Cerco na Avenida Brasil: ação do 40º BPM prende quadrilha e frustra roubo de carga em Campo Grande

 

 

Uma grande operação do 40º Batalhão da Polícia Militar resultou na prisão de criminosos e na recuperação de uma carga roubada na Avenida Brasil, na altura do número 40.235, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação ocorreu após um alerta sobre a atuação de uma quadrilha especializada em roubo de cargas na região, prática criminosa que vinha gerando prejuízos e sensação de insegurança para comerciantes, motoristas e moradores.

Segundo a Polícia Militar, a ocorrência teve início a partir de informações do setor de inteligência, que identificou veículos suspeitos circulando pela área e monitorando um caminhão de entregas da empresa Souza Cruz. Diante da movimentação atípica, as equipes do 40º BPM foram mobilizadas e passaram a acompanhar os suspeitos de forma estratégica, aguardando o momento exato para a intervenção.

No instante em que os criminosos tentaram abordar o veículo de carga, os policiais montaram um cerco tático, conseguindo interceptar os envolvidos antes que a fuga fosse iniciada. Durante a ação, três homens foram presos: Moyses dos Santos Mathias, que possui anotação criminal pelo artigo 180 do Código Penal; Luiz Henrique de Souza Melo; e Alex Sandro Melo Cruz, que já tinha passagens pelo artigo 157 e um mandado de prisão em aberto.

Durante a ocorrência, a PM apreendeu diversas caixas de cigarros — ainda em processo de contagem — além de dois veículos utilizados pelo grupo: um Fiat Fiorino branco, placa SYE-0961 (MG), e um Ford Ka Sedan branco, placa QUO-3162 (MG). Também foi encontrado um bloqueador de sinal, conhecido como “jammer”, equipamento frequentemente usado por quadrilhas para impedir o rastreamento de cargas e veículos roubados.

De acordo com as investigações preliminares, parte do grupo atuava como batedores, enquanto outros eram responsáveis pelo transbordo da carga. A quadrilha também é apontada como autora de roubos de veículos e motocicletas em Campo Grande, reforçando o nível de organização e periculosidade dos envolvidos.

Todos os presos foram encaminhados à 35ª Delegacia de Polícia, juntamente com o material recuperado e os automóveis apreendidos. A ação foi elogiada por moradores da região e reforça o trabalho firme, estratégico e eficiente do comando do 40º BPM e de toda a tropa no combate ao roubo de cargas, garantindo mais segurança para a população da Zona Oeste.

 

TERROR NA ZONA OESTE: DRACO DESMONTA NARCOMILÍCIA ARMADA ATÉ OS DENTES EM GUARATIBA

 

 

Uma operação de alto risco realizada por policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) expôs, mais uma vez, o clima de terror vivido por moradores da Comunidade do Piraquê, em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação teve como alvo uma narcomilícia fortemente armada, acusada de impor medo, violência e domínio territorial à população local.

Segundo informações da Polícia Civil, a organização criminosa atuava de forma violenta, combinando práticas típicas do tráfico de drogas com métodos milicianos, como extorsões, ameaças e controle armado da comunidade. Durante a incursão, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início a um intenso confronto armado, gerando pânico entre os moradores da região.

Como resultado da operação, três integrantes do grupo criminoso foram presos em flagrante. Com eles, os policiais apreenderam armamento pesado, considerado de uso restrito e típico de guerra, incluindo fuzis, munições de alto calibre e outros equipamentos bélicos. O material apreendido reforça o nível de organização e o poder de fogo da narcomilícia, que vinha aterrorizando famílias inteiras no Piraquê.

Durante o confronto, um dos criminosos foi neutralizado após trocar tiros com as equipes policiais. De acordo com a corporação, a ação seguiu os protocolos legais, e o indivíduo foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Não houve registro de policiais feridos.

A Polícia Civil destacou que a operação faz parte de uma ofensiva contínua contra grupos criminosos que atuam na Zona Oeste, região que vem sendo palco de disputas violentas entre facções, milícias e narcomilícias. O objetivo é enfraquecer essas organizações, cortar suas fontes de renda e devolver a sensação de segurança aos moradores, que convivem diariamente com o medo.

Moradores relataram momentos de tensão durante a ação, com rajadas de tiros e correria. Apesar do susto, muitos afirmaram sentir alívio com a presença do Estado e esperam que novas operações impeçam o retorno do grupo criminoso.

As investigações continuam para identificar outros integrantes da narcomilícia e possíveis conexões com crimes em bairros vizinhos. A Polícia reforça que denúncias anônimas são fundamentais para o avanço das ações e garante que seguirá atuando com rigor para combater o crime organizado no Rio de Janeiro.

 

Sikêra Jr. é condenado a 3 anos e 6 meses por discurso homotransfóbico em rede nacional

 

 

A Justiça Federal condenou o apresentador José Siqueira Barros Júnior, conhecido como Sikêra Jr., a 3 anos e 6 meses de reclusão por discurso homotransfóbico veiculado em rede nacional. A sentença se refere a declarações feitas durante o programa Alerta Nacional, exibido em 25 de junho de 2021, e foi divulgada neste mês. O caso ganhou ampla repercussão por envolver falas consideradas discriminatórias contra a população LGBTQIA+.

De acordo com a decisão, Sikêra Jr. extrapolou os limites da liberdade de expressão ao proferir comentários ofensivos e generalizantes, associando a homossexualidade a práticas criminosas e utilizando termos pejorativos. Para a Justiça, as declarações configuraram discurso de ódio, o que, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), pode ser equiparado ao crime de racismo quando direcionado a grupos historicamente vulneráveis.

A condenação foi resultado de ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que sustentou que as falas do apresentador não se limitaram a críticas pontuais, mas promoveram estigmatização e incentivo à discriminação. O juízo destacou que a veiculação em televisão aberta amplia o alcance do dano, potencializando seus efeitos sociais.

Embora a pena fixada seja de reclusão, a Justiça determinou a substituição por medidas restritivas de direitos, considerando os critérios legais. Entre as sanções, estão a prestação de serviços à comunidade e o pagamento de 100 dias-multa, com cada dia fixado em cinco salários mínimos. Também foi imposta a destinação de 50 salários mínimos a entidades que atuam na defesa dos direitos da população LGBTQIA+.

A defesa de Sikêra Jr. ainda pode recorrer da decisão, o que mantém o caso em aberto nas instâncias superiores. O apresentador, conhecido por posições políticas alinhadas ao bolsonarismo, já esteve envolvido em outras controvérsias relacionadas a declarações públicas e processos judiciais.

Especialistas ouvidos apontam que a sentença reforça o entendimento de que liberdade de expressão não é licença para discriminação, sobretudo quando a comunicação ocorre em meios de grande alcance. Para entidades de direitos humanos, a decisão representa um marco no enfrentamento ao discurso de ódio no Brasil e sinaliza que manifestações homotransfóbicas podem, sim, resultar em responsabilização penal.

O caso reacende o debate sobre os limites da comunicação na mídia e a responsabilidade de figuras públicas na formação de opinião, especialmente em temas sensíveis que impactam diretamente a dignidade e a segurança de grupos vulneráveis.

 

Pastor condenado por estupro de criança é executado a tiros em praça pública

 

 

O pastor Altair da Silva Santos, de 46 anos, condenado por estupro de uma criança, foi morto a tiros na noite da última segunda-feira (26), na Praça dos Colonizadores, no município de Juara, no interior do Mato Grosso. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil do Estado, que investiga o crime como homicídio doloso e busca identificar os autores e a motivação da execução.

De acordo com a corporação, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta Honda CG Titan. Um dos ocupantes desceu do veículo e efetuou ao menos três disparos de arma de fogo contra Altair, que não resistiu aos ferimentos. Após o ataque, os suspeitos fugiram em alta velocidade e, até o momento, ninguém foi preso.

No momento do crime, Altair prestava serviços à Prefeitura de Juara, como parte do processo de remição de pena, benefício previsto em lei que permite a redução da pena por meio de trabalho. Ele cumpria pena na Cadeia Pública de Juara, de onde saía para realizar atividades autorizadas pela Justiça.

Após o corpo ser encontrado, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito. A área foi isolada para o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizou os procedimentos no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares.

Altair da Silva Santos havia sido preso em dezembro de 2023 pela Delegacia de Polícia de Juara, acusado de estuprar uma adolescente. Em 2024, ele foi condenado a 12 anos de prisão pelo crime, decisão que causou forte comoção na comunidade local.

Segundo o relato da vítima à polícia, o abuso teria ocorrido na residência do pastor, localizada nos fundos da igreja onde ele atuava. A adolescente contou que dormiu no local e que o crime aconteceu durante a noite. Após o abuso, Altair teria pedido que ela não contasse o ocorrido a ninguém.

A jovem também relatou que realizava a limpeza da igreja aos finais de semana, como forma de colaboração com as atividades religiosas. O caso gerou grande revolta entre moradores da cidade à época da prisão, especialmente pelo fato de o crime ter ocorrido em um ambiente de confiança e vínculo religioso.

A Polícia Civil trabalha agora com diversas linhas de investigação, incluindo a possibilidade de execução premeditada. Câmeras de segurança próximas à praça podem auxiliar na identificação dos autores. As autoridades reforçam que qualquer informação pode ser repassada de forma anônima.

 

ALERTA GLOBAL: VÍRUS NIPAH REACENDE TEMOR DE NOVA AMEAÇA LETAL NO MUNDO

 

O vírus Nipah, considerado um dos patógenos mais letais conhecidos pela ciência, voltou a acender o sinal de alerta global após a confirmação de novos casos na Ásia. A doença, que possui taxa de mortalidade que pode chegar a 75%, é monitorada de perto por autoridades de saúde internacionais devido ao seu alto potencial de gravidade e à ausência de vacina ou tratamento específico.

Recentemente, a Índia confirmou casos do vírus no estado de Bengala Ocidental, incluindo profissionais de saúde. Embora o governo indiano afirme que o surto foi contido, o episódio foi suficiente para provocar uma reação em cadeia em diversos países asiáticos, que passaram a reforçar protocolos sanitários em aeroportos, fronteiras e unidades hospitalares.

O Nipah é um vírus zoonótico, transmitido inicialmente de animais para humanos, tendo como principais reservatórios morcegos frugívoros. A infecção pode ocorrer por meio do consumo de alimentos contaminados, contato direto com secreções de animais infectados ou, em situações mais raras, pela transmissão de pessoa para pessoa, especialmente em ambientes hospitalares.

Os sintomas iniciais incluem febre alta, dor de cabeça, dores musculares e vômitos. Em casos mais graves, o vírus pode evoluir rapidamente para pneumonia severa e encefalite, provocando confusão mental, convulsões, coma e morte. O período de incubação geralmente varia de 4 a 14 dias, mas há registros de casos com sintomas surgindo até 45 dias após a infecção.

A repercussão internacional se intensificou após a circulação de informações desencontradas e relatos não verificados nas redes sociais, o que gerou preocupação e comparações com o início da pandemia da Covid-19. Autoridades de saúde alertam que, apesar da gravidade do vírus, não há indícios de disseminação global neste momento.

Organizações internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e centros de controle de doenças reforçam que o risco para outros continentes segue baixo, desde que os protocolos de vigilância sejam mantidos. Ainda assim, o Nipah permanece na lista de vírus prioritários para pesquisa devido ao seu alto potencial pandêmico.

Especialistas destacam que a atenção atual se deve justamente ao aprendizado deixado pela Covid-19: agir preventivamente, combater desinformação e fortalecer sistemas de saúde antes que surtos localizados se tornem crises globais.

Enquanto isso, autoridades pedem cautela à população e reforçam que informações devem ser buscadas apenas em fontes oficiais. O vírus Nipah é real, perigoso e merece vigilância — mas o pânico, neste momento, não se justifica.

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Brasil Registra Média Alarmante de 66 Crianças e Adolescentes Desaparecidos por Dia em 2025

 

 

O Brasil vive uma realidade preocupante e silenciosa: em 2025, 23.919 crianças e adolescentes desapareceram em todo o país, segundo dados oficiais do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), vinculado ao Ministério da Justiça. O número representa uma média chocante de 66 desaparecimentos por dia, evidenciando uma crise que afeta milhares de famílias brasileiras e expõe falhas estruturais na proteção da infância e juventude.

Os dados mostram que a maioria dos desaparecidos está na faixa etária entre 12 e 17 anos, com predominância de meninas, que representam cerca de 61% dos registros. Especialistas apontam que parte significativa dos casos está relacionada a conflitos familiares, violência doméstica, exploração sexual, envolvimento com o crime organizado e vulnerabilidade social. No entanto, há também ocorrências ligadas a sequestros, tráfico humano e aliciamento por redes criminosas, o que aumenta ainda mais a gravidade do cenário.

Apesar do número elevado, autoridades ressaltam que nem todos os casos permanecem sem solução. Uma parcela dos jovens é localizada dias ou semanas após o registro, muitas vezes retornando por conta própria. Ainda assim, milhares de ocorrências seguem sem esclarecimento, deixando famílias em um limbo emocional marcado pela angústia, incerteza e sofrimento contínuo.

Organizações que atuam na defesa dos direitos da criança e do adolescente alertam que os dados podem ser ainda maiores. Isso porque muitos desaparecimentos não são registrados oficialmente, seja por falta de informação das famílias, medo, descrédito nas instituições ou dificuldades de acesso às delegacias, especialmente em áreas periféricas e regiões mais pobres do país.

Especialistas defendem que o enfrentamento do problema exige ações integradas entre governos federal, estaduais e municipais, além do fortalecimento de políticas públicas de prevenção, acolhimento familiar, assistência social e educação. Campanhas de conscientização, investimento em tecnologia para cruzamento de dados, agilidade nas investigações e apoio psicológico às famílias também são apontados como medidas urgentes.

O desaparecimento de crianças e adolescentes não é apenas uma estatística: é uma ferida aberta na sociedade brasileira. Cada número representa uma história interrompida, uma família devastada e um alerta de que proteger a infância precisa ser prioridade absoluta. Enquanto respostas efetivas não chegam, o país segue convivendo com uma tragédia diária que não pode ser normalizada.

 

ANVISA DÁ PASSO HISTÓRICO E AUTORIZA CULTIVO DE CANNABIS MEDICINAL NO BRASIL EM VOTAÇÃO UNÂNIME

 

 

Em uma decisão considerada histórica para a saúde pública e para o setor farmacêutico, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, a regulamentação que permite o cultivo de cannabis para fins medicinais e farmacêuticos no Brasil. A medida foi votada pela Diretoria Colegiada da agência e atende a uma determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia cobrado regras claras para a produção da planta no país.

A nova regulamentação autoriza o cultivo controlado da Cannabis sativa exclusivamente para fins medicinais, científicos e farmacêuticos, estabelecendo critérios rigorosos de segurança, rastreabilidade e fiscalização. A decisão representa um avanço importante para pacientes que dependem de medicamentos à base de cannabis, muitos deles importados a alto custo ou obtidos por meio de decisões judiciais.

Segundo a Anvisa, o cultivo não será liberado de forma ampla. Apenas pessoas jurídicas poderão solicitar autorização, como empresas farmacêuticas, universidades, instituições de pesquisa e associações de pacientes devidamente registradas. O plantio para uso pessoal ou recreativo continua proibido no Brasil, assim como qualquer atividade fora das normas estabelecidas.

Entre as exigências previstas estão o controle do teor de THC — principal substância psicoativa da planta —, que deverá respeitar limites definidos pela agência, além da adoção de sistemas de monitoramento, segurança física dos locais de cultivo e rastreamento de toda a cadeia produtiva, do plantio ao produto final. A Anvisa também determinou padrões sanitários semelhantes aos já aplicados à indústria farmacêutica tradicional.

A regulamentação amplia o marco legal da cannabis medicinal no país, permitindo maior autonomia nacional na produção de insumos e medicamentos, o que pode reduzir custos e ampliar o acesso dos pacientes aos tratamentos. Atualmente, produtos à base de cannabis são utilizados no tratamento de doenças como epilepsia refratária, dores crônicas, esclerose múltipla, autismo e outras condições neurológicas, sempre mediante prescrição médica.

Especialistas avaliam que a decisão pode impulsionar pesquisas científicas, gerar empregos e atrair investimentos para o setor, além de diminuir a dependência de importações. Por outro lado, a Anvisa reforça que o rigor regulatório será fundamental para evitar desvios e garantir que o uso da cannabis permaneça restrito à finalidade medicinal.

A decisão marca um novo capítulo no debate sobre a cannabis no Brasil, trazendo avanços na área da saúde, mas mantendo limites claros quanto ao uso e ao controle da planta.

 

Capitão é expulso da PM após ligação com grupo de extermínio e negociação com traficantes no RJ

 

O comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro decidiu pela demissão de um capitão da corporação, suspeito de envolvimento com grupo de extermínio. A decisão, considerada dura e simbólica, ocorre em meio a investigações que apontam graves irregularidades na conduta do oficial, que agora terá o caso analisado diretamente pelo governador do estado.

O capitão já se encontrava afastado de suas funções desde que veio à tona um áudio comprometedor, no qual ele supostamente aparece negociando com traficantes do Comando Vermelho, facção criminosa que atua fortemente no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O conteúdo do material gerou forte repercussão nos bastidores da segurança pública e acelerou a adoção de medidas disciplinares.

Segundo informações preliminares, o áudio indica uma possível relação indevida entre o oficial e integrantes do tráfico, levantando suspeitas de cooptação, proteção criminosa e até participação em execuções extrajudiciais atribuídas a grupos de extermínio que agem na região. As investigações seguem sob sigilo, mas fontes ligadas ao caso afirmam que o material é considerado grave.

A decisão do comandante da PM reforça o discurso de tolerância zero com desvios de conduta dentro da corporação, especialmente em um cenário de constante cobrança da sociedade por mais transparência e combate à corrupção policial. O caso agora será encaminhado ao governador, que poderá confirmar a demissão ou determinar novas medidas administrativas e judiciais.

Enquanto isso, o episódio reacende o debate sobre a infiltração do crime organizado nas forças de segurança e a necessidade de mecanismos mais rigorosos de controle interno. A Polícia Militar informou que continuará colaborando com as investigações e reafirmou seu compromisso com a legalidade e a segurança da população.

 

( URGENTE) NÃO MORREU!! INFLUENCIADOR “REI DA JOGADA” É AGREDIDO APÓS SEQUESTRO E SEGUE EM ESTADO GRAVE NO RIO

 

 

 

O influenciador digital Iago Nascimento, conhecido nas redes sociais como “Rei da Jogada”, viveu momentos de terror após, supostamente, ter sido sequestrado e brutalmente agredido por traficantes da Rocinha, comunidade localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais nas últimas horas, principalmente após boatos apontarem, de forma equivocada, a morte do influenciador.

De acordo com relatos que circularam na internet, Iago teria sido acusado de ser “X9”, termo usado no meio criminoso para se referir a informantes da polícia. Ainda segundo essas informações, ele teria sido mantido em cativeiro e espancado violentamente pelos criminosos antes de ser socorrido.

Com a rápida disseminação das mensagens, muitos seguidores passaram a acreditar que o influenciador não havia resistido aos ferimentos. No entanto, a informação foi desmentida. Iago está vivo, foi resgatado e encontra-se internado em estado grave no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Ele aguarda a realização de uma cirurgia ortopédica, em decorrência das agressões sofridas.

Diante da onda de desinformação, a assessoria do influenciador divulgou uma nota oficial pedindo cautela e responsabilidade na divulgação de notícias. No comunicado, a equipe afirma que o “Rei da Jogada” está sendo acompanhado por profissionais de saúde e que, assim que possível, ele próprio irá se pronunciar.

A assessoria também alertou para a existência de perfis falsos espalhando informações não verificadas, reforçando que apenas o perfil oficial deve ser considerado como fonte confiável.

O caso segue gerando comoção entre fãs, amigos e seguidores, que utilizam as redes sociais para enviar mensagens de apoio e desejar uma rápida recuperação ao influenciador. Até o momento, não há confirmação oficial das autoridades sobre as circunstâncias do crime.

Rede de Supermercados Guanabara promove Festival de Queijos e Vinhos em São Gonçalo

 

 

_Evento terá consultoria de sommeliers e reúne 16 rótulos, sendo dez exclusivos, provenientes de seis países do mundo_

A rede de Supermercados Guanabara promove, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, uma edição especial do Festival de Queijos e Vinhos na loja de São Gonçalo. O evento terá a presença do sommelier Dionísio Chaves, curador das adegas do Guanabara, e de mais quatro especialistas no tema. Durante a ação, que acontece das 16h às 21h no sábado e das 10h às 15h no domingo, os clientes poderão esclarecer dúvidas, receber orientações sobre harmonizações e conhecer os rótulos indicados para os dias mais quentes da estação.

Na adega, que acaba de ser reformada, os consumidores terão a oportunidade de obter informações técnicas sobre os produtos. O festival reúne 12 fornecedores e 16 rótulos, sendo dez exclusivos, entre, brancos, rosés, tintos e espumantes, provenientes de seis países, incluindo Espanha, Itália e Portugal, reforçando a diversidade de estilos que compõem o portfólio da rede.

Atualmente, a adega Guanabara conta com mais de 500 rótulos de vinhos e espumantes nacionais e importados, sendo 300 exclusivos, permitindo ao consumidor encontrar desde opções clássicas até rótulos diferenciados, ideais para aproveitar o verão com sabor e leveza. Para Dionísio, a proposta do evento é oferecer uma experiência guiada e ampliar a experiência dos consumidores com o universo dos vinhos dentro do próprio supermercado.

“A ideia é aproximar o cliente e traduzir o vinho de uma maneira mais simples. Quando há a chance de conversar com especialistas, provar diferentes estilos e entender como harmonizar, tudo fica mais prazeroso. O objetivo é mostrar que vinho combina com o verão e pode ser parte do dia a dia”, diz o sommelier.

Para harmonizar, os clientes irão degustar uma seleção de queijos especiais das marcas Regina, Presidént, Faixa Azul, Tirolez, Polenghi, Vitória, Monte Celeste e Quatá, que irão casar perfeitamente com os rótulos apresentados.

“Acreditamos que o consumo de vinho vai muito além da garrafa. Quando o cliente tem acesso à degustação e às harmonizações, ele descobre histórias, aprende sobre estilos e entende como combinar o vinho com diferentes pratos do dia a dia. No Guanabara, isso ganha mais força porque oferecemos um mix completo, incluindo produtos premium, como massas, molhos, carnes e chocolates. Toda essa oferta amplia as possibilidades e transforma a experiência de compra em um momento de descoberta”, explica Dionísio.