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Não é criticando os funcionários das clínicas da família, mas acho que esse modelo de “posto de saúde” não deveria mais existir.
Uma certa vez, tentei ser atendido em uma clínica aonde minha vó mora, não consegui pois segundo a agente de saúde disse que não poderia, pois não morava na área, mesmo dando o endereço da minha vó.
Minha tia tentou uma consulta para o seu esposo, ele teve AVC e precisava de fisioterapia, ela tentou isso pelo SUS.
Então, ela foi até a clínica da família aonde atendia a sua área que é no postinho do Barata.
Ela não conseguiu, pois este posto não atende a sua área mais. Mandaram ela procurar, a nova CF no Periquito, aonde ela não conseguia atendimento.
Teve que ligar para 1746 para voltar a ser atendida no posto do Barata.
Enfim, com muito custo conseguiu e mesmo assim não foi atendida pelo médico e sim por um enfermeira que é um absurdo.
Com todo respeito aos agentes de saúde e quem trabalha nessas clínicas da família, vocês só dificultam os pacientes que necessitam usar o SUS.
Sei que a culpa não é inteiramente de vocês, MAS SE FOSSE UM FAMILIAR DE VOCÊS, que necessitasse de um atendimento médico, não haveria tanta burocracia.
É direito do cidadão ser atendido em qualquer clínica da familia senhor Marcelo Crivella, está na constituição brasileira o Prefeitura do Rio de Janeiro que a “saúde é dever do estado e o direito de todos”.
Antigamente a gente madrugava na fila(NÃO É E NUNCA SERÁ JUSTO), mas conseguíamos com sacrifício ser atendido pelo clínico ou por especilista que cuida da “nossa” moléstia.
Tenho pena de quem tem alguma doença grave, que necessite o usar estas clínicas.
“Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”




