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Motorola libera Android Oreo para o Moto G5 e para o Moto G5s

Se você comprou um celular da família Moto G5, boas notícias: os aparelhos estão sendo atualizados para a versão 8.1 do Android, batizada de Oreo. A Motorola começou a liberar o update tanto para o Moto G5 quanto para sua evolução, o Moto G5s, ambos lançados durante 2017.

Essa será a última atualização dos dois aparelhos, que foram lançados ainda com o Android 7, conhecido como Nougat. A Motorola mantém uma política de uma única grande atualização do sistema da linha Moto G, e, por isso, os aparelhos não constam na lista dos dispositivos que receberão o Android 9 Pie.

Como já é tradição, os primeiros aparelhos que serão atualizados são aqueles que foram comercializados no varejo, sem participação das operadoras. Modelos vendidos pelas operadoras levarão mais tempo para receber o update, mas ainda não há previsão de quando isso acontecerá.

Os outros aparelhos da linha Moto G do ano passado, como o Moto G5 Plus e o Moto G5s Plus já haviam começado a ser atualizados em agosto.

Veja as instruções da Motorola para instalar o Android 8.1 no seu Moto G5 ou no Moto G5 Plus:

Caso tenha recebido uma notificação por mensagem sobre esta atualização:

  1. Selecione “Baixar”
  2. Após concluir o download do software, selecione “Instalar”
  3. Quando o software for instalado, o telefone irá reiniciar automaticamente
  4. Seu telefone foi atualizado

Caso você não tenha recebido uma notificação por mensagem sobre esta atualização, siga as etapas abaixo para atualizar seu telefone manualmente:

  1. Selecione o ícone Configurar no menu de aplicativos
  2. Selecione “Sobre o telefone”
  3. Selecione “Atualizações do sistema”
  4. Selecione “Baixar”. Após concluir o download do software, selecione “Instalar”
  5. Quando o software for instalado, o telefone reiniciará automaticamente.
  1. Seu telefone foi atualizado.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Facebook remove 42 perfis e 11 páginas por propaganda política velada

O Facebook anunciou nesta sexta-feira, 28, que decidiu banir o conteúdo da agência de marketing digital Follow da sua plataforma por distribuir publicidade política na rede social fingindo se tratar de conteúdo orgânico, o que vai contra as normas da empresa.

A agência Follow, para quem não se lembra, é uma das empresas por trás do que ficou conhecido como “Mensalinho do Twitter”, no qual influenciadores foram recrutados para publicar em suas redes sociais comentários favoráveis a candidatos do PT. O escândalo tomou grandes proporções quando veio a público no final de agosto.

O Facebook diz que investigou a situação ao longo do último mês e decidiu remover da plataforma 11 páginas e 42 perfis que estão diretamente associados à agência Follow. A justificativa da empresa é a violação dos Padrões de Comunidade.

A empresa também menciona que não pretende agir contra as pessoas que foram contratadas pela Follow para difusão de propaganda política velada, mas está tomando as precauções para remover todo conteúdo que possa ser vinculado ao caso.

O que diz a lei

No artigo 24º da Resolução 23.55 do TSE, que dita as regras para as eleições de 2018, se diz que “é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdo, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações e candidatos e seus representantes”.

Só é permitido fazer propaganda eleitoral na internet se for de graça ou se estiver explícito que se trata de uma peça paga. No caso dos influenciadores no Twitter, não estava claro que se tratava de uma ação remunerada. Além disso, o Twitter informou em maio que iria proibir a veiculação de propaganda eleitoral para não ter problemas com o TSE.

O Facebook, por sua vez, permite a exibição de propaganda política, mas com ressalvas. Os partidos e candidatos tiveram que se cadastrar com a empresa e todo post patrocinado por eles no feed de notícias aparece com a informação de que se trata de uma publicidade, além do nome e CNPJ de quem pagou.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Facebook revela que foi hackeado, e 50 milhões de contas foram afetadas

O Facebook anunciou nesta sexta-feira, 28, uma falha de segurança que afetou 50 milhões de contas na rede social, e que teve uma consequência curiosa: aproximadamente 90 milhões de pessoas precisaram refazer o login no Facebook nesta sexta.

A empresa explica que a falha foi descoberta na última terça-feira, dia 25, e tem sido investigada desde então. Os cibercriminosos exploraram uma falha no recurso “Ver Como” da rede social, que permite ao usuário visualizar como fica o seu perfil para desconhecidos, amigos de amigos ou amigos da rede social.

Segundo o Facebook, uma vulnerabilidade do código na rede social permitiu que esse recurso fosse usado para roubar tokens de acesso às contas. Os tokens são chaves digitais que permitem que os usuários se mantenham logados na rede social sem precisar digitar sua senha todas as vezes que acessam o site ou aplicativo. Usando esses dados, os hackers podem ter acessado indevidamente as contas de vários usuários, sem precisar descobrir a senha.

O comunicado da falha diz que o Facebook tem certeza que 50 milhões de contas foram afetadas. Os tokens dessas contas foram todos invalidados, o que, na prática, fez com que estes usuários precisassem refazer seus logins para se conectar à rede social. Por precaução, o Facebook também invalidou os tokens de outras 40 milhões de contas que usaram o “Ver Como” no último ano, mesmo sem evidências de ataque; essas pessoas também precisaram refazer seus logins nesta sexta-feira. No total, são 90 milhões de usuários que foram desconectados da plataforma.

A falha é grave especialmente porque ela não afeta apenas as contas do Facebook. Isso porque muita gente usa o Facebook para se conectar a outros aplicativos. Com uma falha dessas, também seria possível acessar outros serviços que o usuário tenha vinculado à rede social, o que torna a brecha consideravelmente mais grave.

Diante desta situação, o Facebook também desativou o recurso “Ver Como” temporariamente para analisar melhor a vulnerabilidade. A empresa diz que, por estar em uma etapa inicial de investigação, não há como saber ainda se o roubo destes tokens permitiu que as contas atingidas fossem utilizadas para algum fim indevido, ou se as informações das vítimas foram acessadas. Da mesma, a empresa ainda não sabe apontar quem são os responsáveis pelo ataque.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Xiaomi anuncia Redmi Note 6 Pro, um celular intermediário com quatro câmeras

A Xiaomi anunciou um novo celular intermediário com um preço acessível: o Redmi Note 6 Pro tem hardware de respeito, tela de 6,26 polegadas e um total de quatro câmeras.

O display tem resolução Full HD+ e proporção 19:9, ocupando quase toda a parte frontal. Um entalhe é encontrado na parte superior para abrigar as duas câmeras frontais (20 MP e 2 MP). Na traseira, a fabricante chinesa colocou mais duas câmeras, com 12 MP e 5 MP.

Em relação ao hardware, ele usa processador Snapdragon 636 com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno, expansível via cartão micro SD. A bateria tem 4.000 mAh e o aparelho usa o Android 8.1 Oreo com a interface MIUI da Xiaomi.

O Redmi Note 6 Pro também tem recursos de inteligência artificial, incluindo modo retrato que desfoca o fundo de fotos e um sistema de reconhecimento facial. A Xiaomi também vai lançar uma versão com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno no futuro.

Por enquanto, o Note 6 Pro só está à venda na Tailândia custando o equivalente a US$ 215, mas ele deve ser lançado também em outras partes do mundo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Hacker diz que vai deletar página de Zuckerberg e transmitir tudo ao vivo

Um hacker taiwanês diz que vai invadir e deletar a página de Mark Zuckerberg no Facebook neste próximo domingo, dia 30, segundo reportagem da Bloomberg. E mais: o “caçador de bugs” – como ele mesmo se intitula – Chang Chi-Yuan ainda pretende transmitir tudo ao vivo em sua própria conta na rede social, em um streaming programado para às 7h (horário de Brasília).

Chi-Yuan não deu detalhes sobre como pretende fazer isso. No entanto, é de se imaginar que ele saiba de alguma brecha de segurança do Facebook que a própria empresa ainda não tem conhecimento – um bug 0-day, como são chamadas essas falhas.

Segundo a Bloomberg, a rede social não se posicionou sobre o caso antes do fechamento da reportagem. Também entramos em contato com a assessoria da rede social e atualizaremos a notícia quando tivermos uma resposta. De toda forma, não seria surpresa se especialistas em segurança da companhia estiverem agora mesmo correndo atrás do problema.

O hacker taiwanês é relativamente conhecido no “circuito”. Foi ele quem, nesta semana, disse ter descoberto uma falha no site da Apple e comprado 502 iPhones pelo equivalente a 1 dólar. O sucesso, nesse caso, foi questionável, mas Chi-Yuan tem um bom histórico de encontrar bugs. Ele já foi citado pela Line Corp., empresa que desenvolve o app Line, como uma das pessoas que mais contribuiu com registros de falhas em 2016. E fora o lado “white hat”, o caçador também foi supostamente processado por uma empresa de ônibus local por invadir seu sistema.

Se você estiver disposto no domingo de manhã e quiser acompanhar a possível invasão, o link da transmissão ao vivo é esse aqui.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

4G: entenda quais são as bandas usadas no Brasil e as diferenças entre elas

O lançamento do iPhone XS e XS Max trouxe luz para um problema do mundo da telefonia que andava esquecido: as incompatibilidade das redes 4G (LTE). O caso voltou à tona após o site da Apple confirmar que os modelos vendidos nos Estados Unidos não funcionarão na banda de 700 MHz do Brasil. No entanto, você sabe os motivos para que isso aconteça? E as suas consequências na prática?

Para te ajudar, o Olhar Digital preparou um pequeno resumo sobre as bandas de 4G utilizadas no Brasil. Confira as vantagens de cada faixa e por que o novos iPhones não funcionarão em uma delas.

O que são as frequências? E as bandas?

Você já parou para pensar quantas coisas chegam até nós pelo ar? Rádio, televisão, serviço de telefonia, sinal de internet Wi-Fi e Bluetooth são só alguns exemplos. No entanto, ao contrário da comunicação cabeada, a radiodifusão não possui uma divisão física que impeça uma interferência entre os diferentes produtos. É aí que as radiofrequências entram, utilizando ondas com oscilações diversas e outras características para evitar interferência.

Para que os diferentes aparelhos de radiocomunicação funcionem de forma harmônica, as agências reguladoras como a Anatel definem faixas de frequência para cada tecnologia. Assim, o rádio não interfere na transmissão da TV e nem o Wi-Fi atrapalha no sinal de celular, por exemplo. O mesmo ocorre quando uma nova geração redes móveis é implantada em um país: é necessário definir normas e faixas de frequências a serem ocupadas pelo sinal.

Há ainda outros fatores que influenciam na criação de bandas de diferentes frequências para a telecomunicação. As ondas menores são ótimas para longas distância, enquanto as mais altas percorrem um espaço pequeno e carregam mais dados. Por fim, é preciso lembrar que os espectros são finitos e pode ser necessário usar mais do que uma faixa para atender a demanda.

Como cada país possui sua própria estrutura de telecomunicações, as redes 4G acabam ocupando faixas diferentes do espectro ou utilizando tecnologias diferentes. Por isso, é essencial saber quais bandas são utilizadas no país que você vive ou em uma região para qual vai viajar antes de comprar um smartphone.

Quais as frequências utilizadas no Brasil?

Atualmente, o Brasil utiliza três faixas de radiofrequências diferentes. Cada uma delas apresenta uma característica específica, bem como vantagens e desvantagens. Confira a seguir quais são elas e as operadoras que as utilizam:

– Banda 7 (2600 MHz) – Vivo, Claro, Tim e Oi

O 4G foi implantado no Brasil relativamente às pressas, por conta das exigências da FIFA para a Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014. Na época, a faixa escolhida para a operação foi a de 2600 MHz, uma vez que a banda de 700 MHz (preferida pelas operadoras) estava ocupada pela TV analógica.

Considerando os objetivos iniciais do 4G no Brasil, a faixa de 2600 MHz cumpria bem o seu papel. Embora percorra uma baixa distância, a Banda 7 consegue transportar um maior volume de dados e, consequentemente, servir a um número maior de pessoas. Assim, as novas redes de quarta geração conseguiam atender as demandas dos estádios da Copa do Mundo e cobrir os adensados centros urbanos brasileiros sem grande dificuldade.

Por outro lado, o 4G de 2600 MHz apresentava alguns pontos fracos. Em primeiro lugar, o seu baixo alcance demanda a instalação de um número maior de torres, o que poderia encarecer os custos em regiões com densidade demográfica menor. Além disso, a sua baixa penetração em paredes prejudica a recepção em ambientes internos.

– Banda 3 (1800 MHz) – Vivo, Claro, Tim e Oi

Como a desativação da TV analógica demorou mais do que o previsto, as operadoras brasileiras começaram a procurar alternativas para o 4G. A saída encontrada foi utilizar a faixa de 1800 MHz, que até então era exclusiva da redes 2G. Embora ainda não fosse tão vantajosa como a tão desejada faixa de 700 MHz, a banda 3 oferecia pontos positivos em relação ao 4G de 2600 MHz:

O primeiro é que como se trata de uma rede com frequência menor, o 4G de 1800 MHz consegue cobrir uma área maior com a instalação de menos antenas. A segunda vantagem é que os sinais deste espectro também tinham penetração melhor em paredes, melhorando a recepção interna. Por fim, a terceira é que é possível combinar as duas redes para alcançar velocidades maiores.

– Banda 28 (700 APT MHz) – Vivo, Claro e Tim

Com o avanço da TV Digital e a liberação do espectro que abrangia a TV analógica, a Anatel finalmente liberou o 700 MHz para a utilização do 4G no Brasil. Como dito anteriormente, a banda 28 consegue alcançar longas distâncias, o que a torna muito mais atrativa para cidades do interior. Além disso, nos grandes centros, esta é a faixa que promete entregar a maior recepção em ambientes internos.

Além do Brasil, a faixa de 700 MHz é utilizado para o LTE em países como os Estados Unidos. No entanto, as operadoras brasileiras utilizam uma tecnologia batizada de Asia-Pacific Telecommunity (APT), que faz com que os aparelhos desenvolvidos para as redes norte-americanas (bandas 13) fossem incompatíveis com as daqui (Banda 28). Esta é a razão dos problemas com o novo iPhone XS e XS Max.

Como uma fabricante não é obrigada a atender todas as bandas de 4G ao redor do mundo, é comum que as empresas optem por cobrir apenas algumas tecnologias nas variantes de um smartphone. Além do Brasil, as redes de 700 APT MHz também são utilizadas na Europa e Ásia, fazendo com que nós recebêssemos os iPhones destes países ao invés do norte-americano. Ou, se você preferir, comprar o smartphone da Apple no Velho Continente ou em países como Japão, Coréia ou China.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como impedir que seus filhos assistam conteúdo inadequado no Netflix

Hoje, com tudo o que vemos na internet, é importante se preocupar com o que os seus filhos estão acessando nela, ainda mais se forem crianças. O Netflix, por exemplo, possui um acervo gigante de filmes e séries legais, mas isso não significa que eles sejam apropriados para todos assistirem.

Felizmente, o serviço conta com diversos recursos para que você garanta um conteúdo seguro para os seus filhos. Confira neste tutorial do Olhar Digital como controlar melhor o que os seus filhos podem assistir no Netflix.

Perfil para crianças

Esta primeira opção é a mais tradicional do Netflix. Ao criar uma conta com a opção “Kids”, a pessoa a utilizá-la só terá acesso a conteúdo recomendado para menores de 12 anos. Veja como prosseguir:

  1. Faça o login normalmente com a sua conta do Netflix;
  2. Na primeira tela, clique no botão “+” para criar um perfil;

  3. Ao definir o nome, marque a caixa de seleção com a opção “Kids”;

  4. Salve o perfil.

Personalizando o perfil de crianças

Como dito anteriormente, o perfil criado para crianças, por padrão, traz conteúdos recomendados para menores de 12 anos. Entretanto, isto é personalizável e podemos mudar isso ao utilizar a opção de gerenciamento de perfis. Basta seguir estes passos:

  1. Na tela inicial do Netflix, clique em “Gerenciar perfis” e selecione o perfil criado nos passos anteriores;

  2. Em séries e filmes permitidos, você poderá optar entre “Apenas crianças pequenas” ou “Crianças de todas idades”;

  3. Clique em “Salvar”.

Adicionando um PIN

O Netflix ainda traz um recurso para que você possa proteger conteúdos por senha em todos os seus perfis. Este método, inclusive, tem mais opções de restrição que o perfil apenas para crianças. Siga estes passos para configurá-lo:

  1. Na tela inicial do Netflix, entre no seu perfil principal;

  2. Ao lado do seu avatar, passe o mouse sob a seta indicando para baixo e vá em “Conta”;

  3. Acesse a opção “Controle dos pais” e entre com a sua senha;

  4. Clique em criar PIN e defina a senha;

  5. Agora, basta clicar na barra verde e deixar em cinza o conteúdo que deverá exigir senha.

Além da proteção por faixa etária, no campo mais abaixo da imagem acima é possível proteger uma série ou filme específico procurando-o pelo seu nome. Para remover o seu PIN, na opção de “Controle dos pais” basta deixar a barra verde por completo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

STJ condena NET por propaganda enganosa com internet banda larga

Uma decisão da terceira turma do STJ pode ter implicações importantes na relação com a sua operadora de internet. Um processo que teve início em 2010 e que tem tramitado na Justiça desde então definiu que, se a empresa não entrega a velocidade prometida em seu material publicitário, o consumidor tem o direito de cancelar o contrato sem pagamento de multa.

O processo em questão foi aberto pelo MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina) representando clientes que se sentiram lesados pela NET. Com a decisão do STJ, cria-se um precedente para que o mesmo seja feito por qualquer consumidor que consiga provar que a empresa não está cumprindo sua parte no acordo.

Na época em que o processo teve início, a legislação vigente determinava que as operadoras eram obrigadas apenas a garantir 10% da velocidade contratada. Desde 2014, essa lei foi alterada, e agora as empresas devem garantir 80% da velocidade contratada na média, sendo que em momento algum a taxa de transferência pode ficar abaixo de 40% do prometido.

Segundo a ministra Nancy Andrighi, relatora dos recursos do MSPC e da NET, o artigo 6º do CDC (Código de Defesa do Consumidor) define como direito básico “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição e preço, além dos riscos que apresentem”.

Ao não cumprir o prometido, a NET caiu na prática de propaganda enganosa, mesmo incluindo avisos como “as velocidades nominais máximas do NET Vírtua estão sujeitas a variação em função de limitações técnicas de internet” e “velocidade nominal máxima sujeita a variações”. Na visão dos juristas, isso não é o bastante para o usuário saber o que está contratando.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Nove em cada dez PCs com Windows 10 usa a última atualização do sistema

Redaçăo Olhar Digital 27/09/2018 21h30 Microsoft Sistema Operacional Windows 10

Tudo indica que a Microsoft está sendo bem-sucedida em distribuir os updates do Windows 10. Segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 27, a Atualização de Abril de 2018 está presente em quase 90% dos computadores rodando o sistema. No próximo mês, a empresa deve liberar um novo pacote de recursos para a plataforma.

De acordo com a publicação do Windows Central, os dados são relativos ao mês de setembro e foram divulgados pela empresa AdDuplex’s. No período, a Atualização de Abril (1803) foi encontrada em 89,6% dos PCs com Windows 10, enquanto a proporção era de 78% em junho. Em seguida, aparece as versões Fall Creators Update (1709) com 5,7%, Creators Update (1703) com 1,7% e Anniversary Update (1607) com 1,8%.

Embora não tenham nenhum grande peso competitivo, este tipo de recorte ilustra a efetividade das gigantes de tecnologia em distribuir atualizações. No início de setembro, a Apple divulgou que o iOS 11 estava instalado em 85% dos iPhones e iPads de todo o mundo. Enquanto isso, o Android 8.0 (Oreo) ainda amargava 11,4% mesmo um ano após o seu lançamento.

No próximo dia 2, a Microsoft deve anunciar a atualização de Outubro de 2018 do Windows 10. A próxima versão da plataforma trará novidades como a área de transferência na nuvem, barra de jogos aprimoradas, integração entre PC e celular, entre outros. A empresa, inclusive, já começou a trabalhar no update que será lançado em 2019.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como testar o Amazon Prime Video gratuitamente

O serviço Amazon Prime Video chegou faz pouco tempo no Brasil, mas vem conquistando o seu espaço com séries exclusivas de qualidade e com um acervo recheado de grandes clássicos. Sendo um serviço pago, que possui uma assinatura, você pode estar em dúvida se já vale a pena assiná-lo ou não.

A boa notícia é que este serviço da Amazon pode ser testado gratuitamente por 7 dias antes de precisar fazer qualquer pagamento e, assim, você pode ver se ele realmente vale a pena. Confira neste tutorial do Olhar Digital como testar o Amazon Prime Video:

  1. Acesse o site da Amazon e realize o login em sua conta. Caso ainda não tenha cadastro nele, será necessário fazer um;
  2. No menu “Lojas”, entre em “Amazon Prime Video” e clique em “Todos os títulos”;

  3. Agora, use a opção “Comece seu teste gratuito”;

  4. Caso já tenha feito alguma compra na Amazon, selecione o seu cartão de crédito cadastrado. Se for a primeira vez, clique em “Adicionar um cartão de crédito” e entre com as informações solicitadas. Clique em “Continuar”;

  5. Digite o número de seu CPF, clique em “Salvar” e, então, em “Continuar”;

  6. Por fim, confira as informações exibidas. Estando tudo correto, clique em “Comece seu teste grátis de 7 dias”.

Como cancelar o serviço

Se você utilizar o Prime Video apenas durante os primeiros sete dias, como dito anteriormente, não será necessário pagar a primeira mensalidade. Caso não tenha gostado do serviço ou deseje cancelá-lo por outro motivo, basta seguir estes passos:

  1. Ao lado da parte para buscas, clique no ícone indicado na imagem abaixo e vá em “Conta e configurações”;

  2. Clique em “Encerrar inscrição” e confirme o processo.

Outros recursos

Assim como seus concorrentes, o Amazon Prime Video pode ser acessado pelo computador, SmartTVs e celulares com Android ou iOS. O serviço ainda conta com opções para fazer o download de séries e filmes para que você possa assistir o conteúdo dele mesmo quando está sem conexão com a internet.

Pronto! Agora você já pode começar a utilizar o Amazon Prime Video durante sete dias sem pagar nada. Vale lembrar que, na primeira vez que você se inscreve para usar o serviço, são oferecidas algumas promoções como pagar menos nas seis primeiras mensalidades.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral