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Sobe para 17 o numero de infectados pelo coronavirus em Campo Grande!!

 

Segundo o mapa painel Rio covid 19, que podemos acompanhar em tempo real, os numeros de infectados pelo coronavirus

Segundo o mapa, há confirmado  17 casos de covid-19 em Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro

Esses Numeros aumentaram em menos de uma semana de 7 para 17…

O mapa não diz especificamente aonde é e quem foi infectado

Acompanhe em tempo real aqui…

https://experience.arcgis.com/experience/38efc69787a346959c931568bd9e2cc4

Mais informação em instantes em nosso site

 

Justiça Federal suspende restrição na circulação de transportes intermunicipais

 

Justiça Federal suspende restrição na circulação de transportes intermunicipais

A medida fazia parte de um decreto publicado pelo governador Wilson Witzel

A Justiça Federal determina que o Estado se abstenha de promover a restrição na locomoção, circulação e transporte de pessoas e veículos entre a Região Metropolitana e os demais municípios do Rio de Janeiro.

A decisão liminar da juíza de plantão Marianna Carvalho Belloti proíbe ainda a restrição de circulação entre as cidades de Volta Redonda, Barra Mansa e Pinheiral, e as outras regiões do estado. A medidas fazia parte de um decreto publicado pelo governador Wilson Witzel no dia 3 de abril e entraram em vigor ontem.

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal.

Na decisão, a magistrada destacou que a proibição de circulação intermunicipal de passageiros nas modalidades regular, fretamento e complementar, pode gerar danos à população, em especial dos municípios do interior, marcadamente de baixa renda, e que depende do transporte público. Para ela, a medida fere o direito fundamental de liberdade de locomoção.

Ficou estabelecida multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por dia em caso de descumprimento.

A juíza federal também diz que a questão da ilegalidade ou inconstitucionalidade de usurpar competência é uma questão secundária na ação civil pública. Ela diz que as restrições impostas devem observar o princípio de proporcionalidade.

A magistrada sugere que o tratamento da locomoção de pessoas tinha que se dar de formas linear, ou seja, alcançando todo o território nacional. E lembra de uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a mesma questão em São Paulo destacou que decisões isoladas, que atendem apenas a uma parcela da população e de uma única localidade, têm potencial maior de causar desorganização na administração pública como um todo, e pode até mesmo ter efeito contrário do pretendido.

O governo estadual ainda não se manifestou sobre a decisão.

 

Governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel Tira o SAMU Dos Bombeiros.

 

Governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel Tira o SAMU Dos Bombeiros.

O governador do Rio, Wilson Witzel tirou o SAMU do corpo de bombeiros que não tinha custo nenhum, e contratou sem licitação uma empresa particular pela quantia de 76,5 Milhões.
A contratação por R$ 76,5 milhões da empresa OZZ Saúde Eireli para fazer a gestão do SAMU na cidade do Rio de Janeiro, que antes era feita exclusivamente pelo Corpo de Bombeiros.

Estado do RJ compra respiradores pelo dobro do preço com empresa de informática

Por

Ruben Berta

A necessidade de um equipamento que pode ser decisivo para salvar vidas durante a pandemia do coronavírus está servindo de justificativa para que o governo de Wilson Witzel gaste milhões de reais numa compra com um preço completamente fora da realidade.
No início deste mês, a Secretaria estadual de Saúde pagou R$ 9,9 milhões por 50 respiradores – ou ventiladores pulmonares – à empresa A2A Comércio Serviços e Representações LTDA. Ou seja, cada aparelho saiu por R$ 198 mil, com direito à liberação antecipada dos recursos.
Fontes ouvidas pelo blog afirmaram que, mesmo no atual momento, o preço de um equipamento como o adquirido pelo estado não passaria de R$ 100 mil. Em média, o valor que vem sendo cobrado no mercado gira em torno de R$ 70 mil a R$ 80 mil. Ou seja, numa estimativa conservadora, o Executivo fluminense estaria gastando R$ 4,9 milhões a mais do que deveria.
E mais: esta é apenas a primeira leva de uma compra que totaliza 300 respiradores. Há previsão de um gasto total de R$ 59,4 milhões. E o sobrepreço pode atingir pelo menos R$ 29,4 milhões.

Intel, Apple, Microsoft…

Mas a história não termina aí. A A2A Comércio Serviços e Representações não é uma empresa de comércio de aparelhos hospitalares, mas sim de venda de equipamentos de informática.
O próprio site da companhia informa que ela trabalha com software e hardware de empresas como Intel, Apple e Microsoft. Entre os serviços oferecidos estão instalação de circuito fechado de TV, help desk e desenvolvimento de projetos de TI.
Na página da Receita Federal, a atividade principal da empresa é “comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática”. As atividades secundárias são: “outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente”; “representantes comerciais e agentes do comércio de mercadorias em geral não especializado” e “reprodução de software em qualquer suporte”.
A A2A nunca havia assinado qualquer contrato com o estado. Em seu site, diz que tem a Petrobras como uma de suas clientes, mas não há nenhuma referência à empresa no portal de transparência da estatal.

Nem fabricante tem

E os problemas não são só esses. Tanto a proposta comercial da empresa quanto a nota fiscal dos produtos sequer trazem ao certo quem é o fabricante do ventilador pulmonar. A proposta comercial ainda veio da seguinte forma: respirador modelo PA 700B Adv “ou similar”.

Segundo fontes do mercado ouvidas pelo blog, este modelo é praticamente desconhecido no Brasil e, pelas especificações técnicas, estaria longe de ser um equipamento de primeira linha.
Na internet, um respirador semelhante é encontrado em sites que revendem produtos chineses por preços de até US$ 3 mil (sem frete e impostos).

A empresa, que tem sede no Centro do Rio, pertence a Aurino Batista de Souza Filho e Raul Claudio dos Santos Oliveira e tem capital social de R$ 20 mil.
Aurino, que aparece nos documentos enviados ao governo estadual como representante da A2A, também é sócio da CAF Tecnologia Comércio e Serviços, que também comercializa materiais de informática. A empresa tem R$ 763 mil inscritos na Dívida Ativa da União.

Autorização de subsecretário

A autorização para o pagamento antecipado de R$ 9,9 milhões para a compra dos respiradores foi assinada no dia 2 de abril pelo subsecretário executivo de Saúde, Gabriell Neves.
Em sua justificativa, ele cita um “verdadeiro ‘esvaziamento’ do mercado, tornando-o escasso e sensível aos olhos da emergencialidade que se apresenta”.
Realmente, os ventiladores pulmonares têm sido muito disputados em todo mundo por serem cruciais no tratamento de pacientes graves com a Covid-19. Ainda assim, com valores bem menores. O governo federal, por exemplo, comprou 15 mil respiradores da China ao preço de US$ 13 mil cada. Ou pouco menos de R$ 70 mil.
Há outros exemplos como o do governo de Pernambuco, que adquiriu 13 unidades importadas por R$ 74 mil cada para serem usados no Hospital de Servidores do Estado. Em março, a prefeitura de São José dos Campos (SP) comprou 30 respiradores por pouco mais de R$ 50 mil cada. Neste caso, porém, os equipamentos eram de produção nacional.
O blog tentou entrar em contato com a A2A por telefone, sem sucesso.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde enviou a seguinte nota às 21h30m de terça (7):
“A Secretaria de Estado de Saúde esclarece que abriu auditoria permanente para acompanhar todos os contratos realizados durante o período de estado de emergência.
A secretaria informa que, com base na Lei 13.979/2020, tomou medidas necessárias com o objetivo de oferecer o melhor atendimento prestado à população neste momento de pandemia, garantindo transparência e legalidade no processo. A secretaria esclarece que verificou variação de valores nos produtos neste momento de busca global por respiradores e EPIs”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Urgente!! Crivella decreta estado de calamidade pública no município do Rio

 

O prefeito Marcelo Crivella publicou na noite desta quarta-feira uma edição extra do Diário Oficial na qual decreta estado de calamidade pública na cidade devido a epidemia do Covid-19 . A informação foi divulgada pelo colunista Ancelmo Góis . O reconhecimento do estado de calamidade permite que a prefeitura descumpra vários itens da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), inclusive relaticos a limtes de despesas de gasto com pessoal. O município também pode descumprir, mesmo em ano eleitoral, metas fiscais para evitar rombos nas contas públicas. Ou seja que as despesas feitas superem o que a prefeitura dispõe em caixa.
No entanto, a LRF estabelece que o reconhecimento do estado de calamidade terá que ser referendado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para que produza efeitos. O GLOBO apurou que Crivella enviou ofício no fim do dia para o legislativo estadual

— Pretendo votar um Decreto Legislativo na terça-feira que reúna todos os pedidos de muncípios que encaminharem a requisição até a segunda-feira. O ofício da capital ainda não chegou. Mas já temos solicitações de Cardoso Moreira, Paracambi, Angra dos Reis, Bom Jardim, Mangaratiba, Carmo e São Gonçalo por intermédio da associação de Prefeitos do estado — disse o presidente da Alerj, André Ceciliano.
Na justificativa para a edição do Decreto, Crivella afirma que a medida era necessária porque precis implementar ” de medidas de natureza orçamentária, financeira e fiscal” capazes de garantir, em caráter excepcional, a proteção à saúde pública. E que a decisão tomou como fundamento a declaração de Emergência em saúde decretada pelo Ministério da saúde em fevereiro devido à pandemia.

 

São Paulo compra 5 mil sacos para enterrar pessoas vítimas do novo coronavírus

 

 

Infelizmente a pandemia do novo coronavírus continua fazendo vítimas fatais em São Paulo, por isso a prefeitura decidiu comprar 5 mil sacos especiais para o sepultamento exclusivo das pessoas que vierem a óbito pela Covid-19 nos cemitérios da capital.

A prefeitura fez esse pedido de forma emergencial para atender a determinação técnica, garantindo assim maior proteção para os funcionários do Serviço Funerário Municipal que precisam lidar com os corpos e assim correm alto risco

A revista Veja procurou a gestão do prefeito Bruno Covas para obter maiores informações, mas ainda não teve retorno sobre a base de dados que foi usada para chegar à conclusão de que seria preciso comprar 5 mil sacos, que ficou no valor de R$ 256.700.

Mesmo assim esses 5 mil sacos deixam claro que a administração espera uma alta no número de mortes devido ao novo coronavírus nos próximos dias. Alguns funcionários do Serviço Funerário disseram que esta foi a primeira vez que uma compra desse tipo de produto precisou ser feita.

A prefeitura, no termo de referência, atribuiu esta compra emergencial à pandemia causada pelo novo coronavírus e alegou que estava atendendo a uma determinação da Anvisa.

Segundo o documento, todos os corpos das vítimas da Covid-19 precisam ser envolvidos em um manto confeccionado em material impermeável antes de serem levados para as urnas. Desses 5 mil sacos, 100 foram solicitados em dimensões menores para atender a crianças e adolescentes.

O Cemitério da Vila Formosa em São Paulo, que é o maior da América Latina, vem registrando um número maior de abertura de covas. Segundo funcionários, são abertas cerca de 100 covas diariamente.

DOS 28 CONVIDADOS NUMA FESTA, 14 TIVERAM SINTOMAS, 3 IRMÃOS MORRERA..

 

DOS 28 CONVIDADOS, 14 TIVERAM SINTOMAS.

3 IRMÃOS MORRERA..😥😲😲

Os familiares que estiveram numa festa de aniversário em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, no dia 13 de março, seguem em isolamento. Dos 28 convidados do evento, 14 tiveram sintomas de Covid-19. Entre os casos, três irmãos, com mais de 60 anos, tiveram complicações graves e morreram cerca de duas semanas depois.

Um dia antes da festa, a responsável pelo evento, uma servidora pública, havia completado 59 anos. O avanço do coronavírus quase fez a família desistir da reunião.

— Ficamos em dúvida, mas decidimos fazer, porque não eram tantos casos no país — contou a aniversariante à BBC News Brasil.

No dia 13 de março, o isolamento social ainda era pequeno. Dias depois, os estados adotaram medidas mais rigorosas.

A festa da servidora, um churrasco realizado no quintal de sua casa, teve 28 convidados. Entre as pessoas que foram ao evento estavam os irmãos do marido dela, o servidor público Paulo Vieira, de 61 anos, uma das três vítimas fatais da família.

Nos dias seguintes ao evento, os parentes começaram a apresentar sintomas como tosse, febre, dificuldades para respirar ou diarreia. A estimativa da família é de que metade dos convidados teve algum problema de saúde após a festa.

Pouco mais de duas semanas após o aniversário, a alegria deu lugar ao luto. Na semana passada, três irmãos da mesma família morreram com suspeita do novo coronavírus. Os exames ainda não ficaram prontos e não têm previsão para que sejam concluídos, em razão da demanda em todo o país.

— Os médicos que os acompanharam disseram ter 99% de certeza de que era Covid-19, pelo quadro clínico deles e pela forma como se deu toda a situação — disse a servidora, que, assim como o único filho, também apresentou sintomas para o vírus, mas se recuperou.

Dois dias depois da festa, Maria Salete, aposentada de 60 anos, começou a passar mal, com diarreia. Diabética e hipertensa, a situação dela piorou com o passar dos dias. Depois dela, diversos parentes também relataram problemas de saúde. Nem todos necessitaram de ajuda médica.

A internação de Salete numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) logo acendeu o alerta na família. Horas mais tarde, seu irmão Clóvis, mecânico de 62 anos, foi levado para um hospital público em Itapecerica, internado e entubado. A tomografia dos pulmões, assim como a de Salete, apontou para uma situação semelhante à causada pela Covid-19.

No dia seguinte, Paulo também foi ao hospital. Com histórico de atleta, ele era considerado o mais saudável entre os irmãos. Tinha hipertensão controlada.

Na manhã da última quarta-feira, Salete teve parada cardiorrespiratória. Não resistiu. No dia seguinte, Clóvis morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Na sexta-feira, dia 3, Paulo também morreu.

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Via: Jornal Extra

 

Mundo pode enfrentar falta de camisinhas por conta da pandemia da Covid-19

 

A quarentena adotada por vários países contra a pandemia da Covid-19 pode ter uma consequência inesperada: a falta de preservativos. Várias fábricas do produto estão paralisadas por conta da crise do coronavírus. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que, caso a situação chegue a esse ponto, as consequências serão “desastrosas”.

Na Malásia, um dos maiores produtores de camisinhas do mundo, políticas de isolamento estão em vigor desde 18 de março por conta do aumento no número de casos da Covid-19 no país. A Karex, que fabrica um a cada cinco preservativos no mundo, foi duramente afetada pelas restrições e estima que produzirá 200 milhões de camisinhas a menos até o fim do mês.

— O mundo enfrentará sem dúvida uma falta de preservativos — disse o diretor-executivo da Karex, Goh Miah Kiat, à AFP. — É um motivo de preocupação grande pois as camisinhas são um item sanitário de primeira necessidade.

A companhia, que fornece preservativos para várias companhias e governos ao redor do mundo, além de projetos humanitários, decidiu interromper a produção em três fábricas na Malásia. O governo malaio autorizou o retorno das atividades, mas apenas com 50% dos funcionários.

A Agência das Nações Unidas para a Saúde Sexual e Reprodutiva (UNFPA, na sigla em inglês) adverte que só poderá atender de 50% a 60% dos pedidos de fornecimento de preservativos que habitualmente recebe.

— O fechamento de fronteiras e as demais medidas de restrição prejudicam o transporte (de mercadorias) em vários países e regiões. Uma falta generalizada de preservativos ou qualquer outro meio contraceptivo pode gerar um aumento de gestações indesejadas com consequências desastrosas para a saúde e o bem-estar de adolescentes, mulheres, seus parceiros e famílias — indicou um porta-voz da UNFPA.

A agência também teme um aumento no número de abortos clandestinos e de contágios por doenças sexualmente transmissíveis, em especial a Aids.

 

 

 

 

 

 

 

LIGHT VAI CORTAR LUZ DE EMPRESA QUE ATRASAR

 

LIGHT PEDE E CONSEGUE : VAI CORTAR LUZ DE EMPRESA QUE ATRASAR

Os donos de estabelecimentos comerciais que não fazem parte do segmento de serviços essenciais e que, por isso, não estão podendo trabalhar – devido às medidas restritivas impostas pelo Governo do Estado para conter a proliferação do Coronavírus – terão que se virar para pagar suas contas de luz.

Isso porque o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) acatou, nesta quarta-feira (08/04), de maneira quase que absurda, o pedido da Light de suspensão da liminar que proibia o corte de energia elétrica. A medida havia sido solicitada como Ação Civil Pública pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

A lei estadual 8.769/2020 foi considerada inconstitucional pelo TJRJ, pois, de acordo com o órgão, é responsabilidade do Governo Federal – e não do Estado – a legislação a respeito do assunto, através da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Infelizmente, foi tomada essa decisão. Minha loja, que é minha única fonte de renda, está fechada desde meados de março. Não sei como vou arrumar recursos para pagar essa conta, que beira os R$ 900”, lamentou o comerciante Henrique Correia, dono de uma lanchonete na Penha Circular, Zona Norte do Rio.

A Light, porém, segue impedida de suspender o fornecimento de energia nos seguintes casos: Empresas que prestem serviços e/ou atividades considerados essenciais; Locais onde existam pessoas usuárias de equipamentos vitais e dependentes de energia elétrica; Clientes residenciais.

Como se não fosse o bastante, a Light fez questão de ressaltar, ainda, que os clientes devem continuar pagando suas contas em dia e que a proibição no corte de fornecimento desses estabelecimentos citados acima não impede demais medidas legais para a cobranças dos débitos, a partir da data de vencimento.

Fonte : Diário do Rio

Light pede e consegue: vai cortar a luz da empresa que atrasar