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URGENTE!! IDENTIFICADOS TRAFICANTES FORTEMENTE ARMADOS NUMA COMUNIDADE EM CAMPO GRANDE

 

Na noite desta sexta-feira (09), um vídeo que circula nas redes sociais expôs a presença de criminosos fortemente armados na comunidade conhecida como Barbante, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O local, historicamente apontado por autoridades como um dos principais quartéis-generais da milícia na região, foi cenário de uma demonstração de força protagonizada por integrantes do chamado “Bonde do RD”.

Nas imagens, é possível ver ao menos um homem portando um fuzil de grosso calibre. Segundo investigações preliminares, o indivíduo foi identificado como Sapo, também conhecido pelo apelido de Baleado, ex-integrante da milícia e atual homem de confiança de RD – ou Gaguinho, como também é chamado.

A aparição de Sapo/Baleado em território controlado por milicianos levanta sérias suspeitas de uma movimentação estratégica do tráfico de drogas na Zona Oeste. Fontes ligadas à segurança pública afirmam que o “Bonde do RD” é um braço do Comando Vermelho (CV) e que o registro indica uma possível ofensiva ou tentativa de domínio sobre áreas controladas por grupos rivais.

O Barbante, por sua localização e conexões históricas, é considerado estratégico para o crime organizado. A comunidade serve como ponto de acesso a diferentes regiões de Campo Grande e também a bairros vizinhos. Nos últimos anos, a disputa entre milícia e tráfico pela área resultou em confrontos armados, toques de recolher e aumento da sensação de insegurança para os moradores.

A presença ostensiva de criminosos no vídeo também desafia diretamente a atuação das forças de segurança. Especialistas apontam que a gravação, além de registrar o momento, pode ter sido produzida como forma de intimidação contra rivais e demonstração de poder para a população local.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e da 35ª DP (Campo Grande), já teria iniciado diligências para confirmar a autenticidade das imagens, identificar todos os participantes e apurar as circunstâncias do vídeo. O objetivo é entender se o encontro registrado foi um episódio isolado ou parte de uma ofensiva maior do tráfico contra a milícia.

Moradores, que pedem para não serem identificados, relatam medo e incerteza. “Aqui a gente vive cercado por criminosos de todos os lados. Quem sofre é sempre a comunidade”, desabafou uma moradora.

O clima na região é de tensão, e há receio de novos confrontos nos próximos dias. A Polícia Militar informou que intensificará o patrulhamento e que ações integradas serão realizadas para impedir o avanço de facções criminosas na Zona Oeste.

 

 

Investigações Revelam Acordo Inédito Entre CV e ADA para Criar Aplicativo de Controle do Transporte Alternativo

 

Uma investigação conduzida pela 34ª Delegacia de Polícia (Bangu) revelou um esquema inédito de cooperação entre duas das maiores facções criminosas do Rio de Janeiro: Comando Vermelho (CV) e Amigos dos Amigos (ADA). Segundo as apurações, líderes das organizações se reuniram por videoconferência no início deste ano para idealizar e implementar um aplicativo exclusivo de controle do transporte alternativo, com o objetivo de arrecadar fundos para o tráfico e ampliar o poder de influência sobre comunidades.

De acordo com o relatório da polícia, participaram da reunião Doca, apontado como liderança do CV no Complexo da Penha, e Celsinho da Vila Vintém, chefe da ADA na Zona Oeste. A autorização final para a parceria teria sido dada por Sombrão da Vila Kennedy, também ligado ao CV, considerado um dos articuladores mais influentes da facção.

O acordo entre rivais históricos surpreendeu até investigadores experientes. Pela negociação, o Comando Vermelho passou a operar em áreas controladas pela Amigos dos Amigos, como a própria Vila Vintém e a Vila Sapê, ambas na Zona Oeste, em troca de armas e de parte dos lucros obtidos com o transporte clandestino.

O aplicativo criado pelas facções funcionou de forma sigilosa, mas extremamente organizada. Ele operou por cerca de três meses em comunidades dominadas tanto pelo CV quanto pela ADA. Nesse período, aproximadamente 300 mototaxistas foram cadastrados, todos obrigados a utilizar exclusivamente a plataforma para receber corridas. O sistema registrava as viagens, controlava preços e estabelecia a taxa repassada diretamente para os cofres do tráfico.

Investigações apontam que o aplicativo exigia dos mototaxistas pagamentos semanais em forma de “taxa de operação” e, em alguns casos, valores adicionais para liberação de corridas em horários e rotas de maior demanda. Quem descumpria as regras sofria ameaças e, em situações mais graves, era impedido de trabalhar.

Segundo policiais ouvidos, o esquema representava uma nova fase no controle territorial das facções, indo além do domínio sobre pontos de venda de drogas e chegando ao monopólio de serviços essenciais nas comunidades. “O transporte alternativo é vital para moradores de áreas onde o acesso por ônibus ou metrô é limitado. Controlar esse serviço significa ter poder econômico e social”, explicou um investigador.

A 34ª DP identificou ainda que a tecnologia do aplicativo pode ter sido desenvolvida com auxílio de criminosos ligados a golpes virtuais e clonagem de contas, prática comum entre integrantes de facções que diversificaram suas fontes de renda.

Com as provas obtidas, a Polícia Civil prepara um pedido de prisão preventiva contra os líderes envolvidos e tenta identificar desenvolvedores e operadores do sistema. A expectativa é que, com a prisão de articuladores-chave, o uso do aplicativo seja totalmente interrompido, embora haja receio de que o modelo possa ser replicado em outras comunidades.

As investigações seguem em andamento e apontam para um cenário preocupante: a cooperação inédita entre facções rivais pode se tornar um precedente para novas parcerias criminosas no estado.

 

 

URGENTE: Traficantes do Comando Vermelho gravam vídeo em comunidade de Campo Grande!! Veja o video

 

 

Na noite desta sexta-feira (08), traficantes ligados ao Comando Vermelho (CV) gravaram um vídeo dentro do Barbante, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O registro, que já circula nas redes sociais, acende um alerta para a escalada de tensão na região.

O Barbante é conhecido por ser uma área dominada pela milícia, e a presença ostensiva de criminosos do CV indica um possível avanço do grupo rival. Moradores relatam que a disputa entre as facções não é recente: há meses, o bairro vem sendo palco de uma guerra silenciosa, com trocas de tiros esporádicas, intimidações e movimentações estratégicas.

No vídeo, os integrantes aparecem exibindo armas de grosso calibre e enviando recados para os inimigos, reforçando a ocupação no território. A ação é interpretada como uma provocação direta à milícia que atua na região.

A guerra entre Comando Vermelho e milicianos na Zona Oeste já deixou diversas vítimas nos últimos anos, incluindo moradores atingidos por balas perdidas e comerciantes ameaçados para pagar “taxas” às facções. Autoridades temem que a nova demonstração de força resulte em confrontos ainda mais violentos nos próximos dias.

A Polícia Militar ainda não se pronunciou oficialmente sobre o vídeo, mas reforços podem ser enviados para a área, considerada estratégica devido à ligação com outras comunidades e pontos de acesso importantes.

Enquanto isso, moradores relatam medo e insegurança: “A gente nunca sabe quando vai ter tiroteio. Um dia é a milícia, no outro é o tráfico. Estamos no meio do fogo cruzado”, disse um morador que pediu para não ser identificado.

A tensão no Barbante é apenas um retrato do cenário mais amplo na Zona Oeste, onde a disputa por territórios entre facções criminosas e milícias segue intensa, desafiando o poder público e colocando a população em risco constante.

 

Lula viaja na maionese e diz que fez mais obras que D. Pedro II

 

Título:
Lula Comete Gafe Histórica ao Comparar Obras no Acre com as de Dom Pedro II

Em um discurso recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que os seus mandatos, somados ao da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), realizaram mais obras no estado do Acre do que todos os presidentes desde 1988 — e, para reforçar a comparação, declarou que até mesmo superou Dom Pedro II.

A declaração foi divulgada pelo site Aliados Brasil Notícias, que rapidamente apontou uma falha grave na fala de Lula: um erro histórico que torna a comparação impraticável. Isso porque o Acre sequer fazia parte do Brasil durante o reinado de Dom Pedro II. O estado só foi incorporado ao território nacional em 1903, por meio do Tratado de Petrópolis, firmado já no período republicano.

O Tratado foi resultado de um acordo diplomático com a Bolívia, encerrando disputas territoriais e conflitos armados na região. Ou seja, no período do Segundo Reinado — encerrado em 1889 — o Acre ainda era território boliviano. Dom Pedro II, inclusive, faleceu em dezembro de 1891, mais de uma década antes da anexação acreana ao Brasil.

A gafe chamou atenção por não ser apenas uma questão de comparação política, mas também de precisão histórica. Ao mencionar Dom Pedro II como parâmetro para avaliar obras no Acre, Lula acabou citando um governante que jamais teve qualquer relação administrativa com o território. Especialistas em história política destacam que o uso de comparações desse tipo pode gerar interpretações equivocadas e distorcer a compreensão dos fatos.

O site também ressaltou que, embora seja comum que líderes políticos utilizem figuras históricas para dar peso a suas realizações, é fundamental que tais referências se sustentem em dados concretos. No caso específico, a menção ao monarca brasileiro desconsidera o contexto geopolítico da época, criando uma narrativa incompatível com a linha do tempo real dos acontecimentos.

No campo político, adversários aproveitaram a ocasião para criticar a fala do presidente, apontando que equívocos dessa natureza comprometem a credibilidade do discurso. Já apoiadores minimizaram a situação, argumentando que Lula utilizou a referência de forma figurada, com a intenção de enfatizar o volume de obras realizadas no estado, sem pretensão de fazer uma análise histórica literal.

Apesar da polêmica, o episódio reacende o debate sobre a importância do rigor histórico no discurso político. Em tempos de circulação acelerada de informações e checagens quase instantâneas, qualquer deslize — mesmo que de tom retórico — pode se transformar rapidamente em pauta nacional.

Para o Acre, a declaração acabou trazendo um efeito colateral: reacendeu o interesse público sobre a própria história da incorporação do território ao Brasil. Muitos internautas passaram a pesquisar sobre o Tratado de Petrópolis e o contexto político que levou à sua assinatura, gerando uma onda de publicações nas redes sociais com curiosidades e fatos históricos sobre o estado.

No fim, a frase de Lula, que pretendia ressaltar conquistas de sua gestão, acabou se transformando em mais um episódio de debate sobre memória histórica e precisão nos discursos presidenciais. Afinal, como a própria História ensina, fatos e datas não são apenas detalhes — eles moldam a verdade que fica registrada para as próximas gerações.

 

STF JULGA LEI QUE PROÍBE CRIANÇAS EM PARADAS GAY E VOTO DE GILMAR MENDES PEDE ANULAÇÃO

 

 

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a constitucionalidade de uma lei sancionada no estado do Amazonas, em 2023, que proíbe a participação de crianças e adolescentes em paradas do orgulho LGBTQIA+, sob pena de multa que pode chegar a R$ 10 mil por hora de exposição considerada inadequada. A norma, aprovada pela Assembleia Legislativa do estado, prevê exceção apenas mediante autorização judicial prévia.

De acordo com o texto, a restrição busca evitar a presença de menores em ambientes com nudez ou manifestações de cunho erótico, sob a justificativa de proteger crianças e adolescentes de conteúdos classificados como impróprios para a faixa etária.

Até o momento, quatro ministros já votaram pela anulação da lei, entre eles o relator Gilmar Mendes. Para o magistrado, a medida viola princípios constitucionais como pluralismo, dignidade da pessoa humana e liberdade de expressão, além de reforçar estigmas contra a comunidade LGBTQIA+. Mendes defendeu que eventos públicos não podem ser alvo de proibições que discriminem grupos específicos, ressaltando que a legislação já prevê formas de proteger menores sem recorrer a proibições amplas e direcionadas.

A Advocacia-Geral da União (AGU) também se posicionou contra a norma estadual. Em sustentação, o órgão argumentou que apenas a União possui competência para legislar sobre o tema e que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já estabelece mecanismos para garantir a proteção dos direitos dos menores de idade. Segundo a AGU, a lei do Amazonas cria barreiras desnecessárias e de caráter discriminatório.

Por outro lado, a Procuradoria-Geral da República (PGR), representada pelo procurador-geral Paulo Gonet, manifestou-se favorável à manutenção da lei. A PGR sustenta que é papel do Estado prevenir que crianças sejam expostas a conteúdos de natureza sexual explícita ou implícita, considerando que as paradas frequentemente incluem expressões de sensualidade ou erotismo que fazem parte do universo adulto. Para o órgão, a medida é uma forma legítima de preservação do desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.

O julgamento ainda está em andamento e poderá definir se estados podem ou não impor restrições específicas à participação de menores em eventos públicos com base no conteúdo apresentado. A decisão terá repercussão não apenas no Amazonas, mas também em outras unidades da federação que cogitem adotar regras semelhantes.

O resultado final depende dos votos restantes, e o debate já mobiliza opiniões divergentes na sociedade, envolvendo temas como liberdade individual, proteção de menores e combate à discriminação. A decisão do STF será determinante para balizar os limites entre direitos fundamentais e deveres de proteção estatal.

AÇÃO DA SUBPREFEITURA REMOVE BAR ILEGAL E DEVOLVE ORDEM À PASSARELA DA RODOVIÁRIA DE CAMPO GRANDE

 

 

Nesta sexta-feira (08), uma operação conjunta da Prefeitura do Rio e da Subprefeitura da Zona Oeste promoveu um importante trabalho de ordenamento na passarela da Rodoviária de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação foi motivada após a circulação de vídeos nas redes sociais que mostravam a instalação de um bar ilegal no local, em plena área de passagem de pedestres.

As imagens que viralizaram revelavam um cenário completamente irregular: mesas, cadeiras, guarda-sol e até freezer ocupavam o espaço, dificultando o fluxo de pessoas que utilizam diariamente a passarela para acessar a rodoviária e o comércio da região. A montagem improvisada chamou a atenção pela ousadia e levantou debates sobre a falta de fiscalização no ponto.

Com a mobilização da equipe da Subprefeitura, liderada pelo subprefeito Bruno Scooby, o espaço foi rapidamente desobstruído. Todo o material do bar ilegal foi retirado e a área voltou a estar livre para a circulação segura da população.

Quem passava pelo local durante a ação elogiou a iniciativa. Muitos moradores e usuários da rodoviária afirmaram que medidas como essa deveriam ser realizadas com frequência para coibir o retorno de ambulantes ilegais. “A passarela é para passagem, não para virar bar. Esse tipo de fiscalização tem que ser constante”, comentou um morador que preferiu não se identificar.

A operação reforça o compromisso da Prefeitura com a manutenção da ordem urbana e com o cumprimento das regras de uso do espaço público. Segundo informações da Subprefeitura, o objetivo é ampliar a fiscalização em áreas estratégicas de Campo Grande, principalmente em locais de grande circulação de pessoas, para evitar ocupações irregulares que prejudiquem a mobilidade e a segurança.

O subprefeito Bruno Scooby destacou que a ação é resultado da atenção às demandas da própria população, que vem denunciando irregularidades. “A Zona Oeste precisa de respeito e cuidado. Estamos atentos e vamos continuar trabalhando para garantir que o espaço público seja usado da forma correta”, declarou.

Moradores e frequentadores da região esperajm que este seja apenas o início de uma rotina de operações desse tipo. A expectativa é que a presença constante da fiscalização iniba práticas ilegais e mantenha a passarela como um espaço seguro, organizado e funcional para todos.

Campo Grande agradece e torce para que a ordem prevaleça.

 

( VIDEO) TURISTA É DOPADO E ABANDONADO EM PRAIA DO RIO POR TRÊS MULHERES

 

 

 

Na noite desta sexta-feira (07), um caso chocante ganhou repercussão nas redes sociais e acendeu o alerta para crimes contra turistas no Rio de Janeiro. Um homem, aparentemente estrangeiro, foi encontrado desacordado nas proximidades do Posto 9, em Ipanema, Zona Sul da cidade.

De acordo com informações preliminares, a vítima teria sido dopada por três mulheres, que fugiram do local em um táxi logo após o crime. As imagens, que circulam intensamente nas redes sociais, mostram o momento em que o homem é deixado na calçada, aparentemente sem condições de reagir ou pedir ajuda.

A suspeita é de que ele tenha sido vítima da chamada “Boa Noite, Cinderela” — golpe no qual substâncias entorpecentes são misturadas em bebidas ou alimentos, deixando a vítima inconsciente para facilitar roubos. Ainda não há informações oficiais sobre pertences levados ou o estado de saúde do homem.

Moradores e frequentadores da orla de Ipanema afirmam que casos semelhantes têm ocorrido com frequência, especialmente contra turistas, atraindo a atenção de quadrilhas especializadas. “Infelizmente, isso está virando rotina. Eles miram estrangeiros porque sabem que carregam dinheiro e objetos de valor”, disse um comerciante da região.

A Polícia Civil informou que vai analisar as imagens que circulam online para tentar identificar as suspeitas e o táxi utilizado na fuga. O caso deverá ser investigado pela Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT), responsável por ocorrências envolvendo visitantes na cidade.

Autoridades reforçam a importância de turistas e moradores manterem atenção redobrada, evitando aceitar bebidas ou alimentos de desconhecidos e, sempre que possível, andando acompanhados. O episódio reacende o debate sobre segurança pública e a proteção da imagem do Rio como destino turístico internacional.

JUSTIÇA MANTÉM PRISÃO DE ORUAM: DESEMBARGADORA APONTA POSTURA “AUDACIOSA” DO RAPPER

 

 

A desembargadora Márcia Perrini, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do rapper Oruam, mantendo sua prisão preventiva.

Na decisão, a magistrada destacou que o artista apresenta postura “audaciosa” e que sua liberdade representaria risco à ordem pública. Segundo Perrini, as circunstâncias do caso e o comportamento do acusado indicam que a prisão é necessária para evitar a continuidade de possíveis práticas ilícitas.

Oruam, que é um dos nomes mais populares da cena do rap e trap nacional, foi preso recentemente em meio a uma investigação que apura sua suposta ligação com atividades criminosas. A defesa do músico argumenta que não há provas suficientes para a manutenção da prisão e que ele estaria sendo alvo de uma ação desproporcional, baseada mais em sua imagem pública do que em fatos concretos.

No entanto, a desembargadora rejeitou os argumentos, afirmando que os elementos já reunidos pela investigação apontam para a gravidade da conduta e justificam a medida extrema. Para Perrini, o habeas corpus não se aplica em situações onde há indícios claros de que o investigado pode atrapalhar o andamento das apurações ou continuar praticando crimes.

A decisão mantém o rapper à disposição da Justiça enquanto o processo segue em andamento. O caso continua causando grande repercussão nas redes sociais, com fãs e críticos se manifestando de forma intensa. Enquanto parte do público pede a liberdade imediata do artista, outra parcela defende a postura rigorosa do Judiciário.

Oruam segue preso em unidade do sistema penitenciário do Rio de Janeiro, e sua defesa estuda recorrer da decisão em instâncias superiores.

 

CÂMARA PEDE SUSPENSÃO DE CINCO DEPUTADOS POR ATÉ SEIS MESES APÓS CONFUSÃO EM PROTESTO BOLSONARISTA

 

 

A Câmara dos Deputados viveu um dia de tensão nesta sexta-feira (8) ao formalizar o pedido de suspensão de cinco parlamentares por um período que pode chegar a seis meses. A medida é consequência direta de uma confusão ocorrida durante um protesto bolsonarista, que terminou em empurra-empurra, ofensas e troca de acusações no interior da Casa Legislativa.

Os deputados atingidos pela decisão são Marcel Van Hattem (NOVO-RS), Julia Zanatta (PL-SC), Marcos Pollon (PL-MS), Camila Jara (PT-MS) e Zé Trovão (PL-SC). O pedido de suspensão será agora analisado pelo Conselho de Ética da Câmara, que decidirá se aplica a penalidade máxima ou uma punição mais branda, como advertência ou censura.

Segundo relatos de parlamentares e registros de câmeras internas, a confusão começou quando manifestantes pró-Bolsonaro se reuniram em frente ao anexo II da Câmara, pressionando contra decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e pedindo mais “liberdade de expressão” para apoiadores do ex-presidente. Alguns deputados, favoráveis ao movimento, se juntaram à manifestação e acabaram se desentendendo com colegas que criticavam o ato.

A situação escalou quando, já dentro da Câmara, houve troca de provocações entre parlamentares de posições ideológicas opostas. Empurrões, gritos e acusações de agressão verbal foram registrados, forçando a intervenção da segurança legislativa.

De acordo com a Mesa Diretora da Câmara, a decisão de encaminhar o pedido de suspensão tem como base o regimento interno, que prevê punições para “condutas incompatíveis com o decoro parlamentar” e “incitação à desordem”. A presidência reforçou que o Parlamento deve ser “um espaço de debate civilizado, não de confronto físico ou incitação à violência”.

A reação dos envolvidos foi imediata. Marcel Van Hattem classificou a medida como “perseguição política contra parlamentares que defendem o povo brasileiro”. Julia Zanatta afirmou que “o direito de manifestação está sendo criminalizado”. Já Marcos Pollon disse que “não se calará diante de injustiças”.

Por outro lado, Camila Jara, que também está entre os alvos, argumentou que a inclusão de seu nome é “absurda e sem fundamento”, afirmando que apenas tentou “acalmar os ânimos” durante a confusão. Zé Trovão, por sua vez, declarou que “o sistema quer calar os conservadores que se opõem ao STF e à esquerda”.

O episódio reacendeu o debate sobre os limites da atuação parlamentar em manifestações e a responsabilidade de deputados diante de atos que podem comprometer a ordem e a imagem da Câmara. A expectativa é que o Conselho de Ética se reúna já na próxima semana para dar início ao processo que pode levar à suspensão inédita de cinco parlamentares simultaneamente.

Caso as punições sejam confirmadas, os suplentes de cada deputado assumirão temporariamente as cadeiras, alterando, ainda que momentaneamente, a composição política da Casa.

 

( VIDEO) COMERCIANTE É EXECUTADO A LUZ DO DIA NA ZONA OESTE DO RIO

 

 

Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi palco de mais um episódio de violência nesta sexta-feira (08). O comerciante Leandro, popularmente conhecido como Xanxão, foi morto a tiros enquanto trabalhava em seu trailer, localizado na Estrada da Cancela Preta. O crime ocorreu em plena luz do dia e deixou a comunidade em choque.

Segundo informações de moradores, Leandro era figura bastante conhecida e respeitada na região. Natural de Bangu, vivia no bairro há mais de 30 anos e era descrito como um homem trabalhador, alegre e querido por todos. Apaixonado pelo futebol de várzea, ele participava ativamente de torneios e eventos esportivos locais, tornando-se uma presença constante e marcante nas rodas de amigos e na vida comunitária.

Relatos apontam que o crime aconteceu de forma rápida e repentina. Testemunhas afirmam que homens armados chegaram ao local e dispararam diversas vezes contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu antes mesmo da chegada do socorro. A motivação do assassinato ainda é desconhecida.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e realizou perícia no local. Investigadores vão analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir testemunhas para tentar identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do crime. “Estamos trabalhando com todas as linhas de investigação possíveis para chegar à motivação e à autoria”, afirmou um agente que atua no caso.

Moradores da região demonstraram indignação e tristeza com a perda. Para muitos, a morte de Xanxão é mais uma prova do aumento da insegurança na Zona Oeste. “A gente vive com medo. Aqui, no Jardim Bangu, Cancela Preta e Catiri, a violência tem sido cada vez mais comum. Precisamos de mais policiamento e ações efetivas”, desabafou um comerciante vizinho, que preferiu não se identificar.

Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a tragédia e prestaram homenagens. Fotos e mensagens ressaltam não apenas o caráter trabalhador de Leandro, mas também seu bom humor e generosidade. “Perdemos um amigo, um irmão, um homem que sempre estendeu a mão a quem precisava. Que a justiça seja feita”, escreveu um amigo próximo.

A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa ajudar na investigação pode ser repassada ao Disque Denúncia, pelo número 2253-1177 ou pelo aplicativo oficial, com a garantia de anonimato.

Enquanto o bairro tenta se recuperar do choque, o clima é de luto e de cobrança por mais segurança, na esperança de que a morte de Xanxão não se torne apenas mais uma estatística na trágica realidade da violência carioca.