Salva-vidas morre afogado ao passar mal enquanto surfava
Guarujá, São Paulo – Um trágico incidente ocorreu na praia de Pitangueiras, em Guarujá, no litoral de São Paulo, resultando na morte de um experiente salva-vidas do Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar). Wilson Santos Moya, de 50 anos, faleceu após sofrer um mal súbito enquanto praticava surf.
De acordo com informações obtidas pelo g1, Wilson foi retirado da água inconsciente por um surfista que estava no mesmo local. O bombeiro aposentado caiu da prancha e demorou para emergir das águas, chamando a atenção do surfista que o resgatou.
O Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) afirmou que equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas imediatamente, enviando duas ambulâncias para o local: uma básica e uma avançada.
Os socorristas tentaram reanimar Wilson por aproximadamente 30 minutos, porém, infelizmente, não obtiveram sucesso, e seu óbito foi declarado ainda na praia. O corpo foi identificado por familiares e o sepultamento foi programado para ocorrer no Cemitério da Consolação, em Vicente de Carvalho.
Esse trágico incidente ocorreu apenas alguns dias após a morte de outro surfista na Praia das Astúrias, também em Guarujá. A vítima, um homem de 45 anos, foi resgatada pelos bombeiros e encaminhada ao Pronto-Socorro Central da cidade, mas acabou não resistindo.
Segundo o GBMar, ainda não é possível determinar com precisão o que teria levado ao afogamento de Wilson Santos Moya. As suspeitas iniciais apontam para possíveis causas secundárias, como um mal súbito ou algum trauma relacionado à prática do esporte.
A comunidade local e os colegas de trabalho de Wilson lamentam profundamente a perda de um profissional dedicado e experiente, que dedicou sua vida à segurança nas praias do litoral de São Paulo. Wilson era reconhecido e admirado por seu trabalho e deixará saudades.
É importante ressaltar a relevância da conscientização sobre os cuidados necessários ao praticar esportes aquáticos, especialmente em ambientes marítimos. O risco de acidentes é real, mesmo para profissionais experientes como Wilson Santos Moya.




