Desde que foi preso na Superintendência da Polícia Federal, o ex-presidente Jair Bolsonaro tem adotado uma rotina distinta da maioria dos detentos. De acordo com informações confirmadas por veículos de imprensa, Bolsonaro recusou as refeições oferecidas pela PF e passou a receber comida preparada por familiares e aliados, seguindo orientações médicas específicas.
Segundo relatos, a defesa e pessoas próximas ao ex-presidente afirmam que ele segue uma dieta considerada “simples e com baixo teor de gordura”, prescrita por médicos que acompanham sua saúde desde antes de sua prisão. Esta alimentação especial, composta por itens como pão com ovo, café com leite e refeições leves, estaria alinhada às limitações e recomendações clínicas que Bolsonaro enfrenta há anos.
A Polícia Federal permitiu a entrada dos alimentos após inspeção rigorosa, procedimento padrão para qualquer item entregue a detentos. Os familiares têm comparecido com frequência para levar marmitas e uma caixa térmica com refeições preparadas fora, o que demonstra a preocupação com o estado físico e o bem-estar do ex-presidente durante o período de detenção.
Fontes afirmam que Bolsonaro tem mantido uma rotina relativamente regrada, com horários definidos para alimentação, leitura e consultas com advogados. A recusa do cardápio institucional da PF ocorre em meio a debates públicos sobre sua atual condição e sobre como tem sido sua adaptação às regras da prisão.
A informação repercutiu rapidamente nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos. Enquanto uns veem a atitude como uma necessidade de saúde, outros questionam se o tratamento ao ex-presidente é diferente do oferecido a outros detentos.
Apesar das controvérsias, a recomendação médica foi apontada como o motivo principal para a mudança alimentar. Assim, Bolsonaro segue cumprindo sua rotina carcerária com refeições personalizadas e monitoradas de perto, em meio a um dos momentos mais delicados de sua trajetória política.



