O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve uma decisão judicial determinando que o Município do Rio, a Liga Independente das Escolas de Samba e a Liga Independente do Grupo A resolvam, em apenas 6 horas, as falhas de segurança no Sambódromo, conforme indicado em relatório apresentado pelo governo estadual. As deficiências incluem falta de luz de emergência, iluminação insuficiente e fiação exposta. A multa por descumprimento é de R$ 5 mil por hora.
O pedido do MP destaca o perigo iminente, evidenciado pela falta de preparo para situações de emergência, colocando em risco crianças e adolescentes, como no trágico caso de Raquel. A juíza responsável determinou que as irregularidades sejam corrigidas sob pena de multa, e fiscais da Vara da Infância irão verificar o cumprimento das medidas.
Enquanto isso, o secretário estadual de Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros está ausente, ao lado do governador, para a abertura do carnaval da Bahia. O relatório que descreve as irregularidades foi elaborado pelo subsecretário de gabinete do governador, que expressou preocupação com a segurança no local.
Apesar das denúncias e tensões, a Riotur informou que a responsabilidade pelas correções é da Liesa, que iniciou os ajustes necessários. Enquanto isso, o subsecretário responsável pelo relatório será nomeado para um novo cargo no governo do estado, prometendo colaborar na busca por práticas éticas.




