Executado na noite desse domingo (21/1), o miliciano Sérgio Rodrigues da Costa, mais conhecido pelo apelido de “Sérgio Bomba”, é apontado pela polícia como o chefe da quadrilha que atua em Sepetiba, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Morto aos 44 anos, o líder da milícia estava com a namorada em um quiosque na Praia do Recreio dos Bandeirantes, também na zona oeste da capital fluminense, quando foi surpreendido e ass4ssinado a t1ros. A mulher não se feriu.
No momento, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), da Polícia Civil do Rio, investiga o caso. Os agentes buscam por testemunhas para identificar a autoria e motivação do cr1me.
Em 2017, Sérgio Bomba chegou a ser preso na operação Horus, deflagrada pela Polícia Civil com o objetivo de desmantelar a quadrilha de milicianos de Sepetiba.
O miliciano era alvo de investigação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). O Gaeco apurava a atuação do Sérgio Bomba na guerra da milícia em Sepetiba.



