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Prefeito Eduardo Paes Entrega Obras de Drenagem e Urbanização em Senador Camará

 

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, entregou, neste sábado (1º/2), as obras de drenagem e urbanização do Beco do Vitinho, em Senador Camará, na Zona Oeste da cidade. A intervenção, realizada pela Fundação Rio-Águas, órgão vinculado à Secretaria de Infraestrutura, trouxe melhorias significativas para a região, beneficiando moradores que antes enfrentavam alagamentos e dificuldades de mobilidade.

Durante a cerimônia de entrega, Eduardo Paes destacou o compromisso da Prefeitura com a execução de projetos essenciais para a população.

— Nós estivemos aqui e assumimos o compromisso de fazer essa obra. Fizemos, concluímos e agora entregamos. Vamos seguir avançando naquilo que a Prefeitura puder fazer, que for nossa responsabilidade e que estiver ao nosso alcance — afirmou o prefeito.

Transformação no Beco do Vitinho

Milagre em meio ao caos: Menina baleada no colo da mãe no Rio acorda e pede boneca

 

No meio da violência que assola o Rio de Janeiro, um episódio de tragédia e esperança chamou a atenção. A pequena Myrela, de apenas 5 anos, baleada no colo da mãe durante uma tentativa de assalto em Pilares, na Zona Norte, recuperou a consciência e surpreendeu os médicos com um pedido comovente: uma boneca.

O caso aconteceu na última segunda-feira (29), quando mãe e filha estavam em um carro e foram abordadas por criminosos armados. Segundo testemunhas, os bandidos anunciaram o assalto e, em meio ao pânico, dispararam contra o veículo. Um dos tiros atingiu Myrela, que estava no colo da mãe. Os criminosos fugiram sem levar nada.

A menina foi socorrida às pressas e levada ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, onde passou por cirurgia. Durante dias, sua recuperação foi incerta, e a família viveu momentos de angústia. Entretanto, nesta quarta-feira (31), uma cena emocionante trouxe alívio: ao despertar, Myrela olhou para a mãe e, com voz fraca, pediu uma boneca.

Esperança e indignação

A reação da menina emocionou familiares e profissionais de saúde. “É um verdadeiro milagre”, disse uma enfermeira que acompanha o caso. “Depois de tudo o que passou, acordar e fazer um pedido tão inocente nos lembra da pureza das crianças.”

Nas redes sociais, a história de Myrela gerou grande comoção. Muitas pessoas manifestaram apoio e indignação com a violência que atinge inocentes. O caso reacendeu o debate sobre a segurança pública no Rio de Janeiro, com moradores da região cobrando ações mais eficazes das autoridades.

A Polícia Civil investiga o crime e busca imagens de câmeras de segurança para identificar os suspeitos. Até o momento, ninguém foi preso.

Força de uma criança

Enquanto a investigação segue, Myrela continua se recuperando sob cuidados médicos. A equipe do hospital afirma que seu estado de saúde é estável, mas que ela ainda precisa de observação. Psicólogos também estão acompanhando a menina e sua família, devido ao trauma causado pelo ocorrido.

A mãe de Myrela, abalada, agradeceu o apoio recebido e disse que fará de tudo para garantir que a filha tenha uma infância segura e feliz. “Ela ainda tem um longo caminho pela frente, mas o fato de ter acordado e pedido uma boneca nos dá forças para acreditar em dias melhores”, afirmou.

Enquanto a violência urbana segue deixando marcas profundas, Myrela ressurge como um símbolo de esperança e resistência. Seu simples pedido por uma boneca se tornou um grito silencioso por um futuro onde crianças possam crescer sem medo.

 

MORADOR DE PACIÊNCIA É SEQUESTRADO AO SAIR PARA O TRABALHO

 

Na manhã desta sexta-feira (31), um morador do bairro de Paciência, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi sequestrado enquanto saía de casa para o trabalho. O crime aconteceu por volta das 8h, quando a vítima, cuja identidade ainda não foi divulgada, foi abordada por criminosos armados dentro de um carro.

De acordo com testemunhas, o homem seguia sua rotina diária normalmente quando foi surpreendido pelos sequestradores. Moradores da região relataram que o veículo suspeito já circulava pelo local momentos antes do crime. Após a abordagem, o carro arrancou em alta velocidade, deixando a comunidade apreensiva.

Desde então, não há notícias sobre o paradeiro da vítima. Familiares e amigos estão desesperados em busca de informações que possam levar ao seu resgate. Quem tiver qualquer pista ou detalhe relevante sobre o caso pode entrar em contato pelo telefone: (21) 96822-5512.

Clima de medo na região

O sequestro reforça a sensação de insegurança que há tempos preocupa os moradores da Zona Oeste do Rio. Paciência e bairros vizinhos, como Santa Cruz e Campo Grande, têm registrado um aumento nos casos de violência, incluindo roubos de veículos, assaltos e sequestros relâmpagos. A ousadia dos criminosos em agir em plena luz do dia escancara a vulnerabilidade da população diante da criminalidade.

“Estamos cada vez mais reféns dessa situação. Saímos de casa sem saber se vamos voltar. A polícia precisa agir com mais rigor para evitar que casos como esse se tornem ainda mais comuns”, desabafou um morador da região que preferiu não se identificar.

Investigação e apelo por ajuda

As autoridades foram acionadas, e o caso deve ser investigado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Policiais já estão reunindo imagens de câmeras de segurança da área para tentar identificar o veículo utilizado no crime e a rota de fuga dos sequestradores.

Familiares da vítima fazem um apelo à população: qualquer informação, por menor que pareça, pode ser crucial para localizar a vítima e ajudar na resolução do caso. Além do contato disponibilizado pelos familiares, denúncias anônimas podem ser feitas ao Disque-Denúncia pelo telefone 2253-1177.

A comunidade de Paciência segue mobilizada e espera que as autoridades ajam com rapidez para trazer respostas e segurança aos moradores.

 

Miliciano é preso em operação na Zona Oeste

 

Uma ação conjunta entre a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) resultou na prisão de Douglas Vinicius Costa Moreira, conhecido como “DG”, nesta sexta-feira (XX). A captura ocorreu no bairro de Guandu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Douglas Vinicius é apontado como um dos principais integrantes da temida “Milícia do Boto”, grupo paramilitar que há anos impõe medo e controla atividades criminosas na região. Além disso, ele é considerado o braço direito de André Boto, chefe da organização criminosa que, mesmo preso, continua exercendo forte influência sobre a estrutura do grupo.

Investigação e prisão

As investigações que levaram à prisão de “DG” foram conduzidas pela DRFA, especializada em crimes de roubos e furtos de veículos. Durante o monitoramento da quadrilha, os agentes identificaram a forte atuação da milícia no controle de transporte alternativo, cobrança de taxas ilegais e grilagem de terras na Zona Oeste.

A operação foi planejada com apoio da DRACO, responsável pelo combate a organizações criminosas. Após a identificação do paradeiro de Douglas Vinicius, os agentes montaram um cerco na área do Guandu. O criminoso tentou fugir ao perceber a movimentação policial, mas foi rapidamente capturado sem oferecer resistência.

No momento da prisão, os policiais encontraram com ele um rádio comunicador, uma pistola e dinheiro em espécie. O material apreendido será analisado para identificar possíveis ligações com outros membros da milícia.

A influência da “Milícia do Boto”

A “Milícia do Boto” tem atuação forte em diversos bairros da Zona Oeste, sendo responsável por uma série de crimes, incluindo extorsão de comerciantes, venda ilegal de terrenos, exploração de serviços clandestinos e até assassinatos encomendados.

Mesmo preso, André Boto ainda comanda as operações do grupo de dentro da cadeia. Sua rede de contatos e a estrutura montada ao longo dos anos permitiram que a organização continuasse atuando, mesmo após diversas operações policiais.

A prisão de “DG” é considerada um duro golpe contra a milícia, pois ele desempenhava um papel fundamental na administração das atividades criminosas, sendo o elo direto entre o chefe preso e os membros soltos.

Próximos passos

Douglas Vinicius foi levado à delegacia, onde prestou depoimento e foi encaminhado ao sistema penitenciário. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar outros integrantes da milícia e possíveis ramificações da quadrilha em novas áreas da cidade.

A população da Zona Oeste convive há anos com a presença de grupos paramilitares que exploram serviços ilegais e impõem regras à força. A prisão de um dos principais membros da Milícia do Boto representa um avanço no combate ao crime organizado na região, mas a luta contra a milícia ainda está longe do fim.

 

( Vídeo)Desabamento de boate em Campo Grande, Deixa Feridos!!

 

Na noite desta sexta-feira (31), um incidente assustou frequentadores da boate LGBTQIA+ Fênix, localizada em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante um evento, uma estrutura montada sobre a piscina cedeu, fazendo com que várias pessoas caíssem na água. Pelo menos uma pessoa ficou ferida no acidente.

De acordo com relatos de testemunhas, a boate estava cheia no momento do ocorrido. A organização do evento havia instalado uma plataforma sobre a piscina, aparentemente para aumentar o espaço disponível para os frequentadores. No entanto, com o peso das pessoas, a estrutura não resistiu e desmoronou, pegando muitos de surpresa.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento de tensão, com gritos e pessoas tentando sair da piscina rapidamente. “Foi tudo muito rápido. A gente estava dançando quando, de repente, ouvimos um barulho e caímos na água”, contou um dos frequentadores.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar socorro às vítimas. Um homem, identificado apenas como “Gurm”, sofreu ferimentos e precisou de atendimento médico. Não há informações sobre o estado de saúde dele. Outros clientes da boate relataram pequenos arranhões e escoriações, mas sem gravidade.

A administração da boate ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido. No entanto, frequentadores já cobram explicações e medidas para garantir mais segurança em eventos futuros.

A Polícia Civil deve investigar o caso para apurar se houve negligência na montagem da estrutura e se a boate possuía todas as autorizações necessárias para esse tipo de instalação. Além disso, engenheiros especializados poderão avaliar as condições da estrutura do local para evitar novos acidentes.

Moradores da região também demonstraram preocupação com a segurança na boate. “É um espaço muito querido pela comunidade LGBTQIA+, mas precisa oferecer segurança para quem frequenta”, comentou um morador.

O incidente levanta um alerta sobre a importância de fiscalização rigorosa em eventos com grandes aglomerações. Especialistas alertam que qualquer instalação adicional em locais públicos deve seguir normas técnicas para garantir a integridade física dos frequentadores.

A boate Fênix é um dos principais pontos de encontro da comunidade LGBTQIA+ em Campo Grande e atrai um público diverso para suas festas e eventos temáticos. Agora, o espaço precisará revisar seus protocolos de segurança para evitar novos problemas e reconquistar a confiança dos clientes.

O caso segue em investigação, e novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.

Anitta Já Arrecadou Mais de 42 Toneladas de Alimentos para Povos Indígenas!! Veja como ajudar

A cantora Anitta tem mostrado que sua influência vai muito além da música. Durante os #EnsaiosDaAnitta, uma série de shows pré-Carnaval realizados em diversas cidades do Brasil, a artista está promovendo uma grande campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis para ajudar povos indígenas. O resultado? Mais de 42 toneladas de mantimentos já foram reunidas até o momento, mostrando a força da solidariedade dos fãs e o impacto da iniciativa.

Arte e Solidariedade de Mãos Dadas

Os Ensaios da Anitta já são uma tradição no calendário pré-carnavalesco brasileiro. Além de trazer performances eletrizantes e convidados especiais, neste ano, a cantora decidiu usar a visibilidade dos eventos para uma causa maior. Em parceria com organizações voltadas para o apoio a comunidades indígenas, Anitta incentiva o público a doar alimentos não perecíveis na entrada dos shows.

A ação tem dado certo. A cada apresentação, os fãs comparecem em peso com sacolas cheias de mantimentos, contribuindo para que a meta da campanha seja superada a cada dia. Desde o início dos eventos, a quantidade arrecadada já ultrapassa 42 toneladas, um número impressionante e que continua crescendo.

Ajuda Fundamental para Povos Indígenas

As comunidades indígenas enfrentam desafios constantes, especialmente no que diz respeito à segurança alimentar. Muitas dessas populações sofrem com o desmatamento, invasões de terras e falta de apoio governamental, tornando-se ainda mais vulneráveis à fome e à miséria.

A iniciativa de Anitta chega em um momento crucial, garantindo que toneladas de alimentos sejam destinadas diretamente a essas comunidades. A logística de distribuição está sendo organizada por entidades especializadas, garantindo que os mantimentos cheguem às aldeias que mais precisam.

A Força da Influência Positiva

Anitta é conhecida por sua capacidade de mobilizar multidões, seja por meio da música ou de suas ações sociais. A cantora, que já utilizou sua visibilidade para discutir temas como educação, política e questões ambientais, mais uma vez mostra que sua influência pode gerar mudanças reais.

O sucesso da campanha nos Ensaios da Anitta prova que entretenimento e solidariedade podem andar juntos. Com cada show, mais doações chegam e mais famílias indígenas recebem o suporte necessário para enfrentar tempos difíceis.

Como Ajudar?

Para quem deseja contribuir, a recomendação é levar alimentos não perecíveis aos shows dos Ensaios da Anitta. Além disso, diversas ONGs e projetos sociais aceitam doações diretas para apoiar comunidades indígenas.

A expectativa é que, até o final da turnê pré-Carnaval, a campanha bata novos recordes de arrecadação, mostrando que quando arte e solidariedade se encontram, o impacto é gigantesco!

 

 

Explosão nos Combustíveis: Quem Realmente é o Responsável Pela Alta da Gasolina e do Diesel?

 

O preço da gasolina e do diesel no Brasil é motivo constante de debate, polêmica e preocupação. A cada reajuste, consumidores sentem no bolso o impacto direto no custo de vida, e a busca por culpados se intensifica. Afinal, de quem é a responsabilidade pela alta dos combustíveis? O presidente Lula, o ex-presidente Bolsonaro, a Petrobras ou os governadores? A verdade é que todos têm, em maior ou menor grau, sua parcela de influência nos preços que chegam às bombas.

A Composição dos Preços dos Combustíveis

Antes de apontarmos responsáveis, é essencial entender como o preço da gasolina e do diesel é formado no Brasil. O valor final pago pelos motoristas é resultado da soma de diversos fatores:

  1. Preço do petróleo no mercado internacional – Como a Petrobras segue a lógica de mercado, a variação do petróleo impacta diretamente os preços.
  2. Política de preços da Petrobras – A estatal decide como reajustar os valores com base no custo de importação, na cotação do dólar e em seus interesses estratégicos.
  3. Impostos federais e estaduais – Tributos como ICMS, PIS/Cofins e CIDE são cobrados sobre os combustíveis e variam conforme as decisões políticas.
  4. Distribuição e revenda – Postos de combustíveis e distribuidoras adicionam suas margens de lucro, o que também pode elevar os preços.

Com essa base esclarecida, podemos entender o papel de cada ator nessa equação.

Petrobras: O Centro da Discussão

A Petrobras tem um papel fundamental na definição dos preços dos combustíveis. Desde 2016, a estatal adotou a política de Preço de Paridade de Importação (PPI), que ajustava os valores com base na cotação do petróleo e do dólar no mercado internacional. Essa medida foi mantida durante o governo Bolsonaro e alterada no governo Lula, que flexibilizou o PPI em 2023.

No entanto, a Petrobras tem seus próprios desafios. Por ser uma empresa de capital misto, precisa equilibrar interesses do governo e de acionistas. Enquanto consumidores querem preços mais baixos, investidores exigem que a empresa mantenha sua lucratividade, criando um dilema constante.

O Papel de Lula e Bolsonaro

Os dois últimos presidentes do Brasil tiveram estratégias diferentes para lidar com os combustíveis.

  • Jair Bolsonaro (2019-2022): Durante seu governo, Bolsonaro criticou a Petrobras, trocou o comando da estatal diversas vezes e zerou impostos federais sobre gasolina e diesel. No entanto, os preços seguiram altos, e a política de paridade internacional continuou vigente. Além disso, a alta do dólar durante seu mandato impactou os combustíveis.
  • Lula (2023-atualidade): No início de seu governo, Lula eliminou o PPI e mudou a política de preços da Petrobras, permitindo que a estatal reajustasse valores de forma menos atrelada ao mercado externo. No entanto, os preços ainda sobem devido à cotação do petróleo e à carga tributária.

Ambos os governos tentaram intervir, mas sem alterar profundamente a estrutura de precificação dos combustíveis.

Os Governadores e a Tributação Estadual

Os estados também têm grande impacto nos preços. O ICMS, imposto estadual, representa uma fatia significativa do valor da gasolina e do diesel. Em 2022, o governo Bolsonaro conseguiu aprovar um teto para esse imposto, reduzindo temporariamente o preço dos combustíveis. Porém, os estados voltaram a reajustá-lo posteriormente para compensar perdas na arrecadação.

Dessa forma, governadores têm influência direta sobre o preço final. Quando aumentam o ICMS, o consumidor sente o impacto imediato.

Conclusão: Todos São Responsáveis

Não há um único culpado pela alta dos combustíveis. A Petrobras, os presidentes, os governadores e fatores externos, como a cotação do petróleo, contribuem para a formação dos preços.

Enquanto a economia global continuar instável e os impostos elevados, os brasileiros seguirão pagando caro para abastecer seus veículos. O que falta é uma política mais equilibrada e de longo prazo para garantir preços mais previsíveis e justos.

 

ACIDENTE EM CAMPO GRANDE!! CARRO COLIDE EM POSTE!!

 

Na madrugada deste sábado, um acidente ocorreu na Rua Manoel Caldeira de Alvarenga, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um veículo colidiu violentamente contra um poste, derrubando a estrutura e agravando ainda mais um problema já enfrentado pelos moradores da região: a falta de iluminação pública.

A colisão aconteceu próximo ao instututo estadual Sarah Kubitschek ( IESK) , uma área movimentada e de grande importância para a  região. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde dos ocupantes do veículo. Testemunhas relatam que o impacto foi tão forte que o poste caiu completamente, interrompendo parte da fiação elétrica e gerando riscos para quem passa pelo local.

Trecho no Escuro Há Tempos

Além do transtorno imediato causado pelo acidente, moradores denunciam que a região já estava sofrendo com a falta de iluminação pública. Segundo relatos, um trecho de aproximadamente 400 metros está mergulhado na escuridão há tempos, aumentando a sensação de insegurança para pedestres e motoristas.

“Aqui já estava muito perigoso por conta da escuridão. Agora, com esse poste caído, a situação ficou ainda pior. Quem depende dessa via para se locomover à noite enfrenta um risco enorme”, disse um morador, que preferiu não se identificar.

A falta de iluminação tem sido uma das principais reclamações da população de Campo Grande. A escuridão favorece a ação de criminosos, aumenta o risco de acidentes e prejudica o comércio local, que depende da segurança para manter suas atividades à noite.

Apelo às Autoridades

Diante desse cenário, moradores pedem que as autoridades tomem providências urgentes. A substituição do poste danificado é essencial para restabelecer a energia elétrica no local, mas a comunidade também exige uma solução definitiva para a falta de iluminação que já era um problema antes do acidente.

“A gente paga impostos e tem direito a uma cidade iluminada e segura. Não dá para continuar desse jeito, dependendo da sorte toda vez que passamos por aqui”, desabafou outro morador.

A equipe responsável pela manutenção da rede elétrica foi acionada, mas até o momento não há previsão de quando o reparo será concluído.

Enquanto isso, motoristas e pedestres que passam pelo local devem redobrar a atenção, especialmente à noite. Com a queda do poste e a escuridão na via, o risco de novos acidentes aumenta, tornando urgente uma resposta rápida das autoridades.

A população segue no aguardo de uma solução e espera que essa situação não seja mais um problema esquecido pelas autoridades.

 

Justiça Nega Medicamento de R$ 16 Milhões a Criança com Doença Rara

 

A batalha da família de Guilherme Antônio Rabelo, de 12 anos, morador de Uberlândia (MG), por um tratamento inovador contra a Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) sofreu um duro revés. A Justiça negou o pedido para que o garoto recebesse um medicamento avaliado em R$ 16 milhões, alegando que ele não se encaixa na faixa etária autorizada para o uso da droga no Brasil.

A decisão causou indignação entre familiares e amigos, que viam no tratamento uma esperança para prolongar e melhorar a qualidade de vida do menino. A Distrofia Muscular de Duchenne é uma doença genética rara e degenerativa, caracterizada pela perda progressiva da força muscular. A expectativa de vida para os portadores da condição gira em torno de 22 anos, tornando cada possibilidade de tratamento ainda mais urgente.

A luta pela vida e os entraves burocráticos

O medicamento solicitado pela família é um dos mais modernos tratamentos disponíveis para a DMD. Desenvolvido nos Estados Unidos, ele age corrigindo parcialmente a mutação genética responsável pela doença, proporcionando ganhos motores significativos e retardando sua progressão.

No entanto, dois fatores impediram que Guilherme recebesse a medicação. Primeiro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso da droga no Brasil, mas com restrições de idade. Como Guilherme tem 12 anos, ele está fora da faixa etária permitida para a aplicação do tratamento no país.

O segundo obstáculo foi a decisão da Justiça, que negou o pedido com base nessas restrições e nos custos exorbitantes envolvidos. O valor do medicamento – R$ 16 milhões – tornaria inviável para o sistema público arcar com o tratamento, segundo a argumentação do Estado.

Esperança frustrada e o apelo da família

A família de Guilherme recebeu a notícia da negativa com desespero. Para os pais, cada dia sem o medicamento representa um avanço da doença e a perda progressiva das capacidades motoras do filho. “Sabemos que a vida do nosso filho depende disso. Não estamos pedindo luxo, estamos pedindo uma chance para ele ter mais tempo conosco”, declarou a mãe de Guilherme.

Casos semelhantes já foram levados aos tribunais, e algumas famílias conseguiram decisões favoráveis para importar medicamentos de alto custo. No entanto, os critérios médicos e jurídicos variam em cada situação, tornando o processo ainda mais angustiante para quem luta contra o tempo.

A família estuda agora recorrer da decisão e buscar apoio em campanhas de arrecadação para viabilizar a compra da medicação por conta própria. A mobilização nas redes sociais já começou, com a hashtag #JustiçaPorGuilherme sendo compartilhada por internautas e influenciadores sensibilizados com o caso.

O dilema do acesso a tratamentos de alto custo

O caso de Guilherme reacende o debate sobre o acesso a tratamentos inovadores para doenças raras no Brasil. Muitos medicamentos revolucionários chegam ao mercado, mas seus altos custos e limitações regulatórias dificultam o acesso para pacientes que mais precisam.

Especialistas em saúde pública alertam que decisões como essa criam um impasse: de um lado, o Estado precisa gerenciar recursos para garantir o tratamento do maior número de pessoas possível; de outro, negar um medicamento pode representar uma sentença de morte para pacientes sem outras alternativas.

Enquanto a luta da família continua, Guilherme segue enfrentando os desafios impostos pela doença. O tempo é um inimigo cruel para quem tem DMD, e cada dia perdido sem o medicamento pode significar um passo a mais rumo a um futuro incerto.

A esperança, no entanto, persiste – seja na possibilidade de uma nova decisão judicial favorável, na mobilização popular ou na chegada de novos tratamentos mais acessíveis no Brasil. Até lá, a batalha de Guilherme continua, cercada de incertezas, mas movida pela determinação de quem não desiste de lutar pela vida.

 

( Videos) Tiroteio Deixa Quatro Baleados e Causa Pânico agora a noite na Zona Oeste do Rio

 

Na noite desta sexta-feira (31), por volta das 23h, moradores do bairro Curicica, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, viveram momentos de terror com um ataque violento que deixou quatro pessoas baleadas. O crime ocorreu nas proximidades da Farmácia Mundial, no início da Rua Calmon, e envolveu criminosos fortemente armados que chegaram surpreendendo as vítimas.

Segundo relatos de testemunhas, os bandidos invadiram um estabelecimento onde clientes bebiam, conhecido como “Depósito do Márcio”, e renderam quem estava no local. Em meio ao caos, disparos foram efetuados, atingindo pelo menos quatro pessoas. Entre as vítimas, uma mulher que estava na frente da farmácia foi baleada.

Além dos feridos, duas pessoas que estavam na cena do crime conseguiram escapar e fugiram do local antes da chegada da polícia. Ainda não há informações oficiais sobre o estado de saúde das vítimas ou se os criminosos tinham um alvo específico.

A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas na região, mas até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas ao caso. O clima na área é de apreensão, e os moradores cobram mais segurança diante da crescente violência na região.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) deve assumir a investigação para esclarecer as motivações do crime e identificar os responsáveis pelo ataque. Qualquer informação que possa ajudar nas investigações pode ser repassada anonimamente ao Disque-Denúncia pelo telefone 2253-1177.