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DUAS CRIANÇAS FORAM MORTAS EM UM COMUNIDADE NA ZONA OESTE!!! CRUELDADE…

Uma idosa e duas crianças foram mortas a facadas, neste sábado, na comunidade Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio. As vítimas foram identificadas como Maria Luzia da Silva, de 69 anos, avó das meninas Ana Clara da Silva Castro, de 7 anos, e Ana Carolina da Silva Castro, de 6 anos.

De acordo com parentes, que não quiseram se identificar, as netas estavam morando com a avó desde que a mãe foi morar com o novo marido. Os pais das duas meninas são separadas. De acordo com os parentes, as três vítimas foram mortas na sala da casa da avó.

 

 

— Pelo que sabemos, o crime aconteceu de madrugada. A avó entrou em luta corporal com o criminoso, as meninas acordaram e foram ver o que estava acontecendo e acabaram sendo assassinadas. A mãe delas está em estado de choque. Perdeu a mãe e as filhas no mesmo dia — contou um parente.

Maria Luzia, de 69 anos, foi morta junto com as netas Foto: Facebook/Reprodução

Ainda segundo a família da vítima, o pai das meninas é mototaxista, já a mãe está desempregada. Luzia, a avó, estava aposentada, é uma moradora antiga da favela e tinha seis netos.

A Polícia Militar foi acionada por moradores por volta das 12h40 e entrou em contato com a Polícia Civil para que a perícia fosse feita na casa. No entanto, a Delegacia de Homicídios (DH) só conseguiu chegar ao local do crime por volta das 16h30, com o auxílio de um blindado da PM e apoio de cerca de 20 policiais do 18º BPM (Jacarepaguá). O local onde o crime aconteceu, conhecido como Karatê, é considerado pela polícia o QG do tráfico na favela.

De acordo com a DH, ainda não há informações sobre o responsável pelo triplo homicídio ou a motivação para tal ação.

Amigos e parentes lamentam o ocorrido nas redes sociais.

Luzia estava aposentada e tinha seis netos

“Que mundo é esse tão cruel que a gente vive? A covardia superando a pureza. Pior notícia pra um sábado. Força, minha amiga, Hilda da Silva. Que Deus conforte seu coração e o céu se abra pra receber suas princesas!!!”, escreveu uma pessoa no Facebook.

“Queria entender o porquê disso. Por quê? Até aonde vão a maldade, a crueldade e a falta de amor???? Foram três vidas ceifadas cruelmente, por um ser sem escrúpulo!!!! Não é só a Cdd (Cidade de Deus) que chora, César Maia (em Vargem Pequena) também chora por essa cruel perda!! Tia Luzia, Aninha e Clarinha, que Deus receba vocês de braços abertos. Estou em choque, sem ainda acreditar que vocês partiram dessa forma tão covarde!!! Hilda e Arianne, que Papai do céu conforte o coração de vcs!!”, lamentou outra usuária da rede social.

GUERRA ENTRE TRAFICANTES ASSUSTAM MORADORES DE COMUNIDADE NA ZONA OESTE!!

Moradores da Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio, relataram pelas redes sociais um foto tiroteio na região durante a madrugada deste sábado, que seria oriundo de um confronto entre facções rivais.

“Que Deus proteja a todos na Vila Kennedy, muito tiro. VK pede paz.” disse um morador da região nas redes sociais.

 

“Segundo informações a Bala está voando desde Cedo na Vila Kennedy (CV) em Bangu , Traficantes do TCP da Vila Aliança invadiram a Vila Kennedy.”, postou uma página nas redes sociais ao se referir ao confronto entre o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP).

“Bandidos da facção terceiro comando puro TCP , na comunidade da vila Kennedy CV comando vermelho muitos tiros.”, afirmou outra página das redes sociais.

Apesar dos relatos, segundo o 14º BPM nenhuma ocorrência do tipo foi recebida até o momento. Também não houve a confirmação se o tiroteio seria oriundo de uma guerra entre facções rivais.

Família briga por corpo congelado de brasileiro desde 2012 nos EUA

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Clínica de criogenia nos Estados Unidos: corpos săo mantidos a -196°C na expectativa de um dia serem ressuscitados (foto: Institute Cryonics/Divulgaçăo
)

A criogenia, técnica de congelamento de cadáveres em nitrogênio líquido, parece história de ficçăo científica. Mas, um caso pioneiro no Brasil lançará luz sobre o tema no país. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidirá se o corpo do engenheiro Luiz Felippe Dias de Andrade Monteiro, morto em 2012, aos 83 anos, continuará congelado nos Estados Unidos. Um desentendimento entre as filhas impediu o sepultamento.

O corpo de Luiz Felippe foi congelado a pedido da filha caçula, Lígia Cristina Mello Monteiro, que mora no Rio de Janeiro. Ela disse que atendeu ao desejo do pai. O cadáver dele está numa clínica de criogenia nos Estados Unidos, onde é mantido a -196°C.

Duas meias-irmăs de Ligia, Carmen Silvia Monteiro Trois e Denise Nazaré Bastos Monteiro, que moram no Rio Grande do Sul, só foram avisadas após o congelamento. Elas săo contra a medida e recorreram à Justiça. Em agosto de 2014, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou que o corpo do engenheiro deveria ser enterrado. A decisăo, contundo, acabou suspensa. Como Luiz Felippe năo deixou testamento e năo existe legislaçăo no Brasil sobre o uso da criogenia, o relator dos embargos infringentes (recursos em processos), Ricardo Couto de Castro, concluiu que o enterro só poderia ocorrer após o trânsito em julgado da açăo.

Durante o processo, ao menos 10 recursos foram apresentados por ambas as partes. O STJ julgará um deles, sustentado por Lígia. Ela năo concorda com a decisăo da Justiça fluminense. “Quem sabe do desejo do Luiz Felippe é a filha que morava com ele, năo as filhas que năo o viam havia anos”, afirma a advogada Soraya Barros, que defende Ligia.

O caso está na Terceira Turma do STJ. O ministro Marco Bellizze é o relator.  “Năo há data definida para julgamento”, informou a Corte, em nota. Năo há documentos que comprovam o pedido de Luiz Felippe para o congelamento. Entretanto, Ligia apresentou 29 declaraçőes de empregados próximos, enfermeiros, amigos e colegas de profissăo do engenheiro. Eles confirmaram que o desejo era ser congelado nos Estados Unidos.

Carmen e Denise năo abrem măo de o pai ser sepultado. “As irmăs mais velhas continuam convictas de que a melhor alternativa é enterrar o pai convencionalmente. Năo há vontade expressa de que ele gostaria de ser congelado, năo tem declaraçăo de vontade. Elas foram surpreendidas com a informaçăo”, explica o advogado Rodrigo Crespo, que representa as meias-irmăs.

O processo pode chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Vamos recorrer, se for necessário. Năo existe um entendimento formal sobre esse tipo de caso. Nunca houve um precedente, e a legislaçăo brasileira năo trata de criogenia”, frisa Rodrigo Crespo.

O que é criogenia

A técnica mantém cadáveres congelados com a expectativa de ressuscitá-los um dia. Os médicos colocam o corpo num tanque de nitrogênio líquido, a uma temperatura em que năo pode ocorrer apodrecimento. O sangue do cadáver é retirado ao mesmo tempo que, por outro tubo, é inserido o líquido crioprotetor, uma substância química à base de glicerina. O líquido substitui outros compostos intracelulares, evitando que cristais de gelo se formem dentro das células. A substância criopreservante dentro do organismo vivo seria tóxico e ainda năo se sabe como substituí-lo. Estudam-se tecnologias para poder eliminar essas proteínas tóxicas. Mesmo descongelando o corpo, seria preciso reverter o processo que causou a morte, como uma doença em estágio avançado.

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Fonte: Brasil

Encontro de mulheres negras do DF discute racismo e violência

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(foto: Divulgaçăo)

Racismo, sexismo e opressăo săo os principais temas que serăo abordados durante o 2º Encontro Distrital de Mulheres Negras. Aproximadamente 100 ativistas văo participar do evento, que ocorre neste sábado (15/9), das 8h30 às 19h, na Escola Parque 313/314 Sul. 

O encontro vai abordar os 30 anos do movimento de mulheres negras no DF. O primeiro ocorreu em ocorrido no ano de 1988, em Valença, no Rio de Janeiro. O objetivo das discussőes é elaborar os próximos passos e desafios para o ativismo local. Também será eleita uma delegaçăo para participar do encontro nacional, que vai reunir mil militantes, em dezembro, em Goiânia. 

As atividades começam com a acolhida das Yabás, conduzida pela Ialorixá Betinha de Oxum, que estará acompanhada de duas percursionistas negras. Em seguida, a cantora e compositora Marina Andrade fará a abertura da programaçăo cultural com cançăo de autoria própria que homenageia umas mulheres negras icônicas na luta pela liberdade da escravidăo.

 

(foto: Divulgaçăo)

 

Durante a conferência, será feita uma avaliaçăo política sobre o protagonismo do movimento de mulheres negras, processos de luta, resistência e construçăo de estratégias contra o racismo, o machismo e outras formas de opressăo às afro-brasileiras. Haverá rodas de conversa sobre os temas para provocar debates e reflexőes sobre a situaçăo das mulheres negras no DF. Questőes como economia, política, saúde, educaçăo, mobilidade urbana, moradia e juventude integram a programaçăo de conversa. 

Uma avaliaçăo sobre o protagonismo e resistência da mulher negra será explorada por Graça Santos, representante do DF no Encontro Nacional de Mulheres Negras e integrante da Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno, e por Ieda Leal, integrante da Executiva de Goiânia do Encontro Nacional de Mulheres Negras e coordenadora nacional do Movimento Negro Unificado – MNU.

O encerramento terá pocket show de Vera Verônika, outro nome tradicional das mulheres negras nas artes e cultura do DF.

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Fonte: Cidades

Termina amanhã a Campanha de Vacinação contra a Pólio e Sarampo

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A meta da campanha é vacinar aos menos 95% das crianças de um a cinco anos (foto: Paulo H. Carvalho/CB/D.A Press)

Termina nesta sexta-feira (14/9) a Campanha Nacional de Vacinaçăo contra a Pólio e Sarampo para crianças de um a menores de cinco anos, independente da situaçăo vacinal. A exceçăo é para as que tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias. 

Segundo a última atualizaçăo do balanço do Ministério da Saúde divulgada na tarde de hoje (13/9), a média nacional de vacinaçăo contra o sarampo está em 94,7% e em poliomielite, 93,6%. A meta da pasta é de ao menos 95%. 

Foram aplicadas mais de 22 milhőes de doses em todo o país. No entanto, cerca de 800 mil crianças ainda năo tomaram as vacinas contra as duas doenças. Com a pior taxa de imunizaçăo, aparece o Rio de Janeiro, com 78%, seguida de Roraima, com 83%, Distrito Federal, com 85% e Acre e Piauí com 87%.

Onze estados como Mato Grosso do Sul, Ceará, Goiás, Paraíba, Maranhăo, Sergipe, Espírito Santo, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia e Amapá atingiram a meta da pasta para as duas doenças. 

Segundo o Ministério da Saúde, a maior preocupaçăo é com a cobertura vacinal da faixa de crianças de um ano de idade, cuja cobertura está em 85,45%.

DF

O Distrito Federal ainda năo atingiu a meta e vacinou 86,13% do público-alvo contra a pólio e 85,64% contra o sarampo. Em todo o Distrito Federal, foram aplicadas mais de 275.337 mil doses das duas vacinas.

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Fonte: Brasil

Laje de hospital despenca, mata um e fere outro no RJ

Parte da laje do Hospital Sírio Libanês Rio, na Rua São Francisco Xavier, no Maracanã, Zona Norte do Rio, desabou na tarde desta quinta-feira, deixando um homem morto e outro ferido. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil foram acionados e socorreram as vítimas, que ficaram sob os escombros. Um dos feridos morreu no local e o outro foi encaminhado para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Os dois faziam parte da equipe de limpeza de uma empresa terceirizada que trabalhava na frente do prédio e a identidade deles ainda não foi divulgada. O edifício da unidade de saúde está desativado há 10 anos.

Ainda não há informações sobre as causas do desabamento, que será investigado pela Defesa Civil. Por conta do ocorrido, o trânsito ficou lento na região. O trecho da Rua Dona Zulmira, entre a Avenida Prof Manoel de Abreu e a Rua São Francisco Xavier foi interditado por volta das 17h40. O tráfego foi desviado para a Avenida Prof Manoel de Abreu, informou o Centro de Operações. Guardas municipais atuam na região para organizar o fluxo de veículos.

Em nota, a assessoria do Hospital Doutor Badim informou que parte da laje do 6º andar do prédio do hospital desabou sobre dois funcionários da empresa Skipper Consultoria, que estavam fazendo a limpeza no interior do edifício. Uma médica chegou a socorrer os feridos, mas um deles não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Após velório na ABL, corpo de Hélio Jaguaribe é enterrado no Rio

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(foto: Jefferson Rudy/CB/D.A Press)

Parentes e amigos tiveram a oportunidade de se despedir de Hélio Jaguaribe durante a manhă de hoje (12), durante velório na Sala dos Poetas Romântico da sede da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro. Pouco antes das 14h, o corpo foi transportado para o Cemitério Săo Joăo Batista, no bairro de Botafogo. O enterro foi acompanhado por dezenas de pessoas.

Jurista, sociólogo e escritor, Hélio Jaguaribe morreu no último domingo (9), aos 95 anos. Ele estava em casa, no bairro de Copacabana, e teve falência múltipla de órgăos. Hélio Jaguaribe era casado com Maria Lucia Charnaux Jaguaribe e tinha cinco filhos. Em 2005, o sociólogo se tornou o 10º imortal a ocupar a cadeira 11 da ABL, que pertenceu antes a Celso Furtado e a Darcy Ribeiro.

O diplomata Roberto Jaguaribe, um de seus filhos, destacou o amor pela vida do pai e a generosidade oferecida a todas as pessoas que o procuravam. “Foi um homem que dedicou uma grande energia, sua vitalidade, sua lucidez e seu grande intelecto à construçăo de um país mais equilibrado. É um legado muito grande que se manifesta năo apenas na sua obra de entendimento da Naçăo e dos homens, mas também nas açőes concretas em busca de um mundo mais positivo”.

Um dos presentes ao velório foi o jurista e ex-ministro das Relaçőes Exteriores Celso Lafer, amigo de longa data de Hélio Jaguaribe. Ambos săo fundadores do PSDB, mas, segundo Lafer, a relaçăo entre os dois é bem mais antiga.

“Quando eu era universitário, eu li os seus livros e fiquei deslumbrado pela profundida do conhecimento e pela capacidade de apontar rumos para o país. Depois, o conheci através de um primo que era seu amigo e entăo ficamos muito próximos. Eu fui estudar ciência política no exterior e Hélio me apoiou na minha tese sobre o programa de metas de Juscelino Kubitschek. A versăo brasileira desta publicaçăo tem a orelha escrita por ele. Posteriormente, ele escreveu o prefácio de outro livro. Tivemos convergência em muitas empreitadas, entre elas está o capítulo da fundaçăo do PSDB, que envolve a visăo que ele procurou articular acerca da social-democracia”, contou.

Pistas para o futuro

De acordo com Celso Lafer, a obra de Hélio Jaguaribe tem um alcance significativo e contribui para se pensar a formaçăo do Brasil, da mesma forma como Celso Furtado e Darcy Ribeiro, seus predecessores na ABL. “Ele tinha enorme preocupaçăo com a desigualdade no Brasil, formulou propostas de políticas públicas e tinha uma inquietaçăo grande sobre os destinos da educaçăo. Estou convencido que sua obra nos oferece pistas e caminhos para o futuro”.

O atual presidente da ABL, o escritor Marco Lucchesi, manifestou opiniăo similar. Para ele, o pensamento de Hélio Jaguaribe envolve temas que estăo na ordem dia e oferecem uma referência no horizonte. “Foi uma pessoa além do seu próprio tempo e traz visőes que mais ou menos descreveram coisas que acontecem hoje. Năo por uma carga profética, mas por uma leitura e uma sensibilidade extremamente refinadas”.

Segundo Lucchesi, assim como ocorrem com todos os imortais, a ABL tem agora o compromisso com a memória da vida e obra do sociólogo. “Sua memória năo ficará adstrita a uma ou outra instituiçăo, porque ela é um patrimônio nacional. Qualquer um pode tirar da obra de Hélio o proveito que julgar mais interessante e fértil”, acrescentou.

Trajetória

Nascido no Rio de Janeiro em 1923, Hélio Jaguaribe se formou em direito pela Pontifícia Universidade Católica em 1946. Iniciou em 1952 um projeto de estudos, ao lado de outros jovens cientistas sociais, para reformular o entendimento sorbre a sociedade brasileira, fundando o Instituto Brasileiro de Economia, Sociologia e Política (Ibesp). Na entidade, Jaguaribe foi secretário-geral e também diretor da revista Cadernos de Nosso Tempo.

Também por iniciativa dele, foi constituído em 1956 o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (Iseb), ligado ao Ministério da Educaçăo, para promover altos estudos no campo das ciências sociais. Em 1964, após condenar o golpe militar, Jaguaribe foi lecionar nos Estados Unidos, ficando na Universidade de Harvard, de 1964 a 1966; na Universidade de Stanford, de 1966 a 1967, e no Massachusets Institute of Tecnology (MIT), de 1968 a 1969. Retornou ao Brasil em 1969, quando ingressou no Conjunto Universitário Cândido Mendes.

Foi decano do Instituto de Estudos Políticos e Sociais desde sua fundaçăo, em 1979, até 2003, continuando as pesquisas ativamente como decano emérito. Recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Johannes Gutenberg, de Mainz, Alemanha (em 1983); da Universidade Federal da Paraíba (em 1992); e da Universidade de Buenos Aires (em 2001). Recebeu também a Gră-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico, em 1996 e a Ordem do Mérito Cultural, em 1999.

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Fonte: Brasil

Após incêndio, Temer cria agência de preservação de museus nacionais

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(foto: Marcello Dias/Futura Press/Estadăo Conteúdo)

Oito dias após o Museu Nacional do Rio de Janerio ser destruído por um incêndio, o presidente da República, Michel Temer, mudou a estrutura de administraçăo do setor. Ele assinou duas medidas provisórias. Uma cria a Agência Brasileira de Museus (Abram. A outra cria fundos patrimoniais para angariar recursos privados para os museus. 

 

A nova autarquia ficará com a gestăo dos acervos que estăo sob o comando dos ministérios da Cultura e da Educaçăo. Para a criaçăo da Abram, o Executivo local extinguiu o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Ao todo, o país conta com 3,6 mil museus. O extinto Ibram era responsável pela manutençăo de 30 acervos. 

 

Ficará a cargo da Abram o gerenciamento dos recursos que serăo investidos no setor por meio dos fundos patrimoniais. Agora,  empresas e pessoas físicas podem fazer doaçőes para museus e outros órgăos que lidam com o patrimônio histórico e cultural por meio da Lei Rouanet. A reconstruçăo do Museu Nacional do Rio de Janeiro contará com recursos deste fundo.

 

O Ministério da Educaçăo já liberou emergencialmente R$ 10 milhőes para as obras. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançará um edital de R$ 25 milhőes para que museus, arquivos e instituiçőes que lidam com acervos façam projetos de segurança e prevençăo de incêndio e modernizaçăo de instalaçőes.

 

O Ministro da Cultura, Sergio Sá Leităo, ressaltou que a Abram terá a funçăo de promover açőes de desenvolvimento para o setor.” A Abram terá serviço social autônomo. Ela terá mais que o dobro de recursos que o Ibram, além de recursos próprios, como venda de ingressos, produtos e captaçăo de recursos. Isso é um estímulo para que os museus persigam novas fontes de receitas”, explicou. 

  

Para as políticas públicas do setor, o Executivo federal criou uma secretaria no Ministério da Cultura para a coordenaçăo dos contratos de gestăo dos 27 museus. “Caberá à Abram a coordenaçăo da reconstruçăo do Museu Nacional e a recomposiçăo do acervo. Depois, ela continuará na administraçăo da entidade com um conselho administrativo”, detalhou.

 

Ele emenda. “Essa é uma resposta para o setor que passará a viver um novo modelo de gestăo e de governança para os museus. Estamos em termo de sustentabilidade de instituiçőes equiparando o Brasil aos Estados Unidos e à Europa. É um salto quântico. Essa é uma soluçăo permanente e de carácter contínuo”, pondera.

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Fonte: Brasil

Rio de Janeiro e Baixada Fluminense vivem feriado prolongado violento

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O feriado prolongado foi marcado por diferentes registros de violência no Estado do Rio de Janeiro. Na manhă deste domingo (9/9), duas pessoas ficaram feridas durante um tiroteio entre policiais e suspeitos de roubo na rodovia BR-101, em Itaboraí, regiăo metropolitana do Rio.

Segundo informaçőes do 35º Batalhăo da Polícia Militar, agentes da unidade receberam denúncias sobre uma tentativa de assalto no bairro do Calundu, e foram recebidos a tiros por um grupo de criminosos armados.

Houve perseguiçăo na BR-101, até que os homens abandonaram o carro em que viajavam na altura do bairro Săo Joaquim e tentaram fugir a pé. Os policiais prenderam um suspeito com ferimento na perna, que foi levado ao Hospital Estadual Alberto Torres, em Săo Gonçalo. Segundo a polícia, uma segunda vítima ferida deu entrada posteriormente no mesmo hospital. Os agentes encontraram drogas e um simulacro de pistola no carro abandonado.

Houve tiroteio também ao longo de todo o fim de semana no Morro do Urubu, em Pilares, na zona norte da capital, segundo o aplicativo Onde Tem Tiroteio-RJ (OTT-RJ). Segundo informaçőes do 3º Batalhăo da Polícia Militar, do Méier, equipes da unidade foram chamadas para reforçar a segurança na regiăo, que é alvo de confrontos entre criminosos de quadrilhas rivais. Os agentes encontraram o corpo de um homem na madrugada deste sábado, 8, na Rua Benjamin de Magalhăes, e a Polícia Civil foi acionada para realizar a perícia.

Em Angra do Reis, no sul fluminense, 17 pessoas foram presas e um menor foi apreendido na noite deste sábado. Entre os suspeitos estava o criminoso conhecido como “Vidigal”, apontado como o chefe do tráfico de drogas na regiăo.

A Polícia Militar informou ter recebido denúncia de que pessoas ligadas ao crime organizado realizavam uma festa na comunidade do Camorim Grande. No local, policiais apreenderam 30 aves silvestres, uma pistola calibre 9 mm, quatro carros e duas motos roubadas, 272 pinos de cocaína, 42 trouxinhas de maconha, R$ 881,00 em espécie, um rádio comunicador, muniçőes, material para embalo de entorpecentes, balança de precisăo, caixas de morteiros e bebidas.

Pela manhă, na mesma comunidade, um suspeito morreu em confronto com policiais do Batalhăo de Operaçőes Policiais Especiais (Bope). As equipes faziam uma açăo de varredura na favela quando teriam sido alvo de tiros disparados por criminosos. No tiroteio, o suspeito foi baleado e levado ao Hospital Geral de Japuiba, mas năo resistiu aos ferimentos. De acordo com a polícia, o homem portava uma espingarda calibre 12, uma granada, 1400 pinos de cocaína, 100 sacolés de maconha, uma balança de precisăo e muniçőes. As duas ocorrências foram registradas na 166ª Delegacia de Polícia, de Angra dos Reis.

Na Baixada Fluminense, policiais prenderam um homem suspeito de matar dois passageiros e ferir um terceiro durante assalto a um ônibus da linha 425, na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Belford Roxo, há dez dias. Os agentes do 21º Batalha da Polícia Militar, de Săo Joăo de Meriti, apreenderam um revólver com o suspeito.

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Fonte: Brasil

'É como a destruição do museu de Berlim na 2ª Guerra', diz Bruno David

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O Museu de História Natural de Paris é composto por vários museus com exibiçőes dedicadas às áreas da geologia, botânica, mineralogia, anatomia, paleontologia e zoologia. (foto: Muséum National d’Histoire Naturelle/Reproduçăo)

Como o Rio de Janeiro, Paris tem um Museu Nacional, e ele também é dedicado à história natural. A dimensăo das duas instituiçőes diferia em número de itens – 70 mil no caso francês, 20 mil no brasileiro -, mas de acordo com o próprio presidente do Museu Nacional de História Natural de Paris, Bruno David, ambos pertenciam ao mesmo clube dos grandes museus do mundo.

A diferença, hoje, é que o brasileiro praticamente năo existe mais. Biólogo pesquisador, amante das ciências, David diz sentir a perda do acervo carioca como um brasileiro.

A seguir, a síntese da entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo.

O senhor disse considerar o valor do Museu Nacional de Rio “infinito” e “inestimável”. Qual foi sua reaçăo ao tomar conhecimento do incêndio?

Soube pela imprensa que o museu havia incendiado e reagi com estupefaçăo.

Na Unesco, Ieng Srong, chefe da Seçăo de Patrimônio Mobiliário da organizaçăo, disse considerar a perda a pior desde os estragos produzidos pela guerra da Síria à cidade histórica de Palmira. Qual sua avaliaçăo?

Faço a mesma análise. Mas para mim a destruiçăo do Museu Nacional me evoca a destruiçăo de Berlim e do Museu de Berlim durante a 2.ª Guerra Mundial. Em Berlim, as circunstâncias foram radicalmente diferentes, mas em termos de perda podemos comparar. No caso do Rio, foi uma estupidez. É isso que me deixa indignado, porque é algo que poderia ter sido evitado.

O senhor considera a perda do crânio de Luzia como um exemplo maior do irreparável no incêndio do Museu do Rio?

Sim, porque esse era o mais antigo homo sapiens encontrado na América do Sul. Săo peças emblemáticas da história de um território, que contam o que aconteceu com a espécie, que contam a chegada do Homo sapiens na América do Sul. Esse era o traço da colonizaçăo do território pelo homem, um traço inestimável que simplesmente desapareceu.

A destruiçăo de um museu toca toda a comunidade, porque a perda de memória cria um impacto social, certo? É isso que explica a revolta dos brasileiros nesse momento?

É absolutamente isso. Eu estou muito revoltado pelos brasileiros, porque sei o tamanho do impacto cultural. É uma parte de sua memória que foi apagada. É como se sua casa pegasse fogo, e a história de sua família, em fotos, fosse perdida. É um pouco isso, mas na escala de um país. O prédio pode ser reconstruído, mas seu conteúdo năo será reconstruído como era.

Bruno David, presidente do Museu Nacional de História Natural de Paris (foto: AFP / PATRICK KOVARIK)

O senhor mencionou a questăo do investimento, ou da falta de investimento no museu, como origem da tragédia.

Eu năo sou brasileiro, e năo conheço as circunstâncias exatas. Mas busquei informaçőes e sei que os cortes orçamentários causaram uma tensăo no financiamento do museu, que estava sob alta pressăo. Mesmo os meios elementares de segurança do local năo foram garantidos. Quando chegamos a esse ponto, năo estamos ao abrigo de uma catástrofe.

A seu ver, o nível de investimento em cultura por parte de um país tem relaçăo com a apreciaçăo que a sociedade faz da cultura?

Completamente. A maneira como uma sociedade mergulha no seu passado, se interessa e aceita suas raízes, traduz-se pelos investimentos em cultura em geral. Isso depende das sociedades, do que consideramos cultura, se incluímos a história natural nesse critério – a meu ver, sim. Faz parte do patrimônio de um território. Para mim, o Museu Nacional de História Natural de Paris é tăo importante quanto o Louvre, em termos de patrimônio e de arquivo histórico. As informaçőes săo do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Brasil