A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro conduz investigações sobre o caso de Tatiana Mendonça de Queiroz Campos, de 29 anos, brutalmente assassinada em sua própria residência, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. O crime ocorreu na última sexta-feira, marcando mais um trágico episódio de violência doméstica na cidade.
Tatiana, segundo relatos de familiares, foi atacada enquanto dormia, tendo sido surpreendida pelo seu ex-namorado, um homem jovem, de cerca de 20 anos, conhecido por seu comportamento agressivo e histórico de violência contra mulheres. A filha de apenas 11 anos da vítima foi quem encontrou o corpo inerte da mãe, num cenário que descreve a brutalidade do ato.
Testemunhas apontam que a relação entre Tatiana e o suspeito, que durou cerca de sete meses, estava permeada por conflitos e agressões. No fatídico dia, ele invadiu a casa na parte da manhã, e após uma discussão, agrediu Tatiana fisicamente e a sufocou até a morte. A fuga subsequente não impediu sua captura, pois foi detido em Paracambi, na Baixada Fluminense, graças às denúncias.
O suspeito, cuja identidade permanece sob proteção legal, agora enfrenta acusações de feminicídio. A Polícia Civil, encarregada do caso, segue compilando evidências para garantir que a justiça seja feita. Esse incidente lança luz sobre a persistente questão da violência de gênero no Brasil, onde os casos de feminicídio continuam a chocar a sociedade.
O sepultamento de Tatiana ocorreu no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte, reunindo familiares e amigos em luto, que clamam por justiça e medidas mais efetivas contra a violência doméstica. Este caso reitera a urgência de ações concretas para a proteção das mulheres e a prevenção de futuras tragédias.




