Hoje, com tudo o que vemos na internet, é importante se preocupar com o que os seus filhos estão acessando nela, ainda mais se forem crianças. O Netflix, por exemplo, possui um acervo gigante de filmes e séries legais, mas isso não significa que eles sejam apropriados para todos assistirem.
Felizmente, o serviço conta com diversos recursos para que você garanta um conteúdo seguro para os seus filhos. Confira neste tutorial do Olhar Digital como controlar melhor o que os seus filhos podem assistir no Netflix.
Perfil para crianças
Esta primeira opção é a mais tradicional do Netflix. Ao criar uma conta com a opção “Kids”, a pessoa a utilizá-la só terá acesso a conteúdo recomendado para menores de 12 anos. Veja como prosseguir:
Faça o login normalmente com a sua conta do Netflix;
Na primeira tela, clique no botão “+” para criar um perfil;
Ao definir o nome, marque a caixa de seleção com a opção “Kids”;
Salve o perfil.
Personalizando o perfil de crianças
Como dito anteriormente, o perfil criado para crianças, por padrão, traz conteúdos recomendados para menores de 12 anos. Entretanto, isto é personalizável e podemos mudar isso ao utilizar a opção de gerenciamento de perfis. Basta seguir estes passos:
Na tela inicial do Netflix, clique em “Gerenciar perfis” e selecione o perfil criado nos passos anteriores;
Em séries e filmes permitidos, você poderá optar entre “Apenas crianças pequenas” ou “Crianças de todas idades”;
Clique em “Salvar”.
Adicionando um PIN
O Netflix ainda traz um recurso para que você possa proteger conteúdos por senha em todos os seus perfis. Este método, inclusive, tem mais opções de restrição que o perfil apenas para crianças. Siga estes passos para configurá-lo:
Na tela inicial do Netflix, entre no seu perfil principal;
Ao lado do seu avatar, passe o mouse sob a seta indicando para baixo e vá em “Conta”;
Acesse a opção “Controle dos pais” e entre com a sua senha;
Clique em criar PIN e defina a senha;
Agora, basta clicar na barra verde e deixar em cinza o conteúdo que deverá exigir senha.
Além da proteção por faixa etária, no campo mais abaixo da imagem acima é possível proteger uma série ou filme específico procurando-o pelo seu nome. Para remover o seu PIN, na opção de “Controle dos pais” basta deixar a barra verde por completo.
Amarildo foi preso na favela da Rocinha e seu corpo năo foi encontrado até hoje (foto: Reproduçăo/Internet)
Os desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio condenaram o soldado da Polícia Militar (PM) Bruno Medeiros Athanasio a uma pena de 4 anos de reclusăo, em regime aberto, pela participaçăo no plano de corromper duas testemunhas que prestariam depoimento no caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, ocorrido em agosto de 2013.
Amarildo foi preso na favela da Rocinha, zona sul do Rio, por militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) e seu corpo năo foi encontrado até hoje.
Os magistrados acompanharam o voto do relator, desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, que manteve, ainda, a mesma pena recebida pelo major da PM Edson Raimundo dos Santos, comandante da UPP à época, e o soldado da corporaçăo Newland de Oliveira, que foram condenados em junho de 2017 pela Auditoria da Justiça Militar.
No julgamento em primeira instância, na Auditoria da Justiça Militar, Bruno Athanasio havia sido absolvido por năo haver prova suficiente para condenaçăo. O Ministério Público do Rio ajuizou recurso, apelando da decisăo e obteve a condenaçăo do terceiro acusado.
Suborno
Os acusados ofereceram R$ 850 em dinheiro e o aluguel de uma casa fora da comunidade da Rocinha para uma moradora, a fim de que ela prestasse depoimento fictício sobre os inquéritos da Polícia Militar e da Divisăo de Homicídios da Polícia Civil que buscavam apurar o envolvimento de policiais militares no desaparecimento de Amarildo Dias de Souza.
O acordo era para que a moradora afirmasse no depoimento que o responsável pela morte de Amarildo teria sido o traficante conhecido na comunidade como Catatau. Da mesma forma, combinaram com outro morador para prestar depoimento com o mesmo teor, sob a promessa de receber R$ 500 em dinheiro, além de fraldas descartáveis.
Em seu voto, o relator considerou o teor das gravaçőes obtidas por meio das escutas telefônicas em que os réus combinavam o depoimento da testemunha para acusar dois traficantes da comunidade da Rocinha como forma de livrar os PMs das suspeitas de terem desaparecido com o corpo de Amarildo.
Uma decisão da terceira turma do STJ pode ter implicações importantes na relação com a sua operadora de internet. Um processo que teve início em 2010 e que tem tramitado na Justiça desde então definiu que, se a empresa não entrega a velocidade prometida em seu material publicitário, o consumidor tem o direito de cancelar o contrato sem pagamento de multa.
O processo em questão foi aberto pelo MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina) representando clientes que se sentiram lesados pela NET. Com a decisão do STJ, cria-se um precedente para que o mesmo seja feito por qualquer consumidor que consiga provar que a empresa não está cumprindo sua parte no acordo.
Na época em que o processo teve início, a legislação vigente determinava que as operadoras eram obrigadas apenas a garantir 10% da velocidade contratada. Desde 2014, essa lei foi alterada, e agora as empresas devem garantir 80% da velocidade contratada na média, sendo que em momento algum a taxa de transferência pode ficar abaixo de 40% do prometido.
Segundo a ministra Nancy Andrighi, relatora dos recursos do MSPC e da NET, o artigo 6º do CDC (Código de Defesa do Consumidor) define como direito básico “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição e preço, além dos riscos que apresentem”.
Ao não cumprir o prometido, a NET caiu na prática de propaganda enganosa, mesmo incluindo avisos como “as velocidades nominais máximas do NET Vírtua estão sujeitas a variação em função de limitações técnicas de internet” e “velocidade nominal máxima sujeita a variações”. Na visão dos juristas, isso não é o bastante para o usuário saber o que está contratando.
A decisăo é uma resposta ao incêndio no Museu do Rio, que acabou com grande parte do acervo local (foto: Marcello Dias/Futura Press/Estadăo Conteúdo)
O Ministério Público Federal encaminhou ofício a 30 museus sob a responsabilidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) solicitando informaçőes referentes a planos de gerenciamento de riscos, prevençăo e combate a incêndios e situaçőes de pânico, bem como sobre a existência de autos de vistorias do Corpo de Bombeiros. A iniciativa é parte da açăo coordenada ‘Manutençăo de Prédios Históricos em Risco’, da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico do MPF (4CCR), que fiscaliza o estado e as condiçőes de manutençăo de prédios históricos e museus em todo o país. Estăo entre essas instituiçőes, o Museu da Aboliçăo, em Recife (PE), o Museu Imperial, em Petrópolis (RJ) e o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG).
As informaçőes foram divulgadas pela Secretaria de Comunicaçăo Social da Procuradoria.
Levantamento prévio realizado pelo GT Patrimônio Cultural da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico já havia reunido informaçőes sobre os gestores responsáveis pelas 30 instituiçőes, dados de tombamento dos museus e a existência ou năo de procedimentos extrajudiciais ou judiciais em curso.
Com as respostas aos ofícios e depois de análise, as informaçőes completas sobre as edificaçőes serăo enviadas aos procuradores da República que atuam na tutela do patrimônio cultural.
Os membros do Ministério Público Federal poderăo propor açőes, instaurar procedimentos de acompanhamento, Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), entre outras providências que visem a efetiva implementaçăo dos planos de salvaguarda dos prédios e dos respectivos acervos.
Proteçăo – A açăo coordenada visa identificar as edificaçőes históricas em risco de incêndio ou que estejam com as estruturas comprometidas, demandando do poder público as providências necessárias à sua preservaçăo.
“O objetivo é evitar ocorrências similares à do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que foi parcialmente destruído por um incêndio de grandes proporçőes ocorrido em 2 de setembro”, explica o coordenador da 4CCR, subprocurador-geral da República Nívio de Freitas.
O incêndio no Museu Nacional causou a perda de grande parte do acervo, gerando prejuízos a inúmeras pesquisas científicas, além de irrecuperáveis danos a um dos mais importantes patrimônios históricos do país. O MPF já requisitou instauraçăo de inquérito policial para apurar as causas e as responsabilidades pelo dano causado ao imóvel e ao acervo.
Além da açăo coordenada, o Ministério Público Federal pretende realizar audiência pública para discutir a eficiência da gestăo do patrimônio histórico, abordando as diversas formas de administraçăo e de captaçăo de recursos. Para participar do encontro, ainda sem data definida, serăo convidados representantes de órgăos públicos e da sociedade civil com o intuito de discutir a elaboraçăo de um modelo colaborativo de gestăo de museus.
Tudo indica que a Microsoft está sendo bem-sucedida em distribuir os updates do Windows 10. Segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 27, a Atualização de Abril de 2018 está presente em quase 90% dos computadores rodando o sistema. No próximo mês, a empresa deve liberar um novo pacote de recursos para a plataforma.
De acordo com a publicação do Windows Central, os dados são relativos ao mês de setembro e foram divulgados pela empresa AdDuplex’s. No período, a Atualização de Abril (1803) foi encontrada em 89,6% dos PCs com Windows 10, enquanto a proporção era de 78% em junho. Em seguida, aparece as versões Fall Creators Update (1709) com 5,7%, Creators Update (1703) com 1,7% e Anniversary Update (1607) com 1,8%.
No próximo dia 2, a Microsoft deve anunciar a atualização de Outubro de 2018 do Windows 10. A próxima versão da plataforma trará novidades como a área de transferência na nuvem, barra de jogos aprimoradas, integração entre PC e celular, entre outros. A empresa, inclusive, já começou a trabalhar no update que será lançado em 2019.
Jornada Maria José de Castro Rebello: Um Século de Mulheres Diplomatas no Itamaraty (foto: José Cruz/Agência Brasil)
Ao celebrar o pioneirismo da baiana Maria José de Castro Rebello Mendes, que há exatos 100 anos tornou-se a primeira diplomata do país, participantes da Jornada Maria José de Castro Rebello: Um Século de Mulheres Diplomatas no Itamaraty ressaltaram a necessidade de maior protagonismo das mulheres na carreira diplomática. Maria José foi a primeira funcionária pública concursada do Brasil, ao ser aprovada em primeiro lugar no concurso para a entăo Secretaria de Estado das Relaçőes Exteriores.
O evento da Fundaçăo Alexandre de Gusmăo (Funag), vinculada ao Ministério das Relaçőes Exteriores, com o apoio do Grupo de Mulheres Diplomatas, tem por objetivo discutir os desafios que ainda persistem para as mulheres na carreira do serviço exterior, tais como a ascensăo funcional e o assédio moral e sexual.
Apesar de representarem mais da metade da populaçăo brasileira, as mulheres diplomatas correspondem a apenas 23% do total de 1,5 mil integrantes do corpo diplomático. A embaixadora Thereza Maria Quintella destacou o avanço lento da progressăo das diplomatas na carreira ao serem lotadas em setores administrativos e consular, mas năo na área política da pasta. “Porque a área política é que dá visibilidade e poder. O que eles [homens] năo queriam era a possibilidade de dividir poder. Este é um problema até hoje para as diplomatas”.
Segundo ela, em 2003, as mulheres eram 18% dos diplomatas a serviço do Brasil e o ministério contava com oito embaixadoras. Quinze anos depois, o corpo diplomático tem 38 embaixadoras. “O que que eu gostaria de ver é o rosto feminino no acesso ao poder. Nunca houve ministra [das Relaçőes Exteriores] nem secretária-geral”, disse Thereza. “Săo 122 embaixadas: nenhuma embaixadora está lotada no momento na América do Sul, área prioritária para o Brasil. Temos quatro embaixadoras na Europa, cinco na África e três na Ásia”.
A presidente da Associaçăo dos Diplomatas Brasileiros (ADB-Sindical), embaixadora Vitória Cleaver, disse perceber a persistência de dois gargalos para a maior presença da mulher na diplomacia: o baixo número das que se apresentam para o concurso e as dificuldades na ascensăo funcional. “Eu vejo explicaçăo para um percentual baixo de mulheres se apresentando para fazer o concurso porque vejo a carreira ainda com uma imagem que é pouco receptiva às mulheres”.
Os caminhos apontados pela presidente da ADB-Sindical para tornar o ambiente de trabalho mais amigável săo, entre outros, o investimento em creches nas sedes que facilitam a vida da mulher na carreira, além da possibilidade do home office (trabalho de casa) e a adoçăo de horários flexíveis.
“Sobre a questăo da ascensăo funcional, tem que se criar alguns critérios objetivos de mérito para que mulheres e homens sejam avaliados igualmente”, disse Vitória Cleaver. “A carreira ainda é dominada por certos critérios que favorecem a conexăo política e uma certa discricionariedade que, às vezes, prejudica o trabalho da mulher e sua ascensăo para os postos mais altos”.
A embaixadora Gisela Padovan lembrou da campanha #maismulheresdiplomatas lançada em junho pelo ministério para incentivar número cada vez maior de mulheres a participar do Concurso de Admissăo à Carreira de Diplomata (CACD). “Esse é um dos problemas, ter poucas mulheres que se interessam e queiram entrar na carreira”.
Por meio de materiais de comunicaçăo veiculados nas redes sociais da pasta, o Itamaraty espera ampliar a discussăo sobre a carreira diplomática e estimular o ingresso de mulheres.
Gisela Padovan ainda destacou a importância da promoçăo de iniciativas que dêem mais visibilidade para o tema de gênero no Itamaraty que tem, entre suas questőes mais graves, os casos de assédio.
O ministro interino das Relaçőes Exteriores, embaixador Marcos Abbott Galvăo, disse que o Itamaraty recruta seus quadros por concurso público do Instituto Rio Branco desde 1945. “Mas o fato é que as mulheres continuam a representar um universo que năo é correspondente ao peso e a participaçăo que elas têm em várias profissőes de nível superior no Brasil e em outras áreas do serviço público. Isso por circunstâncias que decorrem năo de uma distorçăo imposta mas de uma realidade que interessa ao Brasil e ao Itamaraty que mude”.
Para o embaixador, a própria realizaçăo do seminário demonstra que há, no ministério, uma mobilizaçăo das mulheres para contribuir para a transformaçăo dessa realidade e mostra o caráter democrático do Itamaraty. “O fato da menor presença das mulheres na carreira de diplomata gera sub-representaçăo em certas esferas de chefia e em certos tipos de representaçăo diplomática, áreas em que certamente precisa haver avanços”, afirmou.
O ministro interino informou que a questăo do assédio tem sido combatida “firmemente dentro da lei e onde tem havido avanços no Itamaraty”.
O presidente da Funag, Sérgio Eduardo Moreira Lima, disse que o seminário se insere no marco da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável que tem entre suas metas a equidade de gênero. “A igualdade de gênero, além de um direito, representa a base para o desenvolvimento sustentável das famílias, para o respeito mútuo e para a construçăo de uma sociedade mais justa”.
Grupo de Mulheres Diplomatas
A conselheira Ana Beatriz Nogueira, representante do Grupo de Mulheres Diplomatas, conta que o coletivo surgiu em 2013, no contexto das manifestaçőes sociais e do movimento de mulheres no país. A articulaçăo é feita por meio de plataformas digitais já que muitas estăo servindo em postos no exterior. “Conseguimos algumas vitórias. O seminário hoje é uma delas. Em 2014, a pedido do Grupo de Mulheres, foi criado o Comitê Gestor de Gênero e Raça [órgăo de caráter permanente e consultivo]”.
O grupo no Facebook tem 216 integrantes de um total de 360 mulheres diplomatas. “O Grupo de Mulheres tem conseguido manter o tema da igualdade de gênero à tona numa instituiçăo tăo masculina como o Itamaraty”, disse a conselheira.
Uma das mobilizaçőes do grupo com maior repercussăo foi a vaquinha virtual para custear o tratamento de uma ex-namorada do primeiro-secretário Renato de Ávila Viana, demitido no último dia 20. Ela perdeu um dos dentes após ser agredida pelo diplomata.
“A ideia foi mostrar solidariedade a uma colega. Somos todas mulheres dentro de uma sociedade machista”, disse Ana Beatriz. “A sociedade está madura para discutir a questăo da violência, a presença das mulheres em espaços de poder”.
Um homem foi preso em flagrante suspeito pelo crime de estupro de vulnerável, nesta quarta-feira, informou a Polícia Civil. De acordo com a delegacia do Méier, a 23ª DP, responsável pelas investigações, ele foi capturado depois de ter “praticado atos libidinosos” contra uma mulher, após fingir ser motorista de aplicativo.
Segundo a polícia, ele abordou a vítima na saída do Jeunesse Arena, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, conforme informações dos agentes, ele fingiu ser o motorista do veículo de aplicativo que havia sido solicitado pela vítima.
Ele se aproveitou da embriaguez alcoólica da mulher e abusou dela durante o trajeto. No aparelho celular do preso, foram encontradas “diversas imagens que comprovam os abusos”, enquanto a mulher dormia no interior do automóvel.
No mesmo dia, a vítima procurou a delegacia do Méier e forneceu aos agentes a placa do carro. Com o dado em mãos, os policiais realizaram buscas e localizaram o veículo — o motorista utilizou o automóvel que está em nome do irmão para praticar o crime.
O serviço Amazon Prime Video chegou faz pouco tempo no Brasil, mas vem conquistando o seu espaço com séries exclusivas de qualidade e com um acervo recheado de grandes clássicos. Sendo um serviço pago, que possui uma assinatura, você pode estar em dúvida se já vale a pena assiná-lo ou não.
A boa notícia é que este serviço da Amazon pode ser testado gratuitamente por 7 dias antes de precisar fazer qualquer pagamento e, assim, você pode ver se ele realmente vale a pena. Confira neste tutorial do Olhar Digital como testar o Amazon Prime Video:
Acesse o site da Amazon e realize o login em sua conta. Caso ainda não tenha cadastro nele, será necessário fazer um;
No menu “Lojas”, entre em “Amazon Prime Video” e clique em “Todos os títulos”;
Agora, use a opção “Comece seu teste gratuito”;
Caso já tenha feito alguma compra na Amazon, selecione o seu cartão de crédito cadastrado. Se for a primeira vez, clique em “Adicionar um cartão de crédito” e entre com as informações solicitadas. Clique em “Continuar”;
Digite o número de seu CPF, clique em “Salvar” e, então, em “Continuar”;
Por fim, confira as informações exibidas. Estando tudo correto, clique em “Comece seu teste grátis de 7 dias”.
Como cancelar o serviço
Se você utilizar o Prime Video apenas durante os primeiros sete dias, como dito anteriormente, não será necessário pagar a primeira mensalidade. Caso não tenha gostado do serviço ou deseje cancelá-lo por outro motivo, basta seguir estes passos:
Ao lado da parte para buscas, clique no ícone indicado na imagem abaixo e vá em “Conta e configurações”;
Clique em “Encerrar inscrição” e confirme o processo.
Outros recursos
Assim como seus concorrentes, o Amazon Prime Video pode ser acessado pelo computador, SmartTVs e celulares com Android ou iOS. O serviço ainda conta com opções para fazer o download de séries e filmes para que você possa assistir o conteúdo dele mesmo quando está sem conexão com a internet.
Pronto! Agora você já pode começar a utilizar o Amazon Prime Video durante sete dias sem pagar nada. Vale lembrar que, na primeira vez que você se inscreve para usar o serviço, são oferecidas algumas promoções como pagar menos nas seis primeiras mensalidades.
Após nova infecção, o candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, teve de adiar os planos de sair do hospital na próxima sexta-feira (28/9). De acordo com pessoas próximas ao presidenciável, o quadro foi constatado após a retirada do cateter nessa quarta-feira (26). A informação foi antecipada pelo site BR18, do Grupo Estado.
Bolsonaro está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP), desde o dia 7 de setembro, após ter sido esfaqueado em Juiz de Fora (MG) no último dia 6. Conforme apurou o Estado junto à direção do PSL, a infecção é bacteriana e foi diagnosticada no momento da retirada do cateter.
O boletim médico divulgado nesta quinta-feira (27) não abordou a questão. O Estado informou ainda que a avaliação clínica repassada à equipe de Bolsonaro é de que o quadro não apresenta nenhum tipo de risco e que o candidato poderia sair neste domingo (30).
Esfaqueado pelo pedreiro Adélio Bispo de Oliveira, o deputado federal precisou ser operado na cidade mineira. Na manhã seguinte, o parlamentar foi transferido para o Albert Einstein. A previsão inicial era de que Bolsonaro só retomaria as atividades no final deste mês.
Na manhã desta quinta-feira (27), um jovem de apenas 18 anos, foi violentado quando estava a caminho da Junta Militar anexada à XVIII Região Administrativa de Campo Grande. Segundo informações preliminares, outras duas jovens foram assaltadas pelos mesmos meliantes no local.
O jovem rapaz, que não quis ser identificado, estava indo no referido local para obter informações a respeito do alistamento militar 2019. Quando o mesmo atravessava a passagem de nível da Supervia, um “buraco” aberto irregularmente para passagem de pedestres, próximo à estação de Benjamim do Monte, foi surpreendido por dois assaltantes.
A princípio ele pensou que se tratava de um assalto comum. Porém logo após ter seu dinheiro e pertences recolhidos, foi levado para trás de uma construção de alvenaria no interior da linha férrea e foi brutalmente espancado e estuprado.
A família encontra-se neste momento prestando queixa na 35a. Delegacia Policial em Campo Grande e a vítima encontra-se em atendimento médico no hospital estadual Rocha Faria no mesmo bairro.
A redação do Jornal RIO tentou estabelecer contato presencialmente com a assessoria do hospital e com a administração do RioSaúde, mas não fomos atendidos. Por telefone a direção informou que o caso está sendo mantido sobre sigilo e a identidade da vítima está sendo preservada.