ZÉ RAMALHO EM CAMPO GRANDE

Atenção Campo Grande!

Neste sábado, dia 11 de Fevereiro a partir das 22h tem Zé Ramalho Ao Vivo.

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Classificação: 18 anos.

POLICIA PRENDE ASSALTANTE EM CAMPO GRANDE!!! VIDEO

Um assaltante acaba de ser preso no bairro Vila Nova em Campo Grande na tarde de hoje (6).
O meliante foi tentar assaltar um mercado no bairro , sem sucesso e fugiu do local!!! populares começaram a gritar “pega ladrão” e o assaltante deu de cara com a viatura da policia!!!
Ele pulou o muro de uma casa , porem, policiais conseguiram prender e foi conduzido a delegacia!!!
temos imagens do ocorrido como vocês podem ver…

https://youtu.be/6chUnM3Ncjo

CAMELÔS CRESCEM A CADA DIA EM CAMPO GRANDE!!!

Crise faz número de ambulantes irregulares se multiplicar, trazendo concorrência desleal para os comerciantes legalizados

O aumento ou a diminuição do número de camelôs vem obedecendo a um padrão quase constante nas últimas décadas. As crises econômicas – como a atual – costumam fazer crescer exponencialmente o total de ambulantes. As políticas de repressão da prefeitura, pouco sistemáticas e sem continuidade, às vezes contribuem para controlá-los – a última grande rodada de regularizações e repressão ocorreu ainda no governo do ex-prefeito Cesar Maia. E, assim, os comerciantes legalmente estabelecidos vão vendo seus investimentos e seus negócios prejudicados pela concorrência desleal com aqueles que não pagam impostos, ocupam o espaço público muitas vezes de modo predatório, chegam a vender mercadorias roubadas ou piratas e, em última análise, prejudicam a economia formal, contribuindo, assim, para o aumento do desemprego.

Os últimos meses foram marcados por uma nova expansão no número de camelôs pelo bairro. A lei 1.876 de 1992, que regula o comércio de rua, autoriza a presença deles no Rio de Janeiro. Mas não em todos os casos. Oficialmente, são aptos para atuar como ambulantes os deficientes físicos, as pessoas acima de 45 anos, os desempregados por tempo ininterrupto superior a um ano e os egressos do sistema penitenciário com a condição de não regressão ao crime. Mas não é o que se vê. Ao redor da rodoviária. No calçadão. Junto às estações de trem. Em importantes eixos de circulação de pessoas. Em toda parte, é notável o crescimento do comércio irregular, com consequente aumento da poluição sonora e até mesmo da sujeira nas ruas.

‘O EMPRESÁRIO EXIGE TER SEUS DIREITOS RESPEITADOS’

Um comerciante dono de uma loja de roupas no Calçadão, e que pediu para não ser identificado por temer represálias dos camelôs, critica o crescimento desse tipo de atividade na região. Para ele, a atuação dos ambulantes caracteriza concorrência desleal e nociva para o comércio legal, uma vez que os empresários pagam por pontos comerciais extremamente caros, aluguéis e impostos. “Temos que acabar com esse discurso do ‘politicamente correto’ que diz que os ambulantes só querem trabalhar. Na verdade, o empresário também quer trabalhar, mas paga seus impostos e exige ter seus direitos respeitados e a ordem urbana estabelecida”, afirma.

O empresário diz ainda que o comércio irregular como alternativa da crise é apenas mais um agravante da situação econômica: “Concorrência do comércio ambulante leva os empresários a venderem menos e, consequentemente, a ter de demitir mais.”

Lojistas que enfrentam essa concorrência desleal pedem à prefeitura que descruze os braços e volte a fiscalizar e regularizar o serviço de rua. José Augusto Monami, que já foi administrador regional de Campo Grande e hoje é dono da rede de lojas de cosméticos Monami, é uma dessas vozes. “O problema não é só o camelô, porque a própria lei autoriza, mas sim a desordem pública que vivemos no Calçadão. A guarda municipal deve ser usada para organizar. Não tem ordem urbana na cidade de um modo geral… Nós, empresários, temos que nos unir. O Centro de Campo Grande está abandonado pelo poder público”, afirma o empresário.

Num levantamento feito pela SUCESSO com 70 moradores de Campo Grande, o óbvio foi constatado: a população pede urgentemente a regularização do comércio de rua. Se 80% dos entrevistados disseram não se incomodar com a simples existência dos camelôs, quase metade (48,6%) exigem que a prefeitura combata os abusos e integre essas pessoas à economia formal, com o pagamento de impostos e o oferecimento de produtos de origem conhecida e fiscalizada.

PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO TEM FALHAS

Para tentar se regularizar e, assim, pagar impostos e deixar a informalidade, o camelô deve se submeter a um número específico de vagas por área. De acordo com a Secretaria de Ordem Pública, em todo o Rio de Janeiro há 18.400 (na XVIII R.A., que engloba Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos e Inhoaíba, são 800). Segundo especialistas, é a incapacidade do poder público de agilizar os processos de legalização e as duras exigências que provocam a proliferação de camelôs pela cidade.

O processo é penoso e, muitas vezes, sem resultados positivos. Prova disso é que, das 800 vagas disponíveis, apenas 369 estão ocupadas, segundo reconhece a própria prefeitura. Apesar do número baixo de regulamentados, não é difícil calcular às centenas em um simples passeio pela Grande Campo Grande: em lugares não recomendados, comprometendo não só o comércio regular, mas também atrapalhando a ocupação dos transeuntes das calçadas já de difícil mobilidade no bairro.

É o caso de Alexandre Silva, de 44 anos. Vendendo suco natural e empadinhas no Calçadão, já vive como camelô há 10 anos. Neste período, diz ter tentado inúmeras vezes regularizar sua situação, mas, segundo ele, “a secretaria dá várias desculpas” e não consegue.

O problema é que, com a “normalização” da presença dos camelôs – e de suas táticas que não respeitam as regras do “jogo” –, o comércio em geral acaba se tornando uma atividade mais caótica e desorganizada. É que, ao ocupar as calçadas em frente às lojas, muitas vezes escondendo as fachadas (como é notável no calçadão e na rodoviária, onde a Leader Magazine, por exemplo, foi “engolida” pelas barracas dispostas na calçada), os ambulantes obrigam os lojistas a fazer o mesmo.

Para tentar competir de igual para igual com o comércio irregular que ocupa grande parte da calçada e compromete a visão dos pedestres de sua loja, Fábio Luiz, varejista do Passeio Shopping há três anos, é um dos que fazem uso de táticas de “de camelô” para não perder as vendas. “Aumentou bastante a presença de camelôs com a crise! Por volta das 17h ou 18h aumenta mais ainda. A organização e a fiscalização são péssimas. Acho que até os camelôs legalizados não conseguem usar o espaço, tamanha a bagunça. Colocamos produtos na calçada, como eles fazem, para marcar território e tentar atrair o consumidor em meio a essa guerra”, conta Fábio.

DO DESEMPREGO À INFORMALIDADE

Sentado em frente a uma agência do Banco do Brasil na Avenida Cesário de Melo, Joaquim Ferreira é camelô há pouco tempo. Ele cuida do seu pequeno e instável espaço onde vende biscoito, bolo, café e outros itens. Com 54 anos, vive a realidade de muitos dos comerciantes irregulares avistados ao longo das ruas do bairro: desempregado em fevereiro deste ano, quando trabalhava na construção civil, e com sequelas de hanseníase, começou a sua saga como comerciante em meados de outubro. “Meu medo é só esse: o cara (guarda) chegar aqui e botar isso tudo no caminhão e eu não saber o que fazer. Já vi eles fazendo isso com os outros, mas não comigo.”

O que diferencia Joaquim de muitos outros que atuam em Campo Grande e no Rio como um todo é que, ao vender coisas feitas em casa, não participa das redes de exploração de produtos que entram ilegalmente no país, por meio de rotas que saem da China e passam pelo Paraguai. Em outros casos, camelôs vendem produtos oriundos de caminhões tombados em vias como a Avenida Brasil e saqueados. Ou, como cogita um grande especialista em planejamento urbano carioca, Humberto Kzure-Cerquera, doutor em Urbanismo, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e coordenador do Plano de Estruturação Urbanística (PEU) da região de Campo Grande, há indícios de que a própria indústria contribua para o fenômeno dos camelôs: “É, no mínimo, estranho que produtos de ponta de estoque das indústrias vão parar nas barracas dos camelôs ao mesmo tempo em que estão à venda na loja em frente por preços mais altos.”

O QUE PENSAM OS MORADORES?

No levantamento da SUCESSO, os entrevistados citam a ocupação irregular de calçadas como um ponto negativo do comércio ambulante. “Eles precisam ter um lugar reservado, senão atrapalham a passagem. Não acho legal”, afirma Flávia Lourenço, dona de casa de 52 anos.

Segundo Marco Antônio Ferreira de Souza, professor da área de Estratégia, Mercado e Operações da UFRRJ, a população está cansada da ocupação ilegal do espaço público e pede melhores serviços. “O poder público precisa estimular a apropriação diversa do espaço urbano pelas pessoas, para que elas não fiquem presas à existência de poucos e pequenos locais onde tudo se concentra. Quando isso acontece, os comerciantes informais vão, logicamente, ocupar os demais espaços”, discorre.

Procurada para falar sobre o problema, a Secretaria de Ordem Pública se limitou a afirmar que, com apoio da Guarda Municipal, “atua diariamente em todas as regiões da cidade para coibir o comércio ambulante irregular e fiscalizar o comércio ambulante legalizado.” A secretaria não respondeu as perguntas sobre as falhas visíveis no controle dos camelôs.

Foto: Nathalia Cavalcante

GOSTA DE BLOCOS DE CARNAVAL??? ANOTA AI

O feriado de Carnaval é somente no dia 28 de fevereiro, mas, assim como as escolas de samba, os blocos de rua já estão em pleno aquecimento. Em toda a cidade já acontecem ensaios e desfiles a partir deste fim de semana. Um dos primeiros blocos a começar a festa é o “É Pequeno Mas Não Amolece”, que faz dois ensaios no Recreio dos Bandeirantes, e desfila no dia 4 de março. O primeiro ensaio já acontece amanhã, 4 de fevereiro. O presidente, Victor Mendes, conta como surgiu um dos primeiros blocos do Recreio.

“A ideia surgiu no carnaval de 2009. Sempre fomos grandes fãs e curtidores do carnaval, porém, morando no Recreio, não tínhamos muitas opções de blocos por aqui. Juntamos os primos e decidimos brincar com os instrumentos na nossa garagem. Como o bairro ainda era bem pequeno, os amigos e vizinhos foram ouvindo e acabaram chegando e curtindo o carnaval conosco. No ano seguinte, as pessoas já foram perguntando se faríamos de novo o bloco e aí surgiu a ideia de o mantermos”, conta Mendes.

Todo ano o bloco desenvolve enredo e samba próprios, além de tocarem samba enredos atuais e consagrados, além de marchinhas. A bateria, batizada de “Pura Potência”, é composta de 15 ritmistas, mas está aberta a receber novos integrantes. O tema de 2017 é “Malho o Ano Inteiro para Curtir o Carnaval no Recreio”, que visa promover um estilo de vida saudável. A expectativa de público para este ano é de cerca de 300 pessoas.

“Estamos reformulando a parte operacional do bloco. Esse ano já estamos dando um ar mais profissional a nossa estrutura, criando cargos e dando atribuições para as pessoas. Já temos a área jurídica, comunicação social e também a área comercial. Com isso, conseguimos atrair parceiros para estarem conosco no nosso carnaval, além de sermos participantes da Liga de Blocos da Barra, Recreio e JPA. Também contamos com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, que está abraçando o carnaval da região e dando apoio para o nosso bloco”, destaca o presidente do “É Pequeno Mas não Amolece”.

Confira abaixo a lista de blocos do pré-carnaval da Zona Oeste que desfilam até 19 de fevereiro:

04/02 (Sábado)

É Pequeno mas não amolece – Recreio dos Bandeirantes
Onde: Praça Professor Henrique Niremberg, Recreio
Horário: 15h

11/02 (Sábado)

Vira-Lata – Barra da Tijuca
Onde: Av. do Pepê c/ Érico Veríssimo
Horas: 10h

Panela Preta de Curicica – Curicica
Onde: Rua João Bruno Lobo, nº 38, Curicica
Horas: 17h

18/02 (Sábado)

Parei de Beber, Não de Mentir – Curicica
Onde: Praça do Bandolim, Curicica
Horas: 12h

Bloco D´Samba – – Barra da Tijuca
Onde: Av. do Pepê c/ Érico Veríssimo, Barra
Horas: 12h

Banda do Pechincha – Pechincha
Onde: Largo do Pechincha
Horas: 12h

Eu Sou Normal, mas o Côco é Loko– Barra da Tijuca
Onde: Av. Lúcio Costa, em frente ao nº 2.940 – Quiosque Côco Loko Barra
Horas: 14h

Fla Master – Barra da Tijuca
Onde: Avenida Lucio Costa, em frente ao nº 3604 – Calçadão da praia, Barra
Horas: 15h

Cê Tá Lindo – Taquara
Onde: Rua Meringuava, nº 401, Taquara
Horas: 16h

Embalo da Barão – Praça Seca
Onde: Country Club, Praça Seca
Horas: 16h

Lavou Tá Limpo- Praça Seca
Onde: Bosque da Praça, Praça Seca
Horas: 16h

Guri da Merk
Onde: Praça Albert Sabin (Praça da Merck), Taquara
Horas: 16h

É Pequeno Mas Não Amolece – Recreio dos Bandeirantes
Onde: Praça Professor Henrique Niremberg, Recreio
Horas: 15h

Morde e Pìca Toda Hora – Jacarepaguá
Onde: Rua Jorge Faraj, Jacarepaguá
Horas: 18h

19/02 (Domingo)

Mini Bloco – Barra da Tijuca
Onde: Praça do Pomar, Barra
Horas: 9h

Vai Tomar no Zóio – Vargem Grande
Onde: Est. Do Sacarrão s/n (Bar do Zóio), Vargem Grande
Horas: 12h

Acorda e Vem Brincar – Vila Valqueire
Onde: Rua das Dálias, Vila Valqueire
Horas: 13h

Banda da Barra – Barra da Tijuca
Onde: Avenida Lúcio Costa, em frente ao nº 3.600 – Bondinho da Banda da Barra, Barra
Horas: 15h

Incha Rola – Anil
Onde: Rua Araticum , 603, Anil
Horas: 17h

Bloco Tamo Junto in Folia – Padre Miguel
Onde: Rua Marechal Marciano, esquina com Santana de Ipanema (Praça das Juras), Padre Miguel
Horas: 16h

Batucada do Nosso Bloco – Campo Grande
Onde: Largo do Rio da Prata, Campo Grande
Horas: 16h

Fonte: http://diariodorio.com/agenda-dos-blocos-de-rua-do-rio-de-janeiro-em-2017/

Foto: Luiz Maia (Flickr)

PARK SHOPPING CONVIDA

Do dia 10 a 12/02 teremos Food Trucks Folia por aqui! 🎉🍔 🍻

Serão dias com muita comida e bebida boa. E pra completar a folia: Bloco Escangalha, Bateria União da Ilha do Governador e Bateria Mocidade Independente de Padre Miguel. Vai ficar de fora?!

HORÁRIO FOOD TRUCKS
10 a 12/02: 17h às 23h

HORÁRIO SHOW
10/02 – 20h – Bloco Escangalha
11/02 – 20h – Bateria União da Ilha do Governador
12/02 – 20h – Bateria Mocidade Independente de Padre Miguel

LUIS FERNANDO GUIMARÃES EM BANGU

Luiz Fernando Guimarães em O Impecável
Um ator, um salão de beleza e oito personagens de tirar o fôlego. Em “O Impecável”, o público é transportado para uma tarde de sábado na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde conhece uma turma com histórias nada convencionais para contar. Dando vida a todas elas está Luiz Fernando Guimarães, que não precisa de mais do que um palco mobiliado com uma bancada e uma cadeira com secador de cabelo para arrancar boas risadas da plateia

Durante o monólogo, o salão Impecável Beautyrecebe pessoas com muitos vícios, poucas virtudes e ótimas histórias. Seus funcionários são personalidades no mínimo exóticas: Seu Francisco, o faxineiro, é um evangélico fervoroso e trabalhador. Já Ednardo, o atendente que deveria dar as boas-vindas, não passa de um preguiçoso que tenta se dar bem enganando a patroa no horário de serviço. Chanderley é a responsável pelas unhas dos clientes, mas parte de sua renda vem de “serviços extras” prestados nas madrugadas em Copacabana. O cabelereiro Guido vive se gabando dos inúmeros diplomas e de toda sua masculinidade, enquanto Serginho – que não cansa de se autodenominar um hairstylist de mão cheia – passa mais tempo inventando cortes de cabelo inusitados do que realmente atendendo a clientela

Pelos cuidados dos funcionários passa o Dr. Ivan, um psicólogo boa praça que começou a ser mais vaidoso depois de sofrer a vida inteira com os apelidos ligados à sua aparência nada exuberante. O estabelecimento também recebe Rodolfo, o solteirão que chega para levar a mãe para dar uma repaginada no visual e fica tempo suficiente para trocar dois dedos de prosa com os profissionais. A dona do local, Eleonora, é outra figura nada comum: ex-miss, pouco liga para seu empreendimento, fruto do dinheiro herdado do ex-marido

No espetáculo, ator, luz e música servem ao primeiro texto não-musical de Charles Möeller e Claudio Botelho. Emum teatro sem enfeites, Marcus Alvisi assina a direção do monólogo apresentado em um cenário que traz apenas o essencial para dar o clima de burburinho característico dos salões de beleza.

dias 17 e 18 as 21horas

Peça O Impecável com Luiz Fernando Guimarães no Theatro Bangu

DOAÇÃO DE CADEIRA DE RODAS

boa tarde estou doando essa cadeira de roda apenas para quem realmente precisa
esta em perfeito estado sou morador de campo grande moro proximo ao rede economia do pedregoso
a cadeira esta em perfeito estado pouco usada
quem tiver interesse e so me ligar não tem como eu segurar para uma pessoa
quem chegar primeiro leva fazer contato com lopes 99890-7272
por demetrius lopes

EMPRESÁRIO MORRE EM ACIDENTE

O empresário Alan, dono da chopperia , “chopp do imperio” morreu na noite de ontem ( 5) vitima de um acidente automobilistico na costa verde , altura de ibicui!!!

Alan morreu no local e ele estava acompanhado de uma mulher , identificada como Lais, ela foi levada para o hospital em estado grave com traumatismo craniano , ele está internada no hospital municipal Victor de Souza Breves.

Eles estavam em conceição de Jacarei indo em direção a Santa Cruz, quando houve essa tragedia , disse um amigo
Alan era muito querido no bairro, estamos todos transtornados com essa situação!!!

Alam deixa três filhos , o antigo Campo Grande se solidariza com a dor da família e dos amigos

Mollon de camisa vermelha amigo de allan que tambem e empresário

FRESCÃO É UMA VERGONHA!!!!

Denúncia feita por um seguidor da pagina, que prefere não se identificar.

Linha 2339, CG – Centro.
Todo mundo de janela aberta, pq o ar condicionado está ruim.
Preço da pasaagem: 14,00.
Essa empresa tem que sair e entrar outra que mantenha o básico funcionando.
Isso quando não é assaltado no meio da viagem!!!
Os ônibus estão sucateados!
Fora Pégaso!