Uma situação que chama atenção pela ausência de familiares mobiliza informações em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Aline Souza Rocha, de 31 anos, natural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, morreu após sofrer um acidente de motocicleta na Estrada do Guriri.
Após o acidente, o corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. A vítima chegou a ser identificada pelas autoridades, mas, mesmo depois de aproximadamente dez dias, nenhum familiar teria comparecido ao local para realizar a liberação do corpo e tomar as providências necessárias para o sepultamento.
De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, Aline é filha de Moacy Rocha e Maria da Conceição Alves Souza Paes. Os pais teriam ligação com Nova Iguaçu, município onde a mulher nasceu.
Diante da ausência de parentes no IML, foram realizadas tentativas para localizar familiares da vítima. Um dos endereços relacionados a Aline chegou a ser verificado, porém ninguém foi encontrado no local. Até o momento, segundo as informações disponíveis, não houve a localização de pessoas que pudessem realizar oficialmente a liberação do corpo.
A situação fez com que o caso chegasse ao conhecimento público, na tentativa de encontrar alguém que tenha convivido com Aline ou que possa fornecer informações capazes de ajudar na localização de seus familiares.
Embora a identidade da mulher tenha sido confirmada, a falta de parentes para reclamar o corpo impede que os procedimentos habituais sejam realizados pela família. Com isso, Aline deverá ser sepultada em Cabo Frio por meio do poder público, caso nenhum familiar seja localizado.
O episódio também chama atenção para situações em que pessoas são identificadas após a morte, mas permanecem sem que parentes ou pessoas próximas sejam encontradas para assumir os procedimentos relacionados ao funeral.
Familiares, conhecidos ou pessoas que tenham informações sobre Aline Souza Rocha podem ajudar na tentativa de localizar parentes. A divulgação do caso busca justamente ampliar o alcance das informações e possibilitar que alguém que conheça a mulher possa reconhecer a história e contribuir para que seus familiares sejam encontrados.
Até que isso aconteça, o corpo permanece sob responsabilidade das autoridades competentes. A expectativa é de que a divulgação das informações possa ajudar a esclarecer por que, mesmo após cerca de dez dias da permanência do corpo no IML de Cabo Frio, nenhum familiar tenha comparecido para realizar a liberação.
O caso segue aguardando a localização de parentes ou pessoas próximas que possam prestar informações e auxiliar nos procedimentos necessários para o sepultamento.




