Um ataque brutal chocou o Equador e ganhou repercussão internacional após assassinos fortemente armados, disfarçados de policiais, invadirem um campo de futebol e executarem três homens a sangue-frio. O crime ocorreu no início de janeiro de 2026, em uma comunidade próxima à cidade de Guayaquil, na província de Guayas, uma das regiões mais violentas do país.
De acordo com informações confirmadas por autoridades equatorianas e veículos internacionais, os criminosos chegaram ao local vestindo uniformes semelhantes aos da polícia, o que facilitou o acesso sem levantar suspeitas. Ao entrarem no campo, onde acontecia uma partida amadora, os atiradores renderam os seguranças, amarraram as vítimas e efetuaram diversos disparos, executando os alvos no local.
As vítimas foram identificadas como Stalin Rolando Olivero Vargas, conhecido como “Marino”, Jefferson Xavier Salon Olivero e Richard Josué Mina Vergara. Segundo a polícia, os três possuíam ligações com organizações criminosas, o que reforça a principal linha de investigação: acerto de contas entre facções rivais envolvidas no narcotráfico e no crime organizado.
Após a ação, os criminosos fugiram sem deixar pistas imediatas. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e as autoridades seguem analisando imagens de câmeras de segurança e colhendo depoimentos de testemunhas.
O caso escancara o cenário alarmante de violência vivido pelo Equador, que enfrenta uma escalada de crimes ligados ao tráfico de drogas, execuções públicas e disputas territoriais entre gangues. A utilização de disfarces policiais aumenta ainda mais a sensação de insegurança da população, que teme não saber mais em quem confiar.
O governo equatoriano prometeu reforçar as operações de segurança na região e acelerar as investigações para identificar e capturar os responsáveis por mais esse episódio de terror.




