Chefão do CV é preso no Maracanã enquanto assistia partida da Libertadores

 

 

A prisão de Edenison Luiz Moura de Melo, apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho (CV) no Rio Grande do Norte, chamou atenção nesta quarta-feira (20) após acontecer dentro do estádio do Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro, durante a partida do Flamengo pela Copa Libertadores da América.

A ação foi realizada por agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que monitoravam o suspeito há semanas. Segundo informações preliminares, Edenison possuía mandado de prisão em aberto por envolvimento com o tráfico de drogas e vinha sendo procurado pelas autoridades do Rio Grande do Norte.

De acordo com as investigações, o suspeito estaria escondido em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro, principalmente na Rocinha, na Zona Sul, e no Complexo do Alemão, na Zona Norte. As regiões são consideradas estratégicas para integrantes da facção que buscam fugir de operações policiais em outros estados.

A prisão aconteceu de forma discreta para evitar tumulto entre os torcedores que acompanhavam a partida. Policiais infiltrados identificaram Edenison nas dependências do estádio e realizaram a abordagem sem necessidade de confronto. O suspeito foi retirado do local sob escolta e encaminhado para procedimentos na delegacia especializada.

Fontes ligadas à investigação afirmam que Edenison exercia influência no tráfico do Rio Grande do Norte e mantinha conexões diretas com integrantes do CV no Rio de Janeiro. A polícia acredita que ele utilizava as comunidades cariocas como esconderijo e também como ponto de articulação para atividades criminosas.

A operação reforça o intercâmbio entre forças de segurança de diferentes estados no combate às facções criminosas que atuam nacionalmente. Nos últimos anos, criminosos procurados em outras regiões do país têm sido encontrados em comunidades do Rio controladas por organizações criminosas.

Até o momento, a defesa de Edenison Luiz Moura de Melo não se pronunciou sobre a prisão. O caso segue sendo investigado pela Draco, que agora busca identificar possíveis aliados e rotas de apoio utilizadas pelo suspeito durante o período em que permaneceu foragido.

 

Sapucaí em 2028 Com Alexandre Louzada, Sereno de Campo Grande reforça sonho do Carnaval 2027

 

A escola de samba Sereno de Campo Grande começou a movimentar o cenário carnavalesco e já chama atenção para o Carnaval de 2027. A agremiação anunciou oficialmente, por meio de suas redes sociais, a contratação da dupla de carnavalescos formada por Cristiano Plácido e Alexandre Louzada, um dos nomes mais consagrados da história recente do samba carioca.

A chegada de Louzada representa um importante passo na trajetória da escola da Zona Oeste do Rio de Janeiro. O carnavalesco acumula quatro títulos no Grupo Especial, conquistados por grandes agremiações do samba brasileiro: Estação Primeira de Mangueira, Unidos de Vila Isabel, Beija-Flor de Nilópolis e GRES Mocidade Independente de Padre Miguel. O currículo vencedor aumenta a expectativa dos torcedores e apaixonados pelo carnaval sobre o futuro da Sereno.

Nas redes sociais, o anúncio foi comemorado por integrantes, componentes e simpatizantes da escola, que enxergam a contratação como um sinal claro de crescimento e fortalecimento do projeto carnavalesco da agremiação. A frase “Voa Coruja” passou a ser compartilhada entre os seguidores, fazendo referência ao símbolo da escola e ao sonho cada vez mais próximo de alcançar voos maiores no samba carioca.

Além da empolgação para o desfile de 2027, muitos integrantes já falam sobre a meta de chegar à Marquês de Sapucaí em 2028. O planejamento da escola demonstra ambição e confiança em um trabalho de longo prazo, apostando em nomes experientes para elevar o nível artístico dos desfiles.

A expectativa agora gira em torno do anúncio do enredo, da equipe que irá compor o projeto visual e dos preparativos para o próximo carnaval. A contratação da nova dupla de carnavalescos mostra que a Sereno de Campo Grande pretende entrar forte na disputa e buscar destaque na avenida.

Enquanto isso, a comunidade segue mobilizada e acompanhando cada novidade divulgada pela escola através das redes sociais oficiais.

 

( URGENTE) Marqueteiro de Flávio Bolsonaro deixa campanha e amplia clima de crise no PL

A pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro sofreu mais um abalo nesta quarta-feira (20) após a saída do marqueteiro Marcello Lopes, conhecido nos bastidores políticos como “Marcellão”. Responsável pela estratégia de comunicação do senador, ele decidiu deixar a equipe em meio a uma crescente crise interna e desgaste político envolvendo aliados próximos do parlamentar.

A informação foi confirmada por veículos da imprensa nacional e rapidamente repercutiu nos bastidores de Brasília. Segundo relatos, a decisão ocorreu após reuniões realizadas ao longo do dia entre Marcello Lopes e integrantes da campanha. Pessoas próximas afirmam que o ambiente já vinha ficando insustentável devido às críticas internas sobre a condução da comunicação nos últimos dias.

A crise ganhou força após o vazamento de um áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro. O episódio provocou desgaste dentro do Partido Liberal (PL) e aumentou a pressão sobre a equipe responsável pela imagem do senador. Aliados passaram a questionar a estratégia adotada pela campanha diante da repercussão negativa do caso.

Outro fator que teria pesado para a saída de Marcello Lopes foi o fato de ele estar nos Estados Unidos durante o auge da crise política. Integrantes do partido avaliaram que a ausência do marqueteiro em um momento considerado decisivo demonstrava falta de alinhamento com a gravidade da situação enfrentada pela campanha.

Nos bastidores, lideranças do PL defendiam mudanças imediatas no setor de comunicação para tentar conter os danos políticos e reorganizar a pré-campanha. A expectativa agora é de que o publicitário Eduardo Fischer assuma o comando da estratégia eleitoral de Flávio Bolsonaro nos próximos dias.

A saída de Marcello Lopes ocorre em um momento delicado para o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Aliados reconhecem reservadamente que o cenário atual exige uma reformulação urgente na comunicação e na articulação política para evitar novos desgastes públicos às vésperas do início oficial da corrida presidencial de 2026.

 

 

CV avança em comunidade da Zona Oeste e promete “fim da covardia” em antigo reduto da milícia

Quarta feira , 20 de maio de 2026

CV avança em comunidade da Zona Oeste e promete “fim da covardia” em antigo reduto da milícia

A comunidade da Muzema, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, voltou ao centro das atenções após relatos de que traficantes ligados ao Comando Vermelho (CV) teriam assumido o controle da região, conhecida historicamente pela forte atuação de grupos paramilitares. Segundo informações divulgadas por moradores e compartilhadas nas redes sociais, integrantes da facção passaram a circular armados pela comunidade e anunciaram mudanças na rotina local.

Entre as medidas que estariam sendo impostas pelo grupo criminoso está a instalação de portões em pontos estratégicos da comunidade para controlar a entrada e saída de pessoas e veículos. Ainda de acordo com os relatos, os traficantes pretendem cobrar uma taxa mensal de R$ 70 dos moradores, alegando que o valor seria destinado à “manutenção e segurança” da área.

A Muzema ficou nacionalmente conhecida nos últimos anos por ser considerada um dos principais redutos da milícia na capital fluminense. A região ganhou notoriedade principalmente após o desabamento de prédios irregulares em 2019, tragédia que deixou dezenas de mortos e expôs o esquema de construções clandestinas e domínio territorial exercido por grupos criminosos.

Agora, com a suposta chegada do Comando Vermelho, moradores relatam clima de tensão e medo diante da possibilidade de uma nova disputa armada pelo controle da região. Em mensagens que circulam em aplicativos, criminosos afirmam que “acabou a covardia”, frase interpretada por muitos como uma provocação direta aos antigos grupos que dominavam a área.

Especialistas em segurança pública apontam que a expansão territorial de facções criminosas em áreas antes controladas pela milícia vem aumentando nos últimos anos no Rio de Janeiro. Essa disputa pelo domínio de comunidades envolve interesses financeiros ligados ao tráfico de drogas, transporte alternativo, venda de gás, internet clandestina e cobrança de taxas ilegais.

Até o momento, não houve confirmação oficial das autoridades sobre a instalação dos portões ou a cobrança da taxa mencionada. A Polícia Militar também não divulgou informações detalhadas sobre operações recentes na Muzema relacionadas à mudança de controle criminoso na comunidade.

 

Flávio Dino dá 48 horas para Câmara explicar viagem de Mário Frias ao exterior

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, determinou que a Câmara dos Deputados apresente, no prazo de 48 horas, esclarecimentos sobre a viagem internacional realizada pelo deputado federal Mário Frias. A decisão movimentou os bastidores políticos em Brasília e aumentou a pressão envolvendo o parlamentar, que esteve recentemente fora do país.

Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, Dino quer detalhes sobre a situação funcional do deputado durante a viagem, incluindo autorização oficial, finalidade da missão e condições administrativas relacionadas ao período em que Frias permaneceu no exterior. O pedido foi encaminhado diretamente à presidência da Câmara dos Deputados.

O caso ganhou repercussão após surgirem questionamentos envolvendo a agenda internacional do parlamentar, que passou pelo Bahrein e também pelos Estados Unidos. A decisão do STF ocorre em meio a investigações relacionadas a possíveis repasses de recursos públicos para projetos audiovisuais ligados a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com reportagens publicadas nesta quarta-feira, o Supremo vinha tentando localizar Mário Frias para prestar esclarecimentos sobre emendas parlamentares destinadas a produções culturais e entidades específicas. Como o deputado estaria fora do Brasil, o ministro decidiu cobrar explicações diretamente da Câmara.

Nos bastidores políticos, a medida foi interpretada como mais um movimento de endurecimento do STF em relação a investigações envolvendo parlamentares e utilização de verbas públicas. Aliados de Frias afirmam que a viagem ocorreu dentro das normas da Câmara e que toda a documentação necessária deverá ser apresentada dentro do prazo estabelecido.

Já opositores avaliam que o caso precisa ser totalmente esclarecido para evitar dúvidas sobre o uso de recursos públicos e possíveis irregularidades administrativas. O episódio também reacendeu debates sobre fiscalização de viagens oficiais e transparência envolvendo parlamentares brasileiros.

Até o momento, Câmara dos Deputados não divulgou oficialmente qual será a resposta enviada ao STF. A expectativa é que os esclarecimentos sejam apresentados ainda nesta semana, já que o prazo estipulado por Flávio Dino é considerado curto e de caráter urgente.

O caso continua repercutindo fortemente nas redes sociais e nos corredores de Brasília.

 

Justiça manda Meta derrubar perfis de médica após críticas à Fiocruz e vacinas

 

 

A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou que a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, bloqueie perfis ligados à médica Isabel de Fátima Alvim Braga após publicações em que ela questionava vacinas, pesquisas científicas e atividades desenvolvidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A decisão também impede a criação de novas contas vinculadas à médica nas plataformas administradas pela companhia.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e combate à desinformação. Segundo informações divulgadas por veículos nacionais, a ação foi movida pela Fiocruz com apoio da Advocacia-Geral da União (AGU), que alegou que as publicações continham informações falsas e potencialmente perigosas para a saúde pública.

Entre os conteúdos publicados por Isabel Braga estariam críticas à vacinação contra a Covid-19, questionamentos sobre pesquisas científicas realizadas pela Fiocruz e alegações envolvendo suposta contaminação por urânio em determinadas regiões do Rio de Janeiro. A instituição afirmou que as declarações poderiam comprometer a confiança da população nas campanhas de imunização e nas orientações médicas oficiais.

Na decisão, a Justiça considerou que os conteúdos ultrapassariam o direito à livre manifestação de opinião, classificando parte das publicações como desinformação com potencial de causar danos coletivos. Por isso, foi determinado o bloqueio imediato dos perfis ligados à médica e a proibição da abertura de novas contas associadas a ela nas redes sociais da Meta.

O episódio, porém, provocou reações divergentes. Defensores da medida afirmam que ações mais rigorosas são necessárias para conter a disseminação de notícias falsas relacionadas à saúde, especialmente após os impactos provocados pela pandemia. Já críticos da decisão classificam a medida como censura e afirmam que impedir a criação de novas contas seria uma restrição excessiva à liberdade de expressão.

Até o momento, Isabel de Fátima Alvim Braga não teve novo posicionamento amplamente divulgado sobre a decisão judicial. O caso segue repercutindo intensamente nas redes e deve continuar gerando discussões jurídicas e políticas nos próximos dias.

 

Justiça reduz pena de Marcinho VP em quase 400 dias após líder do CV realizar algo nobre

 

A Justiça Federal decidiu reduzir em 384 dias a pena de Marcinho VP, apontado pelas autoridades como uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV), após o preso escrever quatro livros durante o período em que está encarcerado. A decisão provocou forte repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os benefícios concedidos no sistema prisional brasileiro.

Marcinho VP está preso desde 1996 e cumpre pena por diversos crimes relacionados ao tráfico de drogas e ao comando da facção criminosa. Mesmo atrás das grades há quase três décadas, ele voltou aos holofotes após a Justiça reconhecer o direito à chamada “remição de pena” por meio de atividades educacionais e intelectuais.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa, cada obra escrita garantiu a redução de 96 dias da pena, totalizando os 384 dias abatidos. Entre os livros publicados está “A Cor da Lei”, lançado recentemente. A defesa do detento argumentou que a produção literária contribui para a ressocialização e para o desenvolvimento intelectual do preso.

A decisão teve como base entendimentos já adotados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconhece atividades de leitura, estudo e produção intelectual como instrumentos válidos para remição de pena, desde que cumpram critérios previstos na legislação brasileira.

Apesar da polêmica, especialistas lembram que o benefício não representa liberdade imediata nem anulação das condenações. A remição está prevista na Lei de Execução Penal e pode ser aplicada a qualquer detento que participe de atividades educacionais autorizadas pela Justiça.

Nas redes sociais, o caso dividiu opiniões. Enquanto algumas pessoas defenderam o direito à ressocialização e o incentivo à educação dentro dos presídios, outras criticaram o abatimento concedido a um criminoso considerado um dos nomes históricos do crime organizado no Rio de Janeiro.

O episódio voltou a colocar em discussão os limites da legislação penal brasileira e os critérios utilizados para concessão de benefícios a presos condenados por crimes graves.

 

 

“3 horas de sexo por 9 meses”: prescrição polêmica causa revolta e pode parar na Justiça

 

Uma suposta receita médica emitida na cidade de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, provocou enorme repercussão nas redes sociais e levou autoridades da saúde a abrirem uma investigação para apurar a autenticidade do documento. A imagem viralizou rapidamente após apresentar uma prescrição considerada ofensiva e incompatível com a conduta ética da profissão médica.

Na receita, atribuída inicialmente a uma profissional da rede pública, aparece a frase: “3 horas de buc**t@ por 9 meses se necessário”, seguida da observação “bem molhadinha”. O conteúdo causou indignação entre internautas e levantou questionamentos sobre possível falsificação, uso indevido de carimbo profissional ou até fraude documental.

Após a repercussão nacional, a Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha divulgou uma nota oficial afirmando que a profissional citada no documento nega ter emitido a prescrição. Segundo a pasta, o caso está sendo tratado com seriedade e já é alvo de um procedimento administrativo interno para identificar os responsáveis pela circulação do material.

Ainda de acordo com a prefeitura, existem indícios de que o carimbo e a identificação da médica possam ter sido utilizados sem autorização. A gestão municipal informou que medidas legais poderão ser tomadas caso seja confirmada a falsificação do documento ou a tentativa de manchar a imagem da profissional envolvida.

O episódio também chegou ao conhecimento do Conselho Regional de Medicina (CRM), que poderá analisar o caso sob o ponto de vista ético e disciplinar. No entanto, até o momento, não existe confirmação oficial de que um médico realmente tenha escrito o conteúdo divulgado nas redes sociais.

Especialistas lembram que falsificar receitas médicas ou utilizar indevidamente documentos oficiais pode configurar crimes como falsidade ideológica, falsificação de documento público e difamação. Dependendo da conclusão das investigações, os responsáveis poderão responder judicialmente.

Enquanto isso, o caso continua gerando debates intensos nas redes sociais, dividindo opiniões entre pessoas que acreditam em uma possível brincadeira de mau gosto e outras que cobram punição rigorosa caso a autenticidade seja comprovada.

A investigação segue em andamento, e as autoridades aguardam perícias e análises técnicas para esclarecer definitivamente a origem do documento que virou um dos assuntos mais comentados da semana em Pernambuco.

Viagem, prisão e silêncio: o que há por trás do encontro entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro?

 

 

Registros públicos do Senado Federal colocaram o senador Flávio Bolsonaro no centro de uma nova polêmica política nesta semana. Documentos de transparência apontam que o parlamentar foi ressarcido por uma viagem aérea para São Paulo realizada em 29 de novembro de 2025, mesma época em que ocorreu uma visita ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso dias antes em uma investigação que abalou o mercado financeiro e os bastidores da política nacional.

A revelação gerou uma onda de questionamentos nas redes sociais e nos meios políticos, principalmente após a confirmação de que Flávio realmente se encontrou com Vorcaro naquele período. Segundo o senador, o encontro teve relação com negociações envolvendo um projeto audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda assim, a coincidência entre a data da viagem, o reembolso pago com verba pública e o momento delicado vivido pelo banqueiro acabou levantando suspeitas e alimentando especulações.

Daniel Vorcaro havia deixado a prisão pouco antes da visita e passou a cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. O caso ganhou enorme repercussão nacional devido ao peso econômico e político do empresário, conhecido por sua influência no setor financeiro e por manter relações com figuras importantes de Brasília.

Até o momento, não existe qualquer prova oficial de irregularidade envolvendo o ressarcimento solicitado por Flávio Bolsonaro. O Senado também não apontou ilegalidade no pedido de reembolso. Porém, adversários políticos passaram a cobrar explicações mais detalhadas sobre a finalidade da viagem e sobre o motivo do encontro ter ocorrido justamente em meio à crise envolvendo Vorcaro.

Nos bastidores, aliados do senador afirmam que a oposição tenta transformar uma viagem regular em escândalo político. Já críticos sustentam que o episódio merece investigação mais aprofundada, especialmente pelo contexto em que ocorreu.

Enquanto isso, o caso continua repercutindo intensamente nas redes sociais, cercado de dúvidas, interpretações políticas e uma pergunta que ainda permanece sem resposta clara: o encontro foi apenas coincidência ou existia algo mais por trás da visita?

 

Menino desaparece após visita ao pai em Campo Grande e mãe vive drama sem notícias desde novembro

 

A angústia de uma mãe moradora de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, tem mobilizado familiares e moradores da região após o desaparecimento do pequeno José Vitor da Costa Vieira. Segundo relato feito à página Quaratiba News, ela afirma estar sem qualquer notícia do filho desde novembro

de 2025, quando o menino foi passar um fim de semana com o pai, morador de Pedra de Guaratiba, e nunca mais voltou para casa.

De acordo com a mãe, após a separação do casal ficou decidido que José Vitor moraria com ela, enquanto passaria os finais de semana com o pai. O acordo, segundo ela, vinha sendo cumprido normalmente desde 2023, sem maiores problemas ou conflitos entre as partes.

No entanto, a situação mudou drasticamente em novembro do ano passado. Conforme o relato, o pai buscou a criança para mais uma visita de rotina, mas não retornou com o menino na data combinada. Desde então, a mãe afirma viver dias de desespero e incerteza, tentando descobrir o paradeiro do filho.

Ainda segundo ela, diversas tentativas de contato foram feitas ao longo dos últimos meses. A mulher contou que foi várias vezes até a residência onde o pai morava, em Pedra de Guaratiba, mas recebeu a informação de uma tia do homem — que vive no mesmo quintal — de que ele teria se mudado sem informar o novo endereço.

A mãe acredita que pessoas próximas possam saber onde o homem está. Entre elas, uma ex-patroa dele, que, segundo a denúncia, teria ido visitá-lo recentemente. Apesar das suspeitas, até o momento nenhuma informação concreta foi repassada à família.

Desesperada, a mulher afirma já ter registrado boletim de ocorrência, acionado a Justiça e contratado um advogado para tentar localizar a criança. Mesmo assim, ela diz continuar sem respostas e sem qualquer contato com o filho.

O caso gera preocupação entre moradores da Zona Oeste e levanta discussões sobre disputas familiares envolvendo guarda compartilhada e desaparecimento de menores. Familiares seguem pedindo ajuda e qualquer informação que possa levar ao paradeiro de José Vitor da Costa Vieira.