Por volta das 15 horas desta quarta-feira, uma tragédia abalou os moradores de Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um ônibus da linha Campo Grande x Rio da Prata atropelou e matou um homem na Estrada do Cabuçu, na altura do bairro Glicínia. A vítima, identificada como Ricardo Caetano, de 45 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu na hora.
Ricardo, conhecido na região por seu trabalho voluntário com jovens em situação de vulnerabilidade, era uma figura querida e respeitada pela comunidade. Seu falecimento deixou um vazio irreparável entre familiares e amigos. Muitos se reuniram no local do acidente, em estado de choque e profunda tristeza.
O acidente ocorreu quando Ricardo tentava atravessar a estrada. Segundo testemunhas, o motorista do ônibus não teve tempo de frear e evitar a colisão. “Foi tudo muito rápido. Ele estava atravessando a rua e o ônibus veio na direção dele. Não deu para fazer nada”, relatou um dos moradores que presenciou o ocorrido.
O motorista do ônibus, cuja identidade não foi divulgada, ficou inconsolável com a tragédia. De acordo com colegas de trabalho, ele é um profissional experiente e cuidadoso no trânsito, o que torna o incidente ainda mais doloroso para ele. “Ele está em estado de choque. É um excelente motorista, sempre atento e prudente. Está devastado com o que aconteceu”, disse um dos colegas.
Equipes de emergência foram acionadas imediatamente, mas, infelizmente, Ricardo já estava sem vida quando chegaram ao local. A Polícia Militar isolou a área para realização da perícia, que deve determinar as circunstâncias exatas do acidente.
A empresa responsável pela linha Campo Grande x Rio da Prata divulgou uma nota de pesar, expressando condolências à família de Ricardo e comprometendo-se a colaborar com as autoridades na investigação. “Lamentamos profundamente o ocorrido e estamos à disposição para prestar todo o suporte necessário aos familiares da vítima”, afirmou a nota.
O acidente levantou debates sobre a segurança no trânsito na Estrada do Cabuçu, uma via movimentada que há tempos é alvo de reclamações dos moradores por falta de sinalização adequada e alta velocidade dos veículos. “A gente vive com medo de atravessar essa estrada. Já pedimos por sinalização e lombadas várias vezes, mas nada foi feito”, desabafou um residente da área.
Amigos e familiares de Ricardo organizam uma vigília em sua memória, marcada para esta sexta-feira na praça central do bairro Glicínia. “Ele era uma pessoa maravilhosa, sempre ajudando os outros. Vamos sentir muita falta dele”, disse um dos amigos mais próximos.
Que a memória de Ricardo Caetano inspire a todos a lutar por um trânsito mais seguro e humanizado. Que essa tragédia sirva de alerta para que medidas sejam tomadas e outras vidas sejam preservadas. Aos familiares e amigos, nossos mais profundos sentimentos.
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