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Moradora encontra faxineira dormindo em cozinha após “limpar” bebidas

“Coma, beba e se alegre” dizia a camiseta de uma das faxineiras que foi encontrada completamente bêbada e caída no chão da cozinha pela moradora de uma casa no Brooklyn, em Nova York, nos Estados Unidos. Genevieve Snow, de 29 anos, havia contratado o serviço de duas profissionais para uma limpeza geral na residência, mas a única coisa que elas limparam foi o armário de bebidas.

A moradora conta que deixou US$ 180 (cerca de R$ 700) pelo serviço mais US$ 60 (R$ 230) de gorjeta antes de sair para trabalhar. Kristen Nepomuceno, que divide o apartamento com ela, foi a primeira a chegar à residência e se deparar com o cenário de destruição.

No Facebook, Genevive desabafou sobre a zona que encontrou no local após a “farra” das mulheres e o post viralizou. “Contratei as duas para fazer faxina, mas elas não limparam nada. Só beberam e ferraram a minha casa”, lamentou.

Os móveis estavam revirados e muitos objetos caídos no chão e quebrados. A dona da casa relatou que elas comeram no sofá o sorvete de chocolate que estava na geladeira e beberam o que conseguiram. Nas fotos divulgadas no perfil de Genevive é possível ver a mulher caída de bruços no chão, descalça e com os pés cobertos de sujeira, ao lado de um armário de temperos que foi derrubado.

Kristen Nepomuceno saiu do local e chamou a polícia em seguida. No relato da rede social, Genevieve alega que o dono da empresa de limpeza Joanna’s Cleaning Service se recusou reembolsar o valor da “faxina” ou pagar pelo dano. Ele alegou que a faxineira que fez a bagunça passou por “problemas familiares” depois que o marido de 19 anos a abandonou e a filha adolescente engravidou.

Segundo o jornal The Mirror, o chefe da empresa reiterou que geralmente não oferece reembolso, mas que neste caso específico pagaria pelo que as mulheres comeram e beberam e os danos causados, além de oferecer serviço de limpeza do apartamento por duas vezes sem custos.

CRIANÇA BALEADA DENTRO DA SALA DE AULA NO RJ

CRIANÇA BALEADA DENTRO DA SALA DE AULA NA PENHA

Um estudante de 12 anos foi atingido por uma bala perdida dentro de uma escola na Penha, na Zona Norte do Rio.

Identificado apenas como Carlos Henrique, o garoto foi atingido de raspão no pescoço e passa bem. Ele foi levado para o Hospital Getúlio Vargas, na mesma região.

A informação foi confirmada pela direção da Escola Municipal Ariosto Espinheira, que informou ainda que as aulas não foram suspensas.

A Polícia Militar ainda não informou se o confronto é entre traficantes de facções rivais ou se seria um ataque de criminosos aos agentes da corporação.

Com o caso, sobe para 166 o número de vítimas de balas perdidas atingidas este ano no Rio

Polícia encontra corpo de jovem que estava desaparecido na zona oeste desde domingo no Rio

Policiais da Delegacia de Descoberta de Paradeiros encontraram nesta quinta-feira (4) o corpo do garçom Lucas Chaves Pinho, de 32 anos, que estava desaparecido desde a madrugada de domingo (30). A polícia informou que o corpo foi localizado na comunidade de Rio das Pedras, onde a vítima morava, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

Segundo a delegada Ellen Souto, o corpo de Lucas foi achado num lixão. A polícia já identificou um dos homens que aparecem em circuito interno furtando o apartamento do garçom. O nome não foi divulgado para não atrapalhar as investigações.

Vídeo de câmeras de segurança mostram a dupla levando um aparelho de televisão e um roteador de internet da casa da vítima.

Lucas Pinho, que veio do Ceará há sete anos, trabalhava como garçom. Ele morava sozinho num apartamento em Rio das Pedras. No sábado (29), véspera de seu desaparecimento, ele passou o dia com parentes e disse que não ia sair à noite porque tinha de acordar cedo para trabalhar.

Imagens do circuito interno do prédio onde ele morava mostram o garçom saindo de casa e trancando a porta por volta de 1h de domingo. Meia hora depois, surgem dois homens encapuzados, que abrem a porta do apartamento e saem sete minutos depois com os objetos roubados.

URGENTE!!! COMUNIDADES NA ZONA OESTE ESTÃO PROIBINDO CANDIDATOS QUE APOIAM BOLSONARO!!

 

VILA KENNEDY E SENADOR CAMARÁ PROIBINDO CANDIDATOS QUE APOIAM BOLSONARO

“Estávamos na Vila Kenedy e cheguei normalmente com carros e carro de som com nosso jingle… Todos panfletando normalmente e começaram a mandar avisos e ameaçar se não desligasse o som e saíssemos… Colocaram arma na cara do Mororista do caminhão de som, ameaçaram a equipe, a mim etc…
Me mandaram para o local em que estão e me disseram que não poderia ter entrado ali porque “sou do partido do Bolsonaro”… Foi uma pressão e estresse surreal mas depois de alguns minutos lá conversando expliquei que apoio o Bolsonaro embora não seja do partido dele e que nunca paguei , não pago e nem pagaria para trabalhar livremente em lugar nenhum… E que não sairia de lá… Que só estava querendo fazer meu trabalho e que o faria… Que sou de Bangu, fui deputada anos atrás, passai mais de vinte anos cuidando de minha família e que agora, depois de anos com filhos criados, netos, etc, estou voltando para ser a deputada federal da minha região. Que trouxe, quando deputada federal, a única escola técnica pública Federal de nossa região que é o Colégio Pedro II…
E por aí foi…
Terminou que com Bolsonaro não poderia continuar lá trabalhando… Continuei com cartão meu pessoal …
Mas o carro de som foi expulso…
A equipe toda acuada, pessoas da equipe chorando com medo…

Em Senador Camara a mesma coisa agora… Pedido de pagamento para trabalhar e disse que nunca fiz nem farei isso e que sou da região, sempre eu e minha família trabalhamos pela região e que sempre fiz meu trabalho e assim o farei…

Nota da equipe da candidata a deputado Federal Vanessa Felippe

Goleiro Bruno pode deixar prisão a qualquer momento…

Uma atualização no atestado de pena do goleiro Bruno Fernandes, feita pela Justiça de Varginha, no interior de Minas Gerais, pode liberar o condenado já no dia 13 de outubro. A ação foi feita contando os dias redimidos por tempo de trabalho e estudos prestados na cadeia

A atualização foi assinada na última terça-feira (2), pelo juiz Tarciso Moreira de Souza, da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Varginha.

+Técnico defende CR7 de caso de estupro e explica ausência da seleção

Segundo informa ‘O Tempo’, no próximo dia 13 pode ser feito um pedido de progressão para o regime semiaberto domiciliar. Mas a solicitação ainda precisa de aprovação do Ministério Público de Minas.

MEU FILHO É GAY E ME ORGULHO DISSO!!!

“Estamos recebendo inúmeras notificações sobre a foto na manifestação no Centro do RJ, em que a minha esposa e meu filho aparecem com afirmação de “Viado” e “Mãe de Viado” na testa.
A maioria das mensagens são de orgulho, pertencimento, carinho e principalmente, de pessoas que não tem amor de pessoas próximas pela simples afirmação de serem gays.
Ademais, estamos recebendo mensagens odiosas, de gente até que já falou que minha esposa seria um “lixo de mãe” e que eu “choro no chuveiro”!
Para essas pessoas, o que tenho a dizer que sua fobia lhe cega a verdade: você tem horror ao diferente do seu padrão!!!
Minha família propaga o amor, o afeto e possui valores de solidariedade e de muita dignidade.
Sou orgulhoso do filho gay que eu tenho e com a satisfação de dizer que sou PAI dessa linda pessoa.
O mesmo é talentoso, inteligente, responsável e principalmente é amado por todos em sua família!!!
O mundo é horroroso e como pai me preocupo a forma como podem atingi-lo, mas de forma alguma educarei meus filhos para serem medrosos e covardes!!
Se você vê anormalidade nisso e acha que a gente tem que mudar, desculpe, mas você tem sérios problemas de aceitar que o amor pode e deve se manifestar de várias e múltiplas formas.
Juntos somos fortes e mais unidos no amor que nunca!!
Amor acima de tudo!!”

Acordo fará vítimas de Mariana esperarem mais um ano e meio por indenização

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No distrito de Paracatu de Baixo, marcas de lama começam a se apagar, mas moradores ainda năo têm certeza de compensaçăo (foto: Jair Amaral/EM/D.A PRESS)

Mariana – De um lado, os atingidos pela maior tragédia socioambiental do país comemoraram, ontem, o fechamento de um acordo firmado entre o Ministério Público, a Samarco e suas controladoras (BHP Billiton e Vale) na Justiça. Conquistaram direitos contra situaçőes que os afligiam, como a interrupçăo do prazo legal de prescriçăo das indenizaçőes, a garantia de uma reparaçăo sem teto monetário e a individualizaçăo de seus processos. Porém, qualquer pagamento năo ocorrerá antes de, no mínimo, um ano e meio, segundo os termos da própria negociaçăo. Ou seja: as primeiras vítimas da maior tragédia socioambiental da história do país năo colocarăo a măo no dinheiro para tentar reconstruir suas vidas e rotinas antes de quatro anos e meio da tragédia – na estimativa mais otimista.

 

O resultado recebeu críticas dos advogados do escritório anglo-americano SPG Law, que preparam açăo na Justiça britânica em busca de indenizaçőes compatíveis para as vítimas do desastre. Eles veem no acordo celebrado com as mineradoras um instrumento de protelaçăo, que adia a reparaçăo digna para as quase 500 mil pessoas atingidas pelo rompimento da Barragem do Fundăo, tragédia que há quase três anos devastou, a partir de Mariana, toda a Bacia Hidrográfica do Rio Doce. Como o Estado de Minas mostrou com exclusividade, o escritório estrangeiro vai ingressar em nome dos atingidos com açăo nas cortes da Inglaterra e do País de Gales para requerer uma indenizaçăo à BHP Billiton, controladora da Samarco, que pode chegar a 5 bilhőes de libras (cerca de R$ 28 bilhőes).

As quase 12 horas de embates entre advogados das gigantes da mineraçăo Vale, BHP Billiton (anglo-australiana) e Samarco (controlada pelas demais) levaram os atingidos que compareceram à audiência na Segunda Vara Cível, Penal e de Execuçőes do Fórum de Mariana a se verem no meio de uma guerra jurídica. “Eu vi advogado pedindo tempo para ligar para a Austrália, o outro ligando para Londres para ver se aceitavam termos como ‘obrigaçăo’ ou entăo ‘compromisso’. Perguntei para o doutor (o procurador de Justiça) se năo era a mesma coisa e ele disse que năo”, relatou o comerciante Mauro Marques da Silva, de 49 anos, que vivia no distrito arrasado de Bento Rodrigues e hoje dorme numa casa temporária, alugada pela Fundaçăo Renova – criada pelas mineradoras para lidar com os efeitos da tragédia.

Para o promotor de Justiça de Mariana, Guilherme de Sá Meneghin, o acordo foi uma vitória em vários aspectos. “As pessoas atingidas se encontram numa situaçăo extremamente vulnerável. Tudo o que tinham foi destruído pela lama. Para elas demonstrarem, entăo, aquilo que detinham, seria muito penoso e difícil de provar. Portanto, conseguimos inverter o ônus da prova. Agora, a (Fundaçăo) Renova é que deve provar que uma pessoa năo tinha ou năo vivia daquilo que declarou”, disse. A Renova foi criada em 2016, pelo Termo Transacional de Ajustamento de Condutas (TTAC) entre governos estaduais, federal, seus órgăos e as empresas que controlavam a Barragem do Fundăo, em Mariana, para executar a reparaçăo dos danos do desastre.

 

O promotor destacou outros pontos em favor dos atingidos. Um dos que mais afligiam essa comunidade era o prazo de prescriçăo legal das indenizaçőes, que poderia ser alcançado em 5 de novembro, quando o desastre completa três anos. Essa contagem acabou interrompida na Justiça, em Mariana, até que a assistência técnica da entidade Cáritas, ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), termine os cadastros de atingidos. “Todas as pessoas que foram lesadas pelo desastre serăo indenizadas, individualmente. Se discordarem da Renova, a Defensoria Pública entrará com uma contestaçăo, fiscalizada pelo Ministério Público”, informou o promotor de Mariana.

 

“Năo estăo considerando todas as pessoas (que se sentem atingidas), nem todos os prejuízos, e sequer há uma estimativa de valores envolvida nesse acordo de reparaçăo (indenizaçăo final), três anos depois de uma tragédia dessas. Tudo o que ouvi é aquela mesma antiga retórica de novo, de que a Renova vai indenizá-los completamente”, observou o advogado inglês Tom Goodhead, um dos sócios do escritório. “Mais uma vez, se confia demais na negociaçăo com aqueles que provocaram tudo. E se você năo concordar com o acordo, invariavelmente terá de se dirigir ao tribunal para lutar por quantos anos mais? Pelo que posso ver, desde o início da tragédia, após três anos de negociaçăo, as pessoas se encontram praticamente na mesma posiçăo do início”, avalia. 

 

Para Goodhead, o prazo para se chegar a um valor para a reparaçăo já teria se excedido além do tolerável. “Imagine quem teve uma morte entre as 19 vítimas, ou quem ficou mutilado ou quem lutou desesperadamente e tem ainda as cicatrizes de sua batalha para escapar da lama? Năo é razoável que até hoje essas vítimas năo tenham, sequer, uma oferta da Renova para indenizá-las. Em vez disso, o que vemos é a humilhaçăo de pessoas respondendo a cada dia um novo questionário de prejuízos, com centenas de páginas, e nada mais”, considera o advogado inglês.

Por meio de uma comparaçăo que demonstraria como a Justiça brasileira é morosa, outro sócio do escritório, o norte-americano Glenn Phillips, avalia como é a açăo contra as multinacionais no sistema brasileiro. “Suponha que você teve um prejuízo de US$ 1 mil, mas lhe oferecem US$ 100. Você briga e no acordo querem te dar US$ 200. Você precisará contratar um advogado, entrar na Justiça e lutar, por, quem sabe, 10 anos, para conseguir mais US$ 800. Pergunte-se, verdadeira e honestamente, se isso é realmente Justiça?”, questionou.

O promotor Guilherme Meneghin informou que, por enquanto, é impossível ter uma noçăo do valor das indenizaçőes, restando aguardar o fim dos cadastros feitos em Mariana pela assistência da Cáritas. Ainda de acordo com o representante do Ministério Público, as pessoas que ainda năo foram cadastradas no âmbito da Açăo Civil Pública, pela Cáritas, devem fazê-lo no prazo de 60 dias. “Todas as pessoas que entrarem na açăo serăo defendidas individualmente, năo ficando desamparadas”, garantiu.

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Fonte: Brasil

China hackeou servidores da Apple e da Amazon usando microchip, diz Bloomberg

“A Grande Invasão: Como a China usou um pequeno chip para se infiltrar em empresas norte-americanas”. É com este título que a Bloomberg Businessweek revelou nesta quinta-feira, 4, um plano de espionagem orquestrado por órgão chineses que atingiu Apple e Amazon.

De acordo com a reportagem, assinada pelos jornalistas Jordan Robertson e Michael Riley, um grupo das forças armadas da China instruiu empresas que administram data centers no país a inserir um microchip “não muito maior que um grão de arroz” em servidores usados por 30 empresas dos Estados Unidos.

O tal microchip seria capaz de realizar pequenas alterações em códigos sensíveis e até inserir spywares nos servidores. Amazon e Apple, duas das 30 vítimas, descobriram a brecha durante investigações internas e a reportaram para as autoridades dos EUA em 2016, ainda segundo a publicação.

A Bloomberg também diz que não há evidência de que dados sensíveis tenham sido de fato coletados ou adulterados, apesar da existência do microchip. Pelo menos as duas trilionárias, Apple e Amazon, trabalharam para remover o chip invasor secretamente nos últimos anos.

A chave para a invasão teria sido a empresa Supermicro, uma das maiores provedoras de data centers do mundo. Em 2016, Apple e Amazon cortaram relações e contratos com a empresa após reportarem a descoberta de “pequenas falhas de segurança” no software usado por ela.

O Facebook também voltou atrás numa negociação com a Supermicro após encontrar falhas em seu sistema de segurança. Na época, porém, nenhuma das empresas divulgou brechas tão graves quanto a que a Bloomberg está revelando agora.

No entanto, tanto a Apple quanto a Amazon negam de forma veemente esta história. A Amazon disse, em comunicado à própria Bloomberg, que “não é verdade” que a empresa soube de “servidores contendo chips maliciosos ou modificações em data centers baseados na China”, nem que tenha “trabalhado com o FBI para investigar ou prover dados sobre o hardware malicioso”.

A Apple também negou efusivamente a história. “Neste assunto nós podemos ser muito claros: a Apple nunca encontrou chips maliciosos, ‘manipulações de hardware’ ou vulnerabilidades plantadas de forma proposital em qualquer servidor”, disse a empresa em nota.

As agências de segurança e autoridades dos Estados Unidos, que segundo a Bloomberg estão investigando o caso desde 2016, negaram-se a comentar a reportagem.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

TIM oficializa acordo para receber clientes da Porto Seguro Conecta

A TIM oficializou nesta semana um acordo para trazer para sua rede todos os clientes da Porto Seguro Conecta, que encerrou suas operações. Tentativa da seguradora homônima de entrar no ramo de telecomunicações, a operadora móvel com rede virtual (MVNO, que usa a rede de outras operadoras para funcionar) foi criada em 2013 e chegou a ter mais de 500 mil linhas pelo Brasil.

A companhia aproveitava a infraestrutura de rede da própria TIM para fornecer os serviços aos clientes, o que significa que não deverá haver uma grande mudança na cobertura de sinal. Segundo comunicado, os consumidores que forem migrados terão “ofertas de voz e dados ainda melhores com manutenção dos valores e dos benefícios para os segurados” – ou seja, o seguro para celular incluso, a opção de smartphone reserva e desconto no seguro para carros.

Porém, apesar do anúncio, o acordo ainda não está valendo. Segundo a TIM, a operação será finalizada apenas após avaliação do CADE e da Anatel, os dois órgãos reguladores de mercado e telecomunicações. De acordo com a Porto Seguro Conecta, os canais de atendimento da empresa seguem ativos até lá. Os clientes ativos serão avisados com 30 dias de antecedência quando a migração for de fato acontecer.

Com o encerramento das operações, o mercado perde uma das operadoras de planos pós-pagos melhor avaliadas em pesquisas de satisfação da Anatel. Em um comparativo entre as empresas do setor, a Porto Seguro Conecta foi muito elogiada pelos clientes em relação ao atendimento e a ofertas e contratações. Com uma nota média de 8,32, a empresa ficou bem à frente da segunda colocada, a Vivo (7,26), e da terceira, a TIM (7,16).

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Atualização do Windows falha em processadores Intel; veja como resolver

A Microsoft liberou a grande atualização de outubro para o Windows 10 na última terça-feira, 2, mas como acontece frequentemente, a distribuição do update não está acontecendo sem sustos. Um dos problemas enfrentados de forma recorrente está acontecendo com processadores Intel.

Especificamente, a falha tem atingido alguns PCs com processadores Intel da 6ª geração ou mais novos. Quando usuários destes chips tentam instalar a atualização, se deparam com uma mensagem de “O que precisa de sua atenção”, que impede o update de prosseguir antes que uma correção seja aplicada.

A falha acontece especificamente com um driver relacionado ao “Intel Display Audio”. Segundo a Microsoft, a incompatibilidade pode vir a causar demanda excessiva do processador e reduzir a vida útil da bateria. Diante dessa situação, a Microsoft optou por bloquear o alerta de atualização para PCs quando detectar a incompatibilidade.

A Intel já está cuidando dessa situação, no entanto. A empresa diz que já existe uma nova versão do driver e recomenda que os usuários atualizem o item Intel Graphics Driver para a versão 24.20.100.6286 (ou mais recente) antes de instalarem a atualização de outubro do Windows 10. O download pode ser feito por meio deste link.

O que há de novo?

Em testes há alguns meses, a Atualização de Outubro do Windows 10 traz pequenas adições de funcionalidades no sistema. A mais marcante delas é o aplicativo “Seu telefone”, que integrará smartphones Android com PCs. O usuário poderá, por exemplo, copiar fotos para computador, enviar mensagens de textos, sincronizar notificações, entre outros.

Outra novidade é o modo escuro, que finalmente terá suporte ao Windows Explorer. O recurso promete tornar a usabilidade à noite e em telas OLED muito mais agradável. Além disso, a área de transferência na nuvem promete levar o conteúdo copiado no PC (via Ctrl+C) para smartphones via o teclado SwiftKey.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral