GOVERNO CLÁUDIO CASTRO AUTORIZOU O AUMENTO DAS PASSAGENS DE ÔNIBUS

GOVERNO CLÁUDIO CASTRO AUTORIZOU O AUMENTO DAS PASSAGENS DE ÔNIBUS

O Governo do Rio, através da Secretaria de Transportes, tomou uma decisão que impactará diretamente os usuários do transporte público: autorizou o aumento da tarifa de ônibus intermunicipal. O reajuste, que chega a cerca de 10%, entrará em vigor a partir do próximo sábado, dia 24.

Essa medida, que visa equilibrar os custos operacionais do sistema de transporte, representa um desafio para muitos cidadãos, especialmente em um momento em que a economia ainda se recupera dos impactos da pandemia.

Os passageiros devem se preparar para ajustar seus orçamentos de acordo com essa nova realidade tarifária. Enquanto isso, as autoridades destacam a importância de investimentos contínuos na melhoria da qualidade e eficiência do serviço prestado, visando garantir uma mobilidade urbana mais acessível e eficaz para todos.

 

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Homem é preso por roubo na Avenida das Américas

Um homem foi preso nesta quinta-feira (22) após realizar roubos na Avenida das Américas, no Recreio, Zona Oeste.
Segundo a Polícia Militar, agentes do 31°BPM (Recreio dos Bandeirantes) realizaram um cerco e detiveram o suspeito, após serem informados dos assaltos da via.
Além da prisão, um simulacro de pistola, dois celulares e um relógio foram apreendidos. O caso foi encaminhado à 16ª DP (Barra da Tijuca).

Autoridades se reúnem em Japeri para tratar sobre tragédia das chuvas no Rio

Rio – Autoridades de cidades afetadas pelo temporal que atingiu a Baixada Fluminense e o Sul Fluminense se reúnem na manhã desta sexta-feira (23) com representantes do Governo do Estado e do Governo Federal para definirem ações que diminuam os danos da população afetada. A reunião acontece na Câmara Municipal de Japeri, município que registrou duas mortes, sendo uma de um menino de 2 anos. Ao todo, oito pessoas morreram no Estado do Rio e uma criança segue desaparecida.

O encontro começou às 10h50 e é presidido por André Ceciliano, secretário especial de Assuntos Federativos. A reunião também conta com a presença do secretário nacional de Defesa Civil, Wolnei Wolff, do secretário de Estado de Governo, Bernardo Rossi, e do coronel Leandro Monteiro, secretário de Estado de Defesa Civil.

O prefeito de Queimados, Glauco Kaizer, defendeu a realização de uma obra de macrodrenagem na região da Baixada para mitigar o efeito das chuvas. Ele afirmou que a obra é cara e precisa de financiamento do Governo Federal ou do Estado.

“A gente fez a sugestão de um projeto de macrodrenagem para a região. Somos banhados por um mesmo rio. Precisamos fazer a manutenção dos rios e a drenagem para entender o desague da bacia hidrográfica e mitigar o efeito das chuvas”, defendeu.

O objetivo principal da reunião é traçar medidas de emergência para amparar a população que ficou desalojada e identificar situações de risco. Em Queimados, 50 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas da noite de quarta-feira (21). A cidade tem mil pessoas desalojadas. Um ponto de apoio foi montado na Escola Metodista, recebendo a população em área de risco com colchões e insumos.

“Estamos fazendo o socorro o mais rapidamente que conseguimos. Estamos com parceria com a Marinha para conseguirmos maquinário e fazer o socorro em cada bairro”, afirmou Kaizer.

O prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa, afirmou que o momento é de cuidar da dor aguda que a população está sentindo. A cidade teve duas mortes registradas. Lisboa também pediu ao Governo Federal intervenções em obras.
“É hora de ajuda social, com equipamentos, Defesa Civil. Mas, tratar dessa dor é saber que vamos ter que tratar de novo se não atuarmos no cerne da questão. Existem algumas artérias, como os rios Iguaçu e Botas, que precisam ser cuidados para desaguar na Baía de Guanabara. Nova Iguaçu sofreu de novo”, destacou.
Paracambi, também na Baixada Fluminense, segue com bairros isolados.
O representante do município afirmou que o Estado está ajudando, mas precisa de mais. O município tem posto de saúde alagado e precisa de alimentação e medicamentos. Os desalojados estão entre 200 e 300. Já o secretário de Casa Civil de Belford Roxo, Renatinho Ceciliano, afirmou que a cidade não teve mortes, mas registrou alagamentos.
O secretário de Defesa Civil de Mesquita, Alex Cruz, reforçou a necessidade de que haja uma política pública preventiva. “Não teve alagamentos graves, mas entrou água na prefeitura, em bancos e algumas ruas”, contou.

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