O estado do Rio de Janeiro está em alerta contra o sarampo, de acordo com a Secretaria estadual de Saúde. A preocupação do governo estadual é pela proximidade com São Paulo, que vive um surto da doença. Neste ano foram confirmados 13 casos. Os principais sintomas do sarampo são mal-estar geral, febre, tosse e coriza. A recomendação é que crianças a partir de um ano e adultos até 49 anos que não se vacinaram procurem os postos municipais.
— São Paulo está registrando a ocorrência da doença e os estados têm grande circulação de pessoas, por isso a importância da prevenção. A ação faz parte da recomendação do Ministério da Saúde e estamos colocando em prática. A indicação é fazer a administração da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para crianças a partir de 1 ano de idade e os adultos até 49 anos que não estão em dia com a vacina. Para aqueles que têm dúvida se receberam ou não o dose, a indicação é pela imunização — explica Alexandre Chieppe, médico da Secretaria de Estado Saúde.
A capital paulista já registrou 484 casos de sarampo neste ano, segundo dados da Secretaria estadual de saúde de São Paulo.
O sarampo é uma doença que passa com facilidade de uma pessoa para outra por meio da fala, tosse e espirro. Os sintomas aparecem em média de 10-12 dias desde a data da exposição.
No período do inverno a doença tende a contaminar mais pessoas e se espalhar facilmente. Contagiável pelo ar, o sarampo se propaga em ambientes fechados — aumentando o número de casos em meses mais frios. É uma doença viral aguda, altamente contagiosa, que cursa com febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele.
A ação, que é preventiva e recomendada pelo Ministério da Saúde, tem por finalidade reforçar a necessidade da prevenção com a vacina, disponível nos postos municipais. Segundo a Secretaria estadual de Saúde, em 2018, o Rio alcançou 95% de cobertura vacinal para o público-alvo e foram notificados 20 casos de sarampo.
Outra medida a ser realizada pela secretaria é a distribuição de panfletos informativos em rodovias, terminais ferroviários, metrô, BRTs e aeroportos do Rio. O material reforçará a importância de se vacinar e os sintomas.
—Caso tenha viajado, ou se teve contato com pessoas com sintomas da doença, procure uma unidade de saúde mais próxima — reforça Chieppe.
MODELO DE VACINAÇÃO
Crianças a partir de 12 meses de idade – 1 dose de Tríplice Viral; Crianças de 15 meses a 04 anos de idade – 1 dose de Tetra Viral;
De 05 até 29 anos – 02 doses de Tríplice viral, com intervalo de 30 dias;
De 30 a 49 anos – 01 dose da vacina Tríplice viral;
Profissionais de saúde – 02 doses de tríplice viral, com intervalo de 30 dias, independente da idade.
Nossa qualidade de vida é altamente dependente das nossas emoções. Mais até que nossa capacidade financeira.
Uma pessoa financeiramente limitada mas repleta de emoções positivas como alegria, paz e autoconfiança vive melhor que uma pessoa com dinheiro sobrando mas que vive em meio a emoções negativas como tristeza, stress, raiva e medo.
Afinal, nossa felicidade e bem-estar é determinada pelo que sentimos. Pelo nível de satisfação e felicidade que alcançamos.
Por isso, aprender a ter controle das nossas emoções é chave para uma maior qualidade de vida. Ajuda a nos sentirmos melhor. Vivermos melhor com nós mesmos e nos relacionarmos melhor com os outros.
E isso tem nome. Chama-se inteligência emocional. Esse é um termo que popularizado por Daniel Goleman, em seu livro sobre o tema.
Inteligência emocional é a nossa capacidade de entender e gerenciar as emoções existentes em nós e nos nossos relacionamentos.
Imagine um cenário em que alguém agiu de forma incorreta com você.
Isso irritou você e fez com que ficasse com muita raiva. Então você decide ir tirar satisfação com a pessoa. Durante a discussão deixa o sangue subir, se exalta, ofende e por pouco não parte para a agressão física.
Esse é um exemplo de pouca inteligência emocional. Primeiro porque você não conseguiu controlar suas próprias emoções. Deixou que a raiva e irritação tomasse conta de você e até mesmo de suas atitudes.
Em segundo, porque não conseguiu lidar de forma emocionalmente inteligente com a outra pessoa.
A inteligência emocional nas organizações também tem papel de destaque.
Grandes líderes dispõem de uma grande habilidade de controlar suas emoções e manter a calma em situações de tremenda pressão. Pressão por resultados, pressão de clientes, funcionários.
Também são muito hábeis em entender a emoção dos outros e assim conseguir estabelecer melhores relações profissionais. Precisam saber se comunicar, persuadir, dialogar, inspirar e motivar.
Todos atributos ligados a inteligência emocional.
Nas relações pessoais, a inteligência emocional tem papel crítico.
É necessária para você conseguir estabelecer sintonia em relações próximas como esposa, marido, filhos, família e amigos. Sem inteligência emocional essas relações facilmente descambam para briga e desentendimento.
Mas como adquirir inteligência emocional? A boa notícia é que isso é possível. Existem quatro pilares que precisamos trabalhar para desenvolvê-la.
1. Autoconhecimento emocional
É saber o que estamos sentindo e por que estamos sentindo.
Muitas vezes as emoções passam por nós de forma devastadora. Ficamos nos sentindo mal, mas sem sequer nos darmos conta de onde isso vem.
O autoconhecimento emocional é tomar maior consciência das emoções. Algo do tipo: “Isso que estou sentindo é raiva e o motivo de estar me sentindo assim é porque aquela pessoa estava falando coisas erradas a meu respeito. ”
Algumas dicas para você conhecer melhor as suas próprias emoções:
Pergunte-se qual o sentimento que está tendo. É frustração, tristeza, angústia…
Pergunte-se por que está sentindo isso. O que causou esse sentimento? Talvez seja medo do futuro. Talvez seja porque não consegui algo que queria. O que é exatamente?
2. Controle emocional
O autocontrole emocional diz respeito a nossa habilidade de manter o controle sobre nossas emoções. Não deixar que elas atrapalhem nossa vida. Pelo contrário, nutrir emoções positivas para que possamos viver melhor.
Por exemplo, conseguir manter o controle quando se está com raiva. Assim evitar de perder a cabeça e fazer alguma besteira que não devia.
Também cultivar otimismo e positividade pra não se deixar derrubar quando você está se sentindo pra baixo e com vontade de desistir de tudo.
Esta habilidade precisa entrar em campo, em especial, quando estamos sendo demasiadamente dramáticos. Achando que o que está acontecendo é muito horrível e a vida vai ser um desastre em função do ocorrido.
Algumas pessoas chegam a ficar deprimidas ou à beira de um ataque de nervos. Isso é péssimo pois coloca você num estado de infelicidade e bloqueia você de produzir e fazer as coisas que precisa para ter uma vida melhor.
Algumas dicas para você aumentar seu controle emocional:
Saiba que você tem controle sobre as emoções que sente e pode escolher eliminar as negativas e abrir espaço para as positivas. Utilize a sua consciência e inteligência para isso.
Não se deixe afetar pela negatividade de outros. Saiba que você é independente e pode escolher ficar emocionalmente bem. Repita a si mesmo: “Eu tenho controle sobre minhas emoções e vou gerar as emoções que me fazem sentir bem. ”
Descarregue as emoções negativas. Uma dica é escrever tudo num papel, depois rasgar e jogar fora. Atividade física também é ótimo para reenergizar. Sair para dar uma caminhada longa e suar um pouco é uma coisa que acalma.
3. Empatia
Empatia é se colocar no lugar do outro pra entender a forma dessa pessoa agir, suas emoções e sentimentos.
Esse é um exercício que contribui em duas grandes frentes. Em primeiro lugar, contribui para melhorar sua habilidade de relacionamento.
Em segundo entender o outro é uma excelente forma de conhecermos melhor a nós mesmos. Isso pois você aprende mais sobre emoções e sentimentos e pode aplicar melhor essa habilidade em si mesmo.
Algumas dicas para você aumentar sua empatia:
Pense sobre o motivo pelo qual a pessoa pode estar agindo daquela maneira.
Tente imaginar o que ela está sentindo
Se tiver liberdade, pergunte para essa pessoa o que ela está pensando e o que está sentindo
4. Habilidade social
É a habilidade de ter melhores relações interpessoais. Criar amigos, bons relacionamentos no trabalho, sintonia nas relações pessoais.
Liderança, gestão de conflitos e trabalho em equipe são outros exemplos de características nesta área.
Algumas dicas para você melhorar sua habilidade social:
Encontre pontos de entendimento com as pessoas que está tendo uma relação difícil na família e tente construir sintonia a partir daí
Socialize. Tenha contato com pessoas e tente estabelecer uma conexão com elas.
Candidate-se para liderar uma iniciativa no trabalho e forme uma equipe que queira trabalhar com você
Inteligência emocional é chave para nossa melhor performance no trabalho e na vida pessoal.
Muitas pessoas têm um sobe e desce de emoções durante o dia. É uma montanha russa emocional. Tristeza, medo, ansiedade, raiva, stress. Existe uma dificuldade imensa de se estabilizar emocionalmente. É importante mudar isso.
Ter inteligência emocional é saber lidar com nossas emoções para o nosso próprio benefício sem deixá-las que atrapalhem nossa vida.
Entender as suas emoções e saber controlá-las é crucial para seguir a vida de forma positiva. Se você deixar suas emoções levarem você para onde querem, pode acabar tendo surpresas desagradáveis.
Controlar a raiva, tolerar o stress, saber viver em paz e em equilíbrio. Todas essas são habilidades que precisamos cultivar e desenvolver.
Quanto mais inteligência emocional você tem, mais você consegue viver bem e em equilíbrio, independentemente das circunstâncias externas por mais difíceis que estejam sendo naquele momento.
Aprenda a tomar conta dos seus sentimentos. Sua vida vai ficar bem melhor.
Se eu disser que fui diagnosticada com câncer no fígado, por exemplo, todos se compadecerão de mim. Muitos se colocarão à minha disposição para fazerem algo por mim para que eu me sinta melhor. Mas se eu disser que fui diagnosticada com Depressão Recorrente Grave, a maioria dirá que é frescura, falta de Deus, falta de ocupação, que é fraqueza de espírito… que preciso sair dessa e enfrentar a vida com coragem.
O que as pessoas ignoram, é que a saúde mental é tão carente de cuidados quanto é a saúde do corpo. Nosso cérebro, nossa mente e nossas emoções adoecem sim, e uma vez diagnosticado um transtorno mental é preciso urgentemente da ajuda de um profissional na busca da cura, pois a depressão grave é um risco iminente de suicídio.
No Brasil, cerca de 11 milhões de pessoas foram diagnósticas com depressão, quase 6% da população. É o número 1 com maior prevalência da doença na América Latina, o 2 nas Américas, ficando atrás apenas dos estados unidos. Além da dor psíquica debilitante causada pela depressão, a doença ainda aumenta o risco de desenvolver vícios, comportamentos suicidas, diabetes e doenças cardíacas. A saúde mental precisa urgentemente ser reconhecida como umas das prioridades nas políticas públicas. Em muitos países, programas de prevenção do suicídio passaram a fazer parte das políticas de saúde pública. Na Inglaterra, o número de mortes por suicídio está caindo em consequência um amplo programa de tratamento de depressão. Reduzir o suicídio é um desafio coletivo que precisa ser colocado em debate. A indiferença, a omissão, o silêncio, não podem ser nossas respostas. Fazer nada é a pior decisão que podemos tomar sobre qualquer assunto.
Como saber se estou com depressão?
A depressão é na realidade uma ampla família de doenças, por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores. Sendo assim, depressão é a Sindrome Amotivacional: uma falta de sentido para tudo. Mas é preciso diferenciar tristeza passageira de depressão. É muito comum dizer que alguém está meio “deprê” e por isso não quer sair de casa: fulano anda depressivo depois que terminou o namoro…
Entretanto, a depressão é um transtorno mental grave com risco iminente de suicídio, e precisa ser visto como um problema de saúde pública.
Dentre sintomas recorrente da depressão, e enfatizo “recorrente”, estão:
ou a pessoa tem insônia ou dorme demais;
a pessoa não tem apetite nem mesmo para as coisas que mais gosta de comer: se ama mouse de limão, nem mesmo mouse de limão vai lhe motivar a comer;
a pessoa vivencia em si um sofrimento intenso do qual ela não sabe a origem;
ela sente uma espécie de angustia, uma sensação de que o coração está sendo esmagado ou está inflado constantemente;
ela tem vontade de chorar a qualquer momento, como se coisa alguma fizesse sentido para ela, não nunca está mental e emocionalmente onde o seu corpo está;
ela experiencia um desânimo inexplicável, o corpo não, a mente, o coração são todos cansaço, por mais estimulo que a pessoa receba, ela permanece apática mesmo tentando não ser e é por isso também que a pessoa tem falta de vontade de fazer atividades recreativas;
a pessoa começa a sentir confortável somente quando se isola de tudo e de todos, e é nesse estágio que ela tende a se cortar ou se queimar. Em seu íntimo precisa – naquele instante – um alívio em sua dor psíquica e para isso, opta pela automutilação.
Fatores que podem aumentar as chances de desenvolver a depressão:
Abuso: Sofrer abuso físico, sexual ou emocional pode aumentar a vulnerabilidade psicológica, agravando as chances de desenvolver a depressão
Medicações específicas: Alguns elementos químicos, como a Isotretinoína (usada para tratar a acne), o antiviral interferon alfa, e o uso de corticoides, podem aumentar o risco de desenvolver depressão
Conflitos: A depressão em alguém que já tem predisposição genética para a doença, pode ser resultado de conflitos pessoais ou disputas com membros da família e amigos
Morte ou perda: A tristeza ou luto proveniente da morte ou perda de uma pessoa amada, por mais que natural, pode aumentar os riscos de desenvolver depressão
Genética: Um histórico familiar de depressão pode aumentar as chances de desenvolver a doença. É de conhecimento científico que a depressão é complexa, o que significa que podem haver diversos genes que exercem pequenos efeitos para o surgimento da doença, ao invés de um único gene que contribui para o quadro clínico
Eventos grandiosos: Eventos negativos como ficar desempregado, divorciar-se ou se aposentar podem ser prejudiciais. Porém, até mesmo eventos positivos como começar um novo emprego, formar-se ou se casar podem ocasionar a depressão. Entretanto, é importante reiterar que a depressão não é apenas uma simples resposta frente à momentos estressantes do cotidiano
Outros problemas pessoais: Problemas como o isolamento, causado por doenças mentais, ou por ser expulso da família e de grupos sociais, também podem contribuir para o surgimento da depressão
Doenças graves: Às vezes, a depressão pode coexistir com uma grande doença, como por exemplo, o câncer. Ou então, pode ser estimulada pelo surgimento de um problema de saúde
Abuso de substâncias: Aproximadamente 30% das pessoas com vícios em substâncias apresentam depressão clínica ou profunda.
O que fazer?
Depois que você observou que esses sintomas são uma constante em sua vida, você precisa de ajuda. Você até pode sair de uma depressão sozinho, mas isso depende muito de seu nível de força mental. Sozinho você pode correr, nadar, dançar, pintar, escrever, cantar, tocar um instrumento, lutar, fazer musculação, Yoga, meditação… tudo isso pode fazer o seu cérebro produzir oxitocina, serotonina, adrenalina… hormônios fundamentais para que se sinta feliz, energizado e cheio de amor para ofertar. Mas se você não conseguir fazer nada disso, não conseguir se mover sozinho em direção a sua autocura, não se isole na dor, busque ajuda.
Procure um profissional da psicologia ou psiquiatria. Eles farão o diagnóstico corretamente e apontarão os caminhos a seguir. Mas somente recorra a medicamentos quando todas as outras alternativas tiverem falhado e sob a estrita prescrição de um psiquiatra. Pois somente um psiquiatra pode prescrever antidepressivos. Atualmente tornou-se muito comum, os clínicos gerais, os neurologistas, os endócrinos e etc, passarem “calmantes” para seus pacientes. Isso é errado. Repito, a depressão é um transtorno mental grave que deve ser tratado por um profissional que passou anos estudando para isso. Somente ele poderá diagnosticar corretamente e dizer se você precisa de medicamentos ou não. Não vamos enriquecer a indústria farmacêutica tomando antidepressivos que causam dependência só porque o neurologista disse que precisamos dormir melhor para amenizar a dor.
Se ame acima de tudo. Ouça a voz interior que clama por socorro e aceite ser ajudado. É lindo o despertar para cura, para o desejo de ser curado. Abrace a sua dor psíquica, cuide dela, leve-a para ser amparada, cuidada, sarada. A culpa por estar doente das emoções não é sua. Você não merece esse “câncer” em sua alma. Você merece compreender que o seu cérebro passa por transformações terríveis ao longo da vida e você não pode controlar isso. O que você pode fazer, repito, é abraçar a sua dor e cuidar dela até que você consiga viver sem a constante presença dela. Até que a ausência dela lhe seja libertador.
Em suma, lembre-se do que nos ensinou Carl Jung, “o sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o”.
A mãe e manicure Rafaela Moreira está alertando outros pais após seu bebê Gustavo ter passado por uma situação difícil. Com apenas 17 dias de vida, o pequeno contraiu herpes após ter sido beijado por uma visita.
De acordo com Rafaela, as marcas no rosto de seu filho apareceram de repente. “Não teve sintoma nenhum no caso do Gustavo, ele não teve nada, simplesmente ele amanheceu com o rostinho daquele jeito, foi do dia para noite!”, contou Rafaela.
Ela então levou seu filho rapidamente para o Hospital Municipal M’Boi Mirim em São Paulo. No local, foi diagnosticado que o bebê havia contraído herpes. “Quando o Gustavo nasceu eu fui para casa e em casa tive várias visitas seguidas, familiares, amigos, não tem como dizer de quem foi que pegou, não dá pra acusar ninguém”, afirmou Rafaela.
O pequeno precisou ficar 10 dias internado no hospital. “Ele só não ficou internado na UTI porque ele não teve febre, parece que foi coisa de Deus. Ele fez vários exames de sangue, a minha sorte foi que ele não teve febre”, disse Rafaela.
Após receber alta do hospital, o pequeno ainda precisou continuar com o tratamento para que a herpes não voltasse. “Quando ele saiu do hospital fomos encaminhados para o dermatologista que passou um hidratante e um creme para o rosto para controlar e evitar que a herpes volte”.
Atualmente, Gustavo é um bebê saudável de quatro meses. “Graças a Deus, ele não teve mais nada”, contou Rafaela.
Mãe quis alertar sobre os riscos de se beijar um bebê
Rafaela decidiu tornar sua história pública após saber do caso de uma recém-nascida que faleceu nos Estados Unidos após ter contraído herpes. A herpes labial pode ser inofensiva para adultos, mas para recém-nascidos a situação é diferente. Como estes pequenos ainda tem um sistema imunológico muito frágil, a herpes pode até mesmo levar a morte destes bebês.
Por isso, a orientação é não deixar que nenhuma visita beije o recém-nascido. “O conselho que eu dou hoje para os pais é: não deixem as visitas falarem perto e/ou beijarem seu bebê! E sempre peça que eles passem álcool em gel nas mãos antes de entrar em contato com o bebê”, orientou Rafaela.
Rafaela fez um post em suas redes sociais sobre o que aconteceu com seu filho. A publicação viralizou e já tem mais de 170 mil compartilhamentos.
bebe herpes mae alerta
Bebê Mamãe
Foto: Reprodução Arquivo Pessoal – O pequeno Gustavo em recuperação em foto compartilhada por sua mãe
bebe herpes mae alerta
Bebê Mamãe
Foto: Reprodução Arquivo Pessoal – O pequeno Gustavo atualmente, já recuperado e muito saudável
A labirintite é uma doença do ouvido que afeta o labirinto e suas estruturas responsáveis pela audição (cóclea) e pelo equilíbrio (vestíbulo).
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As pessoas costumam chamar qualquer distúrbio na região do ouvido interno de labirintite. O termo correto é labirintopatia, sendo labirintite uma delas.
Os principais sintomas são vertigens e tonturas. Normalmente o problema se manifesta a partir dos 40 anos, porém muita gente sofre do problema bem antes dessa idade.
É preciso ficar alerta, quem consome bebida alcoólica e fuma em excesso, pois é um forte candidato a ter labirintite. Outros vilões desse problemas são o café, chocolate e refrigerantes.
Se você sofre de labirintite é de suma importância evitar o consumo de cafeína. Alguns estudos apontam que quem leva uma vida saudável, longe do estresse e da sobrecarga de atividades físicas, não tem a tendência de sofrer de labirintite.
Hoje a medicina natural também oferece receitas para combater esse mal. Essa que vamos ensinar hoje, é muito recomendada por quem já a fez.
Vamos testá-la então?
Ingredientes
1/4 de colher de chá de noz-moscada ralada
1 folha de louro
1 copo de água Como preparar Rale a noz-moscada.
Modo de preparo
Ferva a água, e coloque em um copo.
Depois acrescente a noz moscada ralada e a folha de louro.
Tampe e deixe esfriar.
Reparta essa mistura e tome 3 vezes ao dia, durante 3 dias.
Noz moscada para insônia
A noz-moscada é rica em propriedades calmantes e sedativas, ajudará você a se livrar do stress e nervos, e muitas vezes a temida insonia.
É muito importante não errar na dosagem da noz-moscada! Use a quantia exata dessa receita.
Se quiser repetir o tratamento espere pelo menos 30 dias, a contar do último dia de consumo do chá.
Aqui está uma pergunta que nem todo mundo tem coragem de fazer: é normal soltar muitos gases por dia? Saiba que, se você for como a maioria das pessoas, a resposta é sim! E acredite, é bem provável que a quantidade considerada normal é bem maior do que você imagina.
De acordo com Kyle Staller, gastroenterologista do Massachusetts General Hospital (EUA), temos em média meio a 1,5 litros de gás em nosso trato digestivo. Contudo, a quantidade real de gás que você expele varia e é difícil para os médicos darem um número exato.
Você também acreditava que os homens têm mais gases do que as mulheres? Isso é um mito total. “Uma pesquisa mostrou que a produção de gás não acontece especificamente por gênero. Ambos podem soltar gases cerca de 20 vezes por dia e ainda serem considerados na faixa ‘normal’”, indica o profissional. “Isso é muito comum para todos nós”, completa.
Mas calma. Vinte vezes por dia? Agora você deve estar pensando: “eu não solto tudo isso, não!”. Mas sim, você solta. Acontece que nós não expelimos gases apenas quando estamos acordados, mas também durante as horas de sono.
Por que temos tantos gases?
Segundo Ashkan Farhadi, gastroenterologista no Orange Coast Memorial Medical Center e diretor do Memorial Care Medical Group’s Digestive Disease Project in Fountain Valley, California (EUA), existem duas formas de os gases aparecerem: engolindo ar (mascando chiclete ou usando um canudo, por exemplo) ou quando as bactérias de seu intestino acumulam gás após receber os alimentos em seu trato digestivo. “As razões mais comuns para o seu corpo produzir gases são coisas que você não pode absorver ou digerir”, explica o profissional.
Mas é claro que existem outros fatores que podem fazer você ter mais gases do que o normal. E se isso está atrapalhando sua vida de alguma forma é super compreensível que você queira entender o que está acontecendo. “O organismo de todo mundo é diferente, mas há algumas coisas que tendem a causar problemas para muitas pessoas”, diz Kyle Staller.
Neste momento, os “FODMAP” –conjunto de alimentos fermentáveis que são mal absorvidos pelo organismo e podem causar desconforto – podem estar produzindo alguns gases.
Os FODMAPs são carboidratos que estão em muitos alimentos, até mesmo os saudáveis, como vegetais e laticínios. Como eles acabam não sendo digeridos corretamente pelo trato, são digeridos pelas bactérias do intestino grosso. O resultado? Gases, é claro!
“Se você perceber que está com muitos gases, evite ingredientes com carboidratos para ver se faz alguma diferença”, diz Ashkan Farhadi. Mas se você já tentou de tudo e seus gases continuam afetando sua qualidade de vida é melhor procurar um médico. “Se é incômodo ou você não pode controlá-lo, converse com um profissional”, orienta Staller.
Que podemos acordar um dia e decidir “sorrir, tomar um café e lidar com isso”.
Desculpe te decepcionar, mas a ansiedade não é algo que podemos simplesmente “desligar”.
Ansiedade não é algo que eu posso escolher ter na segunda-feira, ou não ter no domingo.
Ansiedade não é uma decisão. Não é uma coisa voluntária que queremos ter em nossas vidas, dia após dia.
Não é uma escolha!
Alguns dias, estamos livres disso.
Na verdade, nós pensamos que estamos livres, e que talvez, apenas talvez, ela vá desaparecer.
Mas, de repente, quando a gente menos espera, ela aparece nos cantos mais sombrios de nossas mentes.
Ele salta na nossa frente quando estamos nos sentindo confortáveis. E isso se torna o foco uma e outra vez, sem aviso prévio.
Nós não podemos simplesmente “escolher ser feliz”. Nós não podemos simplesmente “relaxar”.
Ansiedade não tem um botão de “pausa” em nossas mentes.Depressão não tem um botão “desligar” em nossos cérebros.
E nenhum dos dois, definitivamente, têm um botão de expulsar em nossas cabeças.
Ao nos dizer para simplesmente “relaxar”, você está minimizando nossa doença.
Você está minimizando o significado que isso tem em nossas vidas diárias.
Você está dizendo que a ansiedade não é algo a levar a sério. Que não é uma verdadeira “doença”, e que não é algo para se preocupar verdadeiramente.
Você diria a alguém com uma perna quebrada para parar de reagir exageradamente e “apenas continuar andando”?
Você diria a alguém com câncer para “apenas sorrir” e “deixar acontecer”?
Acho que não.
Então, por favor:
PARE DE NOS DIZER PARA SORRIR QUANDO NÓS NÃO SABEMOS COMO.
PARE DE NOS DIZER PARA LIGAR UMA MÚSICA E ESCOLHER SER FELIZ.
PARE DE NOS DIZER QUE NOS NÃO TEMOS NADA COM QUE NOS PREOCUPAR, QUANDO ISSO É TUDO QUE NÓS SABEMOS FAZER.
PARE DE JULGAR COMO NOS SENTIMOS, QUANDO VOCÊ TEM IDEIA DO QUE ESTAMOS PASSANDO.
Você nunca vai saber como nos sentimos a menos que você um dia com nossos sapatos e um dia em nossas mentes.
Você nunca vai saber o que se passa dentro de nossos cérebros a cada segundo do dia.
Você nunca vai saber como é se sentir atormentado com uma nuvem escura que te acompanha o tempo todo.
E você nunca vai saber como é sentir medo da sua vida, estar constantemente em pânico e ser constantemente preenchido com “e se?”.
Então antes de você tentar nos fazer sentir melhor dizendo-nos para relaxar, por favor lembre-se, ansiedade é uma doença mental. Depressão é uma doença mental.
É uma doença.
Não é uma visão da vida.
Não é um “palco” do qual vamos sair.
E não é um grito de atenção.
Acredite em mim!
Se pudéssemos, nós relaxaríamos, ficaríamos de boa, pararíamos nossos pensamentos antes de entrarem em território perigoso.
Se pudéssemos, nós relaxaríamos, ficaríamos de boa, pararíamos nossos pensamentos antes de entrarem em território perigoso.
Acredite em mim, se tivéssemos a capacidade, faríamos isso o mais rápido possível.
Um estudo realizado pela University College London descobriu por que os bebês chutam quando estão na barriga. Alguns falam que é porque puxou a mãe, agitada. Outros falam que é porque ele gostou de ouvir a voz do pai. Mas a verdade é bem diferente!
A curiosidade era saber o porquê. Os dois pesquisadores uniram-se com a universidade e, como não é possível investigar as ondas cerebrais dos fetos dentro da barriga, eles conseguiram analisar 19 bebês, recém-nascidos, alguns prematuros, tentando descobrir por que eles chutavam enquanto dormiam.
Pezinho nervosos (Foto: GettyImage)
Segundo o LiveSciense, cada chute do bebê é uma rede cerebral que eles constrói. Assim, o bebê na barriga começa a entender qual parte do corpo está movendo e como tocar. Depois do nascimento, o efeito dos chutes já não é o mesmo no cérebro.
Filho de Sandy e Lucas Lima aparece em clipe com Ivete Sangalo
Além disso,a doutora Kimberley Whitehead disse em sua pesquisa que “esses aspectos fundamentais do tato são úteis imediatamente a partir do nascimento para habilidades como amamentação”.
“Meu pai tem 92 anos. Todas as semanas espera o domingo ao meio-dia, dia da família se reunir. Espera ansioso pelo “dia da história”. Nós dois amamos o mundo da fantasia, do cinema e dos livros. Ele me ensinou a navegar no universo de princesas, piratas, dragões. Porém meu herói mais fantástico foi sempre ele. Hoje já não caminha, mas de sua cadeira espera como uma criança que alguma história o surpreenda. Cinquenta anos depois, quem inventa as histórias sou eu. No começo, eu ficava triste por isso. Mas agora eu desfruto desses momentos e devolvo para ele algo que me disse desde pequena. Uma história é fechada, bonita e triste ao mesmo tempo. Como a vida, não é?”
Essas são história que ouvi e me atingiram muito, também me comoveram e me fizeram questionar.
Os braços fortes que nos embalavam, agora tremem. Os olhares que nos protegeram agora se transformam em bolas confusas e medrosas. A segurança que veio desses lábios transforma-se em impotência. Quem inventava maneiras de comermos bem, passa a necessitar que cortemos a comida em pequenos pedaços. Quem contava “um, dois, três” para nos lançar para o céu, hoje não pode subir a escada sem precisar do nosso apoio.
Da antiga pressa para chegar logo ao destino, passam a perguntar “Que dia é hoje, filho?” O tempo passa e nossos pais também crescem, isso é difícil.
Ser pai é conter, apoiar, acompanhar o crescimento, ser fiador dos nossos filhos. Somos crianças quando nascemos e voltamos a ser quando envelhecemos. Nesta curva, nós filhos deixamos de sermos cuidados e passamos a ser cuidadores. A equação de proteção é invertida, aqueles que antes nos vigiavam passam a precisar da nossa proteção. E homens e mulheres estão preparados – embora muitas vezes não saibamos como – administrar a educação de nossos filhos. Mas não estamos em condições de fazer isso com nossos pais. Podemos nos questionar e perguntar por que isso nos custa tanto.
Criar nossos filhos é acompanhar com alegria, medo, sucessos e erros o começo da vida. E pensar no declínio e na morte de nossos próprios pais nos deixa tristes, irritados e confusos. Isso nos angustia, nos irrita e nos confronta com o filme de nossa própria finitude. Ver nossos idosos envelhecendo é testemunhar um lento declínio dos guerreiros.
“Parte meu coração vê-la tão frágil, indefesa e desamparada. Eu não consigo me acostumar a vê-la assim. “
A expectativa de vida é muito maior hoje do que há décadas, devido aos avanços da medicina, às políticas de vida mais saudáveis e à evolução das espécies. Isso é fantástico, mas tudo tem prós e contras. Nossos pais terão mais chances de chegarem a ser idosos, mas… Cuidar deles é também dizer adeus. É relembrar a nossa relação, os desafios, os carinhos, as tristezas e alegrias. A morte existe e entristece, e se é de nossos pais mais ainda.
Mas, como Victor Frankl disse no horror de um campo de extermínio do genocídio nazista, “a última coisa que podem nos tirar é nossa liberdade”. E mesmo nessa situação de dor, temos opções.
Há tantas combinações possíveis quanto histórias de pais e filhos, mas basicamente há três maneiras de lidar com essa situação. 1.Podemos ser filhos super-protetores e hipotecar nossas vidas, mas claramente não recomendo isto. 2. Podemos negar que estamos nos distanciando emocionalmente.
E a 3. Ou podemos tentar, o mais difícil, isto é: um equilíbrio saudável e amorosamente acompanhar esta fase de suas vidas. O equilíbrio é sempre a melhor maneira de evitar a superlotação de consultórios psicológicos. Diversas consultas em meu consultório estão relacionadas à gestão de pacientes adultos no relacionamento com seus pais, como cuidar deles sem invadir espaços, como acompanhar sem exageros, de um lado ou de outro.
Naturalmente, ter dinheiro será um aliado quando se trata de construir dispositivos de assistência e suporte. Mas além disso, o que eu quero apontar é a maneira como você se sente, pensa e se comporta diante dessa realidade inevitavelmente dolorosa.
E se nossos pais não foram amorosos conosco?
Alguns vão pensar “meus pais não me amaram e eu sofri muito com isso, como eu me importo com eles agora?” É um dos pontos mais difíceis desta questão, quando a relação foi ruim e o amor esteve apenas em segundo plano. Torna-se muito mais complicado transformar um filho no pai de seu pai.
Há mães e pais que fazem o melhor que podem. Mas eu também devo dizer, e isso é controverso e deixo o debate em aberto, há pais que não foram capazes, não quiseram ser pais amorosos. Se os filhos sofreram muito essa falta de carinho, é muito complicado que devolvam o que não receberam.
Também é importante saber que enquanto o passado grita, o presente se torna sombrio. É importante resolver os problemas pendentes com nossos pais quando eles estão vivos. É até idiota dizer isso, mas com lápides não podemos resolver ou administrar conflitos. Não vamos deixar para amanhã os conflitos que podemos resolver hoje.
A arte de colocar limites
Por outro lado, nossos pais e nós precisamos colocar em funcionamento limites e estratégias para lidar com novas situações. Teremos que lidar com suas ansiedades, entender angústias, mas também saber dizer não. Pessoas muito idosas podem ser extremamente exigentes e seus filhos terão que se diferenciar quando algo é importante e quando não é.
Caixa de Ferramentas
Paciência:
Quase tanto quanto tiveram conosco quando éramos pequenos. Se eles não se lembram de coisas, se levam muito tempo para se vestir, se são desajeitados com suas tarefas. É difícil, é difícil, mas paciência.
Criatividade
Estratégias de busca para enfrentar essa nova realidade são necessárias. Encontre momentos de reuniões, aproveite o que puder, aproveite a oportunidade para perguntar tudo o que queremos saber sobre a nossa história, ser criativo ajuda a superar momentos difíceis em nossas vidas.
Capacidade de colocar palavras em nossas emoções
A raiva é geralmente o disfarce da tristeza. Identificar se é um ou outro nos permitirá agir melhor.
Os filhos têm a possibilidade de acompanhar e serem protagonistas dos últimos anos de vida dos pais, têm a chance de dar um pouco do amor que receberam, têm a maravilhosa oportunidade de administrar a dor com amor e integridade, e talvez um dia , a ideia de morte torna-se menos tortuosa se conseguirmos fechar de forma saudável os duelos e desafios que a vida está colocando no caminho.
Este texto é uma tradução adaptada do texto “Cómo afrontar la difícil tarea de ser padres de nuestros padres” do psicólogo Alejandro Schujman para o Clarín.
Um caso trágico que aconteceu em 2017 nos Estados Unidos foi publicado em um periódico científico para alertar os especialistas na hora de realizar a avaliação clínica dos pacientes. Uma senhora de 65 anos foi diagnosticada pelos médicos como se estivesse passando por um ataque de pânico após dar entrada no hospital com crise de ansiedade, dificuldade para respirar e problemas no sono. A real causa dos sintomas, entretanto, era uma doença rara e mortal: a mulher contraiu raiva após ser mordida por um cachorro durante um retiro de ioga realizado na Índia. Ela faleceu em decorrência da doença, que é transmitida por um vírus e afeta gravemente o sistema nervoso central.
De acordo com a pesquisa divulgada na última sexta-feira (4 de janeiro) pelo órgão governamental norte-americana Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), esse é apenas o nono registro de morte causada por raiva nos Estados Unidos nesta década.
A paciente vivia no estado da Virgínia e realizou uma viagem para a Índia entre os meses de janeiro e abril de 2017 para fazer um retiro de ioga. Durante a estadia, ela foi mordida por um filhote de cachorro: a ferida foi lavada apenas com água e nenhum exame foi realizado no local. Após retornar aos Estados Unidos, em maio, a mulher começou a sentir dores em sua mão direita e foi consultar um médico — o especialista afirmou que o motivo para a queixa seria causada pela síndrome do túnel do carpo, que provoca dormência e formigamento nos dedos.
Os sintomas, entretanto, só pioraram: a senhora começou a sentir dores no peito, dificuldade para respirar e crises de ansiedade. Ao retornar ao hospital, ela foi medicada com remédios indicados para combater a ansiedade. Os médicos ainda realizaram um exame em seu coração e verificaram um problema na circulação do sangue: ela foi submetida a um cateterismo para examinar os vasos sanguineos.
A real condição da paciente só foi descoberta após ela ter problemas para engolir água, um dos sintomas clássicos da raiva (que também é conhecida pelo nome de hidrofobia). Ao questionar aos familiares da mulher se ela havia entrado em contato com animais nos últimos tempos, um dos médicos soube da notícia que ela fora mordida por um cachorro.
Apesar de existir uma vacina contra a raiva, ela só é efetiva quando ministrada antes dos primeiros sintomas aparecerem. Como o caso da paciente já estava avançado, ela morreu. Em sua publicação, o CDC recomendou que os turistas devem tomar cuidado ao realizar viagem para outros países.