A morte do motoboy Hiago Pacheco da Costa, de 32 anos, assassinado em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, continua causando forte comoção entre familiares, amigos, colegas de profissão e moradores da região. O crime, ocorrido na noite da última segunda-feira (02), reforça a sensação de insegurança vivida diariamente por trabalhadores que dependem da motocicleta para garantir o sustento de suas famílias.
Hiago, nascido em 06 de agosto de 1993, teve sua vida interrompida de forma brutal aos 32 anos, deixando familiares devastados e uma rede de amigos inconformados com mais um caso de violência letal no bairro. Conhecido por ser trabalhador, dedicado e sempre disposto a ajudar, ele era bastante querido por colegas motoboys, que frequentemente relatam os riscos constantes enfrentados durante o exercício da profissão.
O velório de Hiago Pacheco da Costa será realizado nesta quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026, no Cemitério de Campo Grande, localizado na Avenida Cesário de Melo, 4351, em Campo Grande. A cerimônia de despedida acontecerá na Capela 8, das 13h15 às 16h15, reunindo familiares, amigos e pessoas sensibilizadas pela tragédia.
A assistência funeral está sob responsabilidade da Santa Casa Central, que presta apoio à família neste momento de profunda dor. Para aqueles que desejarem prestar homenagens, a família disponibilizou um contato específico para envio de coroas de flores, pelo telefone (21) 96446-7458.
O assassinato de Hiago reacende o debate sobre a violência na Zona Oeste do Rio e a vulnerabilidade dos motoboys, que diariamente enfrentam assaltos, ameaças e situações de extremo perigo. A categoria tem se manifestado nas redes sociais, cobrando justiça, investigação rigorosa e ações efetivas do poder público para garantir mais segurança nas ruas.
Até o momento, as circunstâncias do crime seguem sob investigação pelas autoridades policiais, que buscam identificar os responsáveis. Amigos e familiares pedem justiça e esperam que o caso não seja apenas mais um número nas estatísticas da violência urbana.
A despedida de Hiago marca mais um capítulo triste para Campo Grande, que se une em luto, indignação e solidariedade, clamando por paz, segurança e respeito à vida.



