Filho de Chefão do CV, Oruam Revolta-se nas Redes e Presta “Homenagem” a Traficante do TCP morto: Leia

 

 

O cantor e influenciador Oruam, conhecido por seu envolvimento com o rap e sua presença marcante nas redes sociais, voltou a causar polêmica nesta semana ao publicar uma homenagem ao traficante conhecido como “Gotinha”, apontado como segurança pessoal de TH da Maré, um dos principais líderes do Terceiro Comando Puro (TCP).

A postagem chamou atenção não apenas pela figura homenageada, mas também pelo forte desabafo que a acompanhava. Oruam, que é filho de Marcinho PV — um dos chefes do Comando Vermelho (CV), atualmente preso —, deixou claro o tom de revolta e crítica à violência promovida tanto pelas facções criminosas quanto pelo próprio Estado.

Em sua publicação, ele escreveu:
“O Estado tá matando nós em um ciclo infinito e tá rindo da nossa cara. Eu odeio essa guerra de facção. Quando o Estado mata um menor novo da forma que fez, ele diz que não quer consertar a bagunça, só fazer um banho de sangue. 🩸 Demorei a postar, mas não consegui 😡😡😡😡”

A declaração causou grande repercussão entre seguidores, ativistas e internautas em geral. Oruam deixou evidente seu pesar diante da morte de Gotinha, mas também abriu espaço para uma reflexão crítica sobre o papel do Estado na violência urbana e na guerra entre facções. O influenciador, que frequentemente aborda temas ligados à realidade das comunidades e da juventude periférica, usou o alcance de suas redes sociais para protestar contra o que chamou de “banho de sangue institucionalizado”.

A fala de Oruam expõe uma contradição que marca a realidade de muitos jovens nas favelas do Rio: entre a dor das perdas e a repulsa pela guerra do tráfico, também existe o sentimento de abandono pelo poder público. Mesmo sendo filho de um dos maiores nomes do CV, o cantor se manifestou contra a rivalidade entre facções, indicando um desejo por paz — ainda que envolto em homenagens polêmicas e ambiguidades.

Especialistas em segurança pública alertam que esse tipo de manifestação, embora reflita uma realidade vivida por muitos, pode ser interpretada como apologia ao crime, sobretudo por dar visibilidade e “humanizar” figuras diretamente ligadas ao tráfico.

O episódio reacende o debate sobre o papel de artistas e influenciadores na construção de narrativas sobre violência, criminalidade e a presença — ou ausência — do Estado nas favelas. Ao mesmo tempo em que Oruam é criticado por sua proximidade com o crime organizado, ele também é visto por parte do público como uma voz legítima da periferia, que denuncia uma guerra que parece não ter fim.

 

Dois Policiais Militares Morrem em Acidente de Parapente no RJ

 

 

Uma tarde que prometia aventura terminou em tragédia nesta quinta-feira (15), em Japeri, na Baixada Fluminense. Dois policiais militares perderam a vida após um grave acidente com um parapente no Pico da Coragem, um dos pontos turísticos mais visitados da região e conhecido por atrair praticantes de esportes radicais.

De acordo com informações preliminares, os agentes estavam realizando um voo duplo — prática comum entre iniciantes ou pessoas que desejam experimentar a sensação de voar acompanhadas por alguém experiente. Ainda não se sabe exatamente o que causou o acidente, mas testemunhas relataram que o equipamento perdeu estabilidade logo após a decolagem e caiu em uma área de difícil acesso na encosta do morro.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas imediatamente e iniciaram uma operação de resgate. Apesar dos esforços, os dois policiais não resistiram aos ferimentos e morreram no local. As identidades das vítimas ainda não foram oficialmente divulgadas, mas colegas de farda lamentaram profundamente a perda, descrevendo-os como profissionais dedicados e amantes da natureza.

O Pico da Coragem, cenário da tragédia, é conhecido por sua bela vista panorâmica e pela prática de voo livre, especialmente parapente e asa-delta. A região recebe dezenas de esportistas todos os fins de semana e feriados, o que levanta uma nova discussão sobre a segurança e fiscalização das atividades no local.

A Polícia Militar e a prefeitura de Japeri informaram que estão colaborando com as investigações e que uma perícia será realizada para determinar as causas do acidente. Especialistas em voo livre também devem ser ouvidos nos próximos dias.

A tragédia causou comoção entre moradores da cidade e nas redes sociais, onde amigos e familiares das vítimas prestaram homenagens emocionadas. A morte dos dois policiais também acende um alerta sobre os riscos envolvidos em esportes de aventura e a importância da manutenção adequada dos equipamentos, além da preparação técnica dos praticantes.

O caso seguirá sendo investigado e, enquanto isso, as autoridades pedem cautela aos visitantes e amantes dos esportes radicais que frequentam o Pico da Coragem.

 

( FOTOS)INFLUENCIADOR DIGITAL VOLTA A SER HOMEM, VEJA O ANTES E DEPOIS DO EX TRAVESTI

O influenciador Rafael Panarello surpreendeu seus seguidores ao compartilhar um relato impactante sobre sua vida. Em uma publicação comovente, ele revelou a profunda transformação que viveu após sua conversão à fé evangélica. “Sou ex-travesti. Jesus me libertou das mentiras do inimigo. Hoje sou homem. Jesus escreveu uma nova história na minha vida”, declarou ele.

Conhecido por sua presença nas redes sociais, Rafael contou que durante anos viveu uma identidade que, segundo ele, não refletia quem realmente era. Ao encontrar apoio espiritual e acolhimento em uma igreja evangélica, começou um processo de mudança interior e exterior, que hoje compartilha com orgulho com seus seguidores.

A história de Rafael tem tocado milhares de pessoas que o acompanham. Ele afirma que sua decisão foi fruto de uma busca por sentido, paz e reconexão com sua essência. “A caminhada não foi fácil, mas Deus me sustentou em cada passo. Hoje sou prova viva de que Jesus transforma”, comentou.

Com sua nova fase de vida, Rafael passou a usar suas redes sociais para evangelizar e dar testemunho de fé, incentivando outras pessoas que se sentem perdidas ou em conflito com sua identidade a buscarem ajuda espiritual.

A publicação gerou grande repercussão, com mensagens de apoio e também debates sobre identidade e espiritualidade. Apesar das opiniões divergentes, Rafael mantém firme sua postura e reforça que sua experiência é pessoal e baseada em sua vivência com Deus.

“Hoje eu sou livre. Não por mim, mas por Aquele que me libertou”, conclui.

A história de Rafael é mais um exemplo de como experiências de fé podem provocar transformações profundas — tanto na identidade quanto na missão de vida.

 

 Tadalafila Tem Aumento de 2.000% em 10 Anos e Bate Recorde no Brasil

 

O consumo da tadalafila, medicamento usado principalmente no tratamento da disfunção erétil, disparou no Brasil na última década. Segundo dados de mercado, as vendas cresceram impressionantes 20 vezes nos últimos 10 anos, estabelecendo um novo recorde no país.

A substância, que também é indicada para tratar hipertensão arterial pulmonar e hiperplasia prostática benigna, tornou-se mais acessível após a quebra de patente e a entrada dos genéricos no mercado. A popularização dos tratamentos com preços mais baixos e o aumento da busca por qualidade de vida e desempenho sexual contribuíram diretamente para o crescimento exponencial.

De acordo com especialistas, a quebra de tabus e o maior acesso à informação ajudaram a tornar o uso do medicamento mais comum, inclusive entre homens jovens, que muitas vezes recorrem à tadalafila sem necessidade médica. O remédio, originalmente criado para tratar problemas circulatórios, atua relaxando os vasos sanguíneos e facilitando o fluxo sanguíneo, especialmente na região genital.

O aumento expressivo nas vendas também levanta um alerta: o uso indiscriminado e sem orientação médica pode trazer riscos à saúde, como dores de cabeça, alterações na visão e até problemas cardíacos em casos específicos. A automedicação e o uso recreativo vêm preocupando médicos, que alertam para os perigos da banalização do medicamento.

Ainda assim, a tendência é de crescimento contínuo. Farmácias e laboratórios já apostam em novas versões e embalagens para atender à demanda cada vez maior. A tadalafila virou símbolo de uma mudança de comportamento e, ao que tudo indica, continuará ganhando espaço nas prateleiras e na rotina de muitos brasileiros.

 

 

Mercado em expansão!! Fábrica de bebês reborn vende 300 “recém-nascidos” por mês

 

Pode preparar a maternidade (de brinquedo), porque os bebês não param de nascer em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. A responsável por essa verdadeira “maternidade de plástico” é a empresária Ana Luiza Dixon, que comanda uma fábrica especializada na produção de bonecas do tipo reborn — aquelas que parecem bebês de verdade e são feitas com riqueza de detalhes para encantar crianças e adultos.

O negócio, que hoje emprega 35 pessoas e movimenta centenas de pedidos todos os meses, começou de forma bastante inusitada: como um desafio de mãe. Ana Luiza queria presentear a filha com uma boneca diferente, mais realista, e resolveu tentar fazer uma sozinha. Entre pincéis, tintas e tutoriais na internet, surgiu a primeira criação — e, com ela, uma nova paixão.

“Eu queria algo especial para minha filha, mas quando vi o resultado, percebi que poderia transformar aquilo em algo maior”, conta a empresária. E foi exatamente o que aconteceu. Hoje, cerca de 300 bebês reborn “nascem” mensalmente na fábrica, todos feitos à mão, com direito a cílios, dobrinhas, cabelos implantados fio a fio e até cheirinho de talco.

Apesar da aparência delicada, o processo de criação exige muita técnica e dedicação. Cada boneca pode levar de dois a cinco dias para ficar pronta, dependendo do modelo e do nível de personalização. “Tem cliente que manda até a foto do bebê de verdade para a gente fazer igualzinho. É um trabalho artístico e emocional”, explica Ana Luiza.

A clientela é variada: vão desde colecionadores e artistas até famílias que buscam um presente especial para os pequenos — e, em alguns casos, até para adultos em tratamento emocional. Os bebês reborn já foram, inclusive, usados em terapias com idosos e pacientes com Alzheimer.

O sucesso da fábrica chamou a atenção de influenciadores e até de programas de TV. Nas redes sociais, os vídeos mostrando a produção das bonecas acumulam milhões de visualizações, atraindo pedidos de todo o Brasil — e até do exterior. “Tem bebê nosso que já foi morar em Portugal, no Japão, nos Estados Unidos… Eles têm mais carimbo no passaporte que eu!”, brinca a empresária.

Apesar do ritmo intenso, Ana Luiza faz questão de manter o toque artesanal do negócio. “A gente não quer virar uma linha de produção fria. Cada bebê tem sua história, e é isso que encanta os nossos clientes”, afirma.

Se depender de Ana Luiza e sua equipe, o berçário de Guaratinguetá vai continuar cheio por muito tempo. Afinal, por lá, sempre cabe mais um recém-nascido — mesmo que seja feito de vinil.

 

 

Quem é Fernando Sarney? Filho de ex-presidente assume presidência da CBF

 

🇧🇷 Após a queda de Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF, Fernando Sarney, filho do ex-presidente da República José Sarney, assume o comando da entidade máxima do futebol brasileiro e já toma uma decisão drástica: decretou urgência na realização de novas eleições.

A movimentação agitou os bastidores do futebol nacional. Pouco conhecido do grande público, Fernando Sarney agora ocupa o centro das atenções. Mas afinal, quem é ele?

Um sobrenome de peso

Fernando José Macieira Ferreira Araújo da Costa Sarney tem 69 anos e carrega um dos sobrenomes mais tradicionais da política brasileira. Ele é o filho mais novo do ex-presidente José Sarney, que governou o Brasil entre 1985 e 1990, período de redemocratização do país. Sua irmã, Roseana Sarney, também seguiu carreira política e atualmente é deputada federal pelo Maranhão.

Apesar de manter um perfil discreto, Fernando sempre esteve nos bastidores do poder, tanto no meio político quanto esportivo. Formado em administração de empresas, ele evitou seguir carreira política direta, preferindo atuar como empresário e dirigente esportivo.

Trajetória na CBF e no futebol

Fernando Sarney ocupa cargos na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) há anos. Ele também é membro do Conselho da FIFA e vice-presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), representando o Brasil em discussões internacionais de peso no cenário do futebol mundial.

Sua ligação com a CBF não é recente: ele já integrava o alto escalão da entidade durante as gestões de Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero. Apesar disso, sempre manteve uma postura mais reservada, longe dos holofotes.

A posse interina de Fernando Sarney como presidente da CBF ocorreu após a destituição de Ednaldo Rodrigues, em uma reviravolta jurídica que abalou a entidade. Em sua primeira manifestação pública, Fernando surpreendeu ao anunciar a urgência na realização de eleições, algo que pode mudar completamente os rumos da CBF nos próximos meses.

O que esperar da gestão?

Fontes próximas à entidade afirmam que Fernando Sarney não tem intenção de se manter no cargo de forma permanente. Seu foco é garantir uma transição transparente e dentro dos parâmetros legais. A convocação para novas eleições mostra que ele pretende cumprir um papel institucional, sem se aproveitar da crise para consolidar poder pessoal.

No entanto, sua presença no comando da CBF reacende debates sobre a influência de famílias tradicionais da política brasileira em instituições esportivas. A combinação entre futebol e política sempre foi uma marca forte no Brasil, e o retorno de um “Sarney” ao protagonismo nacional reforça essa conexão.

A expectativa agora gira em torno dos nomes que devem surgir como candidatos nas eleições que Fernando Sarney promete realizar com rapidez. O futuro do futebol brasileiro, mais uma vez, está sendo decidido nos bastidores — e com personagens que fazem parte da velha guarda do poder.

 

 

( Videos) Policia Militar prende três milicianos e um arsenal de guerra em Santa Cruz

 

Na madrugada desta sexta-feira (16/05), uma importante operação do 27º Batalhão de Polícia Militar (BPM), comandada pelo  comandante tenente-coronel Marcelo Brasil e subordinado ao 2º Comando de Policiamento de Área (CPA), resultou na apreensão de armamento pesado e na prisão de três suspeitos em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação ocorreu por volta das 5h30, durante patrulhamento tático na localidade dos Palmares, área conhecida por disputas entre grupos armados e atuação de milícias.

A ocorrência, registrada como Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito e Associação Criminosa (código 1806.0), ainda está em andamento e segue sendo tratada com prioridade pelos órgãos de segurança pública.

Durante o patrulhamento, os policiais avistaram um veículo Fiat Argo preto, de placa RJP9J38, circulando com três ocupantes em atitude considerada suspeita. Após a abordagem e revista, foram encontrados dois fuzis no interior do carro, além de dez carregadores, um rádio transmissor e impressionantes 377 munições de calibre 5,56. A quantidade e o tipo de armamento chamaram a atenção pela periculosidade e o potencial destrutivo.

Os ocupantes do veículo foram imediatamente detidos. Identificados como Gabriel Damasco Alencar da Silva (nascido em 01/07/2000), Igor de Souza Silva (nascido em 20/03/1983) e Kauã Matheus Santana Alves (nascido em 18/11/2004), os três indivíduos foram conduzidos à delegacia competente para os devidos procedimentos legais. A Polícia Civil investiga a ligação dos detidos com milicianos que atuam na região.

Segundo informações iniciais, dois dos acusados — Gabriel e Igor — não possuem antecedentes criminais. Já Kauã tem uma anotação anterior por envolvimento com organização criminosa, de acordo com o Art. 2º da Lei 12.850/13, que trata de crimes relacionados à constituição, financiamento ou integração de grupos criminosos estruturados.

A operação fazia parte de um planejamento tático voltado especificamente para a repressão de roubos de veículos, assaltos a pedestres e, principalmente, o combate à disputa territorial entre facções criminosas e milícias, que vêm se acirrando nas últimas semanas na Zona Oeste do Rio.

As armas e demais materiais apreendidos foram encaminhados para análise, e os calibres dos fuzis ainda estão sendo confirmados pelas autoridades. O veículo utilizado pelos suspeitos também passará por perícia para verificar se há envolvimento em outros crimes.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, e outras diligências devem ocorrer nas próximas horas para identificar possíveis conexões dos detidos com redes criminosas que atuam em Santa Cruz e bairros vizinhos. A suspeita é de que os indivíduos tenham ligação com uma milícia que opera na região, controlando atividades ilícitas como extorsão de comerciantes, transporte alternativo e fornecimento irregular de serviços.

A Polícia Militar reforçou que a operação é parte de uma série de ações estratégicas que visam enfraquecer o poder bélico e financeiro dessas organizações criminosas.

Atualização da ocorrência: 06h10.

Importante: As informações contidas nesta matéria foram compiladas a partir de boletins operacionais em andamento. Alguns dados ainda estão sendo verificados pelas autoridades responsáveis. A divulgação visa informar a população sobre a atuação policial e não representa julgamento prévio dos envolvidos, respeitando o princípio da presunção de inocência.

 

Projeto quer multar quem furar filas com bebê reborn e prevê até R$ 30 mil de multa

 

Um projeto de lei apresentado na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira visa coibir uma prática que vem causando polêmica e indignação: o uso de bebês reborn — bonecas hiper-realistas — para tentar furar filas, principalmente em serviços públicos como unidades de saúde. A proposta prevê multa que pode chegar a 20 salários mínimos, o equivalente a mais de R$ 30 mil, para quem for flagrado utilizando essas bonecas com o objetivo de simular um bebê de colo e, assim, obter vantagens indevidas.

O deputado Zacharias Calil (União-GO), autor do projeto, destacou na justificativa que essa conduta representa não apenas uma fraude, mas também um desrespeito à boa-fé que deve reger as relações sociais e de consumo. Segundo ele, a prática sobrecarrega os serviços públicos e atrasa o atendimento das crianças que realmente precisam de cuidados urgentes.

“Trata-se de conduta que, além de afrontar a boa-fé objetiva que deve reger as relações sociais e de consumo, sobrecarrega serviços públicos, notadamente unidades de saúde, retardando o atendimento de crianças que efetivamente demandam cuidado urgente”, afirmou o parlamentar.

O texto legal busca criminalizar a utilização “dolosa” dos bebês reborn, ou qualquer outro artifício que simule uma criança de colo, para usufruir dos benefícios, prioridades ou facilidades que a legislação garante a bebês e seus responsáveis. Essas facilidades incluem, por exemplo, o direito a atendimento preferencial em hospitais, filas de vacinação, embarque em transportes públicos e outros serviços onde haja prioridade para crianças pequenas.

Nos últimos anos, casos de pessoas tentando usar bebês reborn para ganhar vantagem em filas e serviços públicos chamaram a atenção da sociedade e das autoridades. Apesar de parecer algo inusitado ou até cômico, a prática gera consequências sérias, pois prejudica o atendimento de quem realmente precisa, em especial crianças pequenas, cujas condições podem ser delicadas e urgentes.

Especialistas em direito e consumidores ressaltam que o projeto reforça a importância da ética e da responsabilidade social no uso dos serviços públicos. “Não é apenas uma questão de legalidade, mas de respeito ao próximo e à coletividade”, comenta a advogada especialista em direito do consumidor, Mariana Silva. “A prioridade dada a bebês e crianças é fundamental, mas deve ser usada com honestidade e consciência.”

Além da multa pesada, o projeto pode abrir caminho para outras medidas punitivas, como sanções administrativas e, eventualmente, ações judiciais contra quem fraudar o sistema usando esses recursos falsos. O objetivo é garantir que as regras de prioridade cumpram seu papel social sem serem usadas de forma indevida ou enganosa.

O deputado Zacharias Calil espera que o projeto, ao conscientizar a população sobre o impacto negativo dessas ações, iniba o uso dos bebês reborn para esse tipo de fraude. “Queremos proteger os direitos das crianças reais e assegurar que os serviços públicos funcionem para quem realmente necessita, sem desvios ou abusos.”

O projeto ainda passará por análise nas comissões da Câmara antes de ir a votação. Caso aprovado, poderá se tornar uma ferramenta importante para coibir esse tipo de comportamento, reforçando o compromisso com a justiça e a eficiência dos serviços públicos no Brasil.

Segundo filho é o campeão do estresse: estudos revelam por que ele dá mais trabalho aos pais

 

Ser pai ou mãe é uma experiência transformadora — repleta de alegrias, desafios e, sim, muito estresse. Mas, de acordo com uma série de estudos recentes, um fator em especial pode aumentar significativamente o nível de tensão dentro de casa: o nascimento do segundo filho.

Pesquisas internacionais vêm apontando que o segundo filho, especialmente quando é o caçula, tende a gerar mais preocupações e desgaste emocional nos pais. Um estudo divulgado por pesquisadores dos Estados Unidos mostrou que crianças que ocupam essa posição na ordem de nascimento têm de 20% a 40% mais chances de serem punidas na escola ou de se envolverem com comportamentos considerados problemáticos, como desobediência, brigas ou desinteresse pelos estudos.

Além disso, as estatísticas são ainda mais preocupantes quando se observa o comportamento ao longo da vida. Dados apontam que segundos filhos têm até 40% mais chances de serem presos em algum momento, em comparação aos irmãos mais velhos.

Mas por que isso acontece?

Especialistas acreditam que a resposta está em uma combinação de fatores. Quando o primeiro filho nasce, ele recebe atenção total dos pais, que geralmente estão mais focados e disponíveis. Com a chegada do segundo, os recursos — sejam eles tempo, paciência ou até financeiros — precisam ser divididos. Isso pode fazer com que o caçula receba menos orientação direta e supervisão, especialmente nos primeiros anos de vida.

Outro fator que pesa é o comportamento dos próprios irmãos. O segundo filho tende a se espelhar no primogênito, o que pode gerar tanto comportamentos positivos quanto negativos. Caso o irmão mais velho tenha atitudes rebeldes ou desafiadoras, o caçula pode imitá-las com mais facilidade.

Um estudo australiano reforça esse panorama e adiciona uma camada emocional importante à equação. Segundo os pesquisadores, o nascimento do segundo filho costuma aumentar significativamente o nível de estresse dos pais, especialmente das mães. A sobrecarga emocional e física de cuidar de duas crianças — muitas vezes com idades próximas — é um desafio que afeta a rotina, o sono e até a saúde mental dos responsáveis. No entanto, os especialistas ressaltam que esse estresse tende a ser temporário, principalmente à medida que os filhos crescem e se tornam mais independentes.

Apesar dos dados preocupantes, é importante lembrar que cada criança é única e que o ambiente familiar exerce enorme influência sobre o seu desenvolvimento. Atenção individualizada, diálogo constante e apoio emocional são ferramentas poderosas para lidar com os desafios da criação dos filhos, independentemente da ordem de nascimento.

O que os estudos mostram, no fim das contas, é que o segundo filho pode sim exigir mais dos pais — mas com amor, equilíbrio e dedicação, esse desafio pode se transformar em uma experiência de crescimento para toda a família.

 

Parou de Ozempic, Wegovy e Mounjaro? Pesquisa revela algo assustador

 

Um novo estudo conduzido pela renomada Universidade de Oxford acendeu um alerta sobre o uso das populares canetas emagrecedoras, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro. De acordo com a pesquisa, pacientes que interrompem o uso desses medicamentos tendem a recuperar o peso perdido em até um ano — colocando em xeque a eficácia a longo prazo desse tipo de tratamento contra a obesidade.

As canetas emagrecedoras, que contêm substâncias como semaglutida (no caso do Ozempic e Wegovy) e tirzepatida (no Mounjaro), ganharam fama mundial nos últimos anos por ajudarem significativamente na perda de peso. Elas agem no cérebro reduzindo o apetite e promovendo maior sensação de saciedade. No entanto, os efeitos positivos parecem estar diretamente ligados ao uso contínuo do medicamento.

Segundo o estudo, publicado na revista científica The Lancet Diabetes & Endocrinology, a maioria dos pacientes recuperou cerca de dois terços do peso perdido após interromper o uso por 12 meses. Esse efeito sanfona pode ter impactos negativos não só na autoestima, mas também na saúde metabólica e emocional dos pacientes.

“Esses medicamentos são eficazes enquanto utilizados. Mas, uma vez interrompidos, o corpo tende a retornar ao seu estado anterior”, afirmou o Dr. Thomas Karlsen, um dos autores do estudo. “É como desligar uma torneira. Os efeitos cessam, e o apetite volta com força total.”

A pesquisa reforça a necessidade de acompanhamento médico e de uma abordagem integrada no tratamento da obesidade, que envolva não apenas o uso de medicamentos, mas também mudanças sustentáveis no estilo de vida — como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e acompanhamento psicológico.

Especialistas alertam que, embora as canetas emagrecedoras sejam uma ferramenta útil, elas não devem ser vistas como uma solução mágica. Além disso, o uso contínuo desses medicamentos tem um custo elevado e pode causar efeitos colaterais como náuseas, diarreia e desconfortos gastrointestinais.

Com a crescente procura por esses fármacos, o estudo de Oxford serve como um importante alerta para médicos e pacientes: emagrecer com remédio pode ser eficaz, mas manter o resultado exige muito mais do que a aplicação semanal de uma injeção.