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DESCANSE EM PAZ FELIPE!!! MORRE POLICIAL MORADOR DE CAMPO GRANDE!!!

Um tiroteio entre policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha e traficantes deixou um morador e um PM mortos na favela, na noite desta quarta-feira. O confronto ocorreu no Largo do Boiadeiro, uma das áreas mais movimentadas da comunidade, que fica na Zona Sul do Rio. Por volta das 21h30m, a corporação usou as redes sociais para orientar a população e pedir que evitassem o local, devido ao risco de novos confrontos, e informar que equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Grupamento Aeromóvel (GAM) foram enviadas para dar apoio aos PMs que já estavam na Rocinha.

 

A PM usou sua conta no Twitter para informar que o policial e o morador tinham sido mortos no tiroteio. O soldado, identificado como Felipe Santos de Mesquita, foi atingido no abdômen. Levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, ele não resistiu aos ferimentos. O morador, conhecido na região como Marechal, trabalhava como ambulante.

— Todo mundo da Rocinha, que mora nessa área baixa, conhecia o Marechal. Todo mundo já comprou alguma coisa com ele ou ele já consertou alguma coisa para alguém — disse uma moradora, sem se identificar.

Segundo a PM, policiais militares da UPP Rocinha que estavam em patrulhamento pelo Largo do Boiadeiro foram atacados por criminosos. Ainda de acordo com a coorporação, o local estava sendo preservado para perícia. Por volta das 22h não havia confrontos na favela e as vias estavam liberadas.

Segundo informações do Centro de Operações da prefeitura, o Túnel Zuzu Angel, que liga a Gávea a São Conrado, chegou a ser interditado no sentido Barra da Tijuca devido à ação. As vias da região apresentavam retenção na noite desta quarta-feira.

 

O morador morto era conhecido como Marechal e trabalhava como ambulante – Reprodução da internet

Em vídeos que circulam nas redes sociais é possível ouvir o tiroteio na Rocinha. Segundo moradores de ruas que ficam no entorno da favela, o confronto teve início por volta das 20h30.

— Está impossível dormir aqui, muito barulho por causa do helicóptero que está sobrevoando o bairro. Estou tremendo. Soubemos que dois PMs deram de cara com bandidos durante um patrulhamento, houve troca de tiros e perseguição. Está a maior confusão — disse um morador de São Conrado, que pediu para não ser identificado

 

ATENÇÃO MULHERES!!! CUIDADO!!!

ATENÇÃO MULHERES

“Hj aconteceu algo muito estranho comigo …
Estava no ônibus e muito cheio vindo de madureira x alvorada rj e eu em pé no onibus por estar muito cheio, entao quando estava proximo a estação tanque senti que algo espetou minhas costas na hora gritei e falei um homem me espetou com alguma coisa. Pedi uma senhora pra ver pra mim pois diz que estava sangrando e o homem desceu na estação, eu entrei em pânico , estou morrendo de medo de ser contaminada por hiv. Estou sentindo dor no local amannha vou ir fazer exame de sangue, estou com muito medo estou muito nervosa.

Homem morre depois de entalar a cabeça em assento de cinema

Uma morte inusitada e trágica marcou a cidade inglesa de Birmingham na última sexta-feira (16/3). Um homem morreu após ficar com a cabeça entalada em uma cadeira eletrônica reclinável da rede de cinemas Vue.

Segundo informações do Metro, a vítima, não identificada, teria voltado à sala de luxo para recuperar o aparelho celular que havia esquecido no local. Ao tentar pegá-lo, ficou presa e teve um ataque de pânico seguido de parada cardíaca.

Sua companheira estranhou a demora e foi procurá-lo. Ao se deparar com a cena, pediu ajuda. Os funcionários conseguiram liberar o homem quebrando o aparelho. Ele foi levado até um hospital, de acordo com o site Birmingham Live” Porém, uma semana após o acidente, faleceu devido a danos cardíacos irreversíveis.

REPRODUÇÃO/ VUE

Modelo da poltrona em que o homem ficou preso

“Estamos muito tristes por ele ter morrido, na última sexta-feira. Uma investigação está em curso”, disse a Vue em comunicado.

DJ é flagrado em vídeo espancando criança no Rio de Janeiro

DJ é flagrado em vídeo espancando criança no Rio de Janeiro

O DJ Rennan da Penha se envolveu em uma polêmica após um vídeo seu espancando uma criança cair nas redes sociais nesta terça-feira (20/3).

De acordo com informações de internautas, tudo foi filmado em uma comunidade da Zona Norte do Rio de Janeiro. Nas cenas, é possível ver Rennan dando tapas, chutes e até uma joelhada no menino, dizendo “não se brinca com a família dos outros”. Horas depois, o DJ foi até o YouTube se explicar, argumentando que agiu daquela forma porque o garoto estava debochando de um parente morto seu.

Assista:

 

“Como eu agredi ele, ‘nego’ poderia ter feito algo pior com ele aí. Nem todo mundo tem sangue de barata. Como um membro da tua família morreu e eu vou ficar debochando do membro que morreu? Nada do que estão postando vai me abalar não. Sou morador de favela e não mudo não. ‘Nego’ vira estrelinha, mas eu sou o que sou e não vou mudar”, disse Rennan da Penha. Nesta quarta (21/3), o artista fez uma outra postagem, na qual pede desculpas pelo que fez, garantindo que está arrependido.

“Eu estou muito arrependido, em relação ao episódio do vídeo que esta circulando pelas redes sociais no Rio. No calor do momento me excedi. Na comunidade, a gente acaba ajudando um ao outro, às vezes corrigindo quem podemos para que a criança não vá ou faça parada errada, coisas e situações que vão dizer o que elas serão maiores e quando adulto, ta entendendo? A gente se preocupa, principalmente, com a meninada que a mãe tem que ralar fora de casa pra por comida na mesa. A gente vira uma grande família, tá ligado? Eu sei da importância de nossas atitudes pra eles, por isso dei muito mole, errei! As famílias do complexo da Penha sabe que sou lutador, que sou papo reto, que sou por eles, sou parceiro, quero o melhor pros cria da comunidade. O que ele vinha fazendo, que não vou relatar para não expô-lo ainda mais, não é certo e nem o caminho, mas eu não tinha este direito, ta ligado? Estou muito arrependido e só tenho a pedir desculpas. Há semanas vinha falando com ele, mas errei quando agredi”.

Chega a 31 o número de policiais assassinados no Estado do Rio.

Chega a 31 o número de policiais assassinados no Estado do Rio.

De janeiro a hoje, 89 policiais foram baleados – sendo 84 PMs e 5 policiais civis.

Destes, 46 estavam de serviço, 40 estavam de folga, 1 estava de férias fora do Estado do Rio e 2 eram reformados.

#riopacificado #sqn #basta

Lotado no 39ºBPM, o sargento Maurício Barros, 37 anos, morreu após ser baleado durante incursão na Favela Gogó da Ema, no bairro Bom Pastor, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na manhã desta quarta-feira, dia 21 de março.

Integrante do Grupamento de Ações Táticas (GAT), o sargento Barros foi atingido no abdômen e na perna. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, no bairro Posse, em Nova Iguaçu, também na Baixada, mas não resistiu.

Ambev abre inscrições para programa de trainee, com salário inicial de R$ 6.100

A Ambev abriu inscrições para o programa de Trainee Supply, votlado para universitários com formatura entre julho de 2016 e julho de 2018. A empresa exige inglês fluente e disponibilidade para morar em qualquer estado do país. O salário inicial é de R$ 6.100.

A empresa aceita inscrições de candidatos de todas as áreas de formação, mas o foco maior é em estudantes de Agronomia, Biologia, Biotecnologia, Ciências da Alimentação, Engenharia, Farmácia e Química. As inscrições podem ser feitas pelo site.

A seleção será feita entre março e julho. As primeiras etapas vão incluir testes online de inglês, perfil e raciocínio lógico. Em seguida, haverá a apresentação de uma análise de caso, também virtual. Depois disso, os candidatos passarão por entrevistas. Se forem aprovados, terão que participar de um painel de negócios, no qual deverão desenvolver um case em equipe. Por fim, haverá entrevistas com os vicepresidentes e o presidente da companhia.

Os jovens selecionados vão passar por um período de treinamento de dez meses, passando por diferentes áreas da empresa.

Beber café e cerveja aumenta chance de passar dos 90 anos, diz estudo

Se você não quer abrir mão de uma taça de vinho, uns goles de cerveja ou daquele cafézinho no meio da tarde, a Universidade da Califórnia tem ótimas notícias. Consumir essas bebidas faz parte do caminho para a longevidade, segundo um novo estudo.

Desde 2003, a pesquisa 90+ tem analisado cerca de 1600 pessoas com mais de 90 anos. Hábitos alimentares, exercícios, histórico médico, uso de remédios e outros fatores são computados para responder a esta pergunta: o que faz esses indivíduos viverem mais?

Uma das descobertas do relatório, coordenado pela neurologista Claudia Kawas, é sobre bebidas alcoólicas. A ingestão de dois copos de cerveja ou vinho aumenta em 18% a chance de se viver mais, em comparação aos participantes abstinentes. Café, quando consumido moderadamente, também eleva, em cerca de 10%, a probabilidade de se passar dos 90 anos. Além disso, quem investe duas horas por dia em um hobby tem as chances de morrer precocemente reduzidas em 21%.

“Não sei explicar, mas acredito de verdade que beber de forma modesta aumenta o tempo de vida”, afirmou Claudia. Outra chave para ter longevidade com qualidade é a prática de exercícios físicos. Entre os analisados, quem se exercita de 15 a 45 minutos por dia aumenta em 11% a probabilidade de ter uma vida longa.

O estudo também descobriu que idosos com sobrepeso, mas não obesos, apresentam índices de morte precoce 3% menores, quando comparados a indivíduos com peso considerado “normal” ou abaixo do recomendado. “Não é prejudicial ser magro durante a juventude, mas é preocupante se você é mais velho”, declarou Claudia.

Vereadora foi morta por aqueles que defendia?

O desconsolo pela morte de alguém tão inspiradora quanto a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, executada na semana passada, só me é menor que a dor de ver tanta insensibilidade de seus críticos nas redes sociais. “Morreu nas mãos daqueles que defendia”, dizem uns. “Bem feito, quem mandou defender direito de bandido?”, completam outros.

 

 

Mas, na manhã de domingo (18/3), o depoimento do coronel da reserva da Polícia Militar Robson Rodrigues da Silva pipocou reluzente em meio ao lodo de ódio nas redes sociais e me caiu como um bálsamo. A principal lembrança trazida por ele é a de que Marielle tinha apreço por policiais e suas viúvas, chegando até a criar um núcleo de atendimento destinado a elas.

Marielle também trabalhou por 10 anos dando auxílio jurídico e psicológico a familiares de policiais assassinados. Ela não queria que militares fossem usados como ferramentas do ódio e do racismo, mortos nem sofressem qualquer tipo de abuso.

Quando uma pessoa luta pelos Direitos Humanos, como Marielle, não luta exclusivamente pelos direitos de criminosos. Ela luta pelos direitos de todos os seres humanos, independentemente do que fizeram em suas vidas. E isso inclui todos os policiais, inclusive os corruptos e membros de milícias de extermínio.

Sim. Marielle, de certa forma, foi morta por aqueles por quem defendia – porque lutava por direitos de todos os humanos, sem distinção. Cometendo crimes ou não. O erro de quem ridiculariza o fato é não perceber que isso não a diminui, mas a engrandece. Mostra o gigantismo de seu espírito e da defesa dos Direitos Humanos, de ultrapassar as barreiras da vingança social.

Por sua história e seus discursos, Marielle jamais pregaria que seus assassinos fossem torturados – sejam eles policiais corruptos ou criminosos civis.

O erro, do qual a esquerda também deve fugir, é esquecer-se de que toda morte por violência é uma profunda derrota da nossa sociedade.

Os policiais mortos em vielas das favelas cariocas também merecem as nossas lágrimas, como as merecem a sua família, como merecem os negros vítimas de racismo policial, como merece Marielle.

Tenhamos o gigantismo de perguntar, vez ou outra, como ela fez, como a sociedade pode ajudar policiais a desempenharem seu trabalho de forma mais segura, mais digna e menos corrupta e violenta? Como fazer com que não sejam ferramentas do ódio racista de quem, de fato, ganha com o extermínio de pobres negros nas favelas? Como podemos olhá-los sem o mesmo determinismo julgador e cego com o qual muitos olham a favela? Como criar essa ponte de diálogo entre humanos merecedores de Direitos Humanos?

CARTA DO CORONEL

OS SINOS DOBRAM POR TI

Cada morte violenta me arranca um pedaço da alma, pois os mais de 60 mil homicídios ao ano nos distancia, e muito, do lugar civilizatório que, julgo, mereceríamos ocupar como país tão lindo como o nosso. Calo, sofro, choro em silêncio. Não me apraz falar, não me apraz comparecer a rituais de despedida fúnebre e sentir o sofrimento das pessoas, principalmente dos familiares, em respeito a suas dores. O cargo me obrigou a assistir inúmeros enterros, de inúmeras vítimas policiais de uma guerra fratricida que nos prostra enquanto seres humanos. Uma guerra inglória. Abri uma exceção por um dever de consciência; para falar de uma amiga, a vereadora Marielle, porque, se sua morte me impactou, muito mais tem impactado a forma vil e cega e infame como ela vem sendo tratada por algumas pessoas nas redes sociais. Pessoas que não conheceram Marielle. Senti-me na obrigação de informar a amigos desinformados sobre quem ela era; amigos que considero e que são bombardeados por bobagens e falsas informações sobre a vereadora que não conheceram. Segue abaixo uma dessas mensagens que enviei a um amigo a quem considero bastante e que talvez possa servir a outros amigos.

Caro amigo xxxx (oficial PM)
Te conheço há bastante tempo para saber o quanto você é inteligente para não se deixar levar por esses discursos que destilam o ódio, mesmo nesses momentos de dor. Deveríamos, sim, nos unir enquanto sociedade contra o maior problema civilizatório que nos afeta e dilacera: a violência homicida. Apesar disso, há pessoas que insistem em simplificar questão tão complexa, dividindo o mundo em direita e esquerda. Você está além disso que eu sei.
Choro pelas mortes infames, do cidadão comum, dos meus amigos, dos meus amigos policiais dos quais já perdi a conta inúmeras vezes. Meu primeiro serviço como aspirante foi atender a ocorrência do assassinato de um policial militar, adorado em
meu Batalhão. Chorar com sua família me fez pensar o quão difícil seria aquela trajetória profissional que eu havia abraçado.
Meu sentimento é expressado nos versos do poeta John Donne: “a morte de qualquer homem (ou mulher) me diminui, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”.
Choro agora por uma amiga admirável, sobretudo porque lutava contra essa estupidez e sonhava com uma sociedade melhor. A vereadora Marielle era corajosa; lutava a favor das minorias, mas principalmente contra a estupidez das mortes desnecessárias que têm endereço e destinatários certos. Mortes muitas vezes festejadas por pessoas que querem que nós, policiais, façamos para elas o serviço sujo de um extermínio fascista. Não se esqueça que também acabamos vítimas dessa estupidez.
Conheci Marielle quando ela me trouxe, de forma educada mas contundente, o caso de algumas mães amedrontadas com a ação de policiais que barbarizavam moradores de uma certa favela com UPP. Os fatos eram indefensáveis. Aqueles comportamentos não era o que se podia esperar de uma instituição que existe para combater o crime, mas, sobretudo, para servir à população. Tomei minhas providências. Se Marielle veio até mim buscando solução, era porque confiava na polícia, pelo menos em parte dela, uma parte na qual eu te incluo. Marielle, assim como nós, não confiava na polícia violadora de direitos, na polícia bandida, mas confiava na instituição policial, naqueles que não querem que ela seja instrumentalizada para fins vis e elitistas, sendo direcionada para os mesmos estratos de onde a maior parte de nossos próprios policiais vem.
Depois disso ela me procuraria para saber como ajudar policiais que sofriam abusos, assédios moral e sexual e outros tipos de violações de direitos. Eu te pergunto: alguém que “só quer defender bandido” teria esse comportamento?
Na ocasião, me lembro de ter comentado com ela do sofrimento dos policiais subalternos, da mulher policial, da mulher negra policial etc. Um fato em especial me tocava naquele momento: o de viúvas de PM. Eu disse a ela que uma das formas de ajudar poderia ser agilizando os processos de obtenção de suas pensões. Há trâmites administrativos que emperram a pensão da viúva e que extrapolam as possibilidades da corporação; há também a lentidão da investigação da morte dos policiais militares por parte da PCERJ, que é formalidade do processo. Ela se interessou e, depois, junto com o deputado Marcelo Freixo, criaram um núcleo de atendimento a policiais. Mesmo depois de ter deixado a PM, encaminhei alguns casos a eles.
Nossos praças e oficiais mais subalternos, principalmente as policiais negras, são discriminadas diariamente em nossa instituição, sofrem assédios, sobretudo por parte de pessoas como nós, oficiais e brancos. Recentemente a PM impôs limite de vagas para mulheres no concurso do CFO, mas contra isso ninguém de dentro se colocou. Marielle se interessava por essas causas, que, infelizmente, ainda não tocam nossa sensibilidade institucional. Com suas bandeiras ela defendia muito mais nossos policiais do que nós fomos capazes de compreendê-lo e de fazê-lo.
Portanto, postagens maldosas como essas, que vêm circulando nas redes sociais, além de não retratarem a realidade, são de um imenso desrespeito não só à historia de Marielle, mas aos nossos policiais honestos e trabalhadores sofridos, sobretudo as policiais negras, que tanto necessitam ser acolhidos nas causas que ela magnificamente defendia. Que tenhamos Marielle presente para transformar nossa polícia em uma instituição melhor para a sociedade e para policiais vocacionados.

PARK SHOPPING RECEBE NOVAS COLETAS DE SANGUE PARA O HEMORIO

O Park Shopping Campo Grande recebe, mais uma vez, a equipe do Hemorio. As novas coletas ocorrem nos dias 22 e 23 de março, com capacidade para atender até 120 doadores por dia, no espaço exclusivo ao lado da loja Aquamar, no piso L2.

Para os interessados em doar sangue, a distribuição de senhas começa às 11h. É preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais. Não é necessário estar em jejum; é preciso evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e o consumo de bebidas alcoólicas 12 horas antes.

A coleta de sangue pode durar até dez minutos. O doador tem que fazer um cadastro com documento oficial com foto e responder um questionário para que seja avaliada possível situação ou doença impeditiva. O doador também será examinado por um profissional de saúde para avaliação de pessoas com alto risco de transmissão de doenças pelo sangue. O Hemorio lembra que não há risco de contrair doenças doando sangue e que, após a doação, a pessoa receberá um lanche e informações sobre cuidados básicos após a coleta.

Após a doação, serão realizados exames para determinação do grupo sanguíneo e detecção de doenças transmissíveis pelo sangue e, posteriormente, será utilizado pela rede de hospitais públicos do Estado, principalmente nas grandes emergências (acidentes de trânsito, por armas, hemorragias agudas etc.), nas cirurgias e em pacientes com doenças oncológicas e hematológicas.

O Hemorio- Órgão da Secretaria de Estado de Saúde (SES) é o hemocentro coordenador do Estado do Rio de Janeiro, que distribui sangue para cerca de 180 hospitais públicos, incluindo as grandes emergências como a dos hospitais Getúlio Vargas, Souza Aguiar e Miguel Couto, maternidades, UTI’s neonatais e conveniados com o Sistema Único de Saúde – SUS.

SERVIÇO – DOAÇÃO DE SANGUE PARA HEMORIO

Data: 22 e 23 de março

Horário: a partir das 11h

Endereço: Estrada do Monteiro, 1200 – Campo Grande, Rio de Janeiro. Tel.: 2414-7417 – Call Center: 3003-4175

Mais informações: Disque Sangue (0800 282 0708)

 

Imagem: Canadian Blood Services on Visual Hunt / CC BY-NC

TAXISTA É MORTO NO RIO!!! MAIS UMA FAMILIA DESTRUIDA….

MAIS UMA FAMÍLIA DESTRUÍDA PELA VIOLÊNCIA, SERÁ QUE TERÁ REPERCUSSÃO, OU VAI SER MAIS UM CASO QUE VAI PARA A ESTATÍSTICA?

Taxista itaperunense encontrado morto na Região Metropolitana do Rio

“A polícia encontrou na noite desta terça-feira (20), na comunidade de Jardim Catarina, no município de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de janeiro, o corpo do taxista itaperunense Samuel Jamil Ferreira. A informação foi confirmada agora à pouco pelo 29º BPM. O motorista estava desaparecido desde o final da madrugada de ontem (19), depois de ter partido de Itaperuna em direção a Niterói por conta de uma corrida. O cadáver estava no interior de seu carro, o Fiat Uno de cor branca, placa HMS 2850. Câmeras de segurança da concessionária que administra a BR 101, chegaram a flagrar o carro trafegando em alta velocidade na altura do município de Rio Bonito na noite de ontem. A Polícia trabalha com a hipótese de latrocínio, mas ainda não existe uma linha de investigação definida. O caso será registrado na 74ª Delegacia de Alcântara.”