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Mídias sociais elevam depressão entre meninas, diz pesquisa

Meninas adolescentes são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que reconheça o risco de páginas como FacebookTwitter Instagram para a saúde mental dos jovens.

Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos, segundo o estudo. Os pesquisadores constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.

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O estudo analisou dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em comparação com um quinto dos garotos.

Cerca de três quartos das garotas de 14 anos que sofrem de depressão também têm baixa autoestima, estão insatisfeitas com sua aparência e dormem sete horas ou menos por noite.

“Aparentemente, as meninas enfrentam mais obstáculos com esses aspectos de suas vidas do que os meninos, em alguns casos consideravelmente”, disse a professora do Instituto de Epidemiologia e Cuidados da Saúde do University College London, Yvonne Kelly, que liderou a equipe responsável pela pesquisa.

O estudo também mostrou que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais (mais de cinco horas por dia) mostraram sinais de depressão mais grave.

Quando os pesquisadores analisaram os processos subjacentes que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão, eles descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio online ou cyberbullying.

Os resultados renovaram as preocupações com as evidências de que muito mais meninas e mulheres jovens apresentam uma série de problemas de saúde mental em comparação com meninos e homens jovens, e sobre os danos que os baixos índices de autoestima podem causar, incluindo autoflagelação e pensamentos suicidas.

Os pesquisadores pedem aos pais e responsáveis políticos que deem a devida importância aos resultados do estudo. “Essas descobertas são altamente relevantes para a política atual de desenvolvimento em diretrizes para o uso seguro das mídias sociais. A indústria tem que regular de forma mais rigorosa as horas de uso das mídias sociais para os jovens”, diz Kelly.

 

A ministra adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que “esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas […] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas”.

Tom Madders, diretor de campanhas da instituição beneficente YoungMinds, diz que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma “pressão maior” porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem “as vidas perfeitas de outros” com a sua própria. Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha) e da Agência Brasil.

CIENTISTAS FRANCESES CONSEGUEM REMOVER COMPLETAMENTE O HIV DE CÉLULAS INFECTADAS.

Cientistas franceses do Institut Pasteur de Paris anunciaram um grande avanço para a descoberta da tão sonhada cura do HIV e novas possibilidades de tratamento.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, eles conseguiram destruir com sucesso todas células infectadas pelo vírus usando inibidores da atividade metabólica para eliminar as células.
Os medicamentos anti-retrovirais atuais são capazes de inibir o vírus do corpo até tornar a carga viral de uma pessoa que vive com HIV, como indetectável nos exames (fazendo com que ela não consiga nem passar o vírus adiante!), mas desta vez, os franceses conseguiram um feito inédito: remover completamente o vírus de todas as células.
Até hoje, existem locais raros do corpo onde uma pequena quantidade de HIV não consegue ser eliminada do corpo. São locais chamados “santuários” do vírus.

 

Quando o vírus está somente nestas poucas partes do corpo, a pessoa tem uma carga considerada indetectável e não consegue passar o vírus adiante, mas caso ela deixe de se medicar, o vírus sai destas regiões e volta a se multiplicar pelo corpo, então voltando a ter o risco de transmitir o vírus e fazer a doença desestagnar deste estágio, evoluindo.

Segundo esta nova descoberta dos pesquisadores franceses, com esta nova técnica, o vírus conseguiria ser totalmente erradicado do corpo.
Um porta-voz do Institut Pasteur disse: “O tratamento anti-retroviral usado hoje é projetado para bloquear a infecção pelo HIV, mas não é capaz de eliminar o vírus totalmente do corpo.
O porta-voz também acrescentou: “Graças aos inibidores da atividade metabólica, os pesquisadores conseguiram destruir essas células infectadas onde não se chegava, ou “reservatórios”.
O próximo passo na pesquisa será avaliar o potencial de usar essa técnica em organismos vivos após a experiência bem sucedida em laboratório.
Vale lembrar que o governo do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, recentemente encerrou estudos sobre cura do HIV no mês de setembro.

 

A medida veio para atender ao pedido de um grupo conservador anti-aborto, que protestou por um novo estudo de HIV que vinha sendo desenvolvido e estava tendo bons resultados, usar tecido fetal humano de abortos eletivos nas pesquisas.

Fonte : Poenaroda
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É POR ISSO QUE VOCÊ PRECISA DORMIR VIRADO PARA SEU LADO

Quando eu vou para a cama, costumo dormir do meu lado direito.Não há nenhuma razão específica para isso. Acontece que, eu poderia realmente fazer algo bom para mim dormindo do lado oposto.Você pode dormir de várias maneiras e cada uma delas impacta sua saúde.Dormir de barriga para baixo não é bom, se você tem problemas respiratórios.Dormir do lado direito agrava distúrbios digestivos.Então, como devemos dormir?Quando você dorme em seu lado esquerdo, está provavelmente melhorando drasticamente a sua saúde e talvez até mesmo salvando sua vida.A medicina holística chama o lado esquerdo de lado linfático dominante e, quando você dorme nesse lado, seu corpo filtra as toxinas de forma mais eficaz através dos gânglios linfáticos.Dormir do lado direito pode reverter isso, o que aumenta a chance de doenças mortais.Dormir do lado esquerdo faz o seu sistema de eliminação mais forte.

E também pode aliviar a azia!Se você tem problemas para dormir no lado esquerdo, considere dormir de costas para uma parede.Um pequeno travesseiro entre você e a parede pode torná-lo mais confortável.Pode levar algum tempo para se acostumar com isso.Você também pode manter uma luz fraca no seu lado direito, fazendo com que seu corpo, naturalmente, queira se afastar dele.

Clinomania: dificuldade de sair da cama de manhã não é preguiça e pode ser uma grave doença!

Á medida que acordar de manhã torna-se impossível e a motivação parece desaparecer, tornando o ato de estar disposto a realizar atividades básicas diárias uma tortura, podemos estar falando de uma doença e não de preguiça!

 

A clinomania, também chamada em alguns países de disania, é um distúrbio que não é internacionalmente reconhecido em nível clínico. É definido, basicamente, pela vontade incontrolável de permanecer na cama, voltando a dormir depois de acordar.

 

 

Como é a vida do paciente?

Os portadores do problema, embora tenham muita vontade de acordar e realizar as atividades diárias, que incluem atividades físicas, ir para a escola, universidade ou trabalhar, podem permanecer horas ou dias deitados, sofrendo de ansiedade ao pensar em levantar.

 

O que fazer?

Pessoas que suspeitam ter o problema – ou parentes e amigos próximos que observam a condição – devem encorajar o paciente a buscar ajuda de um psiquiatra ou neurologista, já que os sintomas podem estar ligados a outros problemas subjacentes, como depressão, síndrome da fadiga crônica ou fibromialgia.

 

Somente após estas condições anteriormente citadas terem sido completamente descartadas, é que o médico poderá diagnosticar corretamente o problema – embora muitos profissionais de saúde não estão familiarizados com o termo e não sabem do que se trata.

 

 

 

 

O que dizem os portadores?

Apesar de ser uma doença que acomete milhares de pessoas, e não ter sido clinicamente catalogado, os pacientes afirmam que os sintomas da clinomania são reais.

 

Muitos gemem de angústia quando o alarme do despertador dispara, outros sentem pânico generalizado ao pensar em sair da cama. Já outros até saem da cama, desligam o despertador e voltam a dormir sem perceber que fizeram isso.

 

Ao contrário do que é divulgado em todo o mundo sobre a quantidade de horas considerada saudável de sono, paciente com disania precisam muito mais do que apenas 8 horas e mesmo assim, sentem enorme dificuldade em levantar para realizar compromissos.

 

 

 

Buscando ajuda médica…

Pacientes que sentem que o problema dura semanas ou meses, devem buscar ajuda, preferencialmente com o apoio familiar. Não há nenhuma cura conhecida, no entanto, os pacientes podem encontrar alívio quando começam a dormir até 2 horas mais cedo do que o habitual.

 

O Sistema Nacional de Saúde da Inglaterra recomenda o seguinte protocolo para boas noites de sono:

> Vá para a cama e levante-se no mesmo horário todos os dias;

> Torne o quarto tranquilo, controlando sua temperatura, luz e barulho, não dormindo com animais de estimação;

> Tenha um colchão confortável;

> Exercite-se regularmente para aliviar a tensão acumulada ao longo do dia. Evite atividades físicas à noite, pois isso pode mantê-lo acordado;

> Reduzir a cafeína e optar por chás de ervas ou leite quente;

> Não exagere no álcool ou comida muito perto da hora de dormir;

> Não fume – a nicotina é um estimulante, assim como a cafeína;

> Relaxe antes de dormir com um banho quente, música calma ou yoga;

> Anote quaisquer preocupações ou listas de tarefas para o dia seguinte;

> Teve insônia? Levante-se se você não consegue dormir e faça algo (não ligue a TV e não mexa no celular) até sentir-se cansado novamente.

Caso as recomendações acima não tenham surtido efeito, um especialista como neurologista ou psiquiatra precisa ser consultado.

 

O que fazer se não existe reconhecimento clínico?

O fato de não ser uma doença reconhecida até o momento (o que já ocorreu com inúmeras doenças anteriormente, incluindo a depressão e diversas outras), torna o diagnóstico mais complicado, no entanto, todos os médicos concordam que permanecer deitado na cama por dias, sem motivo aparente como luto por morte de um parente próximo, é um comportamento fora do padrão que deve ser verificado.

 

 

 

 

Por que não é somente preguiça?

A diferença entre clinomania e preguiça é simples. Segundo especialistas, pessoas preguiçosas não gostam de afazeres e rotina que exijam qualquer esforço, seja ele físico ou mental e acabam direcionando suas vidas para outras atividades, fazendo somente aquilo que querem.

 

Quem sofre de clinomania não consegue, na maior parte do tempo, nem mesmo fazer o que gostariam, e sentem angústia porque querem realizar suas tarefas e obrigações diárias, mas não conseguem. Os pacientes sentem um desejo enorme de ficar sempre deitadas, em qualquer lugar, desde que estejam em posição horizontal.

 

Estima-se que, pela falta de classificação internacional oficial, muitos pacientes já foram e estão sendo tratados erroneamente como depressivos ou com síndrome da fadiga crônica. Em caso de dúvidas, discuta com seu médico sobre os seus reais sintomas e necessidades, para que seu tratamento possa ser ajustado.

 

 

Cinco hábitos que acrescentam 10 anos à esperança média de vida

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, examinou os dados de 123 mil voluntários, com historiais médicos que abrangeram 34 anos, e chegaram à conclusão de que sim, da maneira ‘certa’ é possível ganhar mais de uma década de vida.

 

 

 

Para chegar ao resultado, os acadêmicos mediram o impacto que determinados comportamentos podem ter sobre a expectativa de vida ou contribuir para o risco de morte prematura. Os resultados são surpreendentes.

Os especialistas confirmaram que certos hábitos têm um “impacto enorme” na longevidade, segundo descreveu Maeir Stampfer, coautor do estudo e professor de Epidemiologia e Nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard.

Ainda que a pesquisa esteja limitada aos EUA, Stampfer diz que os resultados se aplicam a grande parte da população ocidental. Os dados foram publicados inicialmente na revista especializada Circulation.

Os cinco hábitos identificados para a longevidade são:

1. Não fumar;

2. Manter um peso saudável, com um Índice de Massa Corporal (peso dividido pela altura ao quadrado) entre 18,5 e 25;

3. Praticar exercício físico moderado por pelo menos 30 minutos ao dia;

4. Consumir bebidas alcoólicas apenas moderadamente – não mais do que um copo de vinho com 150ml por dia;

5. Ingerir uma alimentação variada e equilibrada, com pouca gordura saturada, carne vermelha e açúcar.

Comparativamente a pessoas que não seguem esses hábitos saudáveis, as mulheres adultas têm uma esperança de vida maior de 14 anos; os e homens, de 12 anos.

Os pesquisadores compararam os anos de esperança de vida dos voluntários com 50 anos de idade. Em média uma mulher de 50 anos que não segue nenhum dos cinco hábitos saudáveis mencionados pode viver mais 29 anos. Vivendo até aos 79 anos.

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Em contrapartida, uma mulher de 50 que não fuma, mantém um peso considerado saudável, faz exercícios moderados diariamente, bebe pouco e tem uma alimentação equilibrada pode atingir os 93 anos.

A mesma projeção para os homens de 50 anos indica que os que não seguem os cinco hábitos vão viver até aos 76 anos, enquanto os demais chegam aos 88 anos.

Beber suco de limão em jejum ajuda a emagrecer

O suco de limão ajuda a emagrecer porque desintoxica o organismo e aumenta a sensação de saciedade. Além disso, neutraliza o paladar, diminuindo a vontade de comer doces. Para comprovar esses benefícios, experimente testar as seguintes opções:

Esprema meio limão em um copo de água e beba meia hora antes do café da manhã, do almoço e do jantar;

Coloque um limão em rodelas na garrafa de água e vá bebendo durante o dia. Introduzindo este hábito na sua alimentação, mais dieta e exercício, é possível emagrecer de 2kg a 8kg por mês.

(Com informações do site Tua Saúde)

Mulher supera câncer de mama e abandono do marido: ‘Disse que ninguém ia me querer’

A maceioense Caroline Alencar, de 36 anos, descobriu um câncer de mama em 2015, quando morava em Fortaleza e estava casada fazia um ano. No entanto, em vez de contar com o apoio do então marido, ouviu barbaridades, como que ela não seria mais desejada por homem nenhum porque perderia seus cabelos e ficaria sem o seio. Ao longo da quimioterapia, realizada em Maceió, onde mora a família dela, Caroline viu nascer em si uma nova mulher.

— Ele disse que ninguém ia me querer, que eu ia ficar careca e mutilada, mas há homens que não são que nem ele e que só mostram o quanto ele foi fraco — afirmou ao EXTRA nesta quinta-feira. — Estou feliz por tudo que ocorreu que foi positivo. Deus me livrou daquele homem, me mostrou que nunca precisei dele pra nada. Graças a Deus estou curada, com um pensamento diferente, sou uma nova mulher, estou bem.

Caroline encontrou vida nova após o câncer de mama Foto: Facebook/Reprodução

Desde quando se mudou com o marido para Fortaleza, Caroline sentiu um nódulo no seio e comentava com ele que precisava ir ao médico. Ela estava nervosa e tinha o desejo de ir acompanhada ao consultório, para que tivesse um apoio caso recebesse uma notícia difícil de ouvir. Sua família estava toda em Alagoas, onde tudo mudou durante uma visita que deveria ser breve, mas tornou-se definitiva.

— Vim para Maceió visitar minha mãe, nem tinha planejado nada, mas Deus planeja tudo na nossa vida. Cheguei numa terça-feira à noite, falei do nódulo pra ela e, no dia seguinte, fomos ao médico. No quinto dia, levei o resultado no mastologista e tive o diagnóstico. Ali meu mundo desabou. Minha mãe não tinha condições financeiras pra pagar os exames particulares, que eram caros, e ele (marido) não queria me ajudar. Comecei a desconfiar. Disse a ele que eu deveria fazer o tratamento, mas tinha minha casa, meu trabalho. E ele respondeu: “Se você quiser voltar, volte com sua mãe, porque eu não posso parar minha vida”. Enquanto isso, minha família disse que eu começaria o tratamento ali mesmo — relatou.

Caroline conta que as atitudes do ex-marido a entristeceram mais do que a separação Foto: Facebook/Reprodução

— Ele dizia que ia abrir um estúdio de fotografia para eu trabalhar em Maceió, mas era tudo mentira.

Caroline ressaltou que a participação de sua irmã, que é mãe e casada, no acompanhamento do tratamento foi fundamental. Ela ficou ao seu lado nos momentos difíceis de passar pela quimioterapia e pelas consultas médicas. Durante esse período, veio o término do casamento — por telefone.

— Meu psicológico já estava abalado por causa da doença e ainda veio o abandono do marido. Mas não fico mal pelo abandono, porque isso foi livramento de Deus. O que mais me deixou triste foram as atitudes dele. Isso que me enojou. Ele fazia ligações para mim com outras mulheres, enviava fotos dele com elas e bebidas, mas Deus me mostrou que às vezes a doença vem e não é por mal, é para mudar a vida. Eu nunca perguntei: “Por que comigo, Deus?” — ressaltou.

‘Minha cicatriz é a marca da minha vitória’

Para as pessoas que estão enfrentando a doença, Caroline deixa a mensagem de que a fase dos tratamentos, que “não são fáceis”, passa e a vida volta a sua normalidade. Ela frisou que compartilhar sua história com outras mulheres pode ajudá-las a ver que superar é possível.

Confira:

“Hoje olho pra trás e vejo tudo isso. Contei com o apoio da minha família, amigas, pessoas que conheci depois e têm carinho por mim. Tem pessoas melhores que ele, que não são que nem ele. Hoje eu superei tudo. Agradeço a Deus pelo tratamento e pela recuperação muito boa. Não precisei fazer radio.

Em relação a ele, naquele momento doeu, tive minha semana para ficar muito mal, mas depois pensei: “Ou fico em casa chorando por causa da doença e do acabandono dele ou tenho minha vida normal”. E foi esta última que escolhi.

Passei aquele tempo de 2015 até final de 2016 focada em mim, porque fiz cirurgia, tirei a mama, tive esse tempo, mas de 2016 pra cá tive minha vida normal quanto a relacionamentos. Minha cicatriz é no meio do peito, uma cicatriz muito grande, mas eu me aceito, uso blusa decotada, não tenho vergonha. Ela é a marca da minha vitória.

Penso que expor a minha história ajuda a fortalecer uma pessoa que está passando por situações semelhantes. Tenho que ajudar outras pessoas, sinto que tenho que botar pra fora o que eu passei. Tenho minhas consultas de rotina, que faço de seis em seis meses. Também faço exames todos os anos, mas a minha vida voltou ao normal. Eu quis assim. Não vou deixar de ir a uma praia, a uma festa. Meu cabelo caiu durante a quimio, isso mexeu com a vaidade, mas botava peruca e nunca deixei de sair.

Ele tem a vida dele lá. Depois de um mês que terminou (o casamento), já assumiu outra pessoa. Tive que mudar de número para não ter contato com ele. A última vez que entramos em contato foi no Ano Novo de 2016. Ele mandou foto e uma mensagem de que a mulher dele estava dormindo. E eu disse: “Não tenho nada com isso, vai viver sua vida”. Quando a pessoa já está boa, aí ele quer se aproximar? Eu não quis.

Eu trabalhava de segunda a sábado na empresa dele como fotógrafa. Passei seis meses ajudando ele em Recife e, quando fomos pro Ceará montar a empresa dele de fotografia, eu trabalhava de segunda a sábado no estúdio. No começo, nem tinha salário. Eu queria ajudar e dizia que ele não precisava me pagar. Depois ele só mostrou o homem que ele é”.

12 perguntas e respostas sobre o câncer de pele

Afim de alertar a população para o tipo de câncer mais frequente no país, o de pele, especialistas fazem um alerta que pode ajudar a frear o aparecimento de novos casos e, ao mesmo tempo, na identificação precoce da doença, aumentando os percentuais de cura. Números do Inca reforçam a importância da prevenção do câncer de mama não-melanoma: a estimativa é o total de 165.580, sendo 85.170 homens e 80.410 mulheres (2018). No entanto, além de conhecer os sintomas, é crucial se prevenir e saber os fatores de risco, pois ambos salvam vidas.

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O câncer de pele não melanoma é o tipo mais recorrente entre os tumores malignos identificados – representando 30% do total de casos no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A doença apresenta sintomas silenciosos: lesões na pele com demora de mais de quatro semanas na cicatrização, variação na cor de sinais pré-existentes e manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram.

A médica Adriana Scheliga, da Oncoclínica Centro de Tratamento Oncológico, faz um panorama da doença.

1. O que é o câncer de pele? É a neoplasia maligna mais comum e mais frequente no mundo. Ela é mais incidente em pacientes com grande exposição solar, que é o principal fator causal da doença, que, de um modo geral, é separado em dois tipos principais: O não melanoma e o melanoma.

2. Como ele é causado? O fator etiológico principal é a exposição excessiva ao sol. Por isso, ele é incomum em crianças. Também por isso, é mais frequente depois de determinada idade, em virtude de tempo de exposição ao sol. Pessoas de pele mais clara, de regiões mais ao norte do mundo, países nórdicos, como Suécia, Finlândia, Noruega, acabam tendo uma incidência maior, em virtude da maior exposição ao sol.

3. Quais são os sintomas primários? Esses sinais são relacionados às áreas expostas e às que têm o tumor. As áreas mais expostas ao sol (face, tronco, membros superiores e inferiores) podem apresentar tumores. Contudo, face, rosto e orelha e a região do pescoço e tórax anterior são as regiões mais frequentemente acometidas pelos tumores, que se apresentam de forma, tamanho e cores diferentes, sendo que, se uma lesão cutânea cresce, muda de cor, sangra, tem alterações no formato, descasca, coça, ela precisa ser imediatamente avaliada por um dermatologista.

4. Quais são os tipos e como eles se caracterizam? Os mais frequentes são os tumores não melanoma e o melanoma. Felizmente, os tumores não melanomas, principalmente os carcinomas epidermóide e basocelular, são os mais incidentes e, frequentemente, o tratamento é única e exclusivamente cirurgia. Assim, quanto menor a lesão mais simples é o procedimento. Já os tumores chamados melanoma vão depender da extensão, da profundidade, da localização, se apresentam ou não metástase, essa doença tem uma característica mais agressiva, mas, felizmente, é menos frequente.

5. Qual é a diferença entre os raios UVA e UVB? Elas significam radiações ultravioletas A e B, que são radiações ionizantes emitidas pelo sol. As A penetram mais profundamente na pele. Já as B penetram menos profundamente. O período de maior intensidade dessas ondas é de 10h às 16h. Logo, é importante saber que esse é o horário mais crítico, ou seja, que tem a maior quantidade de raios ultravioletas A. Tamém por isso, é o período mais arriscado para exposição solar, que está intensa, principalmente, radiação ultravioleta A.

6. Os dois são causadores do câncer de pele? Ambos podem causar câncer de pele. A diferença é que a B penetra mais superficialmente na pele e é responsável pela vermelhidão após a exposição solar.

7. Como é um exame para diagnosticar câncer de pele? O diagnóstico definitivo é feito, geralmente, por meio de biópsia, que deve ser feita por um profissional que tenha especialidade em avaliação de tumores de pele. Isso porque é importante ir além de avaliação médica dermatológica, clínica, a olho nu, também feita por meio da dermatoscopia, aparelho que aumenta e permite visualizar algumas características olho nu.

8. Qual é a frequência em que os exames devem ser feitos? A frequência vai depender do tipo, irá variar de caso a caso. Se for o carcinoma basocelular (o mais frequente, o mais comum, quando se fala em tumor de pele), uma vez que ele é ressecado e não tem mais margens comprometidas, não há mais o que ser feito, o tratamento está realizado. Se for um melanoma, vai depender de uma série de fatores (localização, profundidade, entre outros).

9. Existem grupos de risco? A cor da pele (mais claras têm maior incidência), a quantidade de exposição solar, histórico familiar, principalmente, o melanoma, além de alguns pacientes submetidos a certos tipos de tratamentos, como transplantes de medula óssea e de rim e que, necessariamente, usarão drogas chamadas de imunossupressoras.

10. Como é o tratamento? Será determinado pelo tipo de tumor (se melanoma ou não melanoma), a localização, a extensão e a frequência – por exemplo, se for um tumor recidivante, se o paciente for tratado e caso tenha uma recidiva local, dependendo, alguns tratamentos como radioterapia podem ser necessários. Ou, ainda, se o paciente tem doença metastática, ele precisará de imunoterapia e quimioterapia, vai depender de cada caso.

11. Medicamentos podem alterar a sensibilidade ao sol? Algumas drogas quimioterápicas não podem ser expostas ao sol. Há quimioterapias que podem aumentar a sensibilidade ao sol. Por exemplo, a bleomicina, utilizada em alguns linfomas e tumores de testículo, que devem ser evitadas ao máximo a exposição solar, uma vez que aumentam a sensibilidade ao sol.

Depressão na sala de aula: como as escolas devem lidar?

Em um mundo cada vez mais dinâmico, os adolescentes têm se deparado com crescentes desafios e dilemas, como atender às expectativas da família, lidar com as cobranças, o bullying e a busca por um padrão de sucesso imposto na sociedade em meio às próprias incertezas e conflitos inerentes à idade. Esta pressão – tendo, por vezes, o ambiente escolar como epicentro – não consegue ser suportada e então surgem os efeitos colaterais. O principal deles é a depressão, que atualmente assola 10% dos adolescentes, segundo a Associação Brasileira de Psicanálise. Outro dado preocupante tem a ver com os casos de suicídio, que, de 2000 a 2015, aumentaram 65% entre pessoas com idade de 10 a 14 anos e 45% na faixa de 15 a 19, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Diante desse cenário, como a escola deve agir?

 

 

Tão importante quanto descobrir as causas é encontrar formas de aliviar o sofrimento psicológico e físico do adolescente. Considerando que os jovens passam a maior parte do tempo dentro das escolas, é importante que elas possuam um programa pedagógico para cuidar de cada caso. O colégio IBPI, localizado na Barra da Tijuca, possui o plano de unir a comunidade acadêmica com profissionais de saúde para atender da melhor maneira os alunos. Segundo a sua diretora pedagógica, a professora Lúcia Dieguez, o IBPI atende cada aluno de acordo com sua individualidade e, nos casos de depressão, a escola tem que ouvir a equipe médica que o está atendendo e os pais, para haver um entendimento real de suas necessidades. “Não existe um único caminho, precisamos observar este aluno e desenvolver mecanismos de conquista e apoio neste momento difícil de sua vida. Por isso, no IBPI, utilizamos um exclusivo método de ensino, pois partilhamos de diferentes formas de avaliação para flexibilizar o estudo, tornando possível a criação de um cronograma de estudo personalizado para cada aluno”, afirma a diretora.

A psicóloga Elisa Bichels afirma que houve uma grande mudança de paradigmas entre a geração de adolescentes atual e a de seus pais. Enquanto a geração X foi estruturada através da punição, a geração Z foi formatada para acreditar que poderia realizar qualquer feito, além de ser bombardeada de informação a todo momento, principalmente pela evolução da internet. Para Elisa, o problema é que a maioria das escolas e dos professores, principalmente na rede pública, continua com a mesma metodologia que possuíam há dez anos ou mais. “As escolas devem entender que possuem uma enorme importância para a vida dos atuais adolescentes. Assim, as instituições educacionais que pensam em ensinos individualizados, mas que agreguem a provisão da saúde mental e vida social dos jovens, já se mostram preparadas para as novas demandas psicológicas e emocionais dos alunos. As escolas precisam entender que os estudantes também devem ser ‘alfabetizados’ na emoção e que a saúde psicológica é tão importante quanto a física”, conclui a psicóloga.

Além destas medidas, a psicóloga considera importante a aplicação de educação socioemocional dentro das salas de aula. “As escolas precisam incluir para ‘ontem’ nos seus currículos matérias sobre empatia e habilidades para a vida, como treinamento de habilidades de tolerância à frustração, regulação emocional e também atividades lúdicas, como música, games e arte. E tudo isto deve ter como norte o trabalho com empatia e princípios de inclusão e cidadania, além de focar nas qualidades e virtudes de cada aluno mais do que conteúdos para o Enem”, finaliza Lúcia.

Honda desenvolve protótipo para fazer bebês pararem de chorar

AHonda criou o Honda Sound Sitter, um carro de pelúcia que emite um som semelhante ao som do modelo esportivo da marca, o NSX.

 

 

+ Saiba o que pode ou não pode trazer do exterior na bagagem]

De acordo com a fabricante de automóveis japonesa, o som que o brinquedo emite acalma os bebês, pois se assemelha ao som que eles ouvem quando estão no útero das mães.

A Honda salienta que vários estudos apontam que os bebês ficam mais calmos quando escutam sons de baixa frequência (iguais ou inferiores a 250 Hz) e, assim, os especialistas da marca desenvolveram esta ideia.

Para chegarem ao som ideal, os cientistas testaram os vários modelos da marca, e o NSX, de 2018, apresentou a mais baixa frequência, tendo sido, por isso, o escolhido. Nos testes realizados com bebês, apenas 1 em 12 não parou de chorar ao ouvir o som emitido pelo brinquedo.

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O carro de pelúcia poderá ser ativado de forma remota através de um aplicativo para smartphone e promete ser um ótimo aliado dos pais.