( IMAGENS FORTES) MACABRO!!! MULHER DE 64 ANOS DIZ TER MATADO COMPANHEIRA E QUEIMADO O CORPO EM SANTA CRUZ

MULHER DE 64 ANOS DIZ TER MATADO COMPANHEIRA E QUEIMADO O CORPO EM SANTA CRUZ

 

Um crime de extrema gravidade chocou moradores de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma mulher de 64 anos confessou, durante uma entrevista ao programa Balanço Geral, ter matado a própria companheira por enforcamento e, posteriormente, ateado fogo ao corpo da vítima.

Segundo o relato apresentado na televisão, após a morte da companheira, a suspeita teria colocado fogo no corpo. O cadáver foi localizado carbonizado na Estrada Urucânia, em Santa Cruz. A descoberta mobilizou as autoridades e chamou a atenção pela violência e pelas circunstâncias envolvendo a morte.

A confissão feita durante a entrevista tornou o caso ainda mais impactante. A mulher teria relatado que utilizou o enforcamento para matar a companheira e, em seguida, teria incendiado o corpo. As circunstâncias que teriam levado ao crime, entretanto, não foram detalhadas nas informações divulgadas.

O encontro do corpo carbonizado provocou a atuação das autoridades responsáveis pela investigação. Em casos dessa natureza, a identificação da vítima e a confirmação das circunstâncias da morte dependem de procedimentos periciais e da apuração policial.

A carbonização do corpo pode dificultar a identificação e a coleta de informações importantes para esclarecer o que aconteceu. Por isso, exames periciais são fundamentais para determinar elementos relacionados à morte e ajudar os investigadores a reconstruir a sequência dos acontecimentos.

O caso também chamou atenção para a necessidade de esclarecer a relação entre a vítima e a mulher que aparece como suspeita. A confissão apresentada durante a entrevista deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis pela investigação, juntamente com outras provas e informações eventualmente reunidas.

Até o momento, as informações fornecidas indicam que a vítima morreu após ser enforcada e que seu corpo foi posteriormente incendiado. A investigação deverá esclarecer a dinâmica completa do crime, a motivação e as circunstâncias que antecederam a morte.

O episódio repercutiu justamente pela combinação de uma morte violenta com a tentativa de incendiar o corpo da vítima. A confissão em rede de televisão acrescentou uma dimensão ainda mais incomum ao caso, que agora depende da apuração oficial para que todos os fatos sejam esclarecidos.

As autoridades deverão reunir depoimentos, exames periciais e demais elementos que possam confirmar ou complementar o relato apresentado. Enquanto a investigação estiver em andamento, eventuais responsabilidades deverão ser definidas com base nas provas produzidas no procedimento policial e judicial.

O caso permanece sob investigação, e novas informações poderão esclarecer detalhes sobre a morte e sobre o que aconteceu na Estrada Urucânia, em Santa Cruz.

CORPO AGUARDA FAMILIARES HÁ 10 DIAS: MULHER SERÁ SEPULTADA COMO INDIGENTE NO RIO

 

Uma situação que chama atenção pela ausência de familiares mobiliza informações em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Aline Souza Rocha, de 31 anos, natural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, morreu após sofrer um acidente de motocicleta na Estrada do Guriri.

Após o acidente, o corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. A vítima chegou a ser identificada pelas autoridades, mas, mesmo depois de aproximadamente dez dias, nenhum familiar teria comparecido ao local para realizar a liberação do corpo e tomar as providências necessárias para o sepultamento.

De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, Aline é filha de Moacy Rocha e Maria da Conceição Alves Souza Paes. Os pais teriam ligação com Nova Iguaçu, município onde a mulher nasceu.

Diante da ausência de parentes no IML, foram realizadas tentativas para localizar familiares da vítima. Um dos endereços relacionados a Aline chegou a ser verificado, porém ninguém foi encontrado no local. Até o momento, segundo as informações disponíveis, não houve a localização de pessoas que pudessem realizar oficialmente a liberação do corpo.

A situação fez com que o caso chegasse ao conhecimento público, na tentativa de encontrar alguém que tenha convivido com Aline ou que possa fornecer informações capazes de ajudar na localização de seus familiares.

Embora a identidade da mulher tenha sido confirmada, a falta de parentes para reclamar o corpo impede que os procedimentos habituais sejam realizados pela família. Com isso, Aline deverá ser sepultada em Cabo Frio por meio do poder público, caso nenhum familiar seja localizado.

O episódio também chama atenção para situações em que pessoas são identificadas após a morte, mas permanecem sem que parentes ou pessoas próximas sejam encontradas para assumir os procedimentos relacionados ao funeral.

Familiares, conhecidos ou pessoas que tenham informações sobre Aline Souza Rocha podem ajudar na tentativa de localizar parentes. A divulgação do caso busca justamente ampliar o alcance das informações e possibilitar que alguém que conheça a mulher possa reconhecer a história e contribuir para que seus familiares sejam encontrados.

Até que isso aconteça, o corpo permanece sob responsabilidade das autoridades competentes. A expectativa é de que a divulgação das informações possa ajudar a esclarecer por que, mesmo após cerca de dez dias da permanência do corpo no IML de Cabo Frio, nenhum familiar tenha comparecido para realizar a liberação.

O caso segue aguardando a localização de parentes ou pessoas próximas que possam prestar informações e auxiliar nos procedimentos necessários para o sepultamento.

BRAÇO ARMADO DE MILÍCIA É CAPTURADO COM ARSENAL NO RIO

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro terminou com a prisão de Marlon Aurélio Gomes de Souza, conhecido como “Taz”, apontado pelas autoridades como líder do braço armado de uma milícia que atua no Complexo do Morro do Pau Branco, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Segundo informações da investigação, a prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), que vinham acompanhando a atuação do suspeito e reunindo informações sobre sua suposta participação na estrutura armada do grupo criminoso.

Durante a ação, os policiais localizaram o homem e apreenderam um conjunto de armas e equipamentos que, de acordo com a Polícia Civil, estaria relacionado à atividade criminosa investigada. Entre os materiais encontrados estava um fuzil, além de carregadores e diversas munições.

Os agentes também apreenderam um colete balístico e outros equipamentos considerados de uso tático. O material foi recolhido e deverá ser analisado pelas autoridades para auxiliar no avanço das investigações e na identificação de possíveis conexões entre o preso e outros integrantes do grupo.

Contra Marlon Aurélio havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, relacionado a uma investigação de homicídio qualificado. A ordem judicial permitiu que os policiais efetuassem a prisão do suspeito durante a operação.

A Polícia Civil aponta “Taz” como uma pessoa de destaque dentro do braço armado da milícia que atua na região do Complexo do Morro do Pau Branco. A atribuição, porém, faz parte das investigações e deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis pelo processo judicial.

A prisão representa mais uma ação das forças de segurança contra grupos criminosos que atuam na Baixada Fluminense. Investigações envolvendo milícias costumam buscar não apenas a identificação de integrantes responsáveis pela segurança armada, mas também informações sobre a estrutura, a divisão de funções e eventuais fontes de financiamento das organizações.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais. O armamento e os demais materiais apreendidos permaneceram sob responsabilidade da Polícia Civil para perícia e demais providências previstas na investigação.

O caso deverá continuar sendo acompanhado pelas autoridades, que podem buscar novos elementos para esclarecer a participação do preso no homicídio investigado e sua eventual atuação na estrutura da milícia.

A prisão preventiva não representa condenação definitiva. Caberá à Justiça avaliar as provas reunidas durante a investigação e decidir sobre a situação processual do acusado. O andamento do processo poderá trazer novas informações sobre as circunstâncias do homicídio e sobre a atuação do grupo criminoso na região.

DISCUSSÃO TERMINA EM TIROTEIO E MORTE DE POLICIAL MILITAR NO RIO

 

DISCUSSÃO TERMINA EM TIROTEIO E MORTE DE POLICIAL MILITAR NO RIO

Um policial militar de folga morreu após ser baleado durante uma discussão em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A vítima foi identificada como o sargento Wallace da Silva Oliveira, de 38 anos, lotado no 15º BPM (Duque de Caxias). O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Segundo relatos de testemunhas, o policial teria se envolvido em uma discussão com um homem apontado por moradores da região como possível envolvido em cobranças de taxas atribuídas à milícia. A informação, no entanto, ainda é apurada pelas autoridades e não significa que o suspeito tenha participação comprovada em atividades criminosas.

Durante a confusão, de acordo com os relatos iniciais, Wallace teria sacado uma arma e efetuado disparos contra o homem com quem discutia. Na sequência, outro homem que estava no local teria reagido e atirado contra o sargento.

O policial foi atingido pelos disparos e não resistiu aos ferimentos. A dinâmica exata do episódio ainda não foi esclarecida pela investigação. Os agentes da DHC trabalham para identificar todos os envolvidos e entender o que provocou a discussão que terminou com a morte do militar.

A polícia também apura se houve outros disparos durante o confronto e busca imagens de câmeras de segurança, além de depoimentos de testemunhas que possam contribuir para a reconstrução dos acontecimentos.

A possível relação dos envolvidos com grupos que atuam na cobrança ilegal de taxas na região também faz parte das linhas de investigação. Até o momento, porém, eventuais vínculos precisam ser confirmados pelas autoridades responsáveis pelo caso.

A morte do sargento mobilizou equipes de segurança e provocou preocupação entre moradores da região. O episódio ocorreu enquanto Wallace estava fora de serviço, circunstância que também deverá ser considerada durante a apuração.

A Delegacia de Homicídios da Capital permanece responsável pela investigação e deverá analisar as circunstâncias dos disparos, identificar os autores e verificar se outras pessoas participaram direta ou indiretamente da ocorrência.

A Polícia Civil orienta que pessoas que tenham presenciado a discussão, possuam imagens ou tenham qualquer informação capaz de ajudar na identificação dos envolvidos procurem as autoridades.

Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas ao Disque Denúncia pelo telefone (21) 2253-1177. A identidade dos denunciantes pode ser preservada.

O caso segue em investigação, e novas informações poderão esclarecer a sequência dos acontecimentos e as circunstâncias que levaram à morte do policial militar.

 

 

FOTO DE FLÁVIO BOLSONARO AO LADO DE INVESTIGADOS NO CASO DO INSS AGITA AS REDES

 

Uma fotografia registrada em março de 2025 voltou a chamar atenção no contexto das investigações sobre as fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A imagem mostra o senador Flávio Bolsonaro ao lado do senador Weverton Rocha e do advogado Willer Tomaz durante uma viagem à África do Sul.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa, a fotografia foi obtida pela Polícia Federal a partir do celular de Weverton Rocha, apreendido no curso das investigações relacionadas à chamada Operação Sem Desconto. O registro teria sido compartilhado em março de 2025 em um grupo de WhatsApp criado para reunir os participantes da viagem, que também contou com as esposas dos envolvidos.

A viagem ocorreu antes de a Operação Sem Desconto se tornar pública, em abril de 2025. A operação investiga um esquema relacionado a descontos associativos indevidos aplicados sobre aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS. As investigações avançaram posteriormente e passaram a alcançar diferentes pessoas e empresas suspeitas de envolvimento no esquema.

Weverton Rocha e Willer Tomaz aparecem entre os nomes posteriormente relacionados às apurações. O senador foi alvo de medidas de busca e apreensão no âmbito das investigações, enquanto o advogado também foi alvo de ações policiais em fases posteriores.

A divulgação da fotografia, entretanto, não significa que Flávio Bolsonaro seja investigado por participação nas fraudes do INSS. A imagem comprova a presença dos três homens na mesma viagem, mas não demonstra, por si só, qualquer envolvimento do senador no esquema investigado pela Polícia Federal.

Flávio Bolsonaro afirmou que mantém uma relação de amizade com Weverton Rocha e Willer Tomaz e que a viagem ocorreu em um contexto particular. A existência da fotografia e da viagem, portanto, precisa ser separada de eventuais acusações relacionadas à investigação do INSS.

O caso ganhou repercussão justamente porque a viagem aconteceu poucas semanas antes da operação que revelou publicamente as suspeitas envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários. A proximidade temporal entre os acontecimentos passou a ser explorada nas reportagens sobre o caso, embora ela, isoladamente, não estabeleça uma ligação entre Flávio Bolsonaro e as irregularidades investigadas.

As investigações continuam buscando esclarecer a extensão do esquema, identificar os responsáveis e determinar como funcionava a estrutura responsável pelos descontos considerados fraudulentos. Eventuais responsabilidades individuais dependem das provas reunidas pelas autoridades e das conclusões dos procedimentos investigativos e judiciais.

Assim, a fotografia é um registro real de uma viagem realizada em março de 2025, mas qualquer conclusão sobre eventual participação de pessoas retratadas nas fraudes do INSS exige elementos adicionais além da imagem.

( Vídeo) Candidata a governadora é assassinada a tiros durante campanha eleitoral após denunciar ameaças

 

 

A violência voltou a causar choque no cenário político do Peru. A jornalista e candidata ao Governo Regional de Áncash, Susy Ysabel Aponte Polo, conhecida como “La China Polo”, foi assassinada a tiros durante uma atividade de campanha realizada no sábado (19), em um mercado da cidade de Caraz, na província de Huaylas.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades peruanas, a candidata, de 44 anos, participava de uma ação política quando foi surpreendida pelos disparos. O ataque provocou pânico entre as pessoas que estavam no local. Além de Susy Aponte, outras cinco pessoas ficaram feridas e precisaram de atendimento após o episódio.

A Polícia Nacional do Peru iniciou imediatamente as diligências para esclarecer o crime. Um homem de nacionalidade venezuelana foi detido como suspeito de participação no assassinato. Uma arma de fogo também teria sido apreendida durante a ação policial.

Apesar da prisão, as autoridades ainda investigam as circunstâncias do ataque e, principalmente, a possível motivação para o assassinato. Até o momento, não há confirmação oficial de que o crime tenha sido motivado diretamente pela atividade política da vítima.

O caso ganhou ainda mais repercussão porque Susy Aponte havia relatado publicamente, dias antes de morrer, que vinha recebendo ameaças. A candidata chegou a afirmar que havia sido alertada sobre a possibilidade de um atentado contra sua vida.

A existência dessas ameaças passou a ser um dos elementos observados pelas autoridades, mas ainda não foi estabelecida uma ligação comprovada entre os avisos recebidos anteriormente e o ataque que terminou com sua morte.

Jornalista e figura conhecida na região, Susy Aponte disputava o Governo Regional de Áncash pelo movimento Socios por Áncash. Sua morte provocou manifestações de pesar e aumentou a preocupação sobre a segurança de candidatos e lideranças políticas em meio ao processo eleitoral peruano.

O Ministério Público peruano também iniciou uma investigação preliminar para determinar como o ataque aconteceu, identificar eventuais envolvidos e esclarecer a motivação do crime.

O Jurado Nacional de Elecciones (JNE) condenou publicamente o assassinato e defendeu o rápido esclarecimento dos fatos.

Enquanto a investigação avança, o assassinato de Susy Aponte deixa uma pergunta que ainda não tem resposta: por que uma candidata que havia denunciado ameaças acabou sendo morta durante uma atividade pública de campanha?

As autoridades trabalham para reconstruir os momentos que antecederam os disparos e verificar se houve planejamento, participação de outras pessoas ou alguma relação entre as ameaças anteriormente relatadas e o homicídio.

Até que essas questões sejam esclarecidas, qualquer afirmação sobre a motivação do crime permanece no campo das hipóteses.

Duas mulheres são presas pela Força Municipal após furtos em sequência em lojas de Campo Grande

Agentes da Força Municipal prenderam duas mulheres em flagrante após uma ação contra furtos em estabelecimentos comerciais na região de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A ocorrência foi registrada durante um patrulhamento realizado em um ponto considerado de alta incidência de roubos e furtos.

De acordo com as informações divulgadas pela Força Municipal, os agentes foram acionados por uma funcionária de uma loja, que relatou ter identificado duas mulheres que estariam realizando furtos em diferentes estabelecimentos comerciais da região. A denúncia foi repassada à equipe, que recebeu as características das suspeitas e iniciou as buscas nas proximidades.

Pouco tempo depois, os agentes conseguiram localizar as duas mulheres e realizaram a abordagem. Durante a ação, alguns produtos foram encontrados com as suspeitas. A ocorrência, no entanto, ganhou novos elementos quando outro funcionário de um estabelecimento comercial procurou a equipe e entregou uma mochila que, segundo as informações apresentadas no local, pertencia a uma das mulheres.

Dentro da mochila, os agentes encontraram outros produtos que teriam sido retirados de estabelecimentos comerciais. Entre os materiais recuperados estavam peças de vestuário, bijuterias, maquiagens e outros itens.

A apreensão dos produtos reforçou a suspeita de que as duas mulheres poderiam estar envolvidas em uma sequência de furtos praticados em diferentes lojas da região. Os materiais recuperados foram apresentados às autoridades policiais para que fossem analisados e relacionados às ocorrências registradas pelos estabelecimentos.

Após a abordagem e a recuperação dos produtos, as duas suspeitas foram encaminhadas pelos agentes da Força Municipal para a 35ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande. Na unidade policial, a ocorrência foi apresentada e os fatos passaram a ser analisados pela autoridade policial responsável.

Segundo a Força Municipal, as duas mulheres permaneceram presas em flagrante pelo crime de furto. A prisão ocorreu após a localização das suspeitas e a recuperação de diversos produtos que estavam em poder delas ou dentro da mochila apresentada aos agentes.

A ocorrência chama atenção para a atuação das equipes de patrulhamento em áreas comerciais consideradas mais vulneráveis a crimes contra estabelecimentos. A presença dos agentes nesses pontos busca ampliar a segurança de comerciantes, funcionários e consumidores, além de permitir uma resposta mais rápida diante de denúncias.

O caso agora segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que deverá reunir os elementos apresentados durante a ocorrência e verificar a procedência dos produtos recuperados, além de investigar se outras lojas da região foram vítimas das mesmas suspeitas.

A Força Municipal reforça a importância de que comerciantes e moradores acionem as autoridades sempre que presenciarem situações suspeitas. Informações fornecidas rapidamente podem contribuir para a localização de suspeitos e para a recuperação de mercadorias.

MISTÉRIO EM CAMPO GRANDE: Família procura por Altamira, de 81 anos, desaparecida desde sexta-feira

Uma família busca ajuda para localizar Altamira, de 81 anos, que está desaparecida desde a manhã de sexta-feira, 18 de setembro de 2026, segundo informações divulgadas em um cartaz compartilhado nas redes sociais. De acordo com o aviso, a idosa saiu de casa, na região de Santa Margarida, para catar materiais recicláveis e não teria retornado.

Ainda conforme as informações divulgadas no pedido de ajuda, Altamira deixou a residência por volta das 8h do dia 18 e, desde então, familiares e pessoas próximas procuram por notícias que possam ajudar a esclarecer seu paradeiro. O cartaz alerta que ela pode estar desorientada e precisar de auxílio para conseguir voltar para casa.

A família pede que moradores da região e pessoas que tenham circulado por Santa Margarida ou áreas próximas fiquem atentos e compartilhem a imagem. Qualquer informação concreta sobre a localização da idosa pode ser importante para auxiliar nas buscas e permitir que ela seja encontrada em segurança.

Altamira é descrita no cartaz como uma mulher de 81 anos. A imagem também apresenta uma fotografia da idosa, com o objetivo de facilitar sua identificação por pessoas que possam tê-la visto após sua saída de casa.

O pedido de ajuda destaca a possibilidade de que Altamira esteja desorientada. Por isso, caso alguém encontre uma mulher com características semelhantes às apresentadas na fotografia, a orientação é buscar auxílio e entrar em contato pelos telefones divulgados pela família.

Os números informados no cartaz são 975645440 e 970736056. Pessoas que tenham informações sobre o paradeiro da idosa podem utilizar esses contatos para comunicar a família.

Até o momento, o material divulgado não apresenta detalhes sobre as circunstâncias do desaparecimento, como o trajeto que Altamira pretendia fazer, os locais onde costumava recolher materiais recicláveis ou se houve algum contato com familiares depois que ela saiu de casa. Também não são informados, no cartaz, dados sobre eventual registro de ocorrência ou sobre a atuação das autoridades nas buscas.

Diante disso, informações não confirmadas devem ser evitadas para não prejudicar a procura nem provocar confusão entre familiares e pessoas envolvidas no caso. O mais importante, segundo o pedido divulgado, é ampliar o alcance da fotografia e dos contatos para aumentar as chances de que alguém reconheça Altamira.

Familiares reforçam o pedido para que a imagem seja compartilhada, especialmente entre moradores de Santa Margarida e de localidades próximas. Uma informação aparentemente simples, como ter visto a idosa caminhando ou entrando em algum estabelecimento, pode ajudar a reconstruir seus últimos passos.

Quem tiver uma informação concreta sobre Altamira deve entrar em contato pelos telefones 975645440 ou 970736056. A recomendação é repassar apenas informações verdadeiras e, diante de uma possível localização, procurar também os serviços oficiais de emergência ou segurança pública para garantir que a idosa receba assistência adequada.

O caso mobiliza um pedido de solidariedade. A família espera que a divulgação ajude Altamira a ser encontrada e possa retornar para casa com segurança. E reencontrar seus familiares o quanto antes.

JOVEM DE 19 ANOS TIRA A PRÓPRIA VIDA NO RIO APÓS RELATO DE TRAIÇÃO ENVOLVENDO SUA NAMORADA E O PRÓPRIO PAI

 

Um jovem de 19 anos, identificado como Rafael, morreu três dias após, segundo relatos de familiares, ter descoberto uma suposta relação entre sua namorada e o próprio pai. O caso teria ocorrido após o rapaz retornar mais cedo da faculdade e, de acordo com a versão apresentada pela família, encontrar a jovem na residência do pai.

Rafael mantinha um relacionamento havia mais de um ano com Beatriz, de 23 anos. Conforme os familiares, no dia do ocorrido, o jovem estava na faculdade e teria combinado que a namorada o esperaria na casa do pai, situação que, segundo os relatos, era habitual para o casal.

Ainda de acordo com a família, Rafael teria saído da faculdade antes do horário previsto e seguido para o imóvel. Ao chegar ao local, ele teria encontrado Beatriz e o pai na cama. Abalado com a situação que afirmou ter presenciado, o jovem teria deixado imediatamente a residência e procurado a mãe.

Os pais de Rafael eram separados. Na casa da mãe, o rapaz teria contado aos familiares o que, segundo ele, havia acontecido. A informação rapidamente teria chegado a outros parentes, provocando forte comoção entre pessoas próximas ao jovem.

Três dias depois do episódio, Rafael tirou a própria vida. A morte causou grande impacto entre familiares e amigos, que posteriormente utilizaram as redes sociais para publicar homenagens e mensagens de despedida.

O pai, entretanto, apresenta uma versão completamente diferente da relatada pelos familiares. Ele nega que tenha mantido qualquer relacionamento com Beatriz e afirma que a situação nunca aconteceu. Segundo sua versão, a suposta descoberta teria sido fruto da imaginação do próprio filho.

Diante das versões divergentes, não há, no material apresentado, confirmação independente de que o suposto relacionamento tenha realmente ocorrido. Também não foram apresentadas informações sobre eventual investigação policial, laudos ou outros elementos que possam esclarecer as circunstâncias do episódio.

Rafael foi sepultado na Região dos Lagos, onde familiares e amigos se despediram do jovem. As manifestações publicadas nas redes sociais destacaram a dor provocada pela perda e relembraram momentos vividos ao lado dele.

O caso chama atenção não apenas pela morte precoce do jovem, mas também pela divergência entre os relatos apresentados após o episódio. Enquanto familiares sustentam que Rafael teria ficado profundamente abalado depois de presenciar a situação, o pai rejeita completamente essa narrativa.

Sem elementos independentes que confirmem uma das versões, as circunstâncias que antecederam a morte permanecem cercadas de dúvidas. A história deve ser tratada com cautela, especialmente porque envolve uma acusação grave e uma morte por suicídio.

Familiares continuam prestando homenagens a Rafael nas redes sociais, enquanto a lembrança do jovem permanece entre aqueles que conviveram com ele.

 

PF encontra planilhas de bicheiro com mais de R$ 10 milhões associados a políticos do RJ, Veja quem são

 

 

 

Documentos apreendidos pela Polícia Federal com o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontam supostos pagamentos que ultrapassam R$ 10 milhões associados a cinco políticos e aliados da família Bolsonaro no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (18) pelo ICL Notícias, com base em documentos que integram investigações sobre a atuação do crime organizado na política fluminense.

As planilhas foram encontradas em novembro de 2022, durante uma fase da Operação Smoke Free, que investigava o comércio ilegal de cigarros no estado. O material voltou a ser analisado pela Polícia Federal em 2026, dentro da Operação Unha e Carne, que apura possíveis relações entre organizações criminosas e agentes públicos.

Segundo a reportagem, os documentos relacionam 61 pessoas, sendo a maioria políticos e partidos. Em determinados casos, os registros utilizam codinomes, o que levou os investigadores a buscar a identificação dos possíveis destinatários.

Entre os nomes relacionados estão o ex-governador Cláudio Castro (PL), com R$ 3,63 milhões; Rodrigo Bacellar (União Brasil), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, com R$ 5,43 milhões; o deputado federal Hélio Lopes (PL), com R$ 323,2 mil; o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência Alexandre Ramagem (PL), com R$ 91,8 mil; e Gutemberg Fonseca (PL), ex-secretário do governo Castro e candidato a deputado federal, com R$ 727,9 mil. A soma dos cinco registros chega a aproximadamente R$ 10,2 milhões.

No caso de Bacellar, o nome aparece associado ao codinome “Barba” nas planilhas. A identificação é atribuída aos investigadores, enquanto a defesa do político nega que ele tenha utilizado esse apelido ou recebido dinheiro de Adilsinho.

Os registros, porém, não significam automaticamente que os valores tenham sido efetivamente pagos. Segundo informações divulgadas sobre o material, a própria investigação considera necessário cruzar as anotações com dados bancários, fiscais, eleitorais e prestações de contas para verificar a origem e o destino das quantias.

Também foram apresentadas negativas por parte de alguns citados. Gutemberg Fonseca declarou que não conhece Adilsinho e que nunca recebeu recursos dele. Hélio Lopes afirmou não reconhecer os valores e disse que suas contas eleitorais foram declaradas e aprovadas. A defesa de Adilsinho também nega pagamentos a agentes públicos e questiona a origem dos documentos.

O caso permanece sob investigação e os registros deverão ser confrontados com outras evidências antes de qualquer conclusão definitiva sobre eventuais pagamentos, responsabilidades ou irregularidades.