Atreta envolvendo o jogador Emerson Sheik, a ex-panicat Nicole Bahls e a atriz Antônia Fontenelle voltou a pegar foto nesta semana, quando o atacante do Corinthians deu uma entrevista ao canal do YouTube ‘Resenha Delas’, dizendo que “pegava” as duas em 2012, mas que “não tinha nada sério com elas”. Nesta segunda-feira (5), foi a vez de Fontenelle dar uma reposta sobre o caso.
De acordo com o portal ‘TV Foco’, Fabíola Reipert mostrou um áudio da Antonia Fontenelle durante a “Hora da Venenosa” em que ela falava sobre a relação com o jogador.
“Eu conheci esse rapaz em 5 de novembro de 2014 e eu terminei com ele em março de 2015. Foram 4 meses muito tumultuados na minha vida, 4 meses de muita exposição desnecessária. Ele me apresentou aos filhos, a família, a mãe, a irmã, peguei uma amizade com a família dele. Com o passar do tempo, eu consegui ver quem era esse rapaz. Ele se relacionava com várias mulheres ao mesmo tempo”, diz a loira no áudio.
A atriz diz ainda que a culpa não era do jogador, mas sim, dela própria. “Minha mãe sempre me dizia: “Quem se mistura com porcos, farelo come” e esse é um caso nítido que eu me dei muito mal por ter me envolvido com esse rapaz. No dia que o Emerson Sheik se assumir gay, ele vai ser muito mais feliz. Acho que tá faltando isso, que daí ele vai se entender melhor como pessoa”, completou.
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Quase 30% dos moradores sofrem com depressăo (foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
“Eu cheguei a um quadro alguns meses atrás que parecia que viver ou morrer era a mesma coisa. Perdi a vontade, a perspectiva foi a zero. Mas quando tenho esses pensamentos, eu lembro do meu pai que está com 88 anos e vai precisar muito de mim ainda. Nós morávamos a 10 metros de distância. Hoje ele está em outra casa, e eu estou a dois quilômetros dele. Ele chora por causa dessa situaçăo e aquilo corta o coraçăo da gente.”
O depoimento de Romeu Geraldo de Oliveira, 43 anos, é apenas um de vários relatos de depressăo entre os moradores atingidos pelo maior desastre ambiental já ocorrido no Brasil e que, nesta segunda-feira (5/11), completa três anos. Ele morava no distrito Paracatu, em Mariana (MG), quando a lama de rejeitos que escapou da barragem da mineradora Samarco devastou toda a comunidade.
Romeu disse que só melhorou depois de procurar apoio profissional. “Eu sou muito calado, năo tenho aquela iniciativa de procurar alguém para desabafar. E acabo segurando para mim. Mas chegou um ponto que eu năo estava aguentando. E o atendimento psicológico tem me ajudado demais”, relata.
Estudo
Em abril deste ano, a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgou um estudo sobre a saúde mental dos atingidos na tragédia. O levantamento mostrou que quase 30% deles sofrem com depressăo. O percentual é cinco vezes superior ao constatado na populaçăo do país. Segundo a Organizaçăo Mundial de Saúde (OMS), em 2015, 5,8% dos brasileiros tinham depressăo.
Os resultados do estudo apontaram ainda para o diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada em 32% dos entrevistados, prevalência três vezes maior que a existente na populaçăo brasileira. Índices preocupantes também foram constatados em relaçăo ao risco de suicídio e ao uso de substâncias psicotrópicas, como álcool, tabaco, maconha, crack, cocaína.
O estudo foi conduzido em parceria com a Cáritas, entidade escolhida pelos atingidos que moram em Mariana para prestar assessoria técnica no processo de reparaçăo.
“O ócio é muito triste. As pessoas estăo em um processo de adoecimento porque, na cidade, o modo de vida é completamente alterado. E além de terem perdido suas atividades cotidianas, os vizinhos năo se encontram mais. Drogadiçăo, alcoolismo, depressăo. Algumas situaçőes já existiam na comunidade, mas foram aguçadas após o rompimento da barragem”, diz Ana Paula dos Santos Alves, assessora técnica da Cáritas.
Problemas de saúde
Em Gesteira, distrito de Barra Longa (MG), a situaçăo năo é diferente. A lama que alcançou a comunidade através do Rio Gualaxo do Norte também trouxe impactos para além da destruiçăo das casas. “Subiu a pressăo, começou a ter problema no coraçăo, está tomando um punhado de remédios”, conta Pedro Estevăo da Silva, 54 anos, sobre sua măe, que perdeu o lote onde tinha uma horta.
Antônio Marcos da Costa também está lidando com as complicaçőes na saúde de sua măe. “Ela já morava na parte alta de Gesteira, que năo foi afetada, mas tinha uma relaçăo muito forte com a casa onde eu morava, que tinha sido dos meus avós. Ela ia lá todos os dias, ajudava a cuidar da casa e do meu tio, que morava comigo e tem problemas mentais. Ela acabou tendo um problema de depressăo muito forte. E até hoje năo foi reconhecida como atingida”.
Atualmente, a măe de Antônio Marcos, de 50 anos, toma seis medicamentos diferentes e faz acompanhamento com psiquiatra particular que a atende regularmente em Ponte Nova (MG). O apoio profissional permitiu uma melhora. Segundo Antônio, as consultas tem custado R$ 350 por mês e ainda há os gastos com o transporte até o município vizinho.
“Acho que ela é até mais atingida do que eu. Eu perdi a casa, mas a saúde vem antes das questőes materiais”, diz.
A organizaçăo escolhida pelos atingidos de Gesteira para oferecer assistência técnica, Aedas, garantiu a Antônio Marcos que irá atuar pelo reconhecimento de sua măe como um dos atingidos, o que lhe garantirá tratamento e indenizaçăo.
Saúde mental
Em Mariana, a psicóloga Maíra Almeida Carvalho é uma das profissionais que vem atuando exclusivamente com os atingidos que sofreram deslocamento forçado dos distritos para a área urbana do município. Ela foi contratada pela Secretaria Municipal de Saúde em janeiro de 2016, três meses após o rompimento da barragem. O salário é pago pela Fundaçăo Renova, que firmou um compromisso judicial de suplementar os serviços de saúde pública em Mariana e em Barra Longa.
Segundo Maíra, atuam na equipe 10 profissionais, incluindo psiquiatra, assistente social, arte terapeuta, psicólogo e terapeuta ocupacional. Eles acompanham cerca de 350 famílias.
“Há uma reavaliaçăo contante junto à Secretaria Municipal de Saúde sobre a necessidade de novas contrataçőes. Atualmente é a equipe que temos e que tem dado conta de atender as demandas”, diz.
De acordo com Maíra, a atençăo profissional será necessária mesmo após o reassentamento.
A psicóloga relata que processos de adoecimento foram agravados nos períodos de maior desesperança. Ela também destaca que a saúde mental dos atingidos sofre o impacto dos conflitos familiares, das rupturas, dos processos de separaçăo, e das divergências no processo de reassentamento.
“Há um sofrimento relacionado com esse processo de adaptaçăo, com a espera pelo reassentamento, com o tempo prolongado envolvendo as negociaçőes. Alguns estăo diretamente envolvidos na luta pela garantia de direitos. É uma rotina de muitas reuniőes e compromissos, o que é cansativo”, avalia.
Na visăo do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a questăo merece ainda mais atençăo. “Ajuizamos há cerca de 4 meses uma açăo especificamente sobre saúde dos atingidos. Temos audiência marcada para o dia 8 de novembro. Esperamos chegar a um acordo, mas se năo houver, mais a frente, o juiz terá que julgar”, diz o promotor Guilherme Meneghin. Segundo ele, a equipe designada está sendo insuficiente e a Fundaçăo Renova precisa ampliar os repasses ao município para novas contrataçőes.
Além do medicamento
Para a diretora-executiva de engajamento, participaçăo e desenvolvimento institucional da Fundaçăo Renova, Andrea Aguiar Azevedo, além da suplementaçăo na saúde pública dos municípios, é preciso buscar soluçőes para além dos medicamentos.
“Estamos atuando, por exemplo, através da oferta de trabalho e da socializaçăo nos espaços de convívio, como a Casa do Saber, onde os atingidos de Mariana têm a chave, podem ir lá fazer festas, reuniőes, cursos, cerimônias”, relata.
José do Nascimento de Jesus, conhecido como Zezinho do Bento, acredita que o melhor remédio é a casa pronta. Em sua opiniăo, os atrasos no reassentamento geraram desconfiança e estăo diretamente ligados a alguns casos de depressăo.
Aos 73 anos, ele é presidente da Associaçăo Comunitária de Bento Rodrigues e tem feito o esforço de ir todos os dias à obra. A reconstruçăo do distrito, cuja conclusăo era prevista inicialmente para o início do ano que vem, começou apenas em julho deste ano. A entrega está estimada para agosto de 2020.
“Se você ficar dentro de casa, a tendência é a depressăo mesmo. Eu tento motivar as pessoas. Na semana passada, trouxe uma senhora de 80 anos. Ela ficou satisfeita e voltou segura de que a casa dela vai sair. Acho que é um caso a menos de depressăo”, diz Zezinho do Bento.
TIROTEIO NA VILA VINTÉM DEIXA UM MORTO, UM FERIDO E OITO PRESOS
Um elemento foi morto conhecido como Neto Pereira ( Vulgo Netinho) foi morto e outro ferido em tiroteio ocorrido na manhã desta segunda-feira (05) na Vila Vintém.
Até o momento, oito pessoas foram presas durante a Operação Router, desencadeada por policiais da 50ª DP (Itaguaí) para desarticular uma quadrilha especializada em furtar roteadores (equipamentos utilizados na distribuição de sinal de internet/telefonia /Tv) e comercializar de forma clandestina. O bando teria causado um prejuízo calculado em cerca de R$ 5, 4 milhões somente na empresa Claro, maior vítima do grupo.
Foram presos Augusto Fábio de Correa, Douglas de Azevedo de Souza, Felipe Gaspar da Silva, Marcos Martins da Rocha, Thiago Ferreira Martins Vinicius Martins Ribeiro, Wagner Ferreira Martins e Arcilino Pereira da Silva Neto, que também foi preso em flagrante por porte de arma de fogo.
As investigações demonstraram que os indiciados, todos funcionários ou ex-funcionários de empresas do ramo de telecomunicações furtaram diversos roteadores ( nos locais denominados sites) em várias regiões do Rio de Janeiro. As estimativas são de que até Setembro deste ano, tenham sido subtraídos pelo grupo, cerca de 90 roteadores, cujo valor unitário e da ordem de R$ 60 mil.
As investigações revelaram a divisão de tarefas; parte do grupo era responsável por efetuar os furtos dos roteadores (braço operacional), célula coordenada por Felipe Gaspar, que atuava juntamente com Thiago; Wagner; Paulo Roberto; Vinicius Martins; Douglas Martins e Alessandro, enquanto os demais por limpar e revender os equipamentos (braço administrativo), coordenado por Augusto Fábio e Arcelino, contando com o auxílio dos demais integrantes do grupo.
De posse do roteador subtraído; efetuada a limpeza do equipamento, o grupo anunciava no Mercado Livre os equipamento por preços que variavam de R$ 6 mil a 25 mil.
Ahipertensão é uma doença silenciosa, assintomática e, se não tratada, pode gerar pode gerar outras graves doenças como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame cerebral.
Abaixo, o médico clínico dr. Marcelo Caldeira do Centro de Infusões e Terapias – unidade do Grupo Oncoclínicas no Rio de Janeiro explica o que todo o brasileiro (hipertenso ou não) deve saber da doença (seus sintomas, tratamentos, entre outros).
1. A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica de origem multifatorial, isto é, tem múltiplas origens determinantes, tais como, estilo de vida sedentário, consumo excessivo de álcool, predisposição familiar, sexo e etnia, entre outras.
2. Caracteriza-se clinicamente por uma elevação sustentada dos níveis de pressão arterial igual ou acima de 140 e/ou 90 mmHg.
3. Em geral, é assintomática em seu início e causa, ao longo do tempo, danos severos nas paredes dos vasos sanguíneos de todos os calibres, comprometendo de gravemente a circulação.
4. As lesões nos chamados órgãos alvo (coração, vasos sanguíneos, rim e cérebro) evoluem, frequentemente, produzindo sintomas exuberantes de comprometimentos destes órgãos quando já em estado avançado e grave. Assim, Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), Acidente Vascular Cerebral (AVC), mais conhecido como derrame cerebral, e Insuficiência Renal (IR) são causados pela destruição das artérias decorrente da hipertensão arterial inadequadamente controlada.
5. A HAS contribui direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular.
6. Diferentemente da crença de popular, sintomas como dor de cabeça e tonturas não representam necessariamente pressão elevada.
7. Atinge cerca de 32,5 % do total da população brasileira (36 milhões de pessoas), sendo 60% dos portadores os idosos.
8. Os principais fatores de risco são:
Idade – está associada diretamente ao envelhecimento, porém não poupa indivíduos mais jovens;
Sexo (acomete mais homens que mulheres) e etnia (mais frequente entre os afrodescendentes);
Excesso de peso e obesidade;
Ingestão de sal (consumo recomendado 2g/dia);
Ingestão de álcool;
Sedentarismo;
Genética;
9. Manter uma rotina regular de exercícios físicos, a redução do peso corporal, uma dieta equilibrada – com reduzida ingestão de sal –, diminuir o consumo de álcool e realizar atividades de lazer para aliviar o estresse emocional, além de cessar tabagismo, são fundamentais como medidas não farmacológicas de tratamento e a prevenção da HAS.
10. Pacientes hipertensos requerem tratamento com abordagens não farmacológicas e medicamentos específicos, uma vez que apresentam frequentemente outras doenças associadas, como o diabetes e dislipidemias (colesterol e/ou triglicerídios elevados) e, por isso, precisam de cuidados médicos personalizados.
Com décadas de trabalho na TV e muitas novelas no currículo, Christiane Torloni, 61 anos, ostenta uma bem-sucedida carreira na dramaturgia. A vida profissional, no entanto, foi uma das válvulas de escape para uma tragédia que assolou sua vida no começo da década de 90, quando ela se envolveu num acidente que resultou na morte do seu filho. Em conversa com Marina Caruso, do O Globo, ela falou sobre o período de luto e superação.
“Não existe superação. Nada fica igual como antes. Mas o dia a dia vai reconstruindo as pessoas. E a Globo sempre foi solidária. Fui trabalhar na emissora com 18 para 19 anos”, declarou Christiane sobre o os três anos que se mudou para Portugal para “viver o luto”, entre 1991 e 1994.
“Todo dia você começa com a sua dor. Tem dia que ela está menor, tem dia que ela está mais forte. (Pausa). Tenho pessoas próximas que me amam, e existe uma rede amorosa de gente que nem me conhece, mas manda cartas do Japão, da Rússia… Entrei no Instagram há duas semanas. Aliás, @Chistorloni. Por favor, me sigam!”, disse a atriz.
Apesar de não esconder, Torloni não fala sobre o assunto com frequência e explica o motivo. “Faz muito mal pra mim. Você pode sobreviver a uma guerra, o que não quer dizer que venceu. Apesar dos atos de heroísmo e de superação, há mortes e dores. Como alguém que tem o seu fígado desfeito, eu não tinha certeza se ia conseguir que meu coração voltasse a bater direito. É feito o tsunami que há uns anos mexeu com o eixo da Terra. Minha Terra mudou de eixo. Meu tempo mudou. Tenho que tomar cuidado comigo”, finalizou a artista.
Mulher é atacada com 40 facadas pelo ex-namorado na Baixada
Homem fugiu após cometer o crime e está sendo procurado pela polícia
Uma mulher foi atacada com 40 facadas pelo ex-namorado, na manhã do último sábado, no bairro da Glória, em Queimados, na Baixada Fluminense. Tayane Mendes, de 25 anos, está internada no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, e seu estado de saúde ainda não foi divulgado. Já o homem, identificado como Anderson Ribeiro, está foragido.
O crime aconteceu por volta das 11h. De acordo com relatos, Tayane estava no salão fazendo as unhas, quando Anderson teria chamado a ex-namorada para o portão, onde a atacou com golpes de faca e, em seguida, fugiu.
O caso foi registrado na 55ª DP (Queimados) e a Polícia Civil investiga o caso
Mãe com câncer recusa aborto e dá a vida pelo filho
Ao descobrir um câncer no ovário, Suelen Camilo, 27, tomou uma decisão comovente para dar a vida ao filho, de quem estava grávida. Ela faleceu na tarde de quarta-feira (31) no Hospital Evangélico, em Londrina, depois de dar a luz ao bebê, que nasceu saudável.
Suelen descobriu o câncer no primeiro semestre deste ano, logo após receber a notícia da gravidez. Ela optou pela vida do bebê, e descartou as sessões de quimioterapia. No último dia 8, porém, ela foi diagnosticada com um novo tumor no intestino, e foi internada no Hospital Evangélico de Londrina, onde faleceu.
Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB) afirmou à Coluna que tentará se reeleger em 2020. Na entrevista, o alcaide também explicou seu critério para os cortes na Saúde e se disse decepcionado com o governador eleito, Wilson Witzel (PSC), que o criticou durante debate na televisão.
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O DIA: No segundo turno da campanha ao Palácio Guanabara, o senhor manteve contato com alguma frequência com Wilson Witzel (PSC). No debate da TV Globo, porém, o então candidato disse que o senhor faz “um péssimo governo”. Como avalia a declaração? Já esteve com ele após o pleito?
Não. Ainda não. Olha, na política a gente precisa superar essas coisas que são ditas na campanha, diante das câmeras, de um candidato que está começando agora e que conhece pouco da política. Queria deixar consignado que o governador eleito almoçou comigo, buscou o apoio do meu partido, esteve conosco. Não foi surpresa para nós, mas sim uma decepção.
O senhor será candidato a reeleição?
Sem dúvida. Vou, sim, ser candidato à reeleição se ainda não tiver cumprido a minha missão. Pelo cenário, acho que ainda tenho um tempo… Só vou deixar a cidade do Rio, diferentemente do Dória (PSDB) em São Paulo, no dia em que eu puder entregá-la muito melhor do que a encontrei.
Segundo levantamento do Datafolha, somente 16% dos cariocas aprovam a sua gestão. Isso pode atrapalhá-lo?
A minha avaliação na prefeitura pode não ser boa, mas é melhor do que as pesquisas do Datafolha mostram. O Datafolha disse que a eleição ao governo estava empatada. O Eduardo Paes (DEM) só cresceu de maneira fictícia no Datafolha. O povo chama de ‘Datafalha’. Aliás, os institutos de pesquisa foram os grandes derrotados desta eleição.
Boa parcela da população está preocupada com as 1.400 demissões anunciadas pela prefeitura nas equipes de Saúde da Família. O que o senhor gostaria de dizer a essas pessoas?
Quero tranquilizar o povo do Rio de Janeiro. O Eduardo botou mais 298 equipes de Saúde da Família sem previsão orçamentária e sem disponibilidade financeira. Isso foi meramente eleitoral para empurrar o candidato dele em 2016. As pessoas me falavam: “Demita todo mundo.” Não fiz isso. No pior momento da crise, estudei por um ano e meio se aquelas 298 equipes de saúde da família iriam fazer falta ou não.
Qual o critério adotado?
Verifiquei, com números, que essas clínicas não representaram nenhum avanço nos índices. Não diminuíram a mortalidade infantil, as mortes de mulheres na maternidade, os índices de vacinação, de dengue… E onde estava a maioria dessas equipes? Em áreas que não têm baixo IDH. Por exemplo, onde moro, no Península, na Barra, tem 100% de cobertura de Saúde da Família. E nunca recebi a visita de um agente, até porque não tem necessidade. Havia uma ociosidade tremenda. Esses recursos podem ser melhor aplicados em hospitais, clínicas e UPAs.
Marjorie Souza, de 13 anos, e Geovanna da Silva, de 15, estavam em um hotel na capital paulista (foto: Arquivo de família)
Foram encontradas em um hotel na cidade de Săo Paulo, neste domingo (4/11), as duas irmăs adolescentes de Contagem, na Grande BH, que estavam desaparecidas desde a última quinta-feira.
O pai de uma delas, que mora no Rio de Janeiro, foi à capital paulista buscar as jovens, que foram levadas para a casa dele. Marjorie Souza, de 13 anos, e Geovanna da Silva, de 15, estavam bem. Segundo o padrasto, Eder Guedes da Silva, a localizaçăo ocorreu por iniciativa das próprias meninas. “A mais nova ficou com medo e entrou em contato com o pai”, contou.
As adolescentes foram vistas pela última vez na BR-040, nas proximidades da Ceasaminas, andando a pé. Elas se desentenderam com a avó no dia anterior e sumiram depois de afirmar a amigos que iriam para Santa Catarina, no Sul do país. Elas vestiam um uniforme estudantil no momento do desaparecimento – calça azul, camisa azul clara com detalhes em amarelo e vermelho e mochilas. Também carregavam R$ 5, biscoitos e itens pessoais, como roupas e materiais escolares.
A família ainda năo tem os detalhes da fuga e năo soube informar como elas conseguiram chegar à capital paulista, já que năo tinham dinheiro para a passagem nem para hospedagem.