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Morre mulher que foi atingida com ácido no rosto pelo ex-marido

Após 13 dias internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), morreu, nesta quinta-feira (09/05/2019), Cácia Regina Pereira da Silva, 47 anos. No dia 25 de abril, ela foi vítima de um crime brutal. O ex-marido invadiu a casa dela, em Sobradinho, e jogou ácido no rosto e no corpo de Cácia. É o 11º feminicídio do ano registrado no Distrito Federal.

Câmeras de segurança registraram o momento em que o ex-vigilante Júlio César dos Santos Villa Nova, 55, entra no local onde cometeu o crime. Após jogar ácido sulfúrico nos olhos de Cácia, ele sacou um revólver, mas a arma falhou.

Nas imagens, Cácia sai correndo na rua, em busca de ajuda, após o ataque. Júlio tirou a própria vida após agredir a ex-esposa e usou a mesma arma, que não falhou, quando ele apertou o gatilho no ouvido.

De acordo com pessoas próximas ao casal, Júlio César conseguiu a chave da casa de Cácia – localizada em Nova Colina, em Sobradinho – e fez uma cópia sem que ninguém soubesse, o que reforça a tese de crime premeditado. As câmeras mostram o momento que ele chega ao local, desce do carro duas vezes. Na primeira, olha se tem alguém em casa. Na segunda, já com uma mochila nas costas, onde estaria o ácido, o homem abre o portão da residência da ex.

O casal tinha um filha adolescente, de 13 anos, e estava separado há mais de uma década. Segundo o delegado plantonista da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho), Wander Machado, Júlio sabia que a menina não estaria no local, outra situação que leva a polícia a crer que ele premeditou o crime.

“Não falei que eu ia te matar?”, teria dito Villa Nova à vítima. “Se você não é minha, não vai ser de mais ninguém”. Em seguida, jogou ácido sulfúrico nos olhos de Cácia, momento em que ela começou a gritar por ajuda. No entanto, quando tentou atirar na ex com um revólver de calibre .32, os quatro disparos falharam, dando tempo para que ela fugisse até um bar, onde pediu socorro. A vítima recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhada para o hospital.

 

REPRODUÇÃO

Júlio César dos Santos Villa Nova, 55

O crime

Em vídeos divulgados pela Polícia Civil, é possível ver o vigilante se aproximando do portão da casa da ex, em Nova Colina. Por volta das 20h, ele chega, olha por debaixo do portão e retorna para o carro.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Ua6bBFzXlLA]

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Vxk9CYIj_o0]

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=1_BcBvAO4RA]

Depois, volta para a casa às 20h21, com uma mochila nas costas, abre o portão e entra. Às 21h06, a vítima pode ser vista correndo para a rua, desesperada em busca de ajuda.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=vgssFOk5PeA]

“É possível ver que, quando ele chega, fica no carro esperando criar coragem”, afirma o delegado-chefe da 13ª DP, Hudson Maldonado.”No último vídeo, com zoom, aparece a mão dele empunhando a arma de fogo”, destacou.

Maldonado diz que a forma como o ácido e a arma foram adquiridos ainda está sendo investigada. Não há registros anteriores de ocorrências policiais contra o vigilante desempregado. No entanto, uma pessoa próxima da família contou ao Metrópoles que Cácia já vinha sendo ameaçada havia três anos.

REPRODUÇÃO

Cácia teve o rosto desfigurado após ex jogar ácido sulfúrico nela

“Ela dizia que achava que ele não tinha coragem de fazer”, destacou o familiar, que preferiu se manter no anonimato. Segundo essa mesma pessoa, os médicos informaram que não há mais nada a ser feito por Cácia. Acrescenta ainda que, quando a mulher chegou ao bar em busca de socorro, já apresentava fraturas expostas e perda de cabelo.

Villa Nova teria sido demitido recentemente do shopping onde trabalhava como vigilante e entrado em depressão. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado às 8h11 desta sexta-feira (26/04/2019) para fazer a neutralização e a remoção de resíduos de ácido sulfúrico e objetos contaminados. Até agora, a Delegacia da Mulher (Deam) registrou 5.341 casos de violência doméstica no DF.

 

Neste 2019, o Metrópoles iniciou um projeto editorial para dar visibilidade às tragédias provocadas pela violência de gênero. As histórias de todas as vítimas de feminicídio do Distrito Federal estão sendo contadas em perfis escritos por profissionais do sexo feminino (jornalistas, fotógrafas, artistas gráficas e cinegrafistas), com o propósito de aproximar as pessoas da trajetória de vida dessas mulheres.

O Elas por Elas propõe manter em pauta, durante todo o ano, o tema da violência contra a mulher para alertar a população e as autoridades sobre as graves consequências da cultura do machismo que persiste no país. Desde 1° de janeiro, um contador está em destaque na capa do portal para monitorar e ressaltar os casos de Maria da Penha registrados no DF.

Depressão não é frescura, não é falta de Deus. Quem tem fé também adoece

Não banalize a depressão, nem tenha preconceitos, não espere passar por ela para saber o que é ao sentir na pele a sua existência para que somente depois ajude que a tem.

Ela é um transtorno infeliz, não é apenas uma oscilação de humor, é a devastação da realidade.

Infelizmente, a depressão falada aqui não é aquela formada de rochas cristalinas ou sedimentares, absoluta ou relativa, referente à geografia, mas é aquela depressão que já supera um índice altíssimo de pessoas diagnosticadas.

Aquela depressão que já é a segunda maior causa de incapacitação no mundo, ou seja, de todas as doenças do mundo, a depressão tira a capacidade de produção, de criação e de realização das pessoas. Uma doença extremamente séria e grave, um problema de saúde pública.

Categorizada como leve, moderada ou grave, o que pode depender muito da intensidade dos sintomas, causando impactos diversos no dia a dia de quem dela é acometido.

Depressão não é frescura, não é falta do que fazer. Depressão não é falta de Deus, quem tem fé também adoece.

Depressão é difícil e debilitante, é uma doença crônica de longa duração, que não se resolve em curto espaço de tempo, que quando diagnosticada não é somente por um tipo de sintoma, mas por um conjunto todo. Ela altera o senso de realidade para o negativo, fazendo da pessoa um ser pessimista.

Ter depressão é sentir um vazio inexplicável, um arrastar de dias e noites, uma luta diária, um sufocar de sentimentos, são dores internas cravejadas na alma.

Depressão é quando se tem que sorrir para não explicar a tristeza que insiste em existir.

Ela chega com sintomas massacrantes, trazendo um sentimento de vazio, desesperança, divagação de pensamentos.

É por esses agravantes e muitos outros não citados aqui é que há uma necessidade urgente que as pessoas entendam que a dor do outro não é brincadeira e que a depressão é uma doença que merece respeito, consideração e atenção, pois muitos têm sua vida ceifada devido a esse transtorno.

É preciso estender as mãos, ter um olhar acolhedor e de respeito para com as pessoas portadoras desse mal, que não se tenha preconceito, e que não se ache algo fútil, mas que possa transmitir ao depressivo que, com a ajuda de si mesmo, de profissionais especializados, da família e da compreensão do próximo, esse episódio poderá ser revertido, tratado e curado.

Se você está lendo isso, saiba que não é por acaso. Se sofre desse mal, entenda que ele pode até ser o mal do século, mas não precisa ser necessariamente seu, procure ajuda porque não dura para sempre. Se o bem vem e passa… o mal também.

Existem pessoas capacitadas, informadas, que podem dar todas as ferramentas para você manusear com todo o amor e dedicação essa situação difícil pela qual passa.

Queira o seu bem lute por ele, porque você é a perfeita criação divina manifesta por Deus. E o merecimento da cura e da felicidade é todo seu!

E se você não sofre disso, seja a pessoa que, se não for capacitada, mas informada para ser o abraço amigo, a palavra consoladora, o amor expressivo que pode conduzir essa criatura fragilizada para um caminho adequado em busca da cura.

Seja a pessoa que ouve o depressivo para compreendê-lo, não para respondê-lo! Não julgue sem saber… porque isso pode acontecer com você!


 

 

Vacinação contra a gripe começa dia 10 de abril

Aproximadamente 1,5 milhão de pessoas devem ser vacinadas até o dia 31 de maio

Começa dia 10 de abril a vacinação contra influenza (gripe) da população alvo considerada prioritária pelo Ministério da Saúde. A campanha vai até o dia 31 de maio e tem como objetivo vacinar aproximadamente 1,5 milhão de Idosos, crianças de seis meses a 6 anos incompletos, gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde, portadores de doenças crônicas, professores da rede regular de ensino. O imunizante contribui para a redução de internações, complicações e mortes em decorrência das infecções pelo vírus da gripe.

A campanha começa dia 10 vacinando exclusivamente as crianças, gestantes e os idosos. Os outros grupos prioritários receberão a vacina a partir do dia 22, atendendo a todos até 31 de maio.  Já no sábado dia 4 de maio será o dia D de mobilização, quando postos extras serão montados em toda a cidade para facilitar o acesso da população e o horário de atendimento será ampliado, com as unidades funcionando das 8h às 17h.

Créditos: Mariana Ramos

A vacina estará disponível, durante a campanha, nas 232 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde), de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Para as mulheres até 45 dias do parto, será solicitada comprovação da condição clínica. A meta é vacinar 90% dos grupos alvo recomendados da campanha. Outros grupos também serão vacinados, tais como: população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, nas próprias instituições; portadores de doenças crônicas nas unidades de atenção primária (para estes é necessária apresentação de prescrição médica com a indicação ou algum documento que comprove a condição crônica da doença).

Seguindo a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), para a temporada 2019 a vacina influenza trivalente é composta por cepas dos três tipos de vírus da gripe mais circulantes no Hemisfério Sul e com mais possibilidades de causar quadros graves da doença. O esquema é recomendado conforme a idade do paciente: duas doses para crianças de seis meses a 8 anos de idade que nunca tenham sido vacinadas contra a gripe; e dose única para pacientes a partir de 9 anos. Para quem faz parte dos grupos alvo, é preciso atualização da dose anualmente, em virtude das mudanças de cepas dos vírus influenza.

Estudos demonstram que a vacinação contra a gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% da mortalidade global e em, aproximadamente, 50% as doenças relacionadas à influenza.

Para pessoas que tenham apresentado febre recente, recomenda-se adiar a vacinação até que o estado de saúde melhore. Portadores de doenças neurológicas e síndrome Guillain-Barré devem consultar um médico antes de tomar a vacina e seguir suas orientações. Já pessoas com história de alergia grave e prévia a ovo ou a algum outro componente da vacina não devem se vacinar.

 

PRF apreende nove fuzis na Rio-Santos

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nove fuzis escondido num fundo falso de um carro. O flagrante aconteceu na Rodovia Rio-Santos (BR-101), em Paraty, na tarde de quarta-feira (8). De acordo com a PRF, o armamento seria entregue na comunidade da Rocinha, na Zona Oeste do Rio.

A PRF informou ainda que ao ser abordado, o motorista disse que era “fã” do trabalho da polícia e que podiam revistá-lo. Entretanto, durante a fiscalização, ele caiu em contradição algumas vezes e começou a ficar nervoso. O suspeito levava diversos materiais de uma empresa de telefonia, onde disse trabalhar, dentro do veículo. Ao perceber que os policiais fariam uma revista mais detalhada, começou a dizer que perderia o dia de trabalho e precisava seguir viagem.

Um fundo falso foi encontrado na lataria do carro. Os policiais conseguiram abrir o compartimento com o auxílio de ferramentas. Diversas peças das armas estavam embaladas em material plástico. O armamento estava todo desmontado para facilitar a ocultação.

A Polícia encontrou nove fuzis modelo AK-47, calibre 7,62mm, além dos carregadores. O motorista, que chegou a fazer selfie durante a abordagem, foi preso por tráfico de armas.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Homem estala o pescoço e provoca derrame ao romper artéria

Um homem foi parar no hospital depois de uma resposta anormal que seu corpo deu a um alongamento mal sucedido. O americano Josh Hader, de 28 anos, estalou o pescoço e provocou um derrame nele mesmo ao romper uma artéria no dia 14 de março.

Estrala o pescoço e sofre derrame

Segundo contou ao jornal The Washington Post, Josh estava trabalhando em sua casa em Guthrie, Oklahoma, quando sentiu uma dor familiar em seu pescoço e tentou aliviá-lo. No entanto, ao fazer um alongamento e na sequência estalar o membro, ele quase provocou sua própria morte. “Eu fui esticá-lo e quando eu estava usando minha mão para aplicar um pouco mais de pressão do que deveria, ouvi um estalo“.

JOSH HADER ESTALOU O PESCOÇO E PROVOCOU UM DERRAME NELE MESMO. (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

Músculos dormentes

Quase que imediatamente, após o estalo, seu lado esquerdo começou a ficar dormente. Mas, ainda assim, ele pensou que apenas tivesse ‘beliscado’ um nervo. Porém, quando se dirigiu foi buscar um pacote de gelo para fazer compressa percebeu que algo estava muito errado. “Eu literalmente não conseguia andar em linha reta. Estava quase andando direto para a esquerda”, lembrou.

Menos de uma hora depois, Josh foi parar na emergência do hospital. Lá, os médicos lhe disseram que ele estava sofrendo um “grande derrame” que ele mesmo provocou, pois ao estalar o pescoço havia rompido uma artéria e causado um coágulo. “Ele poderia ter morrido”, disse Vance McCollom, médico do Mercy Hospital em Oklahoma City, à TV KOCO. O médico ainda explicou que Josh rasgou sua artéria vertebral, uma das principais artérias do pescoço que sobe para o cérebro.

Leia também: Bactéria que come carne humana faz mais duas vítimas nos EUA
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Raro, mas não inédito

Já neurologista Kazuma Nakagawa, diretor médico do Comprehensive Stroke Center no Queen’s Medical Center em Honolulu, ao falar sobre o caso com o jornal The Post, afirmou que embora seja raro, não é algo inédito. “As pessoas precisam saber que a dor no pescoço súbita pode potencialmente ser o ponto de partida de um acidente vascular cerebral“, disse Nakagawa.

De acordo com Nakagawa, a situação poderia ter sido muito pior e Josh teve sorte. “Eles são realmente muito mortais”, disse Nakagawa sobre o tipo de derrame que o paciente experimentou. Se um rasgo na artéria vertebral impacta a artéria basilar, Nakagawa disse que o derrame pode ser fatal, causar coma ou deixar uma pessoa em estado vegetativo permanente.

Em 2016, a modelo Katie May, de 34 anos, morreu de derrame após ir ao um quiroprático, informou a CBS News. Posteriormente, uma autópsia descobriu que a artéria vertebral de Katie rasgou como resultado de uma “manipulação do pescoço”, de acordo com o HuffPost.

Recuperação

Embora Josh não tenha perdido nenhuma habilidade cognitiva ou de fala, ele ainda tem problemas de equilíbriodificuldade em controlar seu braço esquerdo e falta de sensibilidade em seu braço e perna direitos, entre outros sintomas persistentes.

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Morte por H1N1 no RJ é confirmada!!

Na última segunda-feira, Mara Ferreira Martins, uma servidora da Educação de Rio das Ostras, Litoral Norte do Rio, morreu por consequências da gripe H1N1. A morte foi confirmada pela Prefeitura e caso venha a ser afirmada pelo Estado, ela terá sido a primeira vítima da doença em 2019. As informações são do site G1.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, em 2019, apenas três casos da doença foram notificados, mas, até então, nenhum fatal. Em 2018, o estado do Rio registrou 30 óbitos de 233 casos notificados. .

Cuidado pra não cair! Patinetes seguem sem regras

Circulação com patinetes elétricos invadiram as ruas das grandes cidades nos últimos meses.

Quem anda pelo centro de grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, certamente, já esbarrou em patinetes elétricos, verdes ou amarelos, aparentemente largados pelas esquinas ou calçadas. A alternativa de transporte surgiu de forma discreta, levantando a curiosidade do brasileiro e, aos poucos, começou a cair no gosto popular, transformando-se em “febre”. Desde a chegada do serviço de aluguel desses equipamentos, é comum ver pessoas circulando rapidamente entre os pedestres ou mesmo entre os carros em pequenos patinetes elétricos.

Na avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, a nova opção traz vantagens para a mobilidade de grandes cidades. Entretanto, é necessário que o Poder Público regulamente o uso do equipamento para que haja regras que garantam a segurança de usuários, motoristas e pedestres.

Professor do Programa de Engenharia de Transporte do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ronaldo Balassiano defende o aumento no número de opções de transporte, sobretudo nos locais onde os carros são os grandes poluidores.

“Do ponto de vista de se locomover em distâncias pequenas, entre 5 km ou 6 km, nas redondezas de casa ou do trabalho, o patinete traz uma contribuição boa para a mobilidade urbana. O grande problema é que as nossas autoridades, responsáveis por regular esses modos, continuam na idade da pedra. O patinete já vem sendo usado nos Estados Unidos e na Europa há alguns anos. Por que nós não nos preparamos para um mínimo de regulamentação?”, questionou.

Os equipamentos, alimentados por uma bateria, podem chegar a uma velocidade máxima de 20 km por hora, tornando difícil frear ou mesmo desviar de um obstáculo a tempo de evitar uma queda ou colisão.

Especialista em mobilidade, Balassiano destacou que a regulamentação do Poder Público trará mais segurança.

Segundo ele, não se trata de “engessar” o modo de transporte, mas evitar acidentes, uma vez que os patinetes alcançam velocidades muito altas para serem usados nas calçadas. “Se atropelar um idoso, uma criança ou uma gestante, a chance de acontecer um acidente grave é muito alta. Por outro lado, nas ruas, a gente sabe que os carros e os ônibus não respeitam nem as bicicletas, o que dirá os patinetes”, advertiu Balassiano.

Na avaliação dele, o ideal é que os patinetes trafeguem em ciclovias ou ciclofaixas, juntamente com as bicicletas.

“O que precisamos é algum tipo de norma para esse veículo, para não causar acidentes com terceiros ou mesmo com os usuários. O mais razoável seria trafegarem, junto com as bicicletas, em faixas específicas e ciclovias. Mas não é isso que acontece”, lamenta o professor.

“Na França, para alugar um patinete, é preciso ter uma carteira de motorista, colocando um veículo que vai ter uma certa velocidade nas mãos de quem já tem alguma ideia de como dirigir”, completou o especialista, sugerindo o desenvolvimento de uma grande campanha conjunta, entre o Poder Público e as empresas, de conscientização dos usuários.

Mobilidade e segurança

Com quase 50 anos de profissão, o taxista Augusto César dos Santos diz que falta respeito por parte das pessoas que andam de patinete no centro do Rio de Janeiro. Eles se misturam ao pesado trânsito urbano das vias centrais, ziguezagueando entre carros e ônibus.

“Eles andam na contramão, não respeitam a legislação, é uma coisa horrível. Eu já tive diversos problemas de quase atropelar, pela imprudência e imperícia deles, principalmente aqui no centro. Tem que se tomar uma atitude, pois isso pode virar morte a qualquer momento”, reclamou o taxista.

Consciente dos riscos e dos benefícios do patinete, a atuária Samara Alce que trabalha no Centro do Rio diz que usa o modal para se deslocar com mais rapidez pelas ruas, mas tem cuidado com a velocidade e não trafega entre os carros.

“Eu tenho muito cuidado para usar o patinete. Quem sabe usar bem, sabe qual o objetivo do patinete, não vai se meter em acidente. Só se envolve em acidente quem quer se arriscar”, disse Samara, que já utilizou quatro vezes o meio de transporte, mas sente falta de que seja oferecido capacete aos usuários.

Para o estudante de direito Igor Santos, o patinete é seguro, desde que se preste atenção ao terreno e se tenha o mínimo de habilidade. Ele costuma usar o equipamento para integrar o transporte de barcas, na Praça 15, com as estações de metrô na Avenida Rio Branco. “É tranquilo. Eu pego daqui para a barca ou de lá para o metrô. É mais rápido”, disse enquanto desbloqueava o equipamento – procedimento padrão feito com o telefone celular, após um cadastramento prévio de dados, incluindo um número de cartão de crédito, para debitar o valor do uso.

Em Brasília, o casal Rodrigo Lima Costa e Claudete Rodrigues experimentou o equipamento pela primeira vez esta semana. Moradores do Entorno do DF e casados há dez anos, eles resolveram usar os patinetes para um momento de lazer, no Parque da Cidade.

“Eu vi um dia desses na rua e me perguntei porque uma pessoa deixava um patinete ali. Depois ela me falou que existia o aplicativo e hoje viemos experimentar. Vamos fazer uma experiência”, disse Rodrigo.

Usuário do serviço desde que ele começou na capital, o ex-servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Leonardo Dias disse que a opção pelo patinete para lazer e pequenos deslocamento na cidade coincidiu com o aumento no preço dos combustíveis.

“Eu tenho um carro que consome muito e o patinete serviu nessas horas justamente pela economicidade e praticidade. Todo mundo fala sobre o perigo de se andar no patinete, mas é muito tranquilo. Agora mesmo rodei quase cinco quilômetros e deu R$ 12. Pela economia, eu indico”, afirmou Leonardo, ressaltando a limitação dos patinetes para percorrer grandes distâncias em razão da pouca autonomia de bateria.Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou não ter vivenciado problemas ao se deslocar de patinete para trabalhar, mas ressaltou que os motoristas ainda não veem a alternativa como meio de transporte, mas como equipamento de lazer.

O ex-servidor público disse ainda que, mesmo utilizando os patinetes para se deslocar na cidade, não acredita na necessidade de regulamentação do serviço. “As bikes vieram, mas logo depois vieram os patinetes e tomaram conta. Muita gente, querendo ou não, está optando pelo patinete quando o deslocamento é muito próximo. Mas como o serviço é novo, não acho ainda necessária uma regulamentação”, afirmou.

Agencia Brasil.

 

Como Adquirir Inteligência Emocional

Olá!

Nossa qualidade de vida é altamente dependente das nossas emoções. Mais até que nossa capacidade financeira.

Uma pessoa financeiramente limitada mas repleta de emoções positivas como alegria, paz e autoconfiança vive melhor que uma pessoa com dinheiro sobrando mas que vive em meio a emoções negativas como tristeza, stress, raiva e medo.

Afinal, nossa felicidade e bem-estar é determinada pelo que sentimos. Pelo nível de satisfação e felicidade que alcançamos.

Por isso, aprender a ter controle das nossas emoções é chave para uma maior qualidade de vida. Ajuda a nos sentirmos melhor. Vivermos melhor com nós mesmos e nos relacionarmos melhor com os outros.

E isso tem nome. Chama-se inteligência emocional. Esse é um termo que popularizado por Daniel Goleman, em seu livro sobre o tema.

Inteligência emocional é a nossa capacidade de entender e gerenciar as emoções existentes em nós e nos nossos relacionamentos.

Imagine um cenário em que alguém agiu de forma incorreta com você.

Isso irritou você e fez com que ficasse com muita raiva. Então você decide ir tirar satisfação com a pessoa. Durante a discussão deixa o sangue subir, se exalta, ofende e por pouco não parte para a agressão física.

Esse é um exemplo de pouca inteligência emocional. Primeiro porque você não conseguiu controlar suas próprias emoções. Deixou que a raiva e irritação tomasse conta de você e até mesmo de suas atitudes.

Em segundo, porque não conseguiu lidar de forma emocionalmente inteligente com a outra pessoa.

A inteligência emocional nas organizações também tem papel de destaque.

Grandes líderes dispõem de uma grande habilidade de controlar suas emoções e manter a calma em situações de tremenda pressão. Pressão por resultados, pressão de clientes, funcionários.

Também são muito hábeis em entender a emoção dos outros e assim conseguir estabelecer melhores relações profissionais. Precisam saber se comunicar, persuadir, dialogar, inspirar e motivar.

Todos atributos ligados a inteligência emocional.

Nas relações pessoais, a inteligência emocional tem papel crítico.

É necessária para você conseguir estabelecer sintonia em relações próximas como esposa, marido, filhos, família e amigos. Sem inteligência emocional essas relações facilmente descambam para briga e desentendimento.

Mas como adquirir inteligência emocional? A boa notícia é que isso é possível. Existem quatro pilares que precisamos trabalhar para desenvolvê-la.

1. Autoconhecimento emocional

É saber o que estamos sentindo e por que estamos sentindo.

Muitas vezes as emoções passam por nós de forma devastadora. Ficamos nos sentindo mal, mas sem sequer nos darmos conta de onde isso vem.

O autoconhecimento emocional é tomar maior consciência das emoções. Algo do tipo: “Isso que estou sentindo é raiva e o motivo de estar me sentindo assim é porque aquela pessoa estava falando coisas erradas a meu respeito. ”

Algumas dicas para você conhecer melhor as suas próprias emoções:

  • Pergunte-se qual o sentimento que está tendo. É frustração, tristeza, angústia…
  • Pergunte-se por que está sentindo isso. O que causou esse sentimento? Talvez seja medo do futuro. Talvez seja porque não consegui algo que queria. O que é exatamente?

2. Controle emocional

O autocontrole emocional diz respeito a nossa habilidade de manter o controle sobre nossas emoções. Não deixar que elas atrapalhem nossa vida. Pelo contrário, nutrir emoções positivas para que possamos viver melhor.

Por exemplo, conseguir manter o controle quando se está com raiva. Assim evitar de perder a cabeça e fazer alguma besteira que não devia.

Também cultivar otimismo e positividade pra não se deixar derrubar quando você está se sentindo pra baixo e com vontade de desistir de tudo.

Esta habilidade precisa entrar em campo, em especial, quando estamos sendo demasiadamente dramáticos. Achando que o que está acontecendo é muito horrível e a vida vai ser um desastre em função do ocorrido.

Algumas pessoas chegam a ficar deprimidas ou à beira de um ataque de nervos. Isso é péssimo pois coloca você num estado de infelicidade e bloqueia você de produzir e fazer as coisas que precisa para ter uma vida melhor.

Algumas dicas para você aumentar seu controle emocional:

  • Saiba que você tem controle sobre as emoções que sente e pode escolher eliminar as negativas e abrir espaço para as positivas. Utilize a sua consciência e inteligência para isso.
  • Não se deixe afetar pela negatividade de outros. Saiba que você é independente e pode escolher ficar emocionalmente bem. Repita a si mesmo: “Eu tenho controle sobre minhas emoções e vou gerar as emoções que me fazem sentir bem. ”
  • Descarregue as emoções negativas. Uma dica é escrever tudo num papel, depois rasgar e jogar fora. Atividade física também é ótimo para reenergizar. Sair para dar uma caminhada longa e suar um pouco é uma coisa que acalma.

3. Empatia

Empatia é se colocar no lugar do outro pra entender a forma dessa pessoa agir, suas emoções e sentimentos.

Esse é um exercício que contribui em duas grandes frentes. Em primeiro lugar, contribui para melhorar sua habilidade de relacionamento.

Em segundo entender o outro é uma excelente forma de conhecermos melhor a nós mesmos. Isso pois você aprende mais sobre emoções e sentimentos e pode aplicar melhor essa habilidade em si mesmo.

Algumas dicas para você aumentar sua empatia:

  • Pense sobre o motivo pelo qual a pessoa pode estar agindo daquela maneira.
  • Tente imaginar o que ela está sentindo
  • Se tiver liberdade, pergunte para essa pessoa o que ela está pensando e o que está sentindo

4. Habilidade social

É a habilidade de ter melhores relações interpessoais. Criar amigos, bons relacionamentos no trabalho, sintonia nas relações pessoais.

Liderança, gestão de conflitos e trabalho em equipe são outros exemplos de características nesta área.

Algumas dicas para você melhorar sua habilidade social:

  • Encontre pontos de entendimento com as pessoas que está tendo uma relação difícil na família e tente construir sintonia a partir daí
  • Socialize. Tenha contato com pessoas e tente estabelecer uma conexão com elas.
  • Candidate-se para liderar uma iniciativa no trabalho e forme uma equipe que queira trabalhar com você

Inteligência emocional é chave para nossa melhor performance no trabalho e na vida pessoal.

Muitas pessoas têm um sobe e desce de emoções durante o dia. É uma montanha russa emocional. Tristeza, medo, ansiedade, raiva, stress. Existe uma dificuldade imensa de se estabilizar emocionalmente. É importante mudar isso.

Ter inteligência emocional é saber lidar com nossas emoções para o nosso próprio benefício sem deixá-las que atrapalhem nossa vida.

Entender as suas emoções e saber controlá-las é crucial para seguir a vida de forma positiva. Se você deixar suas emoções levarem você para onde querem, pode acabar tendo surpresas desagradáveis.

Controlar a raiva, tolerar o stress, saber viver em paz e em equilíbrio. Todas essas são habilidades que precisamos cultivar e desenvolver.

Quanto mais inteligência emocional você tem, mais você consegue viver bem e em equilíbrio, independentemente das circunstâncias externas por mais difíceis que estejam sendo naquele momento.

Aprenda a tomar conta dos seus sentimentos. Sua vida vai ficar bem melhor.

 

Fonte: EvoluçãoPessoal.com.br

Pesquisa afirma que metade das mulheres não sabe de onde sai o xixi

Você sabe como funciona a vagina e de onde sai o xixi? Uma pesquisa da empresa britânica YouGov mediu o grau de instrução da população inglesa sobre a anatomia feminina e chegou a uma conclusão alarmante: 50% das entrevistadas não têm ideia da diferença entre os orifícios e uma entre cada cinco entrevistadas acredita que a urina é liberada pelo mesmo lugar onde saem os bebês.

O xixi é liberado pela uretra, que é ligada à bexiga. Bebês e menstruação saem pela vagina, que se relaciona com o útero. Útero e bexiga não possuem nenhuma conexão.

A falta de informações sobre o próprio corpo preocupa os médicos. Sem saber como funciona a vagina e nem os nomes de cada uma das partes do sistema reprodutor, fica complicado explicar ao ginecologista quando aparece algo diferente. “Alguns sintomas ginecológicos podem ser vagos e difíceis de descrever. Um caroço na vagina é muito diferente de um caroço na vulva, por exemplo. Queremos otimizar o tempo que temos com o paciente no cuidado primário”, explicou a médica Ellie Cannon ao jornal inglês The Sun.

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Nudismo evangélico cresce e se espalha pelo Brasil; Conheça os “naturalistas cristãos”

A prática do nudismo tem crescido entre evangélicos, mas não apenas nos locais destinados aos encontros sociais sem roupa, como praias, por exemplo, mas também em templos – sim, durante os cultos – e em reuniões de leitura da Bíblia e oração.

Autodenominados “naturistas cristãos”, os adeptos do nudismo evangélico não surgiram no Brasil, mas já se espalham pelas terras tupiniquins, e se organizam em comunidade, realizando encontros nas praias dedicadas à prática.

“Somos um grupo de cristãos de diferentes igrejas que descobriram na prática naturista uma forma de desenvolvimento pessoal, de comunhão mais profunda ou, em alguns casos, apenas uma saudável opção de lazer. Apesar do direcionamento predominantemente evangélico estamos abertos a cristãos de todas as correntes, já que não acreditamos na discriminação. Assim como o cristianismo, o naturismo também não se restringe a grupos sociais específicos, sendo composto por pessoas das mais diferentes profissões, níveis de escolaridade, faixas etárias e classes sociais. Naturistas aprendem a enxergar o outro além dos rótulos”, definem-se os integrantes desse movimento, segundo informações do Genizah.

Um dos integrantes do movimento de nudismo evangélico é Estevão Prestes, que já foi expulso de uma congregação da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) por conta dos hábitos de orar nu, e hoje frequenta uma Igreja Presbiteriana.

“Quando meus hábitos foram descobertos, fui chamado pelos pastores a um conselho. Houve a leitura de acusação formal de comportamento imoral”, relembra Estevão, antes de dizer que atualmente sofre menos repudio: “Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem me aceitam”.

O comerciante Carlos Moreira deixa clara sua convicção na prática do nudismo como uma coisa natural: “Não me considero um pecador. Na minha vida, o naturismo antecedeu a religião. Fico nu há 15 anos, desde que fui à Praia de Trancoso, na Bahia. Já frequentei Abricó e gosto da Praia Olho de Boi. Há sete anos, eu me tornei evangélico. Não me considero um pecador por ainda buscar praias de nudismo. Onde está na palavra de Deus que é proibido ficar nu? Temos o espírito livre e puro. O que dizer do Carnaval, então? E das revistas de mulheres ou homens pelados? Nós temos uma filosofia de vida: a do respeito ao próximo”.

Pecado?

Entre os argumentos favoráveis à prática do nudismo evangélico, está a ideia de que o pecado reside na intenção: “Detesto roupas, o que não quer dizer que eu não tenha Deus no coração. Imoral é o que se faz de sujo com o corpo”, diz o programador Nelci Rones Pereira de Sousa, membro de uma Igreja Batista, mas afastado da congregação. “Não sofri nenhuma crítica. É pura falta de tempo mesmo”, diz, sobre o fato de não frequentar mais os cultos.

A prática vem se espalhado inclusive através de vídeos – e com adesão até de igrejas pentecostais – e os adeptos dizem sentir a presença de Deus nas reuniões: “Me encantei com o respeito e a pureza. Ser naturista é estar em contato pleno com o Senhor”, diz uma pastora que preferiu manter-se anônima.

O líder de uma igreja nos Estados Unidos que realiza cultos nudistas defende a prática como uma expressão sintetizada dos princípios cristãos: “Todos os frequentadores de nossa igreja são apenas seres humanos. Sem riqueza pessoal ou aparência glamorosa, todas as pessoas são iguais”, argumenta o pastor Allen Parker, que prega também prega nu.

Do contra

Porém, não são todos os que consideram a prática do nudismo como algo aceitável. Uma comunidade dedicada a responder dúvidas de fiéis, GotQuestions, publicou um artigo dizendo que a Bíblia repudia a prática.

“Embora os padrões do mundo possam autorizar ou até mesmo incentivar a nudez, a Bíblia tem uma perspectiva diferente. É verdade que os primeiros seres humanos foram criados despidos por Deus (Gênesis 2:25). Adão e Eva eram inocentes em sua nudez, mas, depois da queda, tudo mudou. Quando eles pecaram, “foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus” (Gn 3:7). Nunca antes eles perceberam que estavam nus, e os conceitos de “vestido” e “despido” eram sem sentido para eles. O pecado afetou seus corações e mentes, criando vulnerabilidade, culpa e vergonha, e estas coisas produziram medo (versículo 10). Em sua tentativa de cobrir sua vergonha espiritual, Adão e Eva cobriram intuitivamente seus corpos. Devemos notar que, quando Deus tirou as folhas de figueira, substituiu-a com algo mais permanente como peles de animais (versículo 21). Assim, Deus considera como necessário o uso de roupas adequadas neste mundo caído”, diz o texto.

O artigo que argumenta contra a prática ainda acrescenta que a “nudez agora tem implicações pecaminosas ligadas a ela”, e acrescenta que “com poucas exceções, a Bíblia apresenta a nudez como algo vergonhoso e degradante (Gênesis 9:21; Êxodo 20:26; 32:25, 2 Crônicas 28:19, Isaías 47:3, Ezequiel 16:35-36, Lucas 8:27; Apocalipse 3:17, 16:15; 17:16). As únicas passagens em que a nudez é livre de vergonha são aqueles que descrevem o cenário idílico do Éden ou que lidam com relações conjugais (Provérbios 5:18-19; Cantares de Salomão 4)”.