequeno”, disse ela referindo-se ao imóvel de pouco mais de 70 metros quadrados.

Magda está, desde março, tentando trocar o apartamento de dois quartos na Vila Mariana, em São Paulo, por uma casa com jardim, no mesmo bairro. Ela diz que “o estalo” para ir atrás desse desejo ocorreu logo após as primeiras notícias de que o covid-19 se espalhava rapidamente pelo país.

As filhas da intérprete têm como hobbie pintura e yôga. E Magda pratica tecido acrobático, esporte de origem circense, que envolve acrobacia aérea executada em um longo tecido suspenso. “De fato, é impossível fazermos tudo isso dentro do apartamento”.

Após três meses de busca, Magda chegou à conclusão de que o covid-19 acabou aumentando a procura por casas, a ponto de refletir no valor cobrado pelo aluguel. “Os preços estão subindo, me forçando a rever a faixa de preço que pretendo pagar, que passou de R$ 5 mil para R$ 6 mil mensais”.

Quintais, varandas e imóveis rurais

A percepção de Magda é corroborada pela gerente de Marketing Brasil do Imovelweb Angélica Quintela. Levantamento feito pela empresa, que atua nas 27 unidades federativas, aponta que, em maio, foi registrado um crescimento de 19% na busca por imóveis com quintais, quando comparado a abril.

“Na comparação com maio de 2019, a alta na procura por esse tipo de imóvel ficou em 96%”, detalhou a gerente de Marketing.

Além disso, houve um aumento de 20% na procura por imóveis com varandas, na comparação a abril. “Comparando maio de 2019 a maio de 2020 o crescimento ficou em 128%. Esse movimento já havia sido observado em abril, e continuou crescendo em maio”, completou.

O levantamento aponta também que, a partir de março, houve aumento na busca por imóveis rurais. Entre fevereiro e março o aumento ficou em 52%. Entre março e abril, 40%; e, entre abril e maio, mais 23%. Na comparação com 2019, o crescimento chegou a 310%.

Medo do Coronavírus

Foi pelo medo que tem do covid-19 que a dona de casa Amélia Vieira, 58, fechou a casa que tem em Valparaíso de Goiás (GO), região do Entorno do Distrito Federal, para morar em uma chácara em Luziânia (GO).

“Sou hipertensa e tenho uma filha cardíaca, de 24 anos. Levei, nas primeiras semanas, meu pai, de 93 anos, que além de ter Alzheimer usa marca-passo, para ficar com a gente. Somos todos do grupo de risco e isso me preocupa muito”, disse Amélia à Agência Brasil.

Como a opção pela mudança foi repentina, não deu para preparar a chácara para o pai, que acabou tendo de voltar pois requer muitos cuidados. “Lá havia risco até de ele se perder, por causa do Alzheimer”, disse Amélia que, devido às necessidades do pai, acaba retornando, uma semana a cada mês, a Valparaíso. “Por precaução, minha filha permanece na chácara”, disse.

Dificuldades e visitas online

Mudar de um apartamento para uma casa era algo que já estava nos planos do consultor de projetos da indústria de alimentos Bauducco Carlos Dilinski, de 50 anos. A chegada da pandemia ao Brasil acabou fazendo com que ele buscasse uma casa mais espaçosa do que a pretendida inicialmente.

“O covid-19 acabou atrasando todo o plano traçado por mim e minha família, porque inviabilizou as visitas aos imóveis que pretendemos alugar”, disse ele ao relatar a dificuldade para conseguir mudar do município paulista de Guarulhos, onde mora com a esposa e três filhos, para Bragança Paulista (SP), cidade mais próxima de seu trabalho.

Na pressa por evitar os longos deslocamentos que faz até o trabalho e de dar uma qualidade de vida ainda melhor para a família – que devido ao isolamento social tem ficado bem mais em casa –, Dilinski aderiu até a videoligações para conhecer, de longe, os imóveis disponíveis.

Segundo a gerente da Imovelweb, há atualmente diversas ferramentas tecnológicas que permitem as visitas online, sem necessariamente a pessoa se dirigir ao imóvel.

“Um outro dado interessante, que também obtivemos por meio de uma pesquisa com nossos usuários é de que 27% das pessoas fechariam negócio apenas com fotos e vídeos do local, sem realizar uma visita presencial”, disse Angélica à Agência Brasil.

Escolha difícil

A tecnologia, no entanto, ainda deixa inseguros alguns clientes na hora de assinar o contrato. “Estou tentando, mas é muito difícil fechar um negócio dessa forma. Apesar de ter feito visitas desse tipo, prefiro esperar a situação melhorar para ir conhecer de perto os imóveis”, pondera Dilinski.

A intérprete de libras Magda Petter tem opinião parecida. “Já fiz algumas visitas online, mas acho muito mais difícil, tanto a escolha como a tomada da decisão pelo imóvel”, disse.

Magda relata que esse tipo recurso é uma forma de compensar a falta de pessoas disponíveis para mostrar o imóvel, preocupadas com o risco de contaminação pelo covid-19. “Em parte, porque muitos dos corretores estão na idade considerada de risco para o novo coronavírus. E, também, pelo temor de alguns proprietários em abrir o imóvel [para possíveis locatários]”, disse.

 

DESCANSE EM PAZ!! QUEREMOS JUSTIÇA!!

 

Este jovem negro serviu nas Forças Armadas como Paraquedista do Exército e em seguida ingressou como Aluno Oficial na Academia de Polícia Militar D. João VI (RJ), tendo concluído o curso por mérito intelectual em 3° lugar na turma.

Era lotado no 14° BPM, mas hoje pela manhã, em apoio ao 9° BPM, teve sua vida ceifada durante confronto com marginais do Complexo da Serrinha.

Não haverá clamor popular pela sua morte, tão pouco repercussão midiática. Afinal, o que se esperar de um país aonde a Suprema Corte se empenha no combate à “fake news”, enquanto ladrões e assassinos são libertos.

Mas para mim, ele é um herói na essência da palavra. Por isso, o meu respeito, a minha gratidão e a minha continência.

Descanse em paz, Ten PM Cleiton!

Deus sabe de todas as coisas e com certeza o teu sacrifício não será em vão.

O guerreiro deixou esposa e filho pequeno.

Que o Senhor conforte os corações dos familiares, em nome de Jesus!

“A luta é grande, mas a vitória é certa”. (Luiz Labre)
Luto PMRJ…

 

Witzel prorroga medidas restritivas de isolamento social no Rio até 6 de julho

 

O governador Wilson Witzel publicou nesta sexta-feira (19), em edição extra do Diário Oficial do estado, decreto prorrogando até o dia 6 de julho, algumas medidas restritivas de enfrentamento à propagação do coronavírus no estado do Rio de Janeiro.  O funcionamento de alguns setores do comércio e da indústria permanece apenas em horários específicos para evitar aglomerações.

A medida determina que permanecem suspensas as aulas presenciais das redes de ensino estadual, municipal e privada; atividades coletivas em cinemas, teatros e afins; e o funcionamento de academias de ginástica. Permanece a recomendação para que a população não frequente praias, lagoas, rios, piscinas públicas e clubes. Em caso de descumprimento das medidas, as forças de segurança pública poderão atuar em eventuais práticas de infrações administrativas e crimes previstos.

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O decreto mantém a recomendação às prefeituras fluminense sobre a reabertura gradual de setores do comércio e da indústria, de acordo com as especificidades de cada cidade.

O estado do Rio de Janeiro é o segundo no país com mais casos de infectados pelo coronavírus, atrás somente de São Paulo. O Rio registrou, até esta sexta-feira, 93.378 casos e 8.595 mortes pela doença, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

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Funcionamento

Os shoppings centers e centros comerciais podem funcionar das 12h às 20h, com limitação de 50% da capacidade, garantindo fornecimento de álcool em gel 70%. As praças de alimentação também podem reabrir, obedecendo ao limite de 50% da capacidade. Áreas de recreação, cinemas e afins, no entanto, permanecerão fechados.

Desde o dia 6 de junho, bares e restaurantes estão autorizados a funcionar no estado, respeitando o limite de 50% de sua capacidade. Equipamentos e pontos turísticos, como o Cristo Redentor e Pão de Açúcar, também podem receber o público, respeitando o limite de 50% de sua capacidade de lotação.

O funcionamento dos parques, para a prática de esportes, também está permitido, desde que não haja aglomeração. Ficam autorizadas as atividades esportivas individuais ao ar livre, inclusive em praias e lagoas, preferencialmente próximo à residência. Atividades esportivas de alto rendimento estão autorizadas desde 6 de junho, desde que sem público e com os devidos protocolos de higienização.

Todos os estabelecimentos abertos devem seguir protocolos e medidas de segurança recomendadas pelas autoridades sanitárias, como assegurar a distância mínima de 1 metro entre as pessoas e disponibilizar álcool em gel 70%. Deve também ser observada a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial por clientes e funcionários.

Transportes públicos

O decreto, publicado nesta sexta-feira, também dispõe sobre novas medidas relacionadas à operação dos transportes públicos intermunicipais de passageiros. A partir da próxima segunda-feira (22), será retomada a circulação de linhas rodoviárias e vans intermunicipais que fazem a ligação de outras cidades com os municípios de Barra Mansa, Pinheiral e Volta Redonda.

Restrições

Ficam mantidas as restrições quanto à taxa de ocupação dos veículos, composições e embarcações. O transporte rodoviário deve operar com ocupação limitada ao número de assentos do veículo nas seguintes linhas: que fazem a ligação entre os municípios da Região Metropolitana; entre as cidades do interior do estado; e as de transporte complementar, em qualquer região.

Em todas as linhas é proibido o transporte de passageiros em pé.

Com Agência Brasil

 

Crivella afirma que Rio está preparado para possível segunda onda de contaminação do Coronavírus

 

Em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feria (19/06), o prefeito, Marcelo Crivella, disse que existe a chance do Rio enfrentar uma segunda onda da pandemia de Covid-19. Contudo, ele afirmou que a rede municipal está preparada para um eventual aumento de demanda.

“Que pode acontecer [uma segunda onda], pode. Sobretudo se as pessoas não usarem as máscaras, se aglomerarem e não higienizarem as mãos. Mas estamos preparados”, disse o prefeito, que fez uma comparação com a passagem bíblica do dilúvio. “Construímos essa Arca de Noé para enfrentar o dilúvio. A Arca de Noé não evita o dilúvio, ela enfrenta o dilúvio. E é isso o que estamos fazendo.”

Desde o início do mês, o Rio iniciou a flexibilização do isolamento social e já liberou o funcionamento de setores como shoppings, serviços e mercados populares. O município argumenta que a reabertura é possível, porque, entre outros motivos, há disponibilidade de leitos de enfermaria e unidades de terapia intensiva nas redes pública e privada.

Segundo painel de dados mantido pela Secretaria Municipal de Saúde, houve 48 mortes confirmadas por Covid-19 e 14 suspeitas nas 24 horas encerradas às 18h de ontem. Apesar disso, o prefeito afirmou que os números de junho apontam para uma situação melhor que a de maio.

No mês passado, a cidade sepultou o dobro de pessoas na comparação com maio de 2019, enquanto em junho, segundo o prefeito, houve seis mortes a menos, até o momento. Crivella reconhece que a diferença entre 2020 e 2019 também pode ser explicada pela redução nas mortes violentas e no trânsito, com menos pessoas circulando nas ruas, mas avalia que a queda em relação a maio é fruto das ações para controle da transmissão da doença.

“Sepultamos seis pessoas a menos [que em junho do ano passado], o que mostra que as medidas tomadas surtiram efeito”, disse o prefeito, que prometeu interromper a flexibilização caso haja lotação nos hospitais e aumento no número de mortes. “Se tivermos que frear, vamos frear. Sem vergonha e sem inibição.”

Crivella concedeu entrevista a jornalistas no Hospital de Campanha do Riocentro, onde foi realizada uma cerimônia para entrega de respiradores da cidade do Rio de Janeiro a outros municípios fluminenses.

 

Rio ocupa o 7º lugar no ranking mundial de mortalidade pela covid-19

 

Com um índice de letalidade da covid-19 em 9,63% e de mortalidade de 48,7 por 100 mil habitantes, acima da média do Brasil, segundo dados de ontem (18), o estado do Rio de Janeiro estaria em sétimo lugar no ranking mundial de mortalidade se fosse considerado como um país.

É o que mostra o monitoramento do portal Covid-19: Observatório Fluminense, que reúne pesquisadores e estudantes de sete instituições, entre elas a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense e Universidade Estadual Paulista (Unesp), das áreas de matemática, engenharia e computação.

Na métrica de mortes por milhão, os dados analisados pelo grupo, referentes até o dia 13 de junho, coloca o estado do Rio de Janeiro bem acima da posição do Brasil no mundo. O país está na 12ª posição, com 203,3 óbitos por milhão de habitantes.

“A mortalidade da covid-19 na cidade do Rio de Janeiro está acima de 800 por milhão de habitantes, enquanto no Estado do Rio de Janeiro temos 440 por milhão. A mortalidade da covid-19 na Cidade do Rio de Janeiro só é inferior à observada em dois países (San Marino e Bélgica)”.

Segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado hoje (19), na semana epidemiológica encerrada no dia 13, o mundo apresentou uma taxa de 54,6 óbitos/1 milhão. “Dentre os países com população acima de 1 milhão de habitantes, a Bélgica apresentava o maior coeficiente (832,3/1 milhão), seguido pelo Reino Unido (611,0/1 milhão), Espanha (580,4/1 milhão), Itália (566,0/1 milhão) e Suécia (480,6/1 milhão)”.

A França aparece em sexto, com taxa de óbitos por covid-19 de 450,0/1 milhão. Segundo o epidemiologista Átila Iamarino, a Bélgica aparece em primeiro no número de mortes por milhão porque inclui nas estatísticas todos os óbitos suspeitos de novo coronavírus, não apenas os confirmados. No Rio de Janeiro, por outro lado, a tendência é de subnotificação dos casos. A Uerj aponta que apenas 7,2% dos casos de covid-19 são confirmados.

No relatório dessa semana do Observatório Fluminense, os cientistas apontam que o número de casos confirmados e de óbitos por semana epidemiológica continua crescendo em várias regiões do país, enquanto governos estaduais e municipais reduzem as medidas restritivas e voltam a permitir a circulação mais ampla da população.

“Praticamente todos os entes federativos do Brasil ainda apresentam alto contágio (apesar de decrescente), exceções são vistas no AM, CE, em PE, e RR que apresentam sinais de redução. Por outro lado, outros estados como o RS, SC, PR, MG, GO, MS e MT apresentam curvas de progresso do contágio suave em comparação aos outros estados da federação”.

Quanto à mortalidade, os pesquisadores apontam estabilidade no número de registros por semana no país e queda em Alagoas, Amazonas, Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro.

Panorama mundial

No momento em que o número de casos no mundo passa de 8,5 milhões e o de óbitos por covid-19 se aproxima de meio milhão, a análise que o grupo fez envolvendo 16 países indicou que não há tendência de queda no contágio no Brasil, Chile, Suécia e Irã. Estados Unidos e Rússia apresentam nível estável de contágio.

A mortalidade não apresentou tendência de queda no Brasil, Chile, Peru, na Rússia e no Irã. Já na Suécia, há uma melhora com diminuição no número de mortos por semana.

Na América Latina, o grupo de monitoramento aponta para a tendência de contenção da epidemia no Uruguai, enquanto Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Panamá, Peru e República Dominicana não demonstram estar perto do controle do contágio, apesar de terem estabilizado o número de mortos por semana.

No indicador criado pelo grupo do Observatório Fluminense chamado de Semáforo da covid-19, que indica de verde os países ou estados que estão vencendo a pandemia, de amarelo os que estão “quase lá” e de vermelho os que “precisam agir”, o Brasil aparece em vermelho tanto no indicador de novos casos como no de mortes por semana. Todos os estados brasileiros estão com sinal vermelho em ambos indicadores.

O boletim do Ministério da Saúde indica que o Brasil ultrapassou os Estados Unidos em número de casos do novo coronavírus por semana, já que a curva de contaminação aqui começou a estabilizar na semana epidemiológica 23, encerrada no dia 13 de junho, quando foram registrados 177.668 casos. Número próximo ao registrado na semana anterior, quando foram 174.406 novos casos.

A curva norte-americana está em queda desde a semana 15, encerrada em 11 de abril, quando apresentou o pico de 223.595 casos, com novo pico na semana de 213.257 casos na semana 18. Na última semana, os Estados Unidos tiveram 151.148 novos casos. Os Estados Unidos têm hoje 2.196.998 casos de covid-19 e 118.758 óbitos. No Brasil são 978.142 casos e 47.748 óbitos. Os dois países são os que têm mais números de casos e de óbitos pela doença.

 

POLÍCIA CIVIL PRENDE IDOSO NO RIOBACUSADO DE ESTUPRO DE VULNERÁVEL QUE ESTAVA FORAGIDO HÁ DEZ ANOS

 

*SEPOL*
*DGPE / DCAV*

*POLÍCIA CIVIL PRENDE IDOSO ACUSADO DE ESTUPRO DE VULNERÁVEL QUE ESTAVA FORAGIDO HÁ DEZ ANOS*

RO 947/00259/2020

*CUMPRIMENTO DE MANDADO DE PRISÃO PREVENTIVA*

Conduzido: JOSÉ OTACIANO DA COSTA (62)

Policiais Civis da DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima) prenderam na tarde dessa sexta-feira (19/06), JOSÉ OTACIANO DA COSTA (62), contra o qual pendia MANDADO DE PRISÃO PREVENTIVA pelo crime de *ESTUPRO DE VULNERÁVEL*, expedido com base em investigações desenvolvidas pela especializada no procedimento 947-00519/2010.

JOSÉ OTACIANO é acusado de ter abusado sexualmente de uma criança de 4 anos que estava sob os cuidados da esposa dele, que exercia a atividade de babá. Foragido desde 2010, ele foi localizado e preso na casa do filho, no bairro Campinho, em Jacarepaguá.

Ele será encaminhado ao sistema prisional onde permanecerá preso e à disposição da justiça.

_*Polícia Civil*_
_*Em defesa de quem precisar!*_

 

Brasil passa de 1 milhão de casos confirmados de Covid-19

O Brasil passou de 1 milhão de casos confirmados de Covid-19, mostram dados obtidos pela CNN junto a secretarias de saúde estaduais nesta sexta-feira (19). Até as 15h20, o país acumulava 1.008.072 registros de pessoas que têm ou tiveram a doença provocada pelo novo coronavírus.

Com isso, o Brasil passa a ser o segundo país no mundo a ultrapassar a marca de 1 milhão de casos de Covid-19, junto com os EUA. No planeta, já são 8,5 milhões de pessoas que contraíram a doença, segundo a universidade americana Johns Hopkins, que monitora dados da pandemia ao redor do mundo.

O número pode ser ainda maior, visto que esses são apenas os casos registrados pelas secretarias e uma porcentagem pequena da população foi testada até o momento.

Até 26 de maio, dado mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde, 871.839 testes haviam sido feitos nos laboratórios públicos e nos cinco maiores laboratórios privados do país.

A marca foi ultrapassada no mesmo dia em que o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União um conjunto de orientações para apoiar uma “retomada segura” das atividades.

Nesta quinta-feira (18), o balanço da pasta registrou, pelo terceiro dia consecutivo, mais de 1.200 novas mortes por Covid-19.

Ainda nesta semana, a OMS (Organização Mundial da Saúde) disse que a rapidez do crescimento de casos no Brasil está diminuindo, mas que o momento ainda é de “extrema cautela” para evitar uma nova onda da doença.

“Certamente, o aumento do número de casos não está tão exponencial quanto antes. Há alguns sinais de estabilização”, disse o diretor executivo do órgão, Mike Ryan. “Mas já vimos isso acontecer antes. Pode haver sinais de estabilização por uns dias e a doença voltar a decolar”.