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Uma nova pesquisa divulgada pelo Instituto GERP sobre a corrida para o Senado no estado do Rio de Janeiro movimentou o cenário político fluminense e revelou um quadro competitivo entre os principais nomes cotados para a disputa. O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 6 de março e considerou a soma do primeiro e do segundo voto dos eleitores, já que a eleição para o Senado permite múltiplas escolhas em alguns cenários.
De acordo com os números divulgados, o atual governador do Rio, Cláudio Castro (PL), aparece na liderança com 33% das intenções de voto. Castro desponta como o nome mais citado pelos eleitores consultados, consolidando-se como um dos principais favoritos caso confirme sua candidatura ao Senado nas próximas eleições.
Na segunda posição surge a deputada federal Benedita da Silva (PT), que registra 27% das intenções de voto. Com uma longa trajetória política e forte presença eleitoral na capital e em áreas populares do estado, Benedita mantém um desempenho sólido na pesquisa e figura como uma das candidatas mais competitivas do levantamento.
Logo atrás aparece o ex-prefeito do Rio e ex-senador Marcelo Crivella (Republicanos), que soma 19% das intenções de voto. Crivella ainda mantém um eleitorado fiel no estado e pode se tornar um nome relevante na disputa, dependendo da consolidação das alianças partidárias.
O levantamento também mostra o deputado federal Alessandro Molon (PSB) com 14%, seguido pelo comentarista e ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel (Solidariedade), que aparece com 12%. Ambos figuram no grupo intermediário da pesquisa e podem crescer ao longo do processo eleitoral.
Outros nomes também foram mencionados pelos eleitores. Márcio Canella (União Brasil), Clarissa Garotinho (Republicanos) e Washington Reis (MDB) aparecem empatados com 10% cada. Já Felipe Curi (Solidariedade) registra 8%, enquanto o deputado federal Pedro Paulo (PSD) surge com 7%.
Fechando a lista dos candidatos citados está o senador Carlos Portinho (PL), que aparece com 5% das intenções de voto.
A pesquisa também apontou que 10% dos entrevistados afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 6% disseram não saber ou preferiram não responder.
Apesar da liderança de Cláudio Castro, os números indicam que o cenário ainda está em aberto e pode sofrer mudanças significativas até o período eleitoral. Analistas políticos avaliam que fatores como alianças partidárias, campanhas nas redes sociais e desempenho dos candidatos nos debates devem influenciar diretamente o comportamento do eleitorado nos próximos meses.
Com diversos nomes conhecidos da política fluminense no páreo, a disputa pelo Senado promete ser uma das mais acirradas das próximas eleições no Rio de Janeiro.




