URGENTE!! TERREMOTO É SENTIDO EM SÃO PAULO E BRASILIA!!!

Um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a região de Carandayti, na Bolívia, nesta manhã
, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

Há relatos de que os tremores foram sentidos em partes de Brasília e na região central de São Paulo.

A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), responsável pelo serviço geológico no Brasil, foi consultada, mas ainda não deu retorno.

Mulheres relatam como é viver com autismo!!

Mulheres relatam como é viver com autismo

 

Bruno Pimentel / Metrópoles

Quando um colega de trabalho disse a Rita Louzeiro que “adoraria saber como era uma negra na cama”, aquilo a incomodou. Ela não conseguia, porém, verbalizar onde estava o problema. A reação física, entretanto, foi imediata: o corpo de Rita se retorceu e uma perturbação a invadiu.

Rita é mulher, negra, da periferia, feminista, ativista na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, servidora pública, pedagoga, ex-aluna da Universidade de Brasília (UnB) e também alguém com autismo. A última característica não a resume, mas representa uma parte importante de quem Rita é.

“A gente não tem a leitura social bem desenvolvida, faltam ferramentas de linguagem para entender as entrelinhas do racismo e do machismo, por exemplo. Quando ele falou daquela maneira, soube que era errado, mas não exatamente como”, lembra.

Ela faz parte de um grupo frequentemente invisibilizado. Neste 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, é preciso ressaltar as dificuldades no diagnóstico de mulheres com o transtorno.As principais pesquisas que desvendaram o autismo, como a realizada por Hans Asperger, em 1943, tiveram como base majoritariamente indivíduos do sexo masculino. Talvez por isso, características usadas para definir a síndrome são tidas como mais naturais aos homens.

Estudos recentes, porém, chamam atenção para a necessidade de falar sobre como ela se manifesta no sexo feminino. A proporção de quatro homens para uma mulher no autismo é questionada por alguns especialistas.

Pesquisas atualizadas sugerem fatores para explicar essas diferenças de frequência entre os sexos. Um deles seria o fato de as manifestações clínicas nas meninas serem diferentes. Por exemplo, nelas, ansiedade é um dos sintomas possivelmente relacionado ao autismo. Isso não implica que toda menina ansiosa é autista.

BRUNO PIMENTEL / METRÓPOLES

Amanda Paschoal: proporção de meninas autistas é maior do que estudos apontam. Ela usa um mordedor sensorial para se acalmar

“Há várias pesquisas em desenvolvimento e, muito possivelmente, quando os critérios de diagnóstico forem mais bem definidos, a diferença de frequência entre os sexos tenderá a ficar menor”, explica Maria Rita dos Santos e Passos Bueno, coordenadora do núcleo voltado a autismo do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco do Instituto de Biociências (IB) da USP.

A PhD em neurociência e comportamento Vânia Canterucci Gomide-Çakmak ajuda a entender a questão genética que justificaria a maior incidência de autismo em meninos.

“Muitas das síndromes e mutações genéticas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) são relacionadas ao cromossomo X (os meninos só possuem um, o que justificaria maior gravidade do quadro). As meninas podem ter compensações pelo segundo cromossomo X que possuem, fazendo o TEA parecer mais leve”, diz.

A especialista, que tem 28 anos de experiência no assunto, explica as dificuldades em se diagnosticar o autismo. “Exames como tomografia e ressonância nuclear magnética predominantemente não mostram anormalidades, pois as diferenças são funcionais. Já alguns exames de imagem funcional podem sugerir ou mostrar alguma diferença, mas nem sempre conclusiva, pois as alterações no sistema nervoso central provocadas pelo autismo são muito amplas e difundidas pelo cérebro”, relata.

O que é autismo, afinal?
TEA não é doença. Trata-se de um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro que podem levar à dificuldade de comunicação e comportamentos repetitivos, para citar alguns exemplos. As pessoas no espectro podem ter intensidades diferentes nas suas limitações.

A professora assistente de psiquiatria na Universidade da Califórnia Somer Bishop, em artigo para o Spectrum News, ressalta que até as definições do espectro no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM) são apenas exemplos. Não há um caso igual ao outro.

“Infelizmente, a habilidade de um médico ir além do que está escrito depende pesadamente da experiência — não apenas com garotas autistas, mas também com garotas típicas. Afinal, se os médicos não estão superletrados em como uma menina de uma determinada idade e nível de desenvolvimento se comporta, então, eles vão ter muitas dificuldades para avaliar as habilidades de uma criança com autismo.”

Não diagnosticar mulheres significa abrir mão de oferecer a elas tratamento adequado. É deixá-las expostas ao mundo sem ferramentas de defesa.

“Há vários recortes dentro das questões de gênero, entretanto, desconheço um mais sofrido que o das mulheres com deficiência. Às mulheres autistas, é negado acesso ao diagnóstico, pois todos os estudos sobre autismo foram realizados por homens em homens e o cérebro feminino tem nuances muito diferentes”, explica a advogada e presidente da Comissão de Defesa da Pessoa com Autismo da OAB, Adriana Monteiro.

“Quando falamos de mulheres autistas que exigem um suporte maior, como as que não têm fala oralizada, a violência vira rotina, pois sua vulnerabilidade diante de um mundo sem recursos assistivos e tecnológicos para uma comunicação alternativa eficaz a deixa à mercê do outro sempre”, ressalta Adriana Monteiro.

Mulheres autistas, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), estão quatro vezes mais expostas ao risco do abuso sexual. Quando se fala em outras deficiências, algumas estão 10 vezes mais suscetíveis.

Para se proteger do assédio, do racismo e do machismo cotidiano, Rita Louzeiro buscou informação. No mesmo dia de conclusão do curso universitário, ela tomou posse em uma vaga no Ministério da Saúde. Passou a ter dinheiro para pagar pelo acesso à internet, o que abriu as portas para um mundo novo.

On-line, tive acesso ao debate sobre assédio e machismo, em especial textos que falam sobre como mulheres negras e da periferia estão mais expostas
Rita Louzeiro

Ao conhecer ideias de pessoas como Djamila Ribeiro e Stephanie Ribeiro, ativistas negras que usam as redes sociais como um dos meios para amplificar a voz, Rita compreendeu a agressão sofrida  naquele encontro com o colega. “Por ser autista, eu precisei de mais tempo para digerir a situação e compreender o que havia acontecido”, diz.

REPRODUÇÃO

Imagem postada por Rita em uma rede social

Moradora de Planaltina (DF), Rita divide a casa com a mãe e o irmão, Sérgio, que tem grau de autismo elevado e precisa de ajuda para atividades básicas. Aos 33 anos, ela não tem um diagnóstico oficial. Não quis o documento, pois teme que o “carimbo” de um médico a faça parecer incapaz de cuidar de Sérgio, caso a mãe não esteja mais por perto.

“Já vi mães autistas perderem a guarda dos filhos por muito pouco. O acúmulo de preconceitos que uma mulher, negra e com deficiência, sofre é brutal”, relata.

Atividades como dirigir sem GPS e falar ao telefone estão entre os desafios diários de Rita. Ela confirmou as suspeitas sobre ser autista ao entrar no mercado de trabalho. “Na faculdade, eu não tinha amigos, falava as coisas e achavam que eu estava sendo grosseira. No trabalho, fui obrigada a conviver socialmente e as crises se multiplicaram”, relata.

“Não quero um cuidador, quero um amor”
Para Calinca Alcantara, o diagnóstico foi esclarecedor. Ao completar 1 ano, ela tapava os ouvidos com as mãos na hora dos parabéns. O barulho a incomodava além do esperado. As lembranças da infância estão vivas: a dificuldade em fazer amigos na escola, o bullying, a sensação de ser diferente sem saber explicar exatamente por que.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que o diagnóstico seja fechado antes dos 3 anos de idade. Somente aos 25, Calinca conseguiu dar um nome à sua condição. Ela se descobriu autista há 5 anos, quando precisou mudar da casa onde vivia desde criança, entrou em depressão profunda e teve crises de pânico com a alteração da rotina. Hoje, aos 30, compreende melhor quem ela é.

ARQUIVO PESSOAL

Calinca e a mãe, no aniversário de 1 ano

“Um psicólogo chegou a dizer que meu problema era ser feia, que eu precisava trabalhar a autoestima. Profissionais de saúde devem ouvir suas pacientes com mais empatia”, afirma.

Calinca mantém um canal no YouTube, o Rivotrip, no qual fala sobre diversos assuntos de seu interesse, entre eles, o autismo. Por conseguir se comunicar bem diante da câmera e postar fotos, já foi alvo de preconceito.

“Postei foto de biquíni na praia e logo me atacaram numa combinação de machismo com capacitismo. Não deixo de ser mulher, de ter sensualidade, por ser autista. Nos negam inclusive a possibilidade de um relacionamento, como se só pudéssemos ter cuidadores”, relata.

Se um dia eu quiser me casar, quero um companheiro, não um cuidador. Nós temos direito ao amor, à sexualidade
Calinca Alcantara

“Nada sobre nós sem nós”
Crescer cercada dos cuidados adequados faz muita diferença. A história de Amanda Paschoal, 26 anos, reforça essa importância. Seu diagnóstico veio aos 9 anos. A mãe dela é psicóloga e notou a condição da filha.

Amanda teve acesso a psicólogos e frequentou uma escola parque, o que, segundo ela, foi bastante “terapêutico”. Hoje, é aluna de artes visuais na UnB e fala por si mesma. Usa o lema “nada sobre nós sem nós” para explicar a que veio.

Tornou-se palestrante e nas apresentações aborda, além da história por trás da descoberta do autismo, questões de gênero. “Nunca sei se alguém está falando de um jeito infantil comigo por eu ser mulher ou por ser autista”, diz.

Ela ressalta que meninas autistas tendem a imitar o comportamento social das pessoas ao redor, para se encaixarem na sociedade. “Como mulher, somos socializadas para agradar, para caber num padrão. Para a autista, isso vem em dobro. Nos acostumamos a esconder nosso jeito, nossos movimentos repetitivos, para não incomodar os neurotípicos”, diz.

A universitária se movimenta livremente enquanto fala. Esfrega as mãos uma na outra, faz pausas para se articular. Usa no pescoço um mordedor sensorial em forma de pingente que a acalma. Amanda descobriu-se única. Está livre da expectativa de se parecer com os outros.

BRUNO PIMENTEL / METRÓPOLES

Amanda Paschoal na UnB, onde cursa artes cênicas

Menino de 5 anos morre engasgado com pirulito!!!

MENINO DE 5 ANOS MORRE ENGASGADO COM PIRULITO

Uma criança de 5 anos morreu engasgado em Jardim Piedade, Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.

De acordo com os familiares, o garoto Vagner Mateus se engasgou com um pirulito, na última quinta-feira (29).

Socorro

Ainda segundo os parentes, a criança morava com a mãe, a irmã mais nova de 3 anos e a avó. O menino chegou a ser socorrido para o Hospital Geral de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, pela avó materna, Mariza Generosa, mas não resistiu.??

O menino foi enterrado no Cemitério de Muribeca rua, na sexta-feira da Paixão (30).

Policial inconformado com a morte do colega mata bandido dentro do hospital

O PM já viu diversos amigos morrerem, mas esse seria diferente, foi então que o Policial resolveu agir por contra própria. O mesmo bandido que matou o policial, ficou ferido no Hospital, foi ai que o policial resolveu agir, pegou sua pistola e foi até o Hospital onde estava do bandido.

O fato aconteceu no Norte do país. Policiais faziam uma ronda de rotina quando foram surpreendidos por diversos criminosos, em meio a troca de tiros um policial acabou vindo a óbito. Atordoado, o PM ainda tinha esperança que seu parceiro sobreviva, mas o mesmo acabou morrendo no local.

Já na entrada, funcionários ficaram nervosos e tentaram impedir o policial entrar, mas não adiantou de nada. O policial foi direto ao leito onde estava o vagabundo, sacou sua arma e efetuou diversos disparos. O bandido morreu no Hospital e o policial até o momento continua exercendo a sua profissão.


Algumas pessoas que acompanharam a matéria, afirmaram que o policial não poderia agir na emoção. O caso divide bastante opiniões. Assista o vídeo e deixe a sua opinião sobre o fato.

População em vez de socorrer o policial ferido em favela no Rio, filmam sua agonia e ainda roubam sua arma

Uma das cenas mais deprimentes e covardes protagonizada pela população de uma favela no Rio de Janeiro, causou indignação e revolta nas corporações Policiais Militares de todo Brasil.

Um vídeo que circula na internet mostra um policial caído sozinho numa rua da favela, após receber um tiro no rosto. Agonizante, o policial não apresenta nenhuma reação, ao passo que os moradores filmam e fazem chacota, não o socorrendo imediatamente ou adotando alguma providência para tal.

Pasmem, mas essa mesma população a qual aquele policial estaria disposto a dar sua própria vida, era a mesma que com palavras de incentivo sugeriam a um jovem o roubo do fuzil (que valia 20 mil) e da pistola que ele carregava como defesa. E a vida do policial? Quanto valia para essas pessoas?

Graças à Deus, o policial sobreviveu. Mas o luto continua e o que fica estampado nesse episódio é a morte dos valores que uma sociedade deveria ter. A sociedade não está conseguindo entender que os anticorpos dela própria estão morrendo e logo, muito em breve, todo o corpo entrará em falência. Na atual circunstância que vive o país da violência, o policial é a cura, o remédio, o antídoto para um câncer em fase terminal.

Ao publicarmos esse vídeo forte, gostaríamos que a mesma imprensa que dá cobertura a atos cometidos por policiais contra bandidos e jornalistas, com ênfase semanal até, também desse espaço ao que estão fazendo com os integrantes das únicas instituições que ainda funcionam nesse país: As Polícias!

Para a sociedade, fica o recado para que pensem que esse Policial ganha uma miséria, isso quando recebe seu salário, trabalha mal equipado, e deixa uma família enlutada cujos filhos terão um prejuízo que carregarão por toda a vida, prejuízo esse que nunca será reparado ou minimizado, afinal quem morreu horrivelmente foi “só” um PM.

“O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O queme preocupa é o silêncio dos bons”. (Martin Luther King)

 

 

QUANTO GANHA UM PUBLICITÁRIO?? (CARREIRAS)

Voltamos a tratar de um assunto prioritário para a maioria dos profissionais: a remuneração, algo fundamental quando se considera a escolha da carreira. O profissional formado em Publicidade tem a tarefa de desenvolver estratégias para inclusão e destaque do novo produto no mercado, através de anúncios que façam o consumidor tomar conhecimento das qualidades da mercadoria.

Também é tarefa do publicitário elaborar materiais como marcas, site e identidade visual em geral. Analisar assuntos envolvendo diagnósticos, planejamento estratégico de atuação e desenvolvimento dos trabalhos, propondo alternativas e soluções.

Quem começa na carreira (trainee), segundo a pesquisa do Site Nacional de Empregos, tem remuneração inicial que é de R$ 1264,40 em empresas pequenas, R$ 1643,73 nas médias e R$ 2136,85 nas grandes.

No estágio posterior, como publicitário júnior, o ganho vai de R$ 1580,50 (empresa pequena) a R$ 2671,06 (empresa grande). Como profissional pleno, ganha de R$ 1975,63 a R$ 3338,82.

Ao chegar à penúltima fase da carreira, o publicitário sênior tem remuneração que vai de R$ 2469,54 a R$ 4173,53. Por fim, o profissional master recebe entre R$ 3086,93, nas empresas pequenas, e R$ 5216,91, nas grandes.

AINDA A PUBLICIDADE

Talvez por influência das novelas e filmes, costuma ser corrente a ideia de que a carreira de publicidade e propaganda é algo fácil, divertida, cheia de charme e rentável sem muito esforço. Saiba: isso não é verdade. A carga de trabalho e o nível de pressão da carreira são bastante grandes. Além disso, essa profissão impõe desafios, como a manipulação de diferentes mídias, exigida pelo marketing digital. Contudo, é uma área que dá liberdade para a criação de ideias e inovação, além de estar em crescimento.É preciso se manter sempre atualizado.

AINDA A PUBLICIDADE (2)

O curso tem duração de quatro anos e o estágio na área não é obrigatório. Não é necessário ter diploma específico de Publicidade e Propaganda. Mas as agências e empresas costumam dar preferência a profissionais que têm curso superior na área. As principais áreas de atuação do publicitário são: – Produção, criação e planejamento publicitário em agências, Marketing, Pesquisa de mercado, Comunicação digital e Promoção de vendas.

ALUNOS NAS PARTICULARES

Pesquisas mostram que, de cada 10 estudantes do país, 7 estão matriculados em instituições da iniciativa privada. Dados da Companhia de Estágios – assessoria e consultoria especializada em vagas de estágio e trainee – revelam que, dos 74,4% de alunos que estudam em instituições particulares, apenas um quarto não tem qualquer gasto com educação, pois, os custos são pagos por terceiros, o restante precisa investir parte da renda para garantir os estudos.

ISENÇÃO

Os candidatos que desejarem solicitar a isenção do pagamento da taxa de inscrição do o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devem solicitar o benefício a partir de amanhã. A taxa cobrada neste ano será de R$ 82.

ALGUEM PODE AJUDAR ESSA SENHORINHA?

venho por meio desta para lhe apresentar a Diaconisa Maria de Lourdes da casa de oração ela está necessitada de um cadeira de rodas para poder se locomover… ela tem 79 anos e o que ela mais gosta é de ir a igreja só que as vezes ela não consegui andar por causa das operações que ela fez na perna…
se eu conseguir uma cadeira de rodas pra ela vai ajudar muito… por favor amigos aqueles que puder ajudar Deus abençoe…
Vamos ajudar a nossa Diaconisa para ela continuar fazendo a obra do senhor que é a coisa que ela mais ama nesse mundo…
que Deus continua abençoando todos nós…
aqueles que puder ajudar entra em contato comigo… zap 986238796 vou buscar em casa… Amém senhor!!!

NÃO PERCAM!!! THE FEVERS EM CAMPO GRANDE!!!

DIA 07/04 ÀS 21H
The Fevers de volta â LONA CULTURAL ELZA OSBORNE, desta vez com uma missão muito importante ajudar na recuperação da LONA CULTURAL.
Sua presença é a mais importante de todas as missões!
Participe seja solidário!..Ingressos na ADEGA DO FAUSTÃO
NO CRAQUE DOS ÓCULOS “VIÚVA DANTAS,60
E NA LONA CULTURAL- Preço do Ingresso: Todos pagam meia entrada comprando antecipado R$30,00.
2413-2255

Violência derruba valor de imóveis na Zona Oeste do Rio!!!

a guerra entre traficantes e milicianos pelo controle de favelas da Praça Seca, na Zona Oeste, se acirrou, tornando ainda mais frequentes as trocas de tiros na região. A violência no bairro tem levado medo à população e, também, atrapalhado o mercado imobiliário. O movimento numa das imobiliárias mais tradicionais da região, a MR Imóveis, caiu drasticamente de um ano para cá. O número de 60 vendas por mês despencou para apenas três.

Mustafá Rezende, diretor da imobiliária, relata que no início de 2017, possuía duas equipes de vendas, uma com 12 funcionários e outra, com 13. Hoje, são dois corretores. A procura de pessoas interessadas nos imóveis também despencou. Há um ano, eram 450 chamadas por mês. Atualmente, são entre 20 e 25. Para Mustafá, a violência, aliada à crise econômica, tem sido determinante para a queda expressiva no interesse de clientes por imóveis na Praça Seca.

— Todo mundo quer vender seu imóvel na Praça Seca, mas ninguém quer comprar. Por semana, recebo de seis a sete novos imóveis para colocar à venda aqui, mas não há procura. Estou há 12 anos na Praça Seca, e a situação da violência nunca esteve tão ruim. Como se não bastasse isso, a crise econômica fez com que a população quebrasse — opina Mustafá.

A situação narrada pelo dono da MR Imóveis é justamente a vivida por X., moradora da Praça Seca que tenta vender um imóvel no bairro há seis meses. Assustada com a violência, ela quer se mudar, mas não consegue fechar negócio:

— Já estive perto de vender duas vezes, mas, por causa dos tiroteios, as pessoas desistem. Quero ir embora daqui mas, para isso, preciso vender meu apartamento. Eu me sinto refém.

Bandido ameaça vítima com um fuzil durante assalto Foto: Reprodução

Vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), Leonardo Schneider afirma que a violência é um fator que historicamente contribui para a desvalorização imobiliária. Nos últimos três anos, o preço do metro quadrado para venda de imóveis na Praça Seca caiu 9%. O valor estava em R$ 4.190, em março de 2015, e caiu para R$ 3.807, este ano.

— No caso da Praça Seca e da região de Jacarepaguá, os índices de criminalidade vêm aumentando desde 2015, e geram uma fuga de moradores, que acarreta no aumento da quantidade de imóveis disponíveis — diz.

Na noite de sábado, houve troca de tiros na região. Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) entraram em confronto com suspeitos num Corolla branco, na Rua Capitão Meneses, próximo ao morro do Barão. Um homem morreu e outro ficou ferido. Foram apreendidos o carro, que era roubado, e revólver.

Entenda a guerra

Os tiroteios na Praça Seca se acirraram no fim de 2017, quando o miliciano Hélio Albino Filho, o Lica, foi expulso do Morro da Chacrinha. Ele era responsável pela cobrança de taxas na comunidade. Lica então se aliou à maior facção criminosa do Rio para tomar Chacrinha e Bateau Mouche, favelas que eram dominadas por Horácio Souza Carvalho, preso em fevereiro deste ano. As comunidades ficam separadas pela Rua Cândido Benício.

Hoje, o tráfico domina a parte alta da Bateau Mouche, e milicianos, baseados na Chacrinha, continuam exigindo taxas de moradores da parte baixa da comunidade e tentam retomar a Bateau Mouche , enquanto traficantes buscam aumentar seus domínios.

 

POLICIAL MORRE EM ASSALTO NO RIO!!! É O 31° POLICIAL MORTO ESSE ANO!!!

Reformado há pouco mais de um mês, o subtenente Marcílio de Melo Ferreira morreu após ser baleado durante um assalto, em Campo dos Afonsos, na Zona Norte do Rio.

O PM abastecia sua Kombi em um posto de combustíveis localizado na Estrada Intendente Magalhães quando três criminosos chegaram anunciando o roubo. Ele tentou impedir e acabou atingido pelos bandidos.

O trio fugiu em um HB20 amarelo levando a arma do subtenente, mas acabou preso minutos depois por policiais do 9°BPM. A pistola do PM foi recuperada.

Atingido na cabeça, o subtenente Marcílio chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu. O policial era conhecido no bairro e um dos funcionários do posto ligou para sua esposa para avisar do ocorrido. Ele tinha se reformado no último dia 12 de fevereiro.

esses são os marginais que balearam o policial

Texto Roberta Trindade