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Série principal de 'Final Fantasy' retorna à Nintendo depois de mais de 20 anos

Em novembro de 1994, “Final Fantasy III” chegava às lojas dos Estados Unidos. Lançado na época para o Super Nintendo, o jogo fazia parte de uma era completamente diferente da história dos games: dominando o mercado ao lado da Sega, a Nintendo era ainda a principal parceira da Square, desenvolvedora da tradicional série de RPGs.

O que o público ocidental chamou de “Final Fantasy III” no Super Nintendo era, na verdade, o sexto episódio da série – no Japão, era “Final Fantasy VI”. Ele também era, até agora, o último jogo da série principal a sair para um console Nintendo.

Nos anos seguintes, a relação entre Nintendo e Square foi abalada e a desenvolvedora passou a ser uma das principais parceiras da Sony. “Final Fantasy VII”, lançado em 1997, é visto até hoje como um dos principais responsáveis pelo sucesso do PlayStation, fracasso do Nintendo 64, e da consolidação da Sony no mercado de consoles. Ele é também um dos mais aclamados jogos não apenas da franquia, como também da história dos games.

Depois de mais de 20 anos, “Final Fantasy VII” enfim será lançado para um console da Nintendo. E, junto dele, outros três jogos da série principal: “Final Fantasy IX”, “Final Fantaxy X/X-2 HD Remaster” e “Final Fantasy XII: The Zodiac Age”. A Square-Enix promete eles para 2019, mas ainda não deu data específica e nem preço.

A fabricante japonesa aproveitou o Nintendo Direct realizado na quinta-feira, 13, para anunciar o retorno de “Final Fantasy” para os seus consoles. Embora remakes e spin-offs da série tenham sido lançados depois que Nintendo e Square-Enix (uma fusão da antiga Squaresoft com a também japonesa Enix) voltaram a ser parceiras, o episódio principal mais recente disponível para fãs da Nintendo ainda era aquele lançado em 1994 para o Super Nintendo.

Além dos já citados, outros quatro jogos da franquia também estão a caminho do Switch: “Final Fantasy XV Pocket Edition”, que já tinha sido anunciado, chega nos próximos dias ao console. “World of Final Fantasy Maxima” será lançado no dia 6 de novembro, e “Chocobo’s Mystery Dungeon Every Buddy” sai até o fim do ano. Em 2019 será a vez de “Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition”, remasterização do game que marcou o retorno da franquia à Nintendo ao ser lançado em 2003 para o GameCube.

Dos jogos citados, todos vão chegar também ao Xbox – exceto “Crystal Chronicles” e “Chocobo’s Mistery Dungeon”. Apesar dos clássicos da franquia estrearem no console da Microsoft, a série “Final Fantasy” já estava presente no Xbox, com a trilogia “Final Fantasy XIII”, e no Xbox One, com “Final Fantasy XV”.



Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Vivo oferece três meses grátis de Amazon Prime Video para qualquer cliente

A Vivo anunciou nesta quinta-feira, 13, uma oferta inédita para assinantes de qualquer um dos planos da operadora: três meses grátis de Amazon Prime Video, o serviço de streaming de filmes e séries da Amazon que concorre com a Netflix.

Quem tem um chip da Vivo pré-pago ou pós-pago pode simplesmente enviar um SMS com a palavra “AMAZON”, em letras maiúsculas mesmo, para o número 1060, para ter acesso à oferta, válida até o dia 31 de dezembro de 2018. Quem tem banda larga, TV por assinatura ou Vivo fixo precisa acessar vivo.com.br/primevideo.

Após os primeiros três meses grátis, o usuário pode optar por manter a assinatura do Amazon Prime Video e pagar diretamente na fatura do seu plano Vivo. Os seis primeiros meses após o fim do período grátis saem por R$ 7,90. Só a partir do 10º mês é que o usuário começa a pagar o preço cheio da assinatura, que é de R$ 14,90 mensais.

Assim como a Netflix, o Amazon Prime Video oferece filmes e séries pela internet, como “A Cabana” e “Mr. Robot”. Além disso, a empresa também banca filmes e séries originais como a recém-lançada “Tom Clancy’s Jack Ryan” e a premiada “The Man in The High Castle”. Tudo disponível por streaming, alguns também para ver offline mediante download.

O app está disponível para Android e iOS, além de videogames, algumas smart TVs e pelo navegador no PC. O serviço estreou no Brasil em 2016, mas só começou a sua expansão no final de 2017 quando passou a cobrar em real. Quem quiser assinar sem a promoção da Vivo ganha sete dias grátis, depois paga R$ 7,90 nos primeiros seis meses e R$ 14,90 a partir daí.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Trocar a bateria do iPhone vai ficar mais caro em 2019; veja os novos preços

Se você está pensando em trocar a bateria do seu iPhone, o momento para fazê-lo é agora. A Apple confirmou que voltará a subir os preços para a reposição da peça a partir do final do ano e revelou os novos valores para a substituição. 

Para quem não se lembra, ao longo do ano, a Apple reduziu o custo da troca de bateria dos iPhones após uma polêmica. Ficou comprovado que a empresa estava limitando o desempenho dos aparelhos com baterias desgastadas com a justificativa de prevenir surtos que pudessem vir a, por exemplo, desligar o aparelho subitamente. Como solução, a empresa reduziu o custo de substituição de baterias para renovar o desempenho dos celulares afetados e atualizou o iOS para tornar essa redução de velocidade opcional. 

Com isso, a troca da bateria dos iPhones SE, 6, 6 Plus, 6s, 6s Plus, 7, 7 Plus, 8, 8 Plus, e X teve seu custo reduzido para R$ 150 até o dia 31 de dezembro. Quem quiser fazer o reparo depois desse período terá que pagar mais caro. 

Modelo

Preço reduzido

Preço em 2019

iPhone SE

R$ 150

R$ 330

iPhone 6, 6 Plus

R$ 150

R$ 330

iPhone 6s, 6s Plus

R$ 150

R$ 330

iPhone 7, 7 Plus

R$ 150

R$ 330

iPhone 8, 8 Plus

R$ 150

R$ 330

iPhone X

R$ 150

R$ 450

iPhone XR, XS, XS Max

R$ 450

O novo preço para quase todos os modelos mencionados acima, com o iPhone X sendo a única exceção, será de R$ 330. O valor está abaixo do que era cobrado pela Apple antes da redução, quando o preço era de R$ 450. É uma boa notícia para quem esqueceu e perdeu o prazo: ao menos o custo não será tão alto quanto já foi no passado. 

Quem optar por fazer a troca de bateria de um iPhone X ou dos novos modelos XS, XS Max e XR a partir do ano que vem, no entanto, não terá a vantagem de um preço mais acessível. Para estes aparelhos, a troca ainda custará R$ 450.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Claro, Vivo e Oi sofrem multa recorde por cobrar por serviços não-solicitados

As operadoras de telefonia móvel Oi, Claro e Vivo receberam uma multa pesada: as empresas foram multadas em R$ 9,3 milhões pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça por infringir o Código de Defesa do Consumidor. É a maior multa já aplicada pelo Departamento em sua história, mas as empresas ainda podem e devem recorrer.

Segundo o comunicado do DPDC, as empresas teriam violado direitos dos consumidores no que tange “a oferta e comercialização de serviços adicionados, além da oferta de serviços e produtos diferentes do que foi efetivamente entregue ao consumidor”, além da cobrança por produtos que nunca foram solicitados pelo usuário.

Na prática, isso significa que o DPDC crê que as empresas induziam o público ao erro, fazendo-os pagar por algo que efetivamente não queriam ou simplesmente não estavam recebendo. O departamento também menciona que os anúncios omitiam informações importantes para a compreensão dos serviços contratados.

A multa em questão leva em consideração o porte de cada empresa e o faturamento, além claro, da gravidade da ação das companhias.

Diante desta situação o DPDC determina que as empresas paguem a multa em um prazo de até 30 dias e interrompam as práticas lesivas mencionadas na ação, incluindo a cobrança por serviços não solicitados. O órgão também diz que quem não cumprir a decisão poderá ter suas atividades temporariamente suspensas no Brasil.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Nintendo Switch Online tem preços anunciados no Brasil

O Nintendo Switch Online teve seus preços oficiais revelados no Brasil nesta segunda-feira, 13. Para jogar online no console japonês, os brasileiros terão que desembolsar a partir de R$ 14,80 por mês. O serviço começa a funcionar no próximo dia 18, oferecendo ainda games clássicos, apps para celulares e ofertas especiais na eShop.

Assim como lá fora, os brasileiros poderão escolher entre três planos para o Nintendo Switch Online: o mensal custará R$ 14,80, o trimestral terá preço de R$ 29,70 e o anual cobrará R$ 74,25. Além disso, será possível assinar um plano familiar para até oito contas por R$ 129,95. A empresa também dará um teste gratuito do serviço de até sete dias.

Ao contrário dos demais consoles da marca, o Nintendo Switch exigirá a assinatura do serviço online para jogar na rede com outras pessoas. Trata-se de uma postura bastante similar ao que é adotado pela Sony e Microsoft com o PSN Plus e a Xbox Live Gold. Já as partidas locais continuarão gratuitas.

O Nintendo Switch Online trará ainda o acesso a jogos clássicos do Nintendinho de 8 bits, incluindo modo competitivo online. Além disso, os usuários poderão salvar seu progresso na nuvem, evitando perdas em caso de danos ao dispositivo. Há ainda chat de voz a partir de aplicativos para smartphone e ofertas especiais na eShop, embora a Nintendo ainda não tenha revelado alguma promoção.

Apesar de oferecer a assinatura do Nintendo Switch Online no Brasil, a Nintendo não vende o seu console por aqui. Até o momento, a empresa oferece apenas os próprios jogos em versão digital para os brasileiros.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, testemunha diante do Congresso dos EUA pela 1ª vez

Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, irå pela primeira vez ao Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (10) para responder a questionamentos de senadores sobre como a rede social protege a privacidade de seus usuårios, além de discutir os efeitos da plataforma sobre a democracia.

“As redes sociais revolucionaram o jeito como nĂłs nos comunicamos e usamos dados para conectar pessoas ao redor do mundo. Com todos os dados trocados pelo Facebook e outras plataformas, os usuĂĄrios merecem saber como a informação deles Ă© compartilhada e protegida”, afirmou o senador Chuck Grassley.

A audiĂȘncia conjunta serĂĄ realizada entre os comitĂȘs de Justiça e do ComĂ©rcio, CiĂȘncia e Transportes, ambas do Senado dos EUA. Na quarta, serĂĄ a vez da CĂąmara dos Deputados. LĂĄ Zuckerberg falarĂĄ diante do ComitĂȘ de Energia e ComĂ©rcio, que liberou o testemunho a ser concedido pelo executivo.

“Essa audiĂȘncia vai explorar abordagens Ă  privacidade que satisfaçam as expectativas dos consumidores enquanto encorajam a inovação”, diz Grassley, presidente da comissĂŁo de Justiça.

O lĂ­der do outro comitĂȘ, senador John Thune, afirmou que o “Facebook exerce um papel crĂ­tico em muitas relaçÔes sociais, informando americanos sobre eventos do dia a dia e evidenciando tudo, desde produtos a candidatos polĂ­ticos”.

“Nossa audiĂȘncia conjunta irĂĄ ser uma conversa pĂșblica com o CEO dessa poderosa e influente companhia sobre sua visĂŁo para abordar problemas que geraram preocupaçÔes significativas sobre o papel do Facebook na nossa democracia, agentes mal intencionados usando a plataforma e a privacidade do usuĂĄrio.”

A ida de Zuckerberg ao Congresso dos EUA ocorre na esteira do escùndalo da manipulação indevida de dados de 87 milhÔes de usuårios pela Cambridge Analytica, consultoria política que trabalhou para Donald Trump durante a corrida eleitoral de 2016 e na campanha para a saída do Reino Unido do Brexit.

PaĂ­ses com mais usuĂĄrios afetados pelo escĂąndalo do Facebook

Norte-americanos foram os mais tiveram dados explorados de forma inadequada pela Cambridge Analytica; brasileiros estĂŁo em 8Âș

Fonte: Facebook

A forma como as informaçÔes foram obtidas pela empresa britĂąnica colocou no centro da discussĂŁo o modelo de negĂłcio do Facebook e de outras empresas de tecnologia, que coletam, processam e armazenam dados de seus usuĂĄrios para segmentar a distribuição de anĂșncios.

A polĂȘmica da Cambridge Analytica ocorre em um momento em que começou a intensificar a pressĂŁo para regulamentar a atuação de empresas de tecnologia que mantĂȘm plataformas, em que pessoas depositam grande quantidade de conteĂșdo.

No fim de fevereiro, a Cùmara dos Deputados dos EUA aprovou uma lei que mudou um dos grandes paradigmas legais em torno de companhias de internet: a responsabilização judicial delas em caso de açÔes ilícitas praticadas por usuårios.

A nova legislação permite que sites e serviços conectados sejam levados Ă  Justiça caso sejam usados para o trĂĄfico sexual. AtĂ© entĂŁo, as empresas nĂŁo podiam ser processadas, mesmo que suas plataformas fossem uma porta aberta para escravidĂŁo sexual ou trĂĄfico de seres humanos. Os responsĂĄveis por promover esses conteĂșdos Ă© que deveriam ser processados.

O escĂąndalo do Facebook

Em 17 de março, os jornais “New York Times” e “Guardian” revelaram que os dados de mais de 50 milhĂ”es de usuĂĄrios do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. Dias depois, o prĂłprio Facebook retificou a informação e passou a estimar em 87 milhĂ”es o nĂșmero de pessoas atingidas.

A empresa britùnica de anålise política acessou o grande volume de dados pessoais após um teste psicológico, que circulou na rede social anos atrås, coletar informaçÔes. Os dados recolhidos não eram só os das pessoas que toparam fazer o teste. Havia também informaçÔes de milhÔes dos amigos delas.

Para ter a acesso ao gigante estoque de dados, o teste não precisou usar hackers ou explorar brechas de segurança. Apenas aproveitou que, na época, o Facebook dava a liberdade para seus usuårios autorizarem o acesso aos dados de seus amigos. O passo seguinte, no entanto, estava fora do raio de atuação do Facebook: após a coleta dos dados, o desenvolvedor do teste os compartilhou com a Cambridge Analytica.

O escùndalo deflagrou uma onda de ceticismo sobre como o Facebook protege os dados de indivíduos que estão presentes em seu site. A rede social passou a investigar o caso e jå implementou algumas modificaçÔes, como:

Desde entĂŁo, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a empresa cometeu erros e que nĂŁo fez o suficiente para evitar que a rede social fosse usada para causar danos.

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

iPhone XS e XS Max dos EUA podem ter problemas com o 4G brasileiro; entenda

Os brasileiros terão que pensar duas vezes antes de comprar os iPhone XS nos Estados Unidos e Canadá. A versão do modelo que será vendida nos dois países da América do Norte será incompatível com a faixa de 700 MHz do 4G brasileiro. Com isso, os novos aparelhos não poderão se conectar às redes LTE nas cidades que utilizem unicamente essa frequência.

A informação pode ser encontrada no site da Apple, atualizado logo após o evento com as especificações técnicas e de frequências do modelo. Nos Estados Unidos e Canadá, as versões escolhidas foram a A1920 (iPhone XS) e a A1921 (iPhone XS Max). Infelizmente, para quem ia aproveitar as viagens de fim de ano à terra do Tio Sam, os modelos suportarão apenas duas das três bandas LTE disponíveis no país.

O problema é o seguinte: desde a sua implantação, a tecnologia 4G utiliza diferentes frequências e tecnologia ao redor do mundo. No Brasil, o primeiro padrão a ser adotado foi a banda 7 (2600 MHz), seguida pela banda 3 (1.800 MHz) e, mais recentemente, a banda 28 (700 MHz APT) graças ao desligamento da TV Analógica. É justamente esta última banda que não estará presente nos modelos da América do Norte.Embora a faixa de 700 MHz também seja usada nos Estados Unidos, o Brasil adotou a frequência com uma canalização batizada de APT. A tecnologia é mais flexível e eficiente do que o padrão americano, sendo adotada também em países europeus e asiáticos.

Caso queira a compatibilidade total com as redes 4G no Brasil, a única saída para os brasileiros será comprar os modelos A2097 (iPhone XS) e A2101 (iPhone XS Max). Os dispositivos estarão disponíveis em países da Europa, como Reino Unido, Portugal e Alemanha; além da Austrália, Índia e algumas nações da Ásia e Oriente Médio.

Por enquanto, ainda não se sabe quais versões dos novos iPhones estarão disponíveis no Brasil, já que a Apple sequer deu previsão para o lançamento por aqui. Outra incógnita são os modelos do iPhone XR, que demorarão mais a chegar às lojas e ainda não tiveram as versões anunciadas. Por fim, modelos antigos como o iPhone 8 e o iPhone 7 vendidos lá foram são totalmente compatíveis com as faixas brasileiras.

– Os aparelhos dos Estados Unidos não funcionarão por aqui?

Apesar da notícia decepcionante para os brasileiros que pretendem fugir dos altos preços por aqui, o impacto da incompatibilidade vai depender de alguns fatores. Se você mora em uma capital ou em grandes cidades do Brasil, dificilmente o seu telefone deixará de se conectar às redes 4G. Isso acontece porque a maioria desses lugares oferecem serviços na faixas de 2600 MHz e 1800 MHZ.

O grande problema, por outro lado, pode acontecer em cidades menores e que só utilizem as faixas de 700 MHz APT. Com o desligamento progressivo da TV analógica, as operadoras de telefonia estão dando preferência a nova tecnologia graças à sua maior eficiência em relação às anteriores. Ainda assim, quando visitar essas áreas, os aparelhos ainda continuarão funcionando nas redes 2G e 3G.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Grande ameaça hacker de 2017, vírus de resgate estão em declínio

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.

O ano de 2017 ficou marcado por grandes ataques envolvendo vírus de resgate – caso do vírus WannaCry, que contaminou a Europa e chegou a interferir com hospitais no Reino Unido — ou, também, vírus de outros tipos que tentaram se passar por vírus de resgate (caso da praga NotPetya, que contaminou a Ucrânia). Mas dados e análises de várias empresas de segurança apontam que essas pragas não só estão em declínio, como também já estavam em declínio em 2017.

Segundo um relatório da empresa de segurança SonicWall, o número total de ataques caiu de 638 milhões em 2016 para 184 milhões em 2017. Outras três empresas de segurança – Palo Alto Networks, Malwarebytes e Check Point – observaram que criminosos estão trocando os vírus de resgate por programas que mineram criptomoedas.

O blog Segurança Digital preparou a lista abaixo para destacar as possíveis razões por trás desse declínio.

Vírus de resgate são uma ‘bomba’ digital
O vírus de resgate criptografa os arquivos do computador e impede o acesso aos dados para depois pedir um pagamento — o resgate — para recuperar os arquivos. Se a vítima não pagar, o vírus não terá dado nenhum lucro aos seus criadores.

A mineração de criptomoedas, por sua vez, gera um lucro certo e permanente. Desde que a vítima não perceba o vírus, ele vai continuar gerando algum lucro para os bandidos. A vítima vai pagar na conta de luz — porque o vírus vai usar o processador do computador e consumir energia para realizar a mineração de criptomoedas –, mas a chance de tudo passar despercebido é incomparável, já que nenhum vírus de resgate consegue atuar e permanecer invisível.

Tendo presença no computador da vítima, o criminoso ainda pode mais tarde realizar roubos de informações.

Vírus de resgate manifestam sua presença para exigir o pagamento. Dessa forma, o vírus é obrigado a se ‘entregar’, o que torna as pragas incompatíveis com outros tipos de ataques que exigem discrição. (Foto: Reprodução)

Truque está sendo combatido com backups
Os vírus de resgate demonstraram a importância de realizar backups (cópias de segurança) para que um arquivo possa ser recuperado no caso de um imprevisto. Serviços de armazenamento em nuvem, como o IDrive e o OneDrive, criaram mecanismos para restaurar arquivos criptografados.

Quanto mais pessoas estiverem preparadas com backups, menores são as chances das vítimas pagarem o resgate.

Lavagem de dinheiro ficou mais difícil
O pagamento dos vírus de resgate costuma ser solicitado em Bitcoin. Essas moedas precisam ser vendidas em uma “exchange” (ou “corretora”) de moedas virtuais para serem trocadas por dólares ou reais. Em julho de 2017, autoridades prenderam o responsável pela BTC-e, uma corretora de criptomoedas acusada de ter intermediado a retirada de boa parte do dinheiro obtido com vírus de resgate e outras fraudes on-line.

Nesse meio tempo, novas regulamentações foram criadas e as tarifas de Bitcoin também aumentaram (o que significa que os pagamentos ficaram mais caros). Embora criminosos tenham experimentado moedas “alternativas” (como a Monero), essas moedas quase sempre precisam ser convertidas em Bitcoin antes de serem trocadas por dólares. Alguns vírus mais recentes estão optando pela criptomoeda “Dash”.

O dinheiro proveniente da mineração de criptomoedas, por outro lado, é considerado dinheiro limpo. Uma vez que moedas foram recebidas por colaborações no processo de mineração, é difícil determinar se essa colaboração ocorreu em computadores do colaborador ou se o hardware foi utilizado sem autorização. Na prática, o criminoso consegue trocar as moedas em qualquer corretora, sem levantar suspeita.

Pessoas foram acusadas
Não foi só o responsável pela BTC-e que acabou nas mãos das Justiça. Em 2017, foram presos suspeitos na Romênia, nos Estados Unidos no Reino Unido, acusados de operarem ataques de vírus de resgate. No fim de março de 2018, outros três indivíduos foram presos na Polônia, acusados de programarem as pragas digitais.

Kits de ataque estão menos eficazes
Com os navegadores web criando entraves para o uso do Adobe Flash Player – uma das principais portas de entradas para vírus nos computadores –, ficou mais difícil para que páginas maliciosas da web infectem o computador dos internautas.

Quando os criminosos são obrigados a recorrer a táticas mais tradicionais (enganar vítimas oferecendo um software, mas entregando outro, por exemplo), o vírus de resgate possui mais dificuldades para manter a fraude em funcionamento, pois a probabilidade de o arquivo logo ser denunciado é maior.

Embora as causas específicas do que levou a essas mudanças no mundo do cibercrime seja desconhecida, é possível que todos esses fatores tenham contribuído para o cenário atual. A estimativa é que o número de ataques caia mais uma vez em 2018 em relação ao ano anterior, mas empresas ainda precisam ter cuidado com ataques direcionados e mais sofisticados.

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Nubank muda forma de calcular preço de compras internacionais

O Nubank vai alterar a forma como determina o preço de compras internacionais: a partir de agora, vai ser considerada a cotação do dólar no dia da compra, e não mais quando a fatura do cartão for paga.

Atualmente, quando um cliente do Nubank faz uma compra internacional em dólar, o valor da transação é calculado com base na cotação da moeda norte-americana no dia do pagamento da fatura, e não da compra. Se a compra é feita no dia 10, por exemplo, e a fatura é paga no dia 20, o preço é determinado com base no dólar no dia 20 – com a mudança, vai passar a ser dia 10.

O consumidor vai poder conferir o valor da compra no próprio aplicativo da fintech. Em seu blog oficial, o Nubank explicou que ainda é possível que exista alguma variação dependendo da loja. “O estabelecimento tem, em geral, até 7 dias úteis para processar a compra. A partir do momento em que isso é feito, a gente ‘trava’ o dólar e considera a cotação do dia útil anterior,” explicou a fintech.

O Nubank diz que a mudança pode dar segurança aos consumidores, já que a variação da cotação da moeda norte-americana faz com que muita gente evite compras internacionais. “Sabíamos que muitos clientes ficavam inseguros ao fazer compras internacionais por não conseguirem prever quanto o dólar mudaria ao longo do mês”, diz o blog oficial da empresa. A alteração vai começar a valer a partir do dia 13 de outubro.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Facebook lança ferramenta de remoção de aplicativos em massa; veja

Após o escândalo envolvendo o uso indevido de informações pessoais, o para recuperar a sua credibilidade e demonstrar que está empenhado em garantir a privacidade dos dados dos seus usuários. Entre as medidas adotadas, foi disponibilizado para todos os usuários um assistente que simplifica a remoção em massa dos aplicativos que ficam conectados a conta na rede social. 

 

 

 

Sobre o assistente

 

A remoção de aplicativos desenvolvidos por terceiros sempre existiu, porém era uma tarefa dispendiosa, pois era necessário remover um a um. Com a nova ferramenta, o usuário pode marcar todos os apps que quiser desconectar do seu perfil e com um único clique removê-los definitivamente. Veja como usar: 

 

1 – Acesse a sua conta no Facebook ou clique nesse link (). 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2 – Clique sobre a caixa de seleção para marcar os apps.

 

3 – Clique sobre o botão “Remover”.

 

4 – Marque a opção “Também excluir todas as publicações, fotos e vídeos no Facebook que esses aplicativos e sites possam ter publicado em seu nome.” e aperte no botão “Remover” para finalizar o processo. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 – Clique no botão “Concluir” para fechar a janela de confirmação. 

 

Após a remoção dos apps, eles não terão como acessar as informações pessoais, se o leitor remover acidentalmente algum app importante basta adicioná-lo novamente conforme a necessidade. 

 

 

Imagens: Reprodução/G1

Fonte: G1 > Tecnologia e Games