A família de Charles Henrique da Silva Camara vive momentos de angústia desde a madrugada em que ele desapareceu na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O homem foi visto pela última vez por volta de 1h35, no bairro Magarça, mais precisamente na região do Jardim Luana, em Campo Grande. Desde então, não houve mais contato, o que aumentou a preocupação de parentes e amigos.
Morador do Vilar Carioca, em Cosmos, Charles teria saído do local onde foi visto seguindo justamente em direção ao seu bairro de origem. Segundo relatos, ele pilotava uma moto vermelha, de placa KOY2E57, quando deixou a região. A motocicleta é considerada uma peça-chave para ajudar na identificação e localização do desaparecido.
No momento em que foi visto pela última vez, Charles vestia blusa preta, bermuda preta e tênis preto. Um detalhe que pode facilitar o reconhecimento é que ele carregava uma mochila rosa, item que chama atenção e pode ajudar moradores e comerciantes a recordarem de possíveis avistamentos ao longo do trajeto.
Desde o desaparecimento, familiares têm feito buscas por conta própria, divulgado informações em redes sociais e grupos de mensagens e pedido o apoio da população local. A expectativa é que qualquer detalhe, mesmo que pareça simples ou sem importância, possa contribuir para esclarecer o caso e levar ao paradeiro de Charles.
A Zona Oeste do Rio é extensa e possui diversos acessos entre bairros, o que dificulta as buscas e torna fundamental a colaboração de quem circula pela região durante a madrugada, como motoristas de aplicativo, mototaxistas, frentistas, vigilantes e moradores que costumam ficar acordados nesse horário.
A família reforça o apelo para que a população compartilhe as informações e entre em contato caso tenha visto Charles ou a motocicleta descrita. Qualquer informação pode ser decisiva para localizar o desaparecido e trazer alívio a todos que aguardam por notícias.
📞 Informações podem ser repassadas pelo telefone/WhatsApp: (21) 97540-0659
Quem tiver qualquer dado relevante é orientado a entrar em contato imediatamente. A solidariedade da população pode fazer toda a diferença neste momento delicado.
