Traficantes do Jabour, na Zona Oeste do Rio, colocaram uma faixa na entrada do bairro proibindo o uso de maconha em locais que possam “incomodar os moradores”. Os criminosos se autointitulam como “A melhor gestão”.
No cartaz, os traficantes dizem que é proibido desde sempre agressão física ou verbal contra quem vive no local, além de não ser permitido usar drogas em esquinas, portões, praças e principalmente em escolas.
Um aviso sobre roubos dentro da comunidade ou em bairros vizinhos também foi dado. Segundo os criminosos, quem for pego nesse tipo de ação estará sujeito a “cobranças severas”. A faixa termina com os dizeres: “No mais, Deus proverá”. A Polícia Militar não informou se haverá ação para a retirada do cartaz.
Definição de fofura atualizada com sucesso! Um selinho entre um cachorro e um golfinho viralizou na internet nos últimos dias.
Uma dupla de cães estava navegando com seus donos quando foram surpreendidos pela curiosidade e destreza de um golfinho, que se aproximou do barco e saltou na direção dos cachorros – um deles não resistiu ao charme do golfinho.
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Para “selar” a nova amizade inter-espécies, os dois animais foram literais: deram um selinho. Ao se despedir, expressando sua alegria em ter conquistado um novo amigo, o golfinho realizou um salto sensacional sobre a água, para o deleite do cãozinho e os demais presentes do barco.
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Apesar de ter se tornado viral, o vídeo foi gravado em 2012 e é parte do filme “Dolphins”, produzido pelos fundadores da campanha One World One Ocean – que visa proteger os mares e animais marinhos.
Você conhece o VOAA? VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.
Feuzi Zabaat, de 17 anos, estava caminhando por uma rua de Istambul (Turquia) quando percebeu que uma menina havia subido na janela de um apartamento no segundo andar de prédio. Ciente do perigo que a cena representava, o adolescente argelino resolveu parar. E o seu gesto salvou a criança.
A pequena síria Doha Muhammed, de 2 anos, caiu da janela enquanto a mãe estava cozinhando. Mas Feuzi conseguiu agarrá-la antes que ela atingisse o chão.
A família de Doha saudou Feuzi como herói e lhe deu recompensa de 200 liras turcas (cerca de R$ 133), contou a emissora local DHA.
Tensão! Argentinos se assustam ao ver arma após se perderem na Cidade de Deus
Relato do jornal ‘Olé’ aponta encontro com homem portando uma metralhadora ao lado de um porco
POR LANCE
Messi examina as camisas do Tricolor com os nomes dos ‘hermanos’Reprodução do Instagram
Rio – Os jornalistas argentinos que cobrem a seleção alviceleste nesta Copa América passaram por momentos de tensão na manhã desta última quarta-feira. Os repórteres se perderam na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ao se dirigirem para o CT do Fluminense para acompanhar o treinamento da Argentina e foram parar na comunidade Cidade de Deus.
Uma nova via foi inaugurada neste mês para que o acesso ao CT não passe pela comunidade. O novo caminho, porém, ainda não é reconhecido por alguns mapas de aplicativos do smartphone. O jornalista Martín Eula, do ‘Diario Olé’, detalhou o ocorrido. Confira o relato completo abaixo.
“O porco, o revólver, a Cidade de Deus e Messi”
O motorista do carro escuta o destino e se benze. No Brasil são muito religiosos, mas bastou este sinal (premonitório) para que uma corrida que o GPS indicava durar nove minutos durasse 27, e justificasse o gesto de Rodrigo, a quem praticamente abraçamos quando chegamos ao destino.
A seleção argentina treinou no CT do Fluminense, e o aviso que recebemos no grupo [de whatsapp] da cobertura foi claro: “Às 11h vocês vão poder passar pelo portão, assim esperam dentro do clube, porque a região é brava”. Chamar de “brava” o bairro da Cidade de Deus é ser, no mínimo, benevolente. E para chegar até ali é preciso acertar o caminho ou que o GPS tome a rota certa: se não, você vai parar na boca do lobo, em ruas nas quais quase não passam carros. só os locais passam por ali, pelas ruas que tristemente fazem lembrar tantos bairros da Argentina.
“Sabem como ir?”, pergunta o motorista do carro aos jornalistas do Olé, do Clarín e do La Nación. Outro sinal nada positivo do que será ratificado em seguida, quando o bico do carro entra numa rua sem saída e um morador com uma camisa regata do Vasco da Gama se aproxima a passos rápidos com alguma coisa na mão que não é possível distinguir. Por sorte, rola um diálogo amável com o vascaíno. Ele e seu amigo “Batata” indicam como seguir.
Jornal Olé – Jornalistas argentinos na Cidade de Deus
Montagem feita pelo jornal ‘Olé’ para ilustrar o acontecimento (Foto: Reprodução)
A segunda parada é quando… Como dizer quando aparece um cara com um revólver, um segundo homem com uma metralhadora e um porco andando junto com eles? Os caras se sentiram invadidos, não esperavam visitas, não reconheceram os carros nem os rostos, não estão dispostos a responder perguntas e… vamos cair fora daqui.
A Cidade de Deus tem suas próprias regras, é um país à parte”, diz o motorista enquanto as imagens de Zé Pequeno no filme surgem a mil por hora. Porque o carro atravessa a Cidade de Deus por suas entranhas, por uma rua de movimento fluido, isso sim, mas que ainda nos mantém a cinco minutos do Fluminense.
Há um ano um treino do Flu teve que ser suspenso por causa de um megaoperação policial na vizinhança onde vivem umas 50 mil pessoas (tenta fazer censo ali para ver) na região de Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro. Agora há policiais que — que finalmente indicam o caminho esperado — mas para escoltar a seleção de Messi, que já passou um portão precário, percorreu 600 metros de terra bagunçada e chegou até o único campo do lugar.
Já chegamos, nem demoramos tanto”, diz o motorista nesta rua de terra, diante do outro portão — nem de longe inexpugnável — e um pequeno espaço poeirento onde umas 150 pessoas (entre repórteres, fotógrafos e cinegrafistas) esperam quase uma hora para entrar e ver como Messi e seus companheiros terminam de treinar. Mas espera aí, no meio de todo esse contexto, foi uma panaceia.”
Nesta quarta-feira, 26 de junho, um vídeo que mostra Raíssa Sotero, de 14 anos, sendo morta em uma praia da capital pernambucana, Recife, acabou viralizando. O dia em que o vídeo ficou conhecido em todo o país foi o mesmo em que houve o seu enterro. No local da despedida, muita tristeza e revolta.
O pai da adolescente, que não teve o nome identificado, chegou ao local de cadeira de rodas. Ele falou brevemente ao UOL sobre a dor de perder a filha e contou que estava em uma espécie de lanchonete, quando viu pessoas assistindo a um vídeo. A curiosidade dele foi maior e não demorou muito, o pai de Raíssa também solicitou que visse as imagens.
Já de cara, mesmo com a filha longe, o pai da adolescente garantiu que sentiu calafrios. Desesperado, ele pediu ao dono do aparelho que adiantasse as imagens. As pessoas que viam o vídeo ficaram sem entender, até que ele deu a chocante informação de que aquela menina poderia ser sua filha.
Revolta por lei branda para menores de idade toma conta de enterro e das redes sociais
Também no enterro, como mostra uma matéria do TV Jornal, muitas pessoas ficaram revoltadas com um detalhe. As jovens que assassinaram Raíssa são menores e, por isso, só podem ficar em centros socioeducativos e por pouco tempo. Algumas pessoas solicitaram que os governantes modificassem as leis, afim de que em crimes bárbaros como esse a pena para os maiores de idade seja levada também aos menores.
Algo parecido acontece em algumas regiões dos Estados Unidos, onde frequentemente até crianças são presas por cometerem crimes bárbaros.
Um caminhão tombou na Avenida Brasil, na altura de Irajá, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quinta-feira (27). O acidente aconteceu no sentido Zona Oeste. Um carro foi esmagado pelo peso do veículo. Uma pessoa morreu.
O carro ficou tão destruído que não foi possível identificar o modelo do veículo imediatamente. A vítima foi identificada como Danter Rodrigues Barreto Cabral, de 38 anos. Ele era militar e deixou um filho.
O caminhão transportava frutas e a pista central chegou a ser totalmente interditada. Apenas uma pista está liberada. O trânsito é intenso na região.
Pela carga ser perecível, o dono autorizou que moradores da região levassem as frutas.
Um mototaxista contou aos investigadores da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), na tarde desta quarta-feira, que levou uma das netas da deputada federal Flordelis até o mar de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, cerca de 10 km da casa onde aconteceu o assassinato do pastor Anderson do Carmo. O homem afirmou que no local, ele viu a neta da cantora gospel atirando no mar um celular.
A neta, que já depôs na especializada, nega que tenha atirado o celular no mar. Ela contou aos agentes que foi até o local para relaxar. O fato teria acontecido no mesmo dia da busca e apreensão da polícia na casa da deputada, na última terça-feira.
Nesta busca e apreensão, os agentes da DHNSG apreenderam cerca de 40 celulares, alguns documentos. Entre eles, papéis que estavam sendo queimados em uma fogueira.
Polícia Civil investiga se o celular que a neta jogou no mar pertencia a Flavio dos Santos, filho de Flordelis, que está preso suspeito de participação na morte.
Celular do pastor Anderson do Carmo foi usado horas após sua morte
A Polícia Civil descobriu que o celular do pastor Anderson do Carmo foi usado horas depois dele ser assassinado dentro de casa, em Niterói. O marido da deputada federal Flordelis foi morto durante a madrugada e o aparelho enviou mensagens para grupos de amigos entre 9h e 10h da manhã. O telefone até hoje não foi encontrado.
Um vigilante foi preso nesta quarta-feira (26), em Natal, suspeito de ter assassinado a própria mulher. Detalhe: além de a mulher estar viva, ela ainda mora com ele. O mandado de prisão preventiva foi cumprido por policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O suspeito de feminicídio foi levado para a Central de Flagrantes da Delegacia de Plantão da Zona Sul da cidade, onde permanece detido. Segundo a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, aconteceu que o homem, na verdade, foi preso por “tentativa de homicídio”, ou melhor, “tentativa de feminicídio”, no caso. E, como ambas as situações levam o acusado a júri popular, por se tratar de crimes contra a vida, a tipologia é a mesma.
O TJ acredita que, possivelmente, houve uma falha de comunicação por parte dos policiais que, ao comunicarem ao suspeito o motivo da prisão, devem ter dito que ele estava sendo detido por um crime de feminicídio, como se ele tivesse sido consumado, e não pela tentativa.
O G1 consultou o site do Tribunal de Justiça do RN e encontrou o processo. De fato, o vigilante responde a um crime de feminicídio, no qual o nome da mulher dele realmente aparece como vítima. A questão é que na consulta online não aparece em nenhum momento o termo feminicídio tentado, ou seja, não há menção de que a morte não se consumou.
No processo, inclusive, consta o mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal de Natal. Também na consulta online não há informações de como o crime teria acontecido. Há apenas a referência ao artigo 121 do código penal, que é o crime de matar alguém, com referência ao crime de feminicídio, pela condição de a vítima ser mulher.
O G1 ainda questionou a razão de, na página on line das consultas processuais, não aparecer a tipologia feminicídio tentado, ao invés de apenas feminicídio, como o que consta no momento, mas a assessoria do TJ não soube explicar.
Sobre a prisão, o TJ disse que o homem deve permanecer detido até ser julgado, uma vez que a prisão preventiva, seja ela por motivo de feminicídio tentado ou consumado, foi legal. “Uma possibilidade de a mulher tentar reverter a situação da prisão, é ela constituir um advogado e procurar o Ministério Público para convencer a acusação de que o marido não tentou matá-la. Mas, isto é apenas uma possibilidade”, ressaltou a assessoria do Tribunal.
Voz de prisão
À Inter TV Cabugi, o vigilante disse que foi preso por volta das 18h desta quarta (26), quando estava saindo do trabalho. “Cinco agentes e um delegado me deram voz de prisão. Eu, sem saber de nada, só obedeci. Fui levado para fazer exame de corpo de delito no Itep, depois fui levado para a DHPP e em seguida trazido aqui, para a delegacia. Consta que eu estava foragido desde o dia 5 de junho”, relatou.
Ainda de acordo com o vigilante, ele e a mulher convivem há 7 anos e têm uma filha de 1 ano e 7 meses. “Estou aqui, preso, ainda sem saber o que fazer. Minha esposa esteve aqui na delegacia e também não sabe o que fazer”, acrescentou.
O único problema que o vigilante diz ter tido com a esposa foi uma briga há dois anos, quando ele chegou a responder pelo crime de Maria da Penha. “Foi briga de casal. Cheguei a cumprir uma medida protetiva, e que já foi resolvida e o caso arquivado”, afirma.
‘Vivemos bem, graças a Deus’
A Inter TV Cabugi também falou com a esposa, que é apontada como a vítima do feminicídio. Ela disse que até agora não entende o que aconteceu. “Sobre a briga que tivemos há 2 anos, é um caso que já havíamos dado como encerado. Foi uma briga de casal que já havíamos resolvido. Mas, pelo crime de feminicídio, isso não é justo. A prova é que estou aqui, viva”, disse a mulher.
O Hospital São Tomé Apóstolo, onde se passa a série Sob Pressão, mais uma vez vai sofrer com a interferência da milícia na sua rotina. Desta vez, Aristeu (César Ferrario), o chefe dos milicianos, vai invadir a unidade e render a médica Carolina (Marjorie Estiano) para que ela o atenda.
A polícia descobre que o criminoso está ali, então uma intensa troca de tiros se inicia nos corredores lotados do hospital, colocando a vida de funcionários e pacientes em risco. Com a partida da Seleção Brasileira nesta quinta (27), a RBS TV vai exibir episódio duplo nesta quarta-feira (26), um dos mais aguardados desta terceira e última temporada do programa.
A intensa troca de tiros começa quando Evandro (Julio Andrade) decide aceitar uma ajuda da milícia para salvar a vida de uma paciente. Em uma festa junina promovida por Aristeu (Cesar Ferrario), Roney (João Victor Silva) incentiva a namorada Carminha (Taina Medina) a pular a fogueira, mas ela tropeça e cai, queimando 35% do corpo.
Ela é levada ao hospital, e requer um equipamento para realizar uma broncoscopia para aspirar a secreção dos pulmões. O chefe da milícia consegue o material necessário, mas avisa: “Um dia, eu vou precisar da sua ajuda também”. O alerta vale ainda para os médicos do São Tomé, que preparam um mutirão de atendimento aos moradores da comunidade e não imaginam que a cobrança vai chegar muito rápido.
Filmado inteiro em plano sequência (tomada única), o capítulo tem apenas dois cortes e contou com uma novidade: o ator Julio Andrade, que dá vida ao protagonista Evandro, é o responsável pela direção em parceria com Andrucha Waddington, diretor artístico da série.
– Esse episódio foi um desafio para toda a equipe, porque a gente teve três planos sequências enormes, com muita gente, muitos efeitos especiais. Foi muito difícil, foi uma adrenalina, acho que uma das maiores que eu já vivi dentro da dramaturgia – disse Andrade.
Waddington conta que, para cada plano filmado, foram necessárias seis, sete horas de ensaio:
– Ele [o Julio] dirigiu de dentro da cena e eu, de fora. Foi uma dobradinha superbacana”.
Raquel Cunha / Globo
O convite para Andrade trabalhar também como diretor partiu do próprio Waddington ao ver o interesse que o ator tinha pela função:
– Quando ele não estava gravando, tinha muita curiosidade, estava sempre interessado em ver e acompanhar. Então, fizemos o convite e ele ficou muito feliz.
O diretor também contou que Andrade é muito diferente nas duas funções. Enquanto como ator, ele é mais intuitivo, como diretor, é mais estudioso.
– Anota tudo no caderninho – disse Waddington.
Além desse episódio em plano sequência, o ator foi responsável também pela direção do nono capítulo da terceira temporada, que foi exibido no último dia 20. Andrade contou que seu desejo de dirigir era antigo.
– O meu pai alugava câmeras em festividades, como Natal, e eu pegava o equipamento e fazia imagens da família. Revendo essas imagens, cheguei a conclusão de que eu já tinha essa coisa de querer dirigir muito antes do que eu imaginava, só que nunca forcei a barra – afirmou Andrade.
Para ele, a experiência atrás das câmeras foi maravilhosa. Agora quer dar continuidade ao trabalho.
– Pretendo dirigir, sim, e estudar para aprimorar essa outra faceta – revelou o ator.
Sobre a série, Andrade contou que tem um misto de orgulho e tristeza, já que a atração retrata situações precárias da saúde pública que, muitas vezes, são parte da vida real das pessoas.
– Mas por outro lado, eu penso: alguém tem que fazer isso. E que bom que eu como artista posso contribuir para que as pessoas saibam da realidade, tenham acesso ao que acontece – afirmou.
Um homem de Illinois foi preso por despejar US $ 224.000 mil em esterco na propriedade de seu ex-patrão, apenas duas semanas depois de ganhar US $ 125 milhões na loteria e deixar o emprego. Brian Morris, 54 anos, da pequena cidade de Clarendon Hills, no condado de Dupage, comprou mais de 20 mil toneladas de esterco e pediu que fosse despejado na propriedade de seu ex-patrão, fingindo que era sua residência. Dezenas de caminhões cheios de esterco apareceram na frente da casa por volta das 6:00 da manhã e começaram a despejar sua carga fedorenta sobre o gramado da propriedade. George Fitzgerald, ex-empregador de Morris, foi despertado pelo som dos veículos em sua propriedade e rapidamente chamou a polícia. Infelizmente, a polícia levou mais de 15 minutospara chegar ao local, e mais de 10.000 toneladas de esterco já haviam sido descartadas nesse meio tempo. Brian Morris estava parado do outro lado da rua e rindo quando a polícia chegou, e ele rapidamente veio confessar sua responsabilidade e explicar suas motivações. O tenente Frank Meyers, porta-voz do Departamento de Polícia de Clarendon Hills, encontrou-se com a imprensa algumas horas depois para explicar as motivações por trás desse estranho crime. “O acusado nos disse que trabalhou para a vítima por 17 anos e foi tratado como merda. Ele diz que teve que suportar
seus maus tratos porque precisava do dinheiro, mas agora que ganhou US $ 125 milhões, era hora de se vingar ”. O Departamento de Polícia de Clarendon Hills admitiu que seu tempo de resposta era inadequado e disse que ficaria de olho no Sr. Morris para evitar mais incidentes.
Brian Morris havia atraído muita atenção da mídia há duas semanas, depois de ganhar US $ 125 milhões na loteria Powerball Multi-State.Quando perguntado pelos organizadores o que ele faria com o dinheiro, ele simplesmente respondeu: ” Basta ler as notícias, você verá “. Ele foi libertado sob fiança algumas horas após sua prisão e disse aos repórteres para ” ficarem alertas “, alegando que ele tinha ” algumas outras brincadeiras para encurtar as próximas semanas “.