Uma das notícias mais explosivas do século está dominando as manchetes mundiais nesta sexta-feira (28): os Estados Unidos e Israel afirmaram ter morto o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em um ataque militar conjunto em território iraniano. A declaração, feita oficialmente por lideranças de Tel Aviv e apoiada por autoridades norte-americanas, provocou uma onda de choque diplomático, militar e econômico ao redor do planeta — mesmo sem confirmação definitiva e com relatos contraditórios vindos do Irã.
Segundo o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, há “fortes indícios” de que Khamenei foi morto durante os bombardeios que atingiram alvos estratégicos em Teerã, incluindo o que seria seu complexo oficial. Netanyahu afirmou que o local foi totalmente destruído e que imagens e sinais sugerem que o líder supremo não está mais vivo.
Autoridades israelenses citaram que equipamentos de inteligência e imagens mostraram danos severos na região onde Khamenei estava baseado, e que isso poderia indicar a morte do clérigo que comandava o Irã há mais de três décadas.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores do Irã, através de seu chanceler Abbas Araghchi, negou categoricamente as alegações internacionais, afirmando que “pelo que ele sabe o líder supremo está vivo e seguro, assim como grande parte das autoridades iranianas”. A declaração foi dada em entrevista à uma rede de notícias internacional e contradiz diretamente as declarações de Israel e dos EUA.
A situação permanece altamente volátil e contestada, com diferentes canais de mídia internacionais relatando versões divergentes do ocorrido. Enquanto alguns veículos israelenses e aliados dão como certa a morte de Khamenei, o governo iraniano insiste que ele continua vivo e operando, intensificando ainda mais a confusão global sobre o destino real do líder religioso e político do país.
Esse cenário — com acusações de assassinato político e negação oficial — coloca a comunidade internacional em uma encruzilhada crítica, com diplomatas pedindo cautela, enquanto economias globais reagem à possibilidade de um conflito ainda maior no Oriente Médio.
