A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) emitiu uma determinação urgente que impacta consumidores de todo o país: a proibição imediata da venda do vinagre de maçã da marca Castelo. A decisão foi tomada após o produto ser reprovado em testes laboratoriais oficiais, acendendo um alerta importante sobre sua segurança.
O resultado que motivou a medida veio do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) do Distrito Federal, responsável por análises fiscais que garantem a conformidade e a qualidade de alimentos que chegam à mesa dos brasileiros. No Laudo de Análise Fiscal Definitivo, o vinagre foi reprovado no ensaio de pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre, substância que, quando presente em níveis acima dos permitidos, pode representar riscos à saúde.
O dióxido de enxofre é um conservante utilizado em alguns alimentos e bebidas, mas sua presença deve obedecer a limites rigorosos definidos pela legislação. Em quantidades excessivas, pode causar reações adversas, como irritação nas vias respiratórias, desconforto gastrointestinal e crises alérgicas, especialmente em pessoas sensíveis ou com histórico de asma.
Com a reprovação, a ANVISA determinou que o lote irregular seja imediatamente retirado de circulação, orientando consumidores e estabelecimentos comerciais a suspenderem qualquer comercialização do produto. A agência também reforçou que, caso alguém tenha adquirido o vinagre recentemente, a recomendação é interromper o uso e buscar informações junto aos canais de atendimento da fabricante ou às autoridades sanitárias locais.
A marca Castelo, tradicional no mercado brasileiro, ainda não se pronunciou oficialmente sobre a determinação e sobre as medidas que serão adotadas diante do laudo.
A orientação geral é de que a população fique atenta aos comunicados oficiais, confira os lotes adquiridos e priorize sempre produtos regularizados. A ANVISA segue monitorando a situação, garantindo que apenas alimentos seguros continuem disponíveis ao consumidor.



