A Prefeitura do Rio proibiu a utilização de celulares e outros dispositivos eletrônicos pelos alunos nas unidades escolares da rede pública municipal de ensino. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (2) e entra em vigor a partir de março.
Desde agosto, os alunos já não podiam usar os aparelhos dentro das salas de aulas. Com o novo decreto, fica proibido também o uso fora, quando houver explanação do professor e/ou realização de trabalhos individuais ou em grupo na unidade escolar e durante os intervalos, incluindo o recreio.
“Os celulares e demais dispositivos eletrônicos deverão ser guardados na mochila ou bolsa do próprio aluno, desligado ou ligado em modo silencioso e sem vibração, ou outra estratégia de preferência da equipe gestora da unidade escolar”, diz um trecho.
De acordo com o secretário de Educação Renan Ferreirinha, o uso excessivo de aparelhos eletrônicos atrapalha a concentração e prejudica diretamente a aprendizagem.
“É como se o aluno saísse de sala toda vez que vê uma notificação. Não tem como prestar atenção e aprender de forma plena assim e nós não podemos menosprezar esse problema ou fingir que ele não existe. Além disso, escola é lugar de interagir com amigos e ficar no celular atrapalha a convivência social, deixa a criança isolada em sua própria tela. E ressalto que a gente não é contra o uso de tecnologia na educação, mas ela precisa ser usada de forma consciente e responsável. Do contrário, em vez de uma aliada, ela pode se tornar uma vilã do processo educacional”, disse.
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Prefeitura do Rio proíbe uso de celulares nas escolas municipais
A partir de março, os alunos das escolas públicas municipais do Rio de Janeiro não poderão mais utilizar celulares e outros dispositivos eletrônicos durante o período escolar. A medida, estabelecida por decreto publicado nesta sexta-feira (2), amplia a proibição que já existia desde agosto, quando os alunos foram impedidos de utilizar os aparelhos dentro das salas de aula.
Com a nova regulamentação, fica vedado o uso de celulares mesmo fora das salas de aula, incluindo os intervalos e o recreio. Os dispositivos devem ser guardados na mochila ou bolsa do aluno, desligados ou no modo silencioso, conforme determinação da equipe gestora da unidade escolar.
O secretário de Educação, Renan Ferreirinha, justificou a medida apontando para os prejuízos causados pelo uso excessivo de dispositivos eletrônicos na concentração e aprendizagem dos alunos. Segundo ele, a constante distração provocada por notificações e a falta de interação social durante os intervalos podem comprometer significativamente o processo educacional.
Ferreirinha ressaltou que a intenção não é demonizar a tecnologia, mas sim promover o seu uso consciente e responsável no ambiente escolar. Ele destacou que, quando mal utilizada, a tecnologia pode se tornar um obstáculo ao invés de uma ferramenta educacional.
A medida da Prefeitura do Rio reflete uma preocupação crescente com os efeitos negativos do uso indiscriminado de dispositivos eletrônicos nas escolas, buscando criar um ambiente mais propício para a aprendizagem e interação social entre os estudantes.



